Arquivo do mês: março 2018

Perfil dos eleitores do DF

Interessante matéria do Jornal Correio Brazilense de 18.03.2018, pág. 17, que nos apresenta o “perfil do eleitor do DF”, conforme dados de Fevereiro de 2018, do Tribunal Regional Eleitoral do DF.

Quatro pontos chamam a atenção na reportagem: o grau de instrução dos eleitores, a faixa etária, o bairrismo e os eleitores cadastrados no DF que residem fora do país. Tais pontos facilitam e muito a compreensão de como poderá ser planejada uma campanha, tanto majoritária, quanto proporcional.

O DF hoje conta com 2.033.877 (dois milhões, trinta e três mil, oitocentos e setenta e sete eleitores cadastrados. 943.373 (novecentos e quarenta e três mil, trezentos e setenta e três) eleitores estão na faixa etária de 26 a 46 anos (46,3% do total). 597.551 (quinhentos e noventa e sete mil, quinhentos e cinquenta e um) eleitores possuem o ensino médio completo (29,3% do total), já 479.052 (quatrocentos e setenta e sete mil, cinquenta e dois) eleitores possuem ensino superior completo, o que corresponde (23,5% do total). 1.096.615 (um milhão, noventa e seis mil, seiscentos e quinze) eleitores são mulheres (54% do total) e 937.261 (novecentos e trinta e sete mil, duzentos e sessenta e um) eleitores são homens.

Os adultos entre 26 e 46 anos é a base do eleitorado da capital federal. Juntos eles representam 46,3% dos votos válidos. São mais de 943 mil pessoas. Nas urnas brasilienses, a presença de jovens ainda é pequena, pois apenas 28 mil eleitores têm 18 anos – 1,3% do total. Os idosos acima de 65 anos são 164 mil (8%).

Sobre as cidades, Ceilândia, Planaltina, Samambaia, Gama e Guará concentram 30% (608.730 – Seiscentos e oito mil, setecentos e trinta) dos votos do DF. Só em Ceilândia moram 133.264 (Cento e trinta três mil, duzentos e sessenta e quatro) eleitores.  As cinco cidades com menor quantidade de eleitores são: Park Way, Fercal, Jardim Botânico, Candagolândia e Itapuã.  Elas reúnem 48.597 mil votos (2,3% dos votantes). O Park Way só tem 954 mil eleitores.

As cinco cidades com mais eleitores são: Ceilândia (133.264), Planaltina (127.584), Samambaia (125.728), Gama (121.997) e Guará (100.157), juntas totalizam 608.730 eleitores. Já as cinco cidades com menos eleitores são: Itapuã (18.760), Candangolândia (13.667), Jardim Botânico (8.350), Fercal (6.866) e Park Way (954), o que totaliza 48.597 eleitores.

Além disso, mais de 460 mil eleitores do DF moram no exterior. O maior grupo está nos Estados Unidos, onde 151.266 eleitores residem. O número é maior do que a quantidade de eleitores em Ceilândia, a maior cidade do DF. Há, ainda, 56.980 no Japão; 35.301 em Portugal; 23.158 na Alemanha e 17.859 na Suíça.

Por Aderivaldo Cardoso com informações do Jornal Correio Braziliense.

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“Subsídio na PMDF é um tiro no pé” – Por Aderivaldo Cardoso

Tenho tentando permanecer calado sobre questões ligadas à PMDF e principalmente às suas lideranças, afinal o amor está tornando-se “indiferença”, mas como permanecerei na Corporação por no mínimo mais 10 (dez) anos, se assim Deus permitir, algumas questões interferem diretamente em minha vida. Portanto, não me calarei.

Anteontem postei sobre uma proposta da FONAP entregue ao GDF para tornar nossa remuneração subsídio. Até entendo que é algo legal, mas não vejo  como uma coisa boa para nós neste momento.

Para não gerar conflitos desnecessários, liguei para o presidente da FONAP, Renilson, pessoa que admiro e respeito, que tentou me explicar o projeto. Minha maior dúvida, assim como da maioria é o fato do subsídio aumentar significativamente nossos descontos, reduzindo assim nossa remuneração.

Segundo ele, não haveria tal “redução”, pois teríamos um “fator compensador”. Ora, não sou entendedor do assunto, mas discordo do colega. Vários policiais militares pagam pensão alimentícia, eu sou um deles, e alguns de nossos auxílios não são computados para tais descontos, nem para pensão e muito menos para o imposto de renda. Em meu entendimento, mesmo com o “fator compensatório” os descontos continuarão os mesmos e no final teremos sim redução salarial. Em Goiás tiveram redução, no Exército tiveram redução, por que no DF seria diferente? Pergunte a Polícia Civil como ficaram após a implementação dos subsídios!

Além disso, o subsídio reduz e muito nossa capacidade de argumentação com relação a qualquer reajuste salarial. Afinal, temos gratificações pagas pela União e pelo GDF. Melhor cenário não existe.

A legislação atual que trata sobre o tema é a Lei nº 10.486, de 04 de julho de 2002. Entretanto nos termos da Constituição Federal de 1988, a remuneração dos servidores integrantes dos órgãos de segurança pública relacionados no artigo 144, conforme o seu § 9º, deverá ser fixada na forma de subsídio (§ 4º do art. 39), ou seja, em parcela única, sendo proibido o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória.

A criação de subsídio somente beneficia o governo, pois podem “dar com uma mão um possível “reajuste” é tomar com a outra”. Além disso, aumentaria a própria arrecadação. Se for uma proposta governista é ótima para o governo. Se for uma proposta de “categoria” é um verdadeiro tiro no pé.

Por Aderivaldo Cardoso

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Disputa para a Câmara dos Deputados está acirrada entre os políticos do DF

O tapete verde da Câmara dos Deputados é o sonho de boa parte dos políticos do Distrito Federal. As oito cadeiras que a capital tem direito na Casa simbolizam prestígio e podem atrair os holofotes nacionais, ainda mais se o parlamentar conquistar a relatoria de projetos importantes nas comissões. Além disso, o foro privilegiado, que dá prerrogativa a ser julgado somente pelo Supremo Tribunal Federal (STF), pode ser um trunfo em tempos de escândalos políticos e operações de combate à corrupção.
No entanto, o caminho para ser eleito deputado federal é um dos mais complicados. Pela quantidade de vagas, a concorrência se dá voto a voto. Nas próximas eleições, então, a disputa envolve lideranças partidárias e políticos tradicionais da capital federal. É o caso do presidente regional licenciado do MDB Tadeu Filippelli. Principal nome do partido no DF, o ex-vice-governador foi eleito três vezes deputado federal. “Eu fiz a comunicação ao grupo político a que pertenço. Foi uma decisão partidária, um consenso”, diz.
Apesar da experiência no Legislativo, Filippelli se licenciou diversas vezes do mandato para ocupar cargos na administração do DF. Em 1999, a convite do então governador Joaquim Roriz, deixou a Casa para assumir como Secretário de Infraestrutura e Obras. Em 2003, a licença foi para comandar a Agência de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano. Em 2010, renunciou para ser vice-governador ao lado de Agnelo Queiroz (PT). Mesmo fora da disputa ao Palácio do Buriti, Filippelli pretende indicar um nome para compor a chapa ao Executivo local. O primeiro da lista é o deputado federal Rôney Nemer (PP). Entretanto, ele está inelegível por ter sido condenado por improbidade administrativa na Operação Caixa de Pandora.
Outro deputado federal com intenções de cumprir mandato de mais quatro anos na Câmara dos Deputados é Laerte Bessa (PR). Ex-diretor da Polícia Civil do DF, ele aproveita o atual debate gerado pela intervenção federal no Rio de Janeiro e pela criação do Ministério da Segurança Pública para endossar o discurso de combate à violência, sua principal bandeira. Nos bastidores, Bessa tenta convencer o colega da bancada da bala Alberto Fraga (DEM) a se lançar ao Senado Federal. “Acredito que ele será um bom candidato para o Senado e terá o nosso apoio. O Fraga tem total condição de se eleger”, aposta.
Mas a missão não é tão simples. O destino do coronel da reserva da Polícia Militar está em aberto. Em reuniões com aliados, Fraga se coloca como pré-candidato ao GDF, mas não descarta a possibilidade de se arriscar para o Senado ou, até mesmo, à reeleição à Câmara dos Deputados.
Vantagem
Esta será a primeira eleição sem o aporte bilionário das doações privadas. Além disso, o tempo de campanha será mais curto — 45 dias e apenas 30 de exibição de propaganda eleitoral em rádio e tevê. Nesse cenário, os deputados que tentarão a reeleição levam vantagem em relação aos demais. “Não cabe hipocrisia. Tenho sete mandatos. Tenho uma história, um caminho aqui dentro. As pessoas me conhecem. Então, para quem está chegando agora é mais difícil”, reconhece o deputado Augusto Carvalho (SD).
Presidente da comissão especial que analisou o pedido de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff, o deputado federal Rogério Rosso (PSD) acredita que não há favoritos. Há oito anos na Casa, o presidente regional da sigla tentará a reeleição. Ele tem se reunido com integrantes de diversos partidos para formar uma frente de centro-direita. “A princípio, vou sair como deputado federal novamente, mas não levo vantagem. A gente tem feito importantes embates na Câmara, o que não significa que vamos ter voto em razão disso”, avalia.
A deputada federal Erika Kokay (PT) subirá ao palanque para tentar conquistar o terceiro mandato. Presidente regional do partido, a parlamentar usará a campanha para defender o legado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aposta na atuação da defesa dos direitos humanos para garantir mais quatro anos no Congresso Nacional. “Estou na condição de pré-candidata a deputada federal. Estamos trabalhando para aumentar a bancada do PT na Câmara Federal, e eu, como única mulher da bancada, acho importante formar uma chapa para representar essas vozes do DF que não têm espaço.”
Primeira vez
Nesse caminho, também há espaço para novatos. O deputado distrital Julio Cesar Ribeiro (PRB) tentará trocar a Câmara Legislativa pela Câmara dos Deputados. Pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, ele estreou na política como o distrital mais votado em 2014, com 29.384 votos. Foi líder do governo na Casa, mas entregou a função depois do escândalo de corrupção revelado pela Operação Drácon. “Não acho que o fato de eu ter sido o mais votado pode me dar mais chances. Eu acredito no trabalho que realizamos nesses três anos, com projetos aprovados e presença nas cidades satélites”, avalia.

Flávia Arruda (PR) também deve tentar uma vaga na Câmara dos Deputados pela primeira vez. Mulher do ex-governador do DF José Roberto Arruda, Flávia tem aparecido ao lado do correligionário Jofran Frejat em eventos públicos. Ela foi candidata a vice-governadora na chapa de Frejat em 2014, após o marido ter sido barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa. A dupla perdeu a eleição para Rodrigo Rollemberg no segundo turno. Apesar de não confirmar a pré-candidatura, a ex-primeira dama conta com o apoio do presidente regional da legenda, Salvador Bispo. “Ainda não defini isso. É uma questão muito pessoal. Não tomei a decisão”, afirma Flávia.

Fonte: Portal do Jornal Correio Braziliense – Bruno Lima – Especial para o Correio

Aderivaldo Cardoso – Pré-candidato a Deputado Federal

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Novo desafio da 1ª mulher a chefiar a segurança do governador: eleição

A vida da única coronel da Polícia Militar do Distrito Federal na ativa, Cynthiane Maria Santos, 45 anos, sempre foi cheia de desafios, superação, quebra de paradigmas e provas de coragem. Quando foi aprovada no concurso da corporação, não sabia o que esperar da função. A persistência ao encarar as dificuldades, no entanto, a tornou referência e exemplo de coragem.

Cynthiane Maria da Silva Santos – Igo Estrela/Metrópoles

“É uma situação delicada e nunca atuei nessa função em um período eleitoral. Temos as limitações legais. Porém, encaro como novo desafio. A partir de agosto, estaremos prontos para essa fase”, garante Cynthiane Santos. Ela já começou a fazer treinamentos diferenciados e estratégicos para encarar a missão “de forma natural e dinâmica”.

Entre 2007 e 2010, Cynthiane trabalhou na coordenação da segurança de outra autoridade: o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Conta que a experiência no Palácio do Planalto foi enriquecedora. Com perfil popular, Lula era imprevisível.

A coronel recorda-se que um dia o petista seguia para o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e viu uma manifestação. Imediatamente, pediu ao motorista que parasse o carro e foi falar com as pessoas. “Elas ficaram tão surpresas que não souberam explicar o motivo do protesto”, diz.

Ela garante que adequa o trabalho de acordo com o perfil da autoridade. Assim como Lula, Rollemberg gosta do contato com a população. “O objetivo, então, é fazer com que seja o governador do Distrito Federal e vá até as pessoas de forma natural, como tem acontecido. Organizar para que tudo ocorra da melhor forma possível”, destaca.

Atualmente, Cynthiane é subchefe de Operações de Segurança da Casa Militar -Igo Estrela/Metrópoles

Com batom nos lábios, pele impecável e excelente forma física, a militar se divide entre o vaivém no Palácio do Buriti, sede do governo local, a Residência Oficial de Águas Claras e os cuidados com o filho, um jovem de 21 anos. Mesmo com a agenda corrida, consegue tempo para fazer curso de francês.

A coronel é respeitada por colegas e superiores – Igo Estrela/Metrópoles

Na sala da policial, ela reserva um espaço para os presentes de amigos e homenagens da corporação. Comunicativa e com sorriso no rosto, Cynthiane mostra, com orgulho, as caveiras coloridas, que representam o Batalhão de Operações Especiais (Bope), réplicas da oficial com a farda da Patamo e até mesmo uma bonequinha que a imita quando está à paisana. Nas horas vagas, a oficial vive uma rotina discreta e saudável.

Presente dado por militares – Igo Estrela/Metrópoles

Sobre possíveis preconceitos sofridos em um local predominantemente masculino, a coronel conta que esse é um problema superado. Hoje conquistou o respeito dos colegas de trabalho e superiores.

A força do oficial não está no braço, mas na cabeça. Não preciso ter força no meu braço para comandar ninguém, desenvolver uma operação. Se precisar de alguém com força física, vou ter do meu lado. Se precisar da minha força física, vou usar também. Me preparo para isso

Cynthiane Santos

Em 1998, as mulheres tiveram que parar o Congresso Nacional para unificar os quadros da Polícia Militar. “Fazíamos o mesmo trabalho, tínhamos a mesma formação, desempenhamos a mesma função? Por que ficarmos em grupos diferentes?”, questionou a coronel. A Lei 9.713 permitiu que elas ocupassem as mesmas funções dos homens e acabou com as diferenças que impediam a ascensão feminina.

Primeira mulher a comandar o Batalhão de Operações Especiais – Brito/ Agência Brasília

Na carreira, Cynthiane sempre buscou qualificação. Fez cursos na área de ensino e treinamento na Cruz Vermelha internacional. Em 1999, entrou para o Bope, onde passou por um dos treinamentos mais difíceis da corporação e raramente encarado por mulheres. “Quando fiz a inscrição, os colegas me falaram que era melhor desistir, que eu não ia aguentar, não ia passar nem no TAF (teste físico)”, recorda-se.

Unica mulher no Curso de Operações Especiais – Divulgação

Ela era a única mulher da turma. Raspou a cabeça com máquina um, igual aos colegas, e passou quase cinco meses em treinamento intenso que testava a resistência física, o psicológico e a técnica. “Meu filho, que na época tinha três anos, me chamava de Pocahontas, devido ao meu cabelo. Gostava de deixar grande. Cortei em uma sexta-feira e, na segunda, já me apresentei para fazer o curso. Estava determinada e só desistiria se algo muito grave me deixasse impossibilitada”, conta.

Depois que eu fiz o curso, senti que as coisas começaram a mudar. Os homens não precisavam ser caveira para comandar ninguém. Acham que são melhores. Passaram a me olhar como igual só depois que conquistei a minha caveira. Hoje, o Bope é minha casa” Coronel da PMDF Cynthiane Maria Santos

Além disso, a policial foi a primeira oficial feminina da PMDF a viajar para o Timor Leste em uma Missão de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU).

Empoderamento

A policial do Distrito Federal foi a primeira mulher no Brasil a comandar um batalhão de choque. Na época, ganhou destaque na imprensa local e nacional. Ela não imaginava a repercussão, pois achava que era algo natural na carreira.

“Uma vez, trabalhei em um jogo de futebol. Entrei no banheiro feminino e uma mulher me reconheceu. Sabe aquela coisa das mulheres se veem em você? Eu não tinha noção do que o meu empoderamento representava para outras. Foi emocionante”, conta.

À frente do Choque, Cynthiane passou por mais uma prova de fogo. Atuou na Copa das Confederações, em 2013, na Copa do Mundo e nas manifestações de junho de 2015. A tropa era empregada quase todos os dias. Em todas as ações, ela estava ao lado dos militares.

“Eu dizia que só tinha um filho, mas que a partir daquele momento, eu teria 400. Falava: se vocês estiverem certos, vou até o inferno defendendo. Mas se estiverem errados, tenho que ser a primeira a saber”, ressalta.

Fonte: Portal Metrópoles – Texto de Mirelle Pinheiro

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Nominata pronta!

Lucas

A atmosfera política começou a tomar conta das rodas de conversa. Já é perceptível pelos jornais e rodinhas de amigos que já estamos em ano eleitoral, principalmente para aqueles que de alguma forma estão envolvidos com as questões políticas de nossa cidade.

Neste sentido, a Executiva do partido Avante-DF realizou neste último final de semana, sua primeira reunião com os pré-candidatos a deputados distrital e a federal. O evento contou com a presença de 150 pessoas, dentre elas os pré-candidatos que já tiveram seus pedidos de inscrição homologados, suas equipes e os membros da Executiva.

Um ponto importante do encontro foi quando o Vice-Presidente Lucas Kontoyanis, responsável direto pela formação da nominata do Avante, fez o seguinte esclarecimento:

“A análise dos inscritos a distrital configura a certeza da obtenção de uma cadeira e que os pré-candidatos a federal representam uma esperançosa condição de participação em coligação para eleição de um deputado federal com baixa votação.”

Além disso, ele ainda esclareceu que no Avante existe uma regra “de não participação” de candidatos já testados nas urnas com votação superior a 10.000 (dez mil) votos. A regra é para dar uma maior oportunidade aos candidatos a deputado distrital que em outros partidos correriam o risco de não se elegerem.

“Apesar da regra estipulada da não participação de candidatos já testados acima de 10.000 votos, o Avante ainda não ultrapassou a barreira dos 6.744 obtidos na última eleição pelo candidato Mauro César”, afirmou ele ,que encerrou com a afirmação de que no avante a possibilidade de eleger um distrital entre 7.000 e 10.000 votos é real.”

O Secretário de relações políticas Tiago Tarsis, também responsável pela formação da nominata, discorreu sobre a estratégia para eleição dos candidatos do Avante, ressaltando a sua certeza na eleição de um distrital, podendo chegar a dois, e uma exitosa participação no pleito dos pré-candidatos a deputado federal.

O Presidente Paco Britto fez explanações a respeito do fundo eleitoral, respondeu perguntas relacionadas ao tempo de televisão, composições para presidente e dobradinhas com federais fora do partido. Normalmente as dúvidas mais comuns entre os candidatos.

Em seguida o dirigente do Avante Guilherme Campelo procedeu à leitura da Ata da Reunião da Diretoria Executiva em que foram consignadas todas as condições e acertos políticos partidário a que se submetem os pré-candidatos.

Além das questões políticas, os aspectos jurídicos de uma eleição também foram observados. O advogado Kleber Vinícius proferiu palestra sobre as condições legais para o desenvolvimento das pré-campanhas, esclarecendo diversas dúvidas.

Ao final, a reunião foi encerrada com as palavras do presidente Paco Britto, que também é membro da Executiva Nacional, ele agradeceu o trabalho da equipe a quem foi delegada a função de montar a nominata do Avante e desejou boa sorte aos novos membros.

Avante foto

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