Arquivo do mês: março 2012

Reflexões rápidas sobre a PMDF!

Não é todo dia que tenho a oportunidade de tirar uma manhã, e meia tarde, para discutir segurança pública com pessoas tão gabaritadas, em especial, assuntos afetos a Polícia Militar. Saber os planos futuros dentro e fora da Corporação na área de Tecnologia da Informação e transmissão de dados, evolvendo nossa Corporação,  deixa-me esperançoso e orgulhoso.

Compreender um pouco do cenário atual ajuda-nos a projetar o futuro com mais clareza. Perceber que alguns instrumentos utilizados por nós, ainda são da época da 1ª guerra, por exemplo, a blitz, deixa-me por outro lado preocupado.

Como duas polícias, ao mesmo tempo tão moderna e arcaíca, convivem tão próximas e tão harmônicas? Homens e mulheres altamente capacitados, grandes somas de recursos, grandes projetos, mas com instalações tão precárias como algumas unidades que estive visitando recentemente? Vivemos grandes paradoxos!

Como uma polícia responsável pela segurança primária da população, dentre outras atribuições, encontra-se em tal situação? O que fazer para solucionar tais problemas? É investimento? É gestão? É política? Mas tudo é política…

Sendo tudo política está passando da hora de entrarmos na “política” de fato e de direito. Como pode uma Corporação tão grande e tão poderosa nunca ter tido um SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA oriundo de NOSSAS FILEIRAS? Como pode uma Corporação como a nossa se dar o “luxo” de termos um grande articulador como nosso último ex-comandante geral (Cel Rosback) tão mal utilizado por nós? Vejo nele um político sábio e experiênte. O tipo de secretário ideal para a Copa. São tantas as perguntas…

Precisamos ser políticos na essência. Quem não gosta de política é dominado e controlado por quem gosta!

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Audiência mostra caminho para aumento de professores e policiais

 

Publicado em Março 30, 2012

Aumentar a receita corrente líquida do Distrito Federal e diminuir gastos com cargos comissionados. Essas foram as propostas apresentadas pela deputada Eliana Pedrosa (PSD) para que o governo consiga oferecer reajuste salarial a professores, policiais e bombeiros militares. O debate ocorreu durante audiência pública na noite desta quinta-feira (29) na Câmara Legislativa e contou com representantes de categorias dos servidores.

Eliana apresentou duas medidas que podem ser feitas imediatamente para aumentar a receita corrente líquida e tirar o DF do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A primeira trata da revisão da renúncia fiscal. Hoje, o GDF concede R$ 1 bilhão em renúncias para empresas de alguns segmentos. “A Lei Orgânica do DF exige a revisão desta renúncia. Isso não foi feito por nenhum dos governos anteriores e pode ser feito agora. Se o governo reduzir a renúncia em 50%, terá disponível mais R$ 500 milhões no cálculo da LRF”, afirmou Eliana.

A outra medida trata da redução de gastos com cargos comissionados. Em 2011, os cargos comissionados do GDF receberam aumento de 115%, o que levou o custo dos comissionados para R$ 320 milhões em 2012. Além disso, foram criados 16 novos órgãos públicos, com custo anual de R$ 40 milhões. Este ano, o governador Agnelo Queiroz anunciou corte de apenas 10% nestes gastos. Se reduzisse em 50%, teria uma economia de R$ 180 milhões.

De acordo com Eliana, um cálculo simples deixaria folga na LRF para que os aumentos fossem concedidos. “Se somarmos R$ 500 milhões [renúncia fiscal] e R$ 180 milhões [custeio da máquina], teríamos R$ 680 milhões a mais na receita líquida corrente do GDF. Assim, o governo ficaria longe do limite prudencial da LRF”, defendeu.

Entidades

O diretor de Políticas Educacionais do Sinpro-DF, Júlio Barros, criticou o elevado número de secretarias do GDF. Segundo ele, a Bahia – que tem cinco vezes a população do DF – conta com 26 secretarias e o DF soma 36. “O inchaço da máquina pública prova que a Educação não é prioridade deste governo. A ausência dos representantes do GDF nesta audiência é outra prova”, afirmou Barros.

Já o representante do Movimento Unificado de Policiais e Bombeiros Militares, Lusimar Torres de Arruda, listou as dificuldades da categoria e cobrou uma postura do governo. “Como o Brasil quer ser membro do Conselho de Segurança da ONU se não cuida nem da segurança de sua capital”, questionou.

Os secretários Luiz Barreto (Planejamento), Denílson Bento (Educação), Wilmar Lacerda (Administração Pública) e Marcelo Piancastelli (Fazenda) foram convidados, mas não comparecerem e nem enviaram representantes.

Fonte: http://evandocarmo.wordpress.com/2012/03/30/audiencia-mostra-caminho-para-aumento-de-professores-e-policiais/

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IRRESPONSÁVEIS OU VÍTIMAS? DEPENDE DO PONTO DE VISTA… – Por Robson Dias

Ser policial e bombeiro MILITAR é andar na contramão da democracia, ser PM e BM é defender a democracia e viver em uma DITADURA! PMs e BMs são presos por ato administrativo, enquanto criminosos os são em apenas flagrante delito e mandado judicial, dependendo do crime, saem da delegacia primeiro que o policial. Até os banheiros e refeitórios são separados nos quartéis, de acordo com a patente e graduação, semelhante aos regimes de segregação racial norte americano e o Apartheid na África do Sul, são algumas das regulamentações discriminatórias. Ser policial militar e bombeiro militar é correr para o perigo enquanto todos correm dele, é estar nos lugares onde ninguém quer estar, isso para que todos estejam depois. Não pode fazer greve, não pode reclamar, não pode reivindicar, não pode dar boas condições às suas famílias. Missão dada é missão cumprida! São os únicos em uma sociedade capitalista que trabalha de graça (Policiamento Intensivo de Natal) quando convocados para escalas extras, o que é comum; só os escravos eram assim. Nem os presidiários trabalham de graça.

PM e BM não podem fazer greve porque são militares, quem está hoje no poder, viveu isso no golpe militar e hoje fecha os olhos. Dois pesos e duas medidas? Há um paradoxo! Polícia militarizada em uma sociedade democratizada? Como podem compreender os direitos dos outros se seus direitos são suprimidos? Não pode fazer greve porque é uma instituição armada! Polícia Federal, polícia Rodoviária federal e polícia Civil não usam armas? Eles fazem greve e ninguém fala nada. Já que PM e BM não podem fazer greve, os governos têm de ter uma atenção especial a essa categoria!

Polícia militar é diferente de Forças Armadas, pois as Forças Armadas defendem a soberania Nacional contra inimigos externos, enquanto polícia militar mantém a ordem e a segurança pública, as forças Armadas são treinadas para guerrear, a polícia militar é preparada para mediar conflitos civis e lida com o cidadão em seu cotidiano.

Qual o governo que considera uma instituição amarrada, amordaçada e vedada? As organizações de Direitos Humanos já leram nossos regulamentos, códigos e estatutos? Cadê a imprensa tão perseguida no regime militar e agora fecha os olhos e apóia autoritarismo e repressão? Onde está a liberdade de expressão, dignidade humana e o direito a liberdade?

Policiais e bombeiros militares são super servidores? Pois têm que cumprirem código Penal, Código Penal Militar, Código Processual Penal, Código Processual Penal Militar, Código processual civil, Código Civil, Código Processual Militar, Código de Conduta, Regulamento Disciplinar do Exército, Estatutos, Código de Ética e etc. São servidores civis ou militares? Ou de acordo com a conveniência? (Só o RDE tem 113 transgressões da disciplina).

Deveres e responsabilidades são muitos, e direito, poucos. A polícia militar do Distrito Federal ganha o maior salário da categoria no Brasil! O professor do DF também! O médico do DF também! A polícia civil do DF também! A polícia legislativa também! O pastor também! O metroviário também! O pedreiro no DF também! A diarista no DF também! Balconista no DF tambem! Ninguém merece aumento salarial no Distrito Federal?

Polícia militar e bombeiro militar não podem desfrutar da democracia, mas podem salvar vidas em desmoronamentos, enchentes e catástrofes, prender criminosos, proteger os fracos, dar segurança ao cidadão que sofre, não por causa da polícia, mas por um sistema de segurança pública abandonado, desigualdade social e políticas públicas ineficientes. O PM não pode receber um salário digno, pois os governos dizem não poder pagar, mas o PM pode proteger as riquezas da 5ª (quinta) economia mundial. Ainda querem uma cadeira na ONU.

“Não tem hora, não tem feriado, não tem dia, não tem noite, não tem chuva, não tem sol, prontos a servir, PM Brasil!”

Por Robson Dias PM

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O dilema do Fundo Constitucional…

O texto abaixo é interessante e esclarecedor sobre o Fundo Constitucional. Devemos observar também que professores e auxiliares de saúde cobram do Governo Acordos firmados no ano anterior, ou seja, possivelmente já tenha algo previsto em orçamento para eles. Normalmente movimentos reivindicatórios funcionam assim. Devemos compreender isso, para intensificarmos nossas ações visando o ORÇAMENTO do  próximo ano, lógico que se for possível algum aumento  para este ano será ótimo para nós, fato que acho extremamente difícil, mas não impossível para o últimos três meses do ano. Se não conseguirmos a implementação em tal orçamento, poderemos ficar sem aumento nós próximos três anos, ou seja, 2013 por não constar em orçamento, 2014 por ser ano eleitoral e 2015 por ser o primeiro ano do próximo governo…

Nossa MOBILIZAÇÃO e COMPREENSÃO do PROCESSO é fundamental. Conscientização é tudo! Negociar bem também.

A média da diferença entre os salários de policiais civis, policiais militares e bombeiros é de aproximadamente TRÊS MIL REAIS (3 mIL). Precisamos trabalhar com base em tal valor, sem bater em percentuais. O ideal é o valor bruto! Quem não sabe pedir, muitas vezes não ganha ou ganha mal. O caminho é ter sabedoria durante as negociações!

GDF tem 285 milhões do FC no Orçamento da Educação que podem resolver a greve das(os) professoras(es)

A justificativa do Governo Agnelo para não cumprir o acordo com as(os) professoras(es) firmado em 2011 é a suposta aproximação das despesas com pessoal do GDF do limite estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal. Acontece que este argumento é falacioso e demonstra a falta de prioridade da atual gestão com a Educação, pois se quisesse, o Governador Agnelo cumpriria com os itens do acordo sem problemas, como demonstro nos pontos a seguir:

1º – O inciso V, parágrafo 1º do artigo 19º da Lei de Responsabilidade Fiscal afirma expressamente que no DF as despesas com pessoal custeadas com recursos de repasses federais não entram na contabilidade para efeito do limite da LRF.

2º – Em 2012 o Orçamento prevê a aplicação de 2.178.144.711 do Fundo Constitucional na Educação. Desse valor, 87% será aplicado no pagamento da folha de pessoal e os outros 13% (285 milhões) serão utilizados para pagar “outras despesas correntes”.

3º- Como os recursos do Fundo Constitucional não são suficiente para pagar toda a folha de pessoal da Educação, o GDF complementa com recursos do Tesouro local. Então, a parte do Tesouro do próprio GDF que é utilizada no pagamento dos salários do pessoal da área de Educação é contabilizada para cumprimento dos critérios da LRF.

4º- Esta situação esdrúxula faz com que 285 milhões do FC que não entra na contabilidade da LRF sejam utilizados no custeio da máquina administrativa, enquanto isso recursos do Tesouro próprio do GDF, que são contatos na LRF, são utilizados para suprir o pagamento da folha de pessoal, aproximando ainda mais as contas do Governo do  limite da LRF.

5º- Por outro lado, esta situação permite ao Agnelo atender o que foi acordado com os professores em 2011 sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Basta o Governador  fazer uma troca: pegar os 285 milhões do FC utilizados no pagamento de despesas administrativas e repassar para o pagamento de pessoal; e transferir os recursos do Tesouro local que são investidos na folha de pessoal da Educação para cobrir as despesas administrativas.

Conclusão: Agnelo pode cumprir sua palavra e atender os professores, garantindo a normalidade do ano letivo sem se desgastar com a categoria e a sociedade. Com boa vontade política, o caminho para construir o atendimento da pauta da categoria pode ser construído rapidamente.

Mas infelizmente parece que o objetivo do Governador e sua equipe de “falcões” é derrotar as(os) professoras(es) e a própria Educação, mesmo com dinheiro em caixa. Não conseguirá porque vamos resistir e fazê-lo reconhecer o equívoco antes que tal intento se concretize.

Washington Dourado – Diretor do Sinpro

Fonte: http://blogdowashingtondourado.wordpress.com/2012/03/24/agnelo-quer-derrotar-asos-professorases-mesmo-com-dinheiro-na-conta-suficiente-para-atender-as-demandas-da-categoria/

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Em que pé andam as coisas – Por Ronner Gama

CONVITE AOS PARLAMENTARES.

Tendo em vista que as coisas só sairam “no tempo do Deputado Patrício”, iremos protocolar nesta segunda-feira um ofício convidando-o à participar das negociações. Convidaremos também o Deputado Aylton Gomes
REUNIÃO DO MOVIMENTO UNIFICADO
Iniciamos nossas reuniões semanais. Nesta última ficou definido a que faremos novos panfletos, troca do orador e usaremos carro de som de outra empresa.
POR QUE ALGUMAS SUGESTÕES DOS COLEGAS NÃO SÃO PUBLICADAS?
Senhores, o que para o mundo civil pode parecer uma coisa normal para nós ou será Transgressão da disciplina ou Crime Militar. Então continuem a mobilização está ótimo. Vocês sabem muito bem o que fazer dentro da legalidade e sem precisar se indisporem com seus  superiores. Como já disse em outra oportunidade “esse movimento não é e não pode ser igual ao de 2.000″ , outra é a conjuntura, ” Movimentos são dinâmicos, somos todos nós em ação, ou seja, em busca da eficiência, eficácia e efetividade de nossas ações, sejam elas individuais ou coletivas!” (Aderivaldo). Entendam que o lema ” CADA POLICIAL UMA LIDERANÇA” é justamente para que você se assuma como uma liderança deste movimento. Observo a iniciativa dos colegas de fazerem uma PETIÇÃO PÚBLICA, isso mostra que o policial sabe do seu papel como agente atuante no cenário social e político.
NOVAMENTE A QUESTÃO DO ” TEMPO CERTO”
Alguns grupos políticos, e politiqueiros, que atuam internamente tem fomentado que  não era o tempo certo, isso me faz lembrar do Deputado Patrício que disse que as coisas sairão no tempo dele, então pergunto: QUAL ERA O TEMPO CERTO? 2013? Senhores, deixemos de hipocrisia, todos sabem que o que estamos pedindo é para se garantir ao menos o de 2013! Se não entrar uma proposta no orçamento até julho , no ano que vem não RECEBEREMOS NADA. Todos tem a fórmula mágica , mas ninguém mostra a magia.
Sou muito pragmático, o negócio é preto no branco. Precisavamos sim cobrar, precisavamos sim despertar os colegas para a situação de acomodoção em quem estavámos, precisávamos mostrar para o governo nossa insatisfação.
NEGOCIAÇÕES
o GDF está em operação tartaruga. Até hoje não foi publicado o grupo de trabalho que irá negociar com o governo. A última informação é que a lista entregue sofrerá alterações. Quero informar àqueles que se autointitulam “meus inimigos” que não tenho a menor vaidade  em estar ou não neste grupo, claro alguém da Rede Democrática tem que participar, porque acredito (seria ingenuidade minha?) que quem ali estiver falará em nome do grupo e em nome de mais de 13 mil policiais e 7 mil bombeiros militares do Df.
ASSEMBLEIA DO DIA 12 DE ABRIL
Nossa força está na mobilização. Os colegas que estiveram ontem na reunião do movimento unificado leram as críticas que aqui vocês divulgaram e estão cientes de que precisamos formatar a assembleia. Não dá mais para ter àquele “horror de oradores” que falam a mesma coisa e com discursos vazios. Sempre bati nessa tecla de que nossa assembleia tem que ser objetiva. Mas os caras são cabeça dura, batem no peito e dizem “Faço política à vinte anos”,. balela, sempre fizeram de qualquer jeito ou do jeito deles.

PROMOÇÕES DE ABRIL NA PMDF
Já está disponível na intranet da PMDF a minuta nº 073 que dispõe sobre as vagas para as promoções de Abril.
PRIMEIRO-SARGENTO
Vagas existentes………………………………………………………………………………393
Vagas decorrentes de promoções à graduação imediata………………………….00
Vagas a serem consideradas……………………………………………………………..393

SEGUNDO-SARGENTO Vagas existentes……………………………………………………………………………..285 Vagas decorrentes de promoções à graduação imediata…………………………01 Vagas a serem consideradas……………………………………………………………..286
TERCEIRO-SARGENTO Vagas existentes……………………………………………………………………………….20 Vagas decorrentes de promoções à graduação imediata…………………………00 Vagas a serem consideradas……………………………………………………………….20
CABOS Vagas existentes……………………………………………………………………….10 Excd Vagas decorrentes de promoções à graduação imediata…………………………00 Vagas a serem consideradas……………………………………………………………….00

Quem manda hoje na Segurança Pública do DF?

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Diretrizes Nacionais de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública.

Prezados integrantes da Rede EAD – SENASP,

O Governo Federal por intermédio da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República (SDH-PR) e do Ministério da Justiça (MJ) editou a PORTARIA INTERMINISTERIAL – SEDH/MJ Nº 2, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2010 que foi publicada no Diário Oficial da União de 16 de dezembro de 2010, estabelecendo as Diretrizes Nacionais de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública.

Neste momento a SDH-PR está submetendo os itens constantes das “Diretrizes de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública” a uma consulta aberta, com a finalidade de colher subsídios para elaborar o “Plano Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública”.Para isto, basta clicar no endereço a seguir, através do qual você poderá contribuir para esta construção.

http://www.direitoshumanos.gov.br/pesquisa-de-opiniao

A consulta também poderá ser acessada diretamente a partir da página da SDH-PR

http://www.sedh.gov.br/

Envie suas contribuições para esse documento tão importante para a valorização dos profissionais de Segurança Pública em nosso país.Atenciosamente,DEPAID/SENASP/MJ

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Chefia e liderança IV – A solidão – Por André Soares

Sei que muitas de nossas “lideranças” comparecem aqui para ver meu posicionamento sobre determinados assuntos. E que  meu último texto, onde falei sobre o “incômodo” que causo a algumas delas, surtiu muito efeito nos “bastidores”. Algumas chegaram a ficar preocupadas com a conversa semanal que tenho com o companheiro Ronner Gama. Não se preocupem, tais encontros são apenas para fortalecer nossa amizade.

Sendo assim, apresento aos leitores do blog, principalmente as “lideranças” do movimento unificado da PMDF, o seguinte texto:

Artigo de André Soares – 27/04/2011

Estude com atenção e completamente a biografia dos verdadeiros líderes e você constatará que a liderança não é um beneplácito e sempre está associada a um elevado ônus pessoal. Significa que ser líder é sempre muito difícil, desgastante, estressante e a relação custo/benefício pode não ser tão favorável como você supostamente possa imaginar.
Você já se perguntou se os líderes são felizes?
Se você quer ser um líder, será que realmente estaria disposto a “pagar esse preço”?

Pois, um dos ônus inerentes exclusivamente ao exercício da liderança é a solidão, vivenciada pelos líderes, não apenas entre os seres humanos, mas também no reino animal. Esse aspecto pode ser observado nas variadas formas de organização social dos animais, especialmente dos predadores, em que aquele que alcança a condição de líder tem uma convivência diferenciada com os demais membros do grupo, marcada pela distinção em que se dá o seu natural e voluntário isolamento.
Antes, porém, é importante compreender que há diferenças significativas entre a solidão e estar só.
Estar só significa estar sozinho, sem companhia, sem ninguém. A solidão, por sua vez, é a consciência de se estar vivendo imerso exclusivamente em seu universo pessoal, introspectivo, sentindo-se plenamente e não tendo a quem recorrer, além de si mesmo.
Em situações opostas, pode-se estar permanentemente rodeado ou acompanhado de pessoas e amigos e sentir-se desesperadamente na solidão. De outra parte, pode-se estar só, completamente sozinho e sem ninguém e sentir-se agradavelmente na solidão.
A diferença entre estar só e a solidão é que estar sozinho é uma questão exógena, exclusivamente circunstancial, em função de se estar acompanhado, ou não. A solidão é questão endógena, é a sensação psicológica de viver exclusivamente em si mesmo e sentir-se plenamente.
A solidão gera sentimentos contrários nas pessoas. A minoria, na qual estão os líderes, nela encontra grande satisfação; pois é somente na solidão, vivenciando-se o máximo de se estar consigo mesmo, que se alcança o autoconhecimento. Todavia, é exatamente por isso que a maioria a teme. Pois, o autoconhecimento é descobrir quem você realmente é. E, ao contrário do que se imagina, essa é uma experiência psicologicamente perturbadora, pois na solidão fica-se entregue aos próprios pensamentos, conduzindo o ser humano a pensar e refletir. Nessa situação, ele será obrigado a encontrar respostas para suas inquietações, que certamente irão aflorar e, caso não se tenha uma sólida estrutura psicológica, poderão dominá-lo.
Quer conhecer uma tortura real capaz de impor grande sofrimento a alguém e sem deixar vestígios?
(Se um dia a empregar, não diga que a ensinei. Pois, vou negar).
A tortura consiste em isolar a vítima, deixando-a só e entregue ao pior carrasco: os seus pensamentos.
Depois disso, você não precisa fazer nada além do que esperar.
Será apenas uma questão de tempo para sua vítima enlouquecer. E tome cuidado que ela pode se matar!

Portanto, para a maioria a solidão representa um sofrimento, por vezes insuportável, porquanto as pessoas não são auto-suficientes em si mesmas, necessitando do auxílio alheio para se auto-enganarem e, assim, continuarem vivendo; ou melhor, existindo.
Líderes são diferentes. Líderes têm autoconhecimento e são auto-suficientes, condições fundamentais para o exercício da liderança, que se caracteriza pela capacidade de se decidir com acerto, oportunidade, iniciativa e coragem, principalmente nos momentos de crise. Líderes tomam decisões, particularmente em situações limite e de caos, onde a única certeza que terão é a solidão e o abandono. Essa é experiência maximizada notadamente nas situações de combate e muito conhecida pelos comandantes militares operacionais como “a solidão do comando”
Portanto, se você pretende ser um líder e exercer a liderança saiba que a solidão será certamente sua companheira permanente.
Porém, lembre-se que essa experiência pode ser psicologicamente angustiante,  como está muito bem descrita nos versos da canção do poeta Alceu Valença, intitulada “Solidão”:
“A solidão é fera, a solidão devora.
É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração”.

Fonte: http://www.inteligenciaoperacional.com/index.php?option=com_content&view=article&id=255&Itemid=346

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As mudanças virão, precisamos acreditar! A construção é diária!

Sei que as vezes minhas postagens parecem monótonas e repetitivas, mas acredito no que tenho feito. Aprendi que uma pessoa ao ler sobre um determinado tema, repetidas vezes, uma hora por dia, torna-se especialista no assunto. Tenho repetidas vezes falado sobre mediação de conflitos, policiamento comunitário, polícia comunitária, mobilização social, policiamento inteligente e política. Meu intuíto é formar vários leitores “especialistas” nestes assuntos. Creio que a “teoria” contribui como uma “base ideológica” que nos norteia ao longo do tempo. É um projeto a longo prazo!

Quando falamos em liderança não podemos nos esquecer que todos os líderes tiveram uma “ideologia” que deu sustentação aos seus ideais, ou seja, um conjunto de idéias, sistematizado ao longo do tempo que norteou a luta de cada um. Em nossa Corporação nunca tivemos uma “ideologia”, por isso nunca tivemos liderança. Hoje a “ideologia”  que me norteia é a “ideologia progressista”, que é fortalecida pela “filosofia” que “prega” a busca da eficiência, eficácia e efetividade de nossas ações, sejam elas políticas ou policiais. Meu blog e meu livro são instrumentos que potencializam tais idéias. Eles fortalecem minha liderança (influência) por meio do fortalecimento do meu capital intelectual, político e social.  É importante compreendermos isso.

Alguns cobram uma maior “efetividade” de minhas “AÇÕES”, ou uma maior participação de minha pessoa em movimentos reivindicatórios e “associações”. Tenho uma visão diferente do tema. Não sou favorável de tais “associações”, por isso não dialogo com elas. Prefiro fazer parte de um “movimento”, chamado “Policiamento Inteligente”, pois movimento representa uma “ação”, que pode tocar e não pode ser tocado! Movimentos são dinâmicos, somos todos nós em ação, ou seja, em busca da eficiência, eficácia e efetividade de nossas ações, sejam elas individuais ou coletivas!

Creio que quando a “tropa” passar a ter uma “visão” mais “ampla” do todo seja mais fácil tomar esse posicionamento. Ainda não é minha hora, mas ela chegará. Não podemos ser imediatista em um projeto maior do que um projeto salarial, que é a reforma policial no Brasil, o que defendo diuturnamente. Sempre disse que chegaria um dia em que o discurso salarial se esvaziaria e que teríamos que achar outras alternativas para sobrevivermos no sistema. Teríamos que buscar outras bandeiras, mesmo que disfarçadas, para conseguirmos melhorias salarias. Tal dia está chegando! Precisamos avançar, ter uma visão mais ampla do todo, fortalecer potenciais lideranças, participar efetivamente do processo, contribuir de várias maneiras com tais mudanças! Precisamos de líderes em nossa Instituição! Cada policial é um líder em potencial!

Precisamos compreender a importância das idéias, do debate, do planejamento (onde estamos e onde queremos chegar, o que faremos e como faremos), da mobilização social, de encontrarmos soluções inteligentes para o problema e do poder de nossas ações individuais e coletivas. Temos aprendido e amandurecido muito politicamente nos últimos anos, mais ainda é pouco. Falta-nos ainda aprendermos a definir com clareza o que queremos e como atingiremos nossos objetivos. Negociar é preciso. Precisamos aprender a mudar o poder de influência da mão do Governo para nossas mãos, eis o desafio deste semestre!

Quando aprendermos isso avançaremos em nossas conquistas!

A construção é diária! As mudanças virão!

“As pessoas primeiramente aceitam o líder e, depois, sua visão! Ou seja, as pessaos aceitam o líder, depois os seus planos.”

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Todo policial é um líder em potencial – Somente um líder pode treinar outros líderes!

“Um bom líder deve ser como um soldado. Um bom soldado tem diversas qualidades: comprometido, corajoso e elástico. Os soldados estão concentrados na prioridade de seu trabalho: eles não se envolvem em assuntos que vão desviar sua atenção da batalha que estão travando. A segunda qualidade é seu desejo de agradar o líder. Isto implica uma profunda lealdade e a disposição de se sacrificar. Uma das razões pelas quais muitos soldados têm condição de se tornarem bons líderes é que eles aprendem o que significa seguir antes de lhes ser dada a oportunidade de liderar. Ao procurar pessoas para desenvolver, opte por aqueles que exemplificam as qualidades de um bom soldado: disposição de seguir e capaciade de dar conta de suas responsabilidades!” (John Maxwell)
“Líderes que reúnem seguidores querem se sentir necessários. Líderes que desenvolvem líderes querem ser substituídos!”

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Precisamos compreender o processo, amadurecer politicamente!

Sei que as coisas não estão indo como planejamos, que somos “imediatistas” por natureza, mas as coisas não se resolvem no grito. Elas irão se resolver por meio de inteligência, boa negociação e por muita mobilização social.

Os sindicatos normalmente planejam sua “bandeira de lutas” de um ano para outro. Precisamos aprender a lógica da “construção orçamentária”. Na administração pública, em tese, somente se pode gastar o que foi planejado anteriormente!

Saiba mais:

https://aderivaldo23.wordpress.com/2012/02/26/uma-reflexao-sobre-o-nosso-movimento-reivindicatorio/

A  LDO estabelece as metas e prioridades da administração pública do Distrito  Federal e dispõe sobre alterações na legislação tributária, além de estabelecer  a política tarifária das entidades da administração indireta. A LDO também tem  a importante função de orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA).

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