Arquivo do mês: janeiro 2014

Afronta a liberdade de expressão: comando da corporação pretende expulsar blogueiros!

Aos amigos policiais, blogueiros, jornalistas, advogados, parlamentares e interessados:

O Governo do Distrito Federal, de maneira covarde e sorrateira, juntamente com o comando da corporação, utilizando-se de instrumentos arcaicos, de tempos de ditadura, tenta colocar a população contra todos os policiais militares, nos estigmatizando como marginais fardados, no intuito de silenciar os blogs policiais, algo inaceitável em um Estado Democrático de Direito, uma afronta à liberdade de expressão e a imprensa livre em nosso país. De maneira ardilosa o comando da corporação tenta excluir da PM, por meio de um tribunal de exceção, intitulado “conselho de disciplina” quatro detentores de blogs policiais no DF, por “coincidência”, os mais atuantes.

Confirmando-se o posicionamento covarde do atual governo, solicito aos órgãos de direitos humanos, OAB-DF, Comissão de Segurança Pública, blogueiros e jornalistas que acompanhem o caso de perto, evitando assim, ações contrárias as permitidas no Estado Democrático de Direito.

Aos blogueiros policiais do Brasil e blogueiros do DF sugiro uma campanha em prol da liberdade de expressão. Somos parte da imprensa livre, ou seja, aquela que não se vendeu por alguns trocados para o atual governo. Nossa luta é por direitos! Se for preciso faremos um movimento nacional das polícias em prol da liberdade de expressão em nosso meio!

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Sugiro ao jornal Correio Braziliense,tão preocupado com a nossa corporação, que faça uma reportagem sobre os contratos “emergenciais” de manutenção de viaturas da corporação e sobre o risco de ficarmos sem nenhuma viatura na copa do mundo . Isso sim visa uma segurança pública de qualidade. O Governo Agnelo tenta mascarar sua incompetência nos calando! Não conseguirá. A corporação possui mais de 14 mil lideranças.

Por favor, ajudem para que esse texto chegue ao máximo de pessoas influentes possível. A “primavera árabe” é aqui!

Aderivaldo Cardoso – Blog Policiamento Inteligente

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A desmilitarização cultural e a formação de novos grupos em nosso meio!

Poucos estão tendo uma ideia clara do momento que estamos vivendo. Estamos passando por um “realinhamento” de nossa cultura organizacional. Uma transição entre a liderança baseada em “cargos” e a liderança baseada em características. Fato que temos observado como uma fase da “desmilitarização cultural”. Com a formação de micro-grupos em nosso meio, precisamos compreender o Estágio de evolução do nosso grupo. Qualquer grupo passa por alguma versão de evolução. A primeira fase é sempre a formação do grupo, no nosso caso específico, micro-grupos nas redes sociais fechadas. Inicialmente, o grupo não é realmente um grupo, mas um conjunto de indivíduos, cada um focado em como tornar a situação segura e pessoalmente compensadora, enfrentando ao mesmo tempo problemas pessoais de inclusão, identidade, autoridade e intimidade. Em outras palavras, mesmo com os eventos marcantes iniciais que criam algumas respostas emocionais compartilhadas, nesse estágio, os novos membros estão mais preocupados com seus próprios sentimentos do que com os problemas do grupo e, mais provavelmente, operam na suposição “inconsciente” de “dependência”, ou seja, ainda necessitam de “alguém” que aponte o caminho, no nosso caso, o “formador de opinião”.

Os membros dos micro-grupos podem compartilhar a suposição comum de ser “dependentes” do “formador de opinião”, embora reajam muito diferentemente. Essas diferenças podem ser entendidas em termos do que aprenderam em sua experiência no grupo anterior, provavelmente começando na família. Por isso em alguns momentos utilizamos de textos com viés “psicanalítico” para gerar conflitos internos e consequentemente a autoconscientização do indivíduo. Um exemplo bom de texto psicanalítico foi o intitulado: “o processo de infantilização na formação do policial militar”. Utilizamos figuras de crianças fardadas para chocar o leitor, levando-o a experiências passadas em especial em seu rito de passagem durante o curso de formação.

CRIANÇAS FARDADAS

O primeiro conflito encontrado em nosso processo de “desmilitarização cultural”, ou seja, de conscientização, a primeira fase do “policiamento inteligente”, rompimento com o “limitarismo” – limitador de mentes e potenciais, termo cunhado para exprimir tal limitação, foi lidar com a “autoridade” dentro do processo. Compreendemos que “cada policial é uma liderança em potencial”, pois todos possuem “poder”, “autoridade” e “legitimidade” para atuar, pelo menos “inconscientemente”, o que dificulta desvincular qualquer ação da “limitação” do “cargo”.

A Escola Superior de guerra, ao desenvolver sua “ideologia”, ou seja, seu sistema de ideias para dar sustentação a sua tese de que o “líder e o cargo” se fundem, alicerçado na escola tradicional, praticamente ultrapassada em nosso meio, nos limitou a meros “executores”, aqueles que matam, aqueles que executam, no passado pessoas, atualmente potenciais. Fazendo-nos reconhecer a “autoridade” somente em nossos “superiores”. Como somos “inferiores” como alguns filhos se sentem diante dos pais, nos tornarmos dependentes de nossos “tutores”. A autoridade, portanto, torna-se algo conflituoso para nós. Uma forma de lidar com a autoridade é suprimir a “agressão”, a “dependência da aceitação” e a “busca de orientação”. Outros aprendem que a forma de lidar com a autoridade é “resistir a ela”. Neste caso, também procurarão descobrir o que o “líder” ou “influenciador” deseja, mas sua motivação é descobrir para resistir em vez de consentir; o objetivo é ser “não dependente”. Ainda outros tentarão encontrar pessoas para compartilhar seus sentimentos de dependência e, assim, criar um subgrupo dentro do grupo maior.

É perceptível que na interação inicial entre os membros dos micro-grupos ocorra um teste mútuo. O novo grupo testa seu “influenciador” para observar quanta orientação será oferecida e os membros testam uns aos outros para verificar quem pode influenciar e quem controlará quem. Um processo que não se diferencia do processo de estabelecimento de uma ordem hierárquica, em nosso caso, por não haver mais uma “liderança” imposta pela ocupação do cargo “superior”, mas pelas características do “indivíduo” que tornou seu pensamento “predominante”. Um ponto interessantíssimo é que vários membros dos micro-grupos se manifestarão como competidores por liderança e influência, algo natural no processo de “desmilitarização cultural”, pois já não existe mais a referência do cargo, mas sim de “ideias”, “palavras” e “pensamentos”, que em muitos momentos serão “apropriados” e difundidos por influenciados e pelos “competidores”, que inevitavelmente se tornarão ações. Sejam elas, às vezes conscientemente, às vezes inconscientemente, no último caso, as ideias do “influenciador” já se tornou parte do “imaginário coletivo” do grupo. Outro ponto importante é que se algum deles sugerir algo ou levantar algum ponto importante, alguém contestará ou tentará tomar uma direção diferente. Essa competição agressiva entre os “potenciais influenciadores” não permite que o grupo chegue a qualquer consenso real no início de sua vida, e um paradoxo da formação de grupos é que não há meios de abreviar essa luta inicial pelo poder.

As corporações militares pagam um alto preço por “impedir” a “luta pelo poder em seu meio”, por meio do “limitarismo”, pois se isso for varrido para “debaixo do tapete” por meio de procedimentos formais, virá depois à tona em torno de questões problemáticas simples que o grupo estiver tentando resolver. Nossa tese é a de que os conflitos existentes atualmente no seio do grupo e a dificuldade dos policiais militares em chegar a um consenso em questões simples, como por exemplo, definir o que querem em uma mesa de negociação, é reflexo dos instrumentos de controle que impediram discussões simples no passado. Fazendo com que os membros do grupo ao não conseguirem estabelecer a comunicação gerem mais conflitos e em alguns casos utilizem da lógica do paradigma que estão inseridos. Aqueles que estão no paradigma da segurança nacional, onde o cidadão é visto como inimigo potencializará isso, sendo mais radicais e agressivos, neste caso, aqueles que estão no paradigma da segurança cidadã, onde o policial é visto como um mediador de conflitos que respeita a legalidade, também agirá dentro da visão que está inserido, fazendo surgir dois grupos distintos. Um moderado e um radical, o pensamento novo e pensamento antigo. Duas gerações entram em conflito, potencializa-se a luta pelo poder.

No processo de formação de grupo, aliando-se a tese levantada acima, o micro-grupo pode “atacar” coletivamente o “influenciador”, negar “agressivamente” suas sugestões e puni-lo por seu silêncio. Ou pode, repentinamente, seguir por conta própria, levado por um dos membros, com a declaração implícita ou explícita: “Precisamos nos afastar do líder que falta à palavra e seguir por conta própria” o nosso caminho.  Neste momento, o “formador de opinião” que tiver o pensamento predominante no grupo torna-se o líder, pois sua ideia foi assimilada e difundida pela maioria. Houve consenso no grupo.  O foco já não é mais o detentor do  cargo, que se utiliza do discurso da autoridade para oprimir, mas sim  o detentor da característica, que utiliza-se da autoridade do discurso para libertar! Neste estágio a “desmilitarização cultural” foi assimilada, pois os membros do grupo, conscientemente, reconhecem que estão conscientes de seus atos e que estão inseridos no grupo. O indivíduo e coletivo se misturam em uma “simbiose”, onde fica difícil identificar o pensamento individual e o pensamento coletivo.

Aderivaldo Cardoso: Especialista em Segurança Pública – Pós Graduado em Segurança e Cidadania pela Universidade de Brasília pelo Departamento de Sociologia.  Coordenador do Movimento Policiamento Inteligente.

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A “operação tartaruga” na visão de uma juíza! Uma luta legítima!

O problema não são as várias associações. Nosso grande problema é a falta de unidade no discurso. Se cada um de nós fala uma coisa, e se cada associação também fala uma coisa, fica difícil. A discussão nos fóruns nos fez chegar a um consenso. Ele foi a ISONOMIA. Todo policial deseja IGUALDADE na secretaria de segurança. Ela passa por salários e pela fluidez em nossas carreiras. Fazemos o trabalho do DETRAN, IBAMA, DER, em alguns casos da própria POLÍCIA CIVIL, somos os mantenedores do sistema. Precisamos avançar nesse discurso. Fortalecê-lo, mesmo que não venha agora. Mas que o próximo governo já saiba o que queremos. Isonomia salarial já! Nossa luta é por direitos! (Aderivaldo Cardoso – Coordenador do Movimento Policiamento Inteligente)

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A ausência é mais importante que a presença!

Nos últimos dias tenho sido até chato em minhas postagens, pois acredito que justiça é dar a cada um o merecido. Entrei de cabeça para ajudar a desconstruir o “discurso da autoridade” por meio da “autoridade do discurso”. Vimos um governo negar algo que era fato, vimos um governo mentir ao dizer que somos a polícia mais bem paga do país e agora observamos uma mudança de estratégia do governo. Cheguei a me indispor com amigos de longa data, que cobravam de mim uma postura menos “corporativista”, mas como o movimento dos outdoors surgiu de debates do whatshaap, longe das associações que não nos representam, aceitei dar voz a ele, pois acredito que nosso problema é salário digno e a necessidade de fluidez em nossa carreira. Como os outdoors defendiam a tão sonhada “isonomia” achei justo entrar de cabeça. Precisamos unificar os discursos.

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Ao ver a “politicagem” voltando e não podendo desconstruir o discurso da autoridade que diz que candidatos, donos de associações, “jogam para a platéia” em busca de votos, volto a me silenciar sobre o tema. Não vejo a necessidade de uma “coletiva” de imprensa para “aparecer” em um momento que se constrói em silêncio. Precisamos aprender que a construção é silenciosa. Candidaturas são legítimas em nosso meio, mas se o governo usa tal argumento, por que fortalecê-lo? A imprensa é sagaz. O mesmo jornal que publica hoje sobre “as motivações eleitorais da Operação Tartaruga” foi o mesmo jornal que há menos de quatro dias abriu espaços para falar sobre “os prazos diferenciados dos militares”, lá apresentou os mesmos candidatos que ontem fizeram a “coletiva”. Coincidência? A ausência é mais importante que a presença. Nossas “lideranças” precisam compreender isso. Precisamos ter coerência. Por: Aderivaldo Cardoso

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‘Operação tartaruga’ continua até GDF abrir diálogo, dizem PMs

Policiais militares do Distrito Federal, que estão em “operação tartaruga” desde outubro do ano passado, disseram que vão continuar trabalhando em ritmo reduzido até que o governo aceite dialogar com a categoria. Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial, reestruturação da carreira e pagamento de benefícios a PMs em atividade e policiais reformados.

Representantes do movimento da Polícia Militar do DF durante entrevista (Foto: Lucas Nanini/G1)Representantes do movimento da Polícia Militar do DF durante entrevista (Foto: Lucas Nanini/G1)

O presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, tenente Ricardo Pato, diz que a corporação não foi procurada pelo governo e que os líderes do movimento não foram recebidos quando procuraram a secretaria.

“Iniciamos a operação em 2012, que durou três ou quatro meses, depois nos reunimos com o governo em maio de 2012 e o secretário se comprometeu a atender 4 das 13 promessas. E nem essas quatro promessas eles cumpriram. Agora fizemos a operação tartaruga de novo, desde outubro [de 2013] e só vamos parar quando o governo sentar e nos fizer uma proposta oficial”, afirma Pato.

Nesta segunda-feira (27), o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, admitiu que houve queda na produtividade policial e disse que “não tem nada que justifique esse tipo de movimento” porque há “diálogo com o governo”.

Procurada pelo G1, a  Secretaria de Segurança Pública informou que nenhuma pessoa da pasta estava disponível para falar nesta terça (28) e pediu para que entrasse em contato na quarta (29).

Para o presidente da Associação dos Oficiais Reformados da Polícia Militar, Mauro Manoel Brambilla, disse que espera que o GDF se sensibilize sobre a importância da reivindicação. “Reivindicamos o diálogo sobre as promessas que o próprio governo fez. Pedimos que o governador se sensibilize e venha com uma proposta para que a gente possa encerrar de imediato [a operação], diz.

Outdoor sobre operação tartaruga instalado por militares do DF  (Foto: Eliomar Rodrigues/Divulgação)Outdoor sobre operação tartaruga instalado por militares do DF (Foto: Eliomar Rodrigues/Divulgação)

Segundo o movimento, os policiais continuam cumprindo o seu dever, mas deixaram de fazer tarefas a mais, o “plus”. “Antes, quando um crime acontecia, nós íamos ao local do crime com a viatura e procurávamos informações que ajudavam na investigação. Agora o serviço perdeu em agilidade, pois deixamos a investigação para a Polícia Civil, que é quem investiga”, afirma o tenente Pato.

Ele diz que os policiais também passaram a trafegar em menos velocidade na busca por suspeitos de crimes. “Antes nós corríamos para identificar e prender o meliante o mais rápido possível. Agora estamos seguindo na velocidade da via. Até porque, se o policial capotar a viatura, quem tem de tirar do próprio bolso para pagar é o PM.”

Antes, quando um crime acontecia, nós íamos ao local do crime com a viatura e procurávamos informações que ajudavam na investigação. Agora o serviço perdeu em agilidade, pois deixamos a investigação para a Polícia Civil, que é quem investiga”
Tenente Rocardo Pato, da PM

Segundo o policial, o movimento já mandou confeccionar 20 mil panfletos com informações sobre as reivindicações da categoria e o não cumprimento por parte do governo. O grupo afirma que deve distribuir cerca de 100 mil materiais.

No último fim de semana, os policiais instalaram sete outdoors no Gama, São Sebastião, Samambaia e Paranoá, cobrando do governo isonomia salarial e reestruturação da carreira. Nesta terça, peças do tipo foram instaladas em Brazlândia e Sobradinho.

Queda de produtividade e negociações
Com a operação tartaruga, o DF registrou queda na atividade policial em dezembro. O secretário Sandro Avelar afirmou que houve redução de 40% no número de armas apreendidas no período, em relação às médias anteriores. Foram recolhidos 80 equipamentos, contra os cerca de 130 objetos geralmente apreendidos antes.

“Você vê [a queda de produtividade] em vários índices: você vê a queda na apreensão de armas de fogo, você vê a queda de recuperação de veículos roubados, você vê na elevação do número de homicídios. Por mais que o perfil das vítimas continue o mesmo, de maioria já envolvido com o mundo do crime, especialmente tráfico de entorpecentes ou vítimas de crime passional, de toda forma quando você tem menor número de armas de fogo circulando você tem uma redução também desse tipo de crime”, afirmou.

Avelar disse estar negociando alguns pontos com a corporação, mas afirmou que a reestruturação “envolve uma série de questões que têm que ser trabalhadas com tempo” e que o aumento salarial não depende do governo local.

“Não tem condições de apenas pelo GDF resolvermos questões que envolvam aumento salarial da corporação, porque os recursos são oriundos da União, passam por projeto de lei que têm que ser encaminhados ao Congresso Nacional. É algo que é mais complexo, está fora do nosso alcance.”

De acordo com o secretário, há previsão para concurso para as polícias Militar e Civil ainda neste ano. Atualmente, o DF tem 15 mil PMs e 6 mil bombeiros.

‘Troco na Copa’
Em imagens gravadas no dia 5 de dezembro, durante um café da manhã dentro do 11º Batalhão de Polícia Militar, em Samambaia, um sargento diz ao secretário de Segurança que, caso a categoria não seja contemplada com reajuste salarial, os PMs “darão troco” na Copa do Mundo de 2014. Na época, a pasta não comentou o vídeo e o comando da corporação diz que estava avaliando as informações.

“A Copa do Mundo ‘tá’ vindo aí. E eu vou falar para o senhor, em nome de nossa categoria, é a nossa vontade. Se a Polícia Militar não for contemplada, como outros órgãos da Segurança Pública foram contemplados, o troco nós vamos dar na Copa do Mundo. O senhor secretário leve essa mensagem [ao governador Agnelo Queiroz]”, diz o sargento na gravação.

Segundo Avelar, a gravação ocorreu de maneira “clandestina”. “Era uma conversa informal, que foi sendo noticiada como um ato unitateral”, disse. “O sargento em uma conversa informal, expondo o ponto de vista dele. Eu também expus o meu, usando muito mais tempo que ele”.

O secretário disse ainda discordar da exposição do vídeo. “O que acho ilegítimo e acho covarde é filmar e divulgar somente um trecho, criando um fato falso”, falou. “A gente está trabalhando para poder justamente resolver essas situações de maneira civilizada, negociada, para que a gente não tenha problema na Copa do Mundo.”

Em novembro, um tenente-coronel do 21º Batalhão da PM, em São Sebastião, ordenou que ospoliciais não aguardassem mais a chegada da perícia em locais de crimes cometidos na região. De acordo com ele, a decisão segue instruções normativas da Polícia Civil e artigos do Código de Processo Penal. Ele alegou ainda “escassez de efetivo” e problemas no relacionamento entre os militares e os agentes da 30ª DP.

Fonte: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/01/operacao-tartaruga-continua-ate-gdf-abrir-dialogo-dizem-pms.html

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