I Passeio Ciclístico pela Paz no Riacho Fundo I

O policiamento comunitário tem por objetivo aproximar a polícia da comunidade. Desmistificar a ideia formada no “imaginário coletivo” de que todo policial é violento, ou seja, aquele que mata, aquele que tortura, aquele que agride, dentre outros pensamentos.

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Precisamos aproximar a polícia da comunidade,  alguém precisa dar o primeiro passo. Iniciamos uma campanha nesse sentido, de antemão, agradeço os amigos da REDE DEMOCRÁTICA por também aderir a esse movimento!

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Hoje estivemos no Riacho Fundo I apoiando o 1º Passeio Ciclístico pela Paz no Riacho Fundo. A cidade teve três homicídios e um ferido por “bala perdida” no início do mês. O evento foi organizado pelo GRUPO PEDAL RIACHO E O POSTO COMUNITÁRIO (PCS 013). Parabéns aos organizadores do evento (SGT PAULA, ANDRÉIA LIMA e ROBERTO LIMA)

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Foi algo diferente. Maravilhoso ver adultos, adolescentes, crianças e policiais de folga, moradores da cidade, misturados em meio a população em um lindo evento na cidade.

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Fizemos um percurso de 6km dando a volta em toda cidade, partindo do PCS 013, no Centro da cidade. Um grande evento. Parabéns aos organizadores do Evento e todos os patrocinadores que contribuíram de coração para que tudo fosse feito.

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3 Comentários

Arquivado em Diversa

3 Respostas para “I Passeio Ciclístico pela Paz no Riacho Fundo I

  1. Louzeiro

    As forças policiais do Brasil na prática sempre serviram como uma espécie de antídoto, de controle social entre a elite e os pobres até mesmo, pasme! Nos tempos atuais. Os grandes latifúndios e os bairros de bacanas sempre contaram com a proteção do estado para suplantar qualquer tentativa de “invasão” dessa gente indesejada. Não faz mais sentido uma polícia de estado; é necessário que as forças policiais estejam a serviço da sociedade e na proteção do cidadão. Graças a Deus que com o advento da nova constituição e principalmente com os pactos que o Brasil aceitou fazer parte na área de direitos humanos a coisa tomou outro rumo, embora precisamos avançar ainda muito no cumprimento dos direitos individuais e coletivos. Sou muito entusiasta da filosofia de polícia comunitário, dessa parceria polícia e sociedade; nos países desenvolvidos essa simbiose sempre deu certo; embora percebi claramente um boicote por conta de estarmos ainda num regime díspar da sociedade civil a qual vivemos. Portanto é imperioso deixamos o conservadorismo do militarismo doutora de lado e abrirmos nossas portas para uma nova era, um novo tempo. Precisamos inovar para sermos visíveis e acima de tudo respeitados.

    Valendo-se da Constituição brasileira de 1988 – (Art. 5º IV, IX, Art. 220º e § 2º.).

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  2. A polícia militar é a instituição constitucionalmente criada com o fim de manter a ordem pública. O que não se enfatiza é que o art. 144 prevê que “ A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de TODOS (…)” o que nos leva ao questionamento: Por que tem sido tão difícil para as instituições de Segurança Pública, particularmente a PM, buscar a integração e colaboração da sociedade civil? Quais os ganhos advindos dessa integração?
    Primeiramente cabe salientar que há muito as polícias têm buscado melhorias em suas condições remuneratórias e de carreira. As mudanças são mínimas. Qual a melhor estratégia? Continuarmos isolados do “mundo civil e moderno” e buscar melhorias com nossas próprias, e divididas, forças ou nos aliarmos à sociedade e com o apoio dela impulsionarmos as mudanças e romper com o arcaísmo institucional? É preciso ter em mente que a sociedade é nossa aliada e não adversária. Indivíduos ineptos têm propalado aos quatro cantos que a sociedade, a imprensa e as comunidades são nossos inimigos provocando com isso um isolamento ainda maior e conseqüente ojeriza a toda e qualquer demanda que se busque para a PM e BM. Somos servidores públicos, oriundos da própria sociedade que protegemos. Então, como conseguimos virar um ET em nossa própria sociedade? A explicação só pode estar no sistema remanescente da Ditadura Militar e implantado nos estados, a Policia MILITAR ou Polícia MILITARIZADA.
    Nosso problema não é a sociedade, nosso problema não é o comerciante, não é a vizinhança do Posto Policial, ou “playboy” que passa tirando onda com seu carrão, ou o cidadão “folgado”. Nosso problema é institucional e político. Jaqueline Muniz bem expressa a situação dos policiais militares:
    “Os suboficiais e praças descrevem sua realidade profissional, quase em uníssono, como um “mundo de obrigações” refratário às conquistas cidadãs. A atmosfera constituída por este mundo disciplinar é carregada por um apetite suspeitoso e punitivo que se estende para além do universo profissional, invadindo as outras esferas de sociabilidade da vida dos policiais, inclusive a dos inativos. Atraso nas prestações do crediário, dívidas pendentes, indução a embriaguez, freqüência em eventos sociais, casas noturnas ou bares considerados impróprios por algum superior hierárquico fazem parte do repertório de situações que podem ser “enquadradas” como faltas que atentam contra o “decoro da classe” e o “pundonor policial militar”.
    Hoje no Distrito Federal vivemos um momento de medo, mortes violentas estão em destaque nos noticiários. Talvez tenha chegado a hora de unir os interesses da sociedade, os interesses da PM (além da nossa obrigação constitucional) e assim buscarmos a solução ideal para esse clima de insegurança que assola nosso Distrito Federal. Por isso propomos a discussão “APROXIMAÇÃO ENTRE POLÍCIA E COMUNIDADE ( ou SOCIEDADE)”

    Por Roner Gama

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  3. Gente, em primeiro lugar agradecer a Deus, o nosso primeiro evento do GRUPO PEDAL RIACHO FUNDO I, foi um benção, agradecer a minha amada esposa SGT Paula Lima, Meus coordenadores Andréia Lima e Junior Damasco,juntamente com a minha esposa, fundadores do nosso grupo, AO 28º BPMDF, 23º CRI CBMDF, JORNAL DO RIACHO FUNDO I (Dennis Lima) BLOG POLICIAMENTO INTELIGENTE (Aderivaldo Cardoso) CLASSE “A” ( Alberto) HERBALIFE NUTRIÇÃO ESPORTIVA ( Carolina Zanoni) MARIO BLANCO, Bruno Fdr, Tayanne Raimi, Letícia De Lima, Ana Anna Júlia Tavares, e todos que participaram deste passeio….

    Roberto Carlos de Lima
    Coordenador do Grupo Pedal Riacho Fundo I

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