Arquivo do mês: março 2013

BlitzDigital

Mais uma voz está surgindo entre nós. Entrou no ar hoje, domingo, 31 de março, dia da Ressurreição do Senhor Jesus, o site BlitzDigital, voltado para a informação e formação dos policiais militares do Brasil. Site que alia jornalismo de qualidade sob a ótica policial, focado na missão e honra militar, além de tecnologia, Fé e cultura. Acessem:http://blitzdigital.com.br/

Parabéns aos amigos Cap. Olavo e Cap. Aguiar pela iniciativa!

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I Passeio Ciclístico pela Paz no Riacho Fundo I

O policiamento comunitário tem por objetivo aproximar a polícia da comunidade. Desmistificar a ideia formada no “imaginário coletivo” de que todo policial é violento, ou seja, aquele que mata, aquele que tortura, aquele que agride, dentre outros pensamentos.

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Precisamos aproximar a polícia da comunidade,  alguém precisa dar o primeiro passo. Iniciamos uma campanha nesse sentido, de antemão, agradeço os amigos da REDE DEMOCRÁTICA por também aderir a esse movimento!

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Hoje estivemos no Riacho Fundo I apoiando o 1º Passeio Ciclístico pela Paz no Riacho Fundo. A cidade teve três homicídios e um ferido por “bala perdida” no início do mês. O evento foi organizado pelo GRUPO PEDAL RIACHO E O POSTO COMUNITÁRIO (PCS 013). Parabéns aos organizadores do evento (SGT PAULA, ANDRÉIA LIMA e ROBERTO LIMA)

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Foi algo diferente. Maravilhoso ver adultos, adolescentes, crianças e policiais de folga, moradores da cidade, misturados em meio a população em um lindo evento na cidade.

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Fizemos um percurso de 6km dando a volta em toda cidade, partindo do PCS 013, no Centro da cidade. Um grande evento. Parabéns aos organizadores do Evento e todos os patrocinadores que contribuíram de coração para que tudo fosse feito.

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Internação compulsória para usuários de crack

Além de saúde pública também é um problema de segurança pública. NÓs agentes de segurança pública precisamos compreender que também somos vítimas de tal problema, pois somos utilizados como o braço forte do Estado para manter os usuários sob controle, muitas vezes a corda sempre acaba arrebentando para o nosso lado. Precisamos de uma solução para os problemas de saúde pública, mas também precisamos de uma resposta voltada para o mal social que os usuários causam. Quando o usuário coloca em risco somente a sua vida é um problema de saúde pública, quando coloca a vida de terceiros, ou seja, da coletividade passa ser um problema de SEGURANÇA PÚBLICA. Precisamos buscar uma solução para esse problema!

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Quando falamos em políticas públicas voltadas para o “combate” as drogas devemos fazer as seguintes perguntas: 1) O que fazer com aqueles jovens que ainda não experimentaram as drogas? O PROERD faz isso muito! 2) O que fazer com aqueles que já usam, mas que ainda tem controle sobre suas vidas? 3) O que fazer com aqueles que já NÃO possuem controle sobre seus atos, ou seja, foram dominados pela droga? É preciso atacar os traficantes e buscar meios de evitar que esse usuário tenha acesso as drogas. Estamos falando de segurança pública preventiva (MAL SOCIAL) e de UMA EPIDEMIA (Uma epidemia se caracteriza pela incidência, em curto período de tempo, de grande número de casos de uma doença) na saúde pública (MAL FÍSICO). Você concorda?

É preciso uma lei para normatizar o tema em nossa cidade. Internação compulsória para usuários já!

Entre nessa campanha! Vamos invadir as redes sociais: Entre no link abaixo e compartilhe:

http://www.facebook.com/aderivaldo.cardoso#!/photo.php?fbid=426764144085263&set=a.230333457061667.53169.100002550434603&type=1&theater

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Carga horária semanal para policiais e bombeiros – Desmilitarização cultural

Carga horária de policiais e bombeiros militares de MG é aprovada na CCJ da ALMG

19/03/2013
A Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), aprovou nesta terça-feira, 19/03, o Projeto de Lei Complementar 33/2012, de autoria do deputado Sargento Rodrigues, que define a carga horária semanal dos policiais e bombeiros militares de Minas Gerais.
Há 10 anos o deputado vem lutando para aprovar, em lei, a definição da carga horária para os policiais e bombeiros militares.  Durante esse período foram realizadas quatro audiências públicas para tratar do assunto.
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Sargento Rodrigues recebeu inúmeras denúncias relacionadas à sobrecarga de trabalho, que, segundo ele, os comandantes da polícia e do bombeiro militar, em nenhum momento reconheceram a carga horária excessiva, inviabilizando a compensação das horas ultrapassadas.
De acordo com o deputado, a jornada de trabalho excessiva causa vários problemas à saúde física e psicológica dos servidores. “Esses problemas têm como  consequência, além dos problemas de saúde, graves riscos à atividade dos policiais e bombeiros militares. Eles precisam estar bem psicologicamente e fisicamente para melhor desempenhar  suas funções”, afirma.
Após a aprovação do PLC 33/12, o deputado lembrou que todos os servidores públicos dos três poderes do Estado de Minas Gerais já têm a carga horária definida em lei. “A aprovação desse projeto na CCJ é o “início do fim” da escala de escravidão imposta na polícia e no bombeiro militar de Minas”, conclui.
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Votação do nosso aumento salarial

Ontem foi um dia agitado na Câmara Federal. Ocorreu uma grande discussão sobre a criação de novos cargos que pudessem atender a estrutura do PSD, partido recriado para acomodar discidentes. Um tema polêmico entre os deputados que “obstruiu” por diversas vezes a pauta de votação, que incluia nosso projeto de lei que dispõe sobre o aumento salarial das categorias (PMDF, BMDF e PCDF).

Várias emendas foram apresentadas ao Projeto de Lei, sendo a mais polêmica a “emenda nº 01” que altera os critérios de promoção de oficiais superiores, dando amplos poderes ao governo para escolher aqueles que serão promovidos, independentemente da posição no almanaque. A antiguidade deixa de ser algo “essencial” para a promoção ao posto de coronel na PMDF. Uma verdadeira desmilitarização cultural em nosso meio. O dia de ontem foi pautado também por várias reportagens sobre a arapongagem no DF, tema que envolveu o chefe da casa militar, e que segundo as fontes jornalísticas, fora resolvido.

Nos bastidores, ontem foi dia de fazer lobby para a aprovação das emendas. Uma aparente divergência entre o “coordenador da bancada” e o “relator” do projeto pode gerar um recuo na aprovação das emendas. Fala-se que reduziu-se bastante a probabilidade de aprovação de emendas, sendo o mais provável somente a aprovação do texto como foi enviado pelo executivo.

Vários deputados de outros estados, em especial os líderes de bancada, pediram que o texto fosse votado hoje, quinta-feira. É possível que após a votação do tema polêmico sobre a criação dos cargos para o PSD na estrutura da casa, que nosso projeto seja votado ainda hoje. Estamos no aguardo.

Congresso_Nacional

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Arapongagem no Distrito Federal

  • Arapongagem – DECAP desvenda vazamento de relatórios sigilosos da Subsecretária de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal – 17:49:46

Oficiais da PMDF são indiciados, a intenção do vazamento era desestabilizar o chefe da Casa Militar do DF imputando-lhe a prática de arapongagem – Em novembro de 2011 circulou na mídia local notícias atribuindo ao chefe da Casa Militar do Distrito Federal tenente-coronel PM Rogério Leão a suposta autoria de “inserção de escutas clandestinas durante a realização de varreduras nas residências de autoridades públicas entre as quais o próprio governador do Distrito Federal”. Na época, as notícias tinham o objetivo de atribuir ao chefe da Casa Militar do Distrito Federal a prática do crime de arapongagem. A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso, passados um ano e quatro meses, o inquérito policial 124/2011da DECAP – Delegacia de Repressão  aos Crimes Contra a Administração Pública, ouviu diversas testemunhas, realizou a quebra de sigilo dos extratos de ligações telefônicas, laudos periciais e apesar da negativa dos acusados, João Aparecido Teixeira, foi indiciado como incurso no artigo 325, § 2º, do CPB (Violação de sigilo funcional com dano à Administração Pública ou a outrem), e os demais Glayson José da Rocha, Arnaldo Vieira Neto, Soraya Barbosa Sales de Almeida e José Jackson Recio Torres, foram indiciados como incursos nas penas dos artigos 325, § 2º, do CPB c/c artigo 29 do mesmo código (Quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade). …
O laudo pericial de nº 25049/11-ICPDF constatou que o material foi extraído de um computador notebook de propriedade da Subsecretária de Inteligência e depois publicado na imprensa local.  O inquérito  policial concluiu que a motivação do crime seria “a insatisfação dos investigados com a forma em que a PMDF estaria lidando no tocante as promoções de seus oficiais superiores”. Segundo o inquérito da Policia Civil a repercussão da divulgação naquele momento dos vídeos e relatórios acarretou dano incalculável à administração pública do Distrito Federal, pois implicaria o chefe da casa militar na prática de crime. “Como diz um velho ditado popular mentira tem perna curta”

Fonte: Edson Sombra / Redação / Colaboradores – 20/03/201 – Fonte: http://www.edsonsombra.com.br/post/decap-desvenda-vazamento-de-relatorios-sigilosos-da-subsecretaria-de-inteligencia-da-secretaria-de-seguranca-publica-do-distrito-federal

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Municipalização da segurança pública – Precisamos fortalecer os municípios

Considerando que a segurança pública é um dos direitos mais elementares dentre os direitos fundamentais da pessoa humana, por ser aquele que possibilita o exercício e gozo dos outros direitos e que não há vida digna sem ao menos a sensação de segurança;

Considerando a inserção de nosso país em um novo paradigma de segurança pública, voltado para a proteção a vida, a proteção do patrimônio e a defesa das garantias individuais do cidadão, por meio do respeito a constituição cidadã;

Considerando que a segurança pública é o setor estratégico para consolidar o processo democrático iniciado oficialmente em 1988, e o instrumento para efetivar os direitos do cidadão, porque não há cidadania sem segurança pública;

Considerando que o Estado brasileiro entrou na era dos direitos da pessoa humana, e que esse mesmo Estado, historicamente se constituiu um dos maiores violadores de direitos, diretamente pelas forças policiais, e indiretamente quando permitiu que grupos de extermínios se criassem no seio da sociedade, no campo e nas cidades, a fim de objetivarem os interesses perversos da classe dominante;

Considerando que os movimentos sociais, brasileiros e os internacionais, foram propulsores da democracia e vem criando e fortalecendo mecanismos no âmbito nacional e internacional, com a finalidade de proteção aos direitos da pessoa humana, de maneira a sugerir para as sociedades democráticas, um modelo de polícia cidadã, portanto desmilitarizadas;

Considerando que a primeira Conferência Nacional de Segurança Pública representou um marco fundamental para o início do processo de democratização das instituições de segurança pública no Brasil;

Considerando que o investimento na prevenção é o caminho mais eficiente e eficaz no combate à criminalidade e à violência;

Considerando os esforços do Estado brasileiro no sentido de construir um novo modelo de Segurança Pública, que combine e articule política de prevenção com a repressão qualificada, e com uma política de valorização dos profissionais da área;

A que se buscar soluções práticas a longo prazo para uma quebra de paradigma no sistema de segurança, por meio da municipalização da segurança pública no Brasil:

1)    Construir e fortalecer um Plano Municipal de Segurança Pública com ampla e irrestrita participação da sociedade civil, por meio da criação de mecanismos de acesso a população, tais como: fóruns, plenárias regionais, encontros comunitários de segurança, dentre outros;

2)    Criar ou fortalecer as Guardas Municipais, ao ponto de torná-las “Polícias Municipais”, reconhecendo sua importância e contribuição na segurança pública, tendo como referencial primário, teórico e prático, o policiamento preventivo e comunitário, ou seja, dentro do paradigma da segurança cidadã, e secundariamente, a repressão qualificada do crime e das violências oriundas dele;

3)    Quando da criação da Guarda Municipal ou da Guarda Distrital, o Governo Municipal ou do Distrito Federal deverá ter planejamento de auto-sustentabilidade orçamentária, inclusive com política de valorização salarial e de melhorias progressivas das condições de trabalho dos trabalhadores, além de plano de carreira ampla;

4)    Criar e fortalecer Secretarias de Segurança nos municípios com estrutura que compreenda um Gabinete de Gestão Integrada com espaço para unir e reunir representantes das diversas instituições de segurança pública a fim de planejar e executar, fiscalizar e monitorar as ações integradas demandadas pelo GGIM;

5)    Criar e fortalecer no âmbito da Secretaria de Segurança Municipal departamentos específicos para a operacionalidade das atividades estritamente de polícia (GCM), e outro para desenvolver políticas de prevenção com foco na multisetorialidade e multidisciplinariedade;

6)    Criar e fortalecer Corregedorias e Ouividorias, autônomas e independentes no âmbito do município com mecanismos de controle acessíveis à sociedade civil organizada;

7)    Criar e fortalecer o Conselho Municipal de Segurança Pública como instrumento de participação popular;

8)    Criar e fortalecer escolas de formação continuadas para os profissionais das Guardas Civis Municipais e Distrital baseadas na padronização da defesa dos direitos humanos e da cidadania;

9)    O Município deve atuar como protagonista na segurança pública e não como coadjuvante;

10) Criar e fortalecer observatórios da violência como instrumento de gestão estratégica;

11) Investir em ações de fortalecimento e qualificação da Defesa Civil municipal para dar atendimento preventivo, rápido e eficaz nos eventos provocados por intempéries;

12)  Construir e fortalecer parcerias com o governo estadual e federal;

13) Criar e fortalecer programas das Guardas Civis Municipais que privilegie a prevenção e as ações comunitárias.

Congresso_Nacional

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Novidades sobre nosso aumento salarial

Possivelmente a votação ocorrerá ainda essa semana. Vamos permanecer mobilizados!

http://https://www.youtube.com/watch?v=tU9pm_nDxcM&feature=youtube_gdata_player

http://www.rededemocraticapmdf.com/2013/03/emendas-ao-pl-4921012-e-parecer-do.html//

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Estudo mostra que programa Olho

A derrota do crime

Vivo reduz os roubos e os furtos em 58,7% e 72,56%, respectivamente, no Hipercentro de BH. Câmeras garantem mais eficiência ao policiamento.

O representante comercial Carlos Antônio Braga, de 57 anos, foi vítima de roubo no hipercentro de Belo Horizonte em 2002, quando a Polícia Militar (PM) anotou 993 ocorrências desse tipo de crime na região. Em 2006, o vendedor Walisson Santos Silva, de 21, também fez parte da estatística, mas naquele ano o total de ocorrências foi 58,7% menor: 410. Outra queda expressiva (72,56%), no mesmo período, foi nos registros de furtos, que despencaram de 6.941 para 1.904. Os bons resultados são atribuídos a vários fatores, mas, principalmente, às 60 câmeras de videomonitoramento instaladas na área. É o que revela a dissertação Projeto Olho Vivo: a íris dos olhos da segurança pública, uma análise geográfica, assinada pelo sargento PM Ederson de Assis Carvalho, sob a orientação do professor Alexandre Diniz, e aprovada pelo programa de pós-graduação em geografia e tratamento da informação espacial da PUC Minas.

Esse é o único estudo acadêmico sobre o impacto do Olho Vivo no hipercentro de BH de que o governo estadual tem notícia. O militar enfatiza a importância dos equipamentos para a redução das estatísticas de violência por meio de outro levantamento: a quantidade de abordagens feitas pelos colegas de corporação a pessoas em atitude suspeita subiu de 2.540, em 2002, para 9.584 em 2006. “Cresceu 277%. O monitoramento por lentes tem se expandido em todo o país. E foi adotado com sucesso em muitas cidades do exterior, como Londres, Nova York, Washington, Paris, Berlim e Bruxelas. A criminalidade caiu em todas elas. E não foi diferente em Belo Horizonte”, diz. O sargento, que tem também o título de especialista em segurança pública e criminalidade, conclui que uma parcela dos bons resultados se deve a outras intervenções. Ele cita a instalação, em 2005, da 1ª Região Integrada de Segurança Pública (Risp), que reúne, no mesmo prédio, na Praça da Rodoviária, policiais civis e militares. Lista ainda o reforço do policiamento preventivo e a revitalização de espaços públicos, como a Praça da Estação. Diversos especialistas sustentam que trombadinhas e moradores de rua se afastam de locais que são recuperados da degradação.  Mas Ederson ressalta a parcela das câmeras na redução das ocorrências: “Com certeza, mais de 80%, 90% das quedas de furtos e roubos se devem ao videomonitoramento”. O hipercentro é monitorado por 60 lentes. Outras 12 vigiam ruas e avenidas da região da Savassi e do Barro Preto, mas os resultados apresentados por elas não foram alvo da dissertação do policial. Da mesma forma, as 66 câmeras instaladas, em 2007, em bairros da Região Noroeste e da Pampulha. O Olho Vivo chegou ao hipercentro em 2004. Para apurar a evolução dos registros de furtos e roubos, o militar levantou os dados referentes aos dois anos anteriores à instalação dos equipamentos e aos 24 meses posteriores. Os resultados divulgados no estudo são comemorados por moradores e freqüentadores da região, como o representante comercial Carlos Antônio Braga. “Fui assaltado em 2002 e sei o que passei. Levaram minha bolsa e meu celular. Hoje, ando com mais tranqüilidade pela região”, diz. O vendedor Walisson Santos Silva, que também foi vítima de assalto, avalia que, atualmente, o cidadão tem mais segurança para andar pelas ruas e avenidas do hipercentro. “Depois do Olho Vivo, melhorou muito”, reforça. Lentes da Lei Segundo o tenente-coronel da Polícia Militar Cícero Nunes, comandante do 34º BPM, os chamados crimes violentos – homicídio, tentativa de assassinato, roubo, estupro e tentativa de estupro – caíram cerca de 30% na área na comparação entre o primeiro semestre de 2008 e o mesmo período de 2007, quando o Olho Vivo ainda não vigiava a região. As 66 câmeras foram instaladas na Região Noroeste e parte da Pampulha em agosto passado. “Os novos equipamentos vão complementar (as primeiras) para melhor qualidade da vigilância. O (34º) batalhão foi o que teve maior redução de criminalidade em BH (a média foi de 30%). Só na região da Pedreira Prado Lopes (favela) chegou em torno de 60%. O impacto do Olho Vivo é muito grande”, destaca o militar, adiantando que, dos novos aparelhos, um deve ser instalado no Bairro Padre Eustáquio, outro no Ouro Preto e três na região da Prado Lopes. O representante comercial Carlos Antônio Braga, de 57 anos, mora no Bairro Novo Progresso, na Região Noroeste, e apóia a ampliação do vídeo monitoramento na área. “A gente sente mais segurança”, diz ele, que já foi vítima de assalto na Rua dos Caetés, em 2002, quando o Olho Vivo ainda não estava em operação. Além da Região Noroeste, seis câmeras serão colocadas num dos mais importantes cartões-postais da capital, a Praça da Liberdade, que será um dos maiores corredores culturais do país, a partir de 2009 ou 2010, quando os imponentes prédios que abrigaram secretarias do governo estadual serão abertos ao público, pela iniciativa privada, com espaços destinados a cinemas e outros meios de lazer.

Manchas

As quedas expressivas podem ser observadas em mapas elaborados pelo sargento. Os de furtos e roubos têm manchas vermelhas que informam os quarteirões com maior número de ocorrências entre 2002 e 2006. Quanto mais forte a cor, maior é a violência (veja gráfico). “Mas nota-se que elas ficaram mais claras”, destaca Ederson. Por sua vez, o mapa que trata das abordagens segue o caminho inverso: quanto mais forte a tonalidade da cor, maior é o número de ações da PM. “Nesse caso, vê-se claramente que há maior incidência das abordagens a cidadãos em atitude suspeita, reforçando o trabalho preventivo da corporação”. O comerciante Lucas Amorim, de 65 anos, dono de uma lanchonete na Rua Tamoios, diz que abriu o estabelecimento há seis meses e que a redução dos furtos e roubos no hipercentro incentivou a família a apostar na abertura de um ponto-de-vendas na região: “O Olho Vivo contribuiu para que a lanchonete funcione sem problemas. Trabalhamos com mais tranqüilidade e o clientes se sentem seguros”.

Proposta é aumentar vigilância

Belo Horizonte receberá mais 17 câmeras do Olho Vivo em agosto: seis serão instaladas na Praça da Liberdade, um dos cartões-postais da capital, e 11 na Região Noroeste e parte da Pampulha, num quadrilátero que vai da Avenida Tereza Cristina à orla da lagoa, e da Avenida Antônio Carlos à BR-381. O investimento será de R$ 850 mil, e ampliará para 155 o total de equipamentos que vigiam o município. O governo também estuda a viabilidade de ampliar o serviço para a Região de Venda Nova e ao longo da Linha Verde, a via expressa que liga o Centro ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Grande BH. Atualmente, além das 60 implantadas no hipercentro, há 12 no Barro Preto e na Savassi, e 66 em bairros da Região Noroeste, área monitorada pelo 34º Batalhão da Polícia Militar.

Fonte: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=667656

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Projeto Cidades Inteligentes é implantado na RMC

Publicado em 02/7/12 • Categoria – Economia,Meio Ambiente,Tecnologia

Foto: Rocon & Graça Comunicações – Cidades Inteligentes-Deise Nascimento, Miguel Rodrigues e Davi Carvalho Silva Jr –
Por: Juliana Ferreira

As cidades da RMC (Região Metropolitana de Campinas) receberá, pela primeira vez no Brasil, o projeto Cidades Inteligentes. Voltado para o desenvolvimento sustável, o programa já foi implantado em cidades internacionais como Londres, Nova York, Amsterdã, Moçambique, Portugal, Arábia Saudita e Iraque.

O convênio para a implantação do projeto e início dos estudos foi assinado na sede do CIESP-Campinas, entre as empresas Fundação de Apoio à Capacitação em Tecnologia da Informação (Facti), Living PlanIT, empresa europeia de tecnologia, e o Instituto Árvore da Vida.

Com o objetivo de utilizar a tecnologia avançada para otimizar o uso dos recursos públicos e as soluções para os problemas enfrentados pelas cidades, as empresas pretendem apresentar um diagnóstico das prioridades e problemas da região em até quatro meses.

De acordo com a LivingPlanIT, a escolha da RMC se deu pela presença do polo tecnológico, das universidades, centros de pesquisas e pelos índices econômicos e sociais. Entre os itens que serão analisados estão recursos naturais/ meio ambiente, tratamento de resíduos urbanos, saúde, educação, moradia, mobilidade urbana, modernização da administração pública, entre outras.

Traduzido do inglês, Smart Cities, o programa Cidades Inteligentes  tem a proposta de ajudar no desenvolvimento sustentável de cidades e grandes área urbanas. Na prática, uma central de monitoramento é criada com dados que são atualizados pelos gestores públicos e especialistas das entidades responsáveis.

Os dados da rede de monitoramento podem ser acessados pela população através do celular, computador, tablet, notebook, etc, podendo buscar informações, por exemplo, da contingência populacional, áreas invadidas, demanda por serviços de segurança, saneamento, falta de energia elétrica, situação nos hospitais, congestionamento de trânsito, etc.

Fonte: http://www.mcjeditora.com.br/portal/2012/07/projeto-cidades-inteligentes-e-implantado-na-rmc/

Uma cidade inteligente pode ser definida como uma comunidade que faz um esforço consciente para usar a tecnologia da informação no intuito de transformar e otimizar o cotidiano. Possui internet banda larga ampla para empresas e residências, alto nível de inclusão digital, inovação pulsante, transporte integrado, baixo desperdício de energia e muita informação disponível para a população. Muito mais do que um ambiente dotado de tecnologia, essas cidades precisam de pessoas capazes de pensar diferente, sempre naquilo que é novo e pode modificar, para melhor, aspectos da vida moderna.

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