Arquivo do mês: julho 2013

Candidatura Blindada

Fonte garante que há uma candidatura blindada pelo Governador Agnelo na área de segurança, no caso, para Deputado Federal. Talvez poderia ser uma alternativa para não perder os tão sonhados votados da categoria que sempre ajudou o PT, cabe saber como fica o atual candidato do PT a Deputado Federal, Patrício, pois ao que parece, o candidato blindado tem o apoio do atual comando e já está em campanha nos quartéis.

Neste caso construir é  mais complicado do que “reestruturar”…

Blog da Cris

josiel

Fonte: http://crisoliveiralves.wordpress.com/2013/07/31/candidatura-blindada/

946690_149400318593509_1142207606_n

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Política

Entre Blogs – Uma discussão sobre a comissão PMDF de reestruturação de nossa carreira

66750_512611968792873_631351935_n

Muito foi comentado sobre a reestruturação nesta semana, inclusive blogs do HALK, TENENTE POLIGLOTA, REDE DEMOCRÁTICA  e POLICIAMENTO INTELIGENTE apontaram a composição da comissão, que é composta apenas por um praça, um subtenente. Como foi essa escolha? Por que apenas um praça? São apenas alguns questionamentos pertinentes ao assunto.

Bom vídeo!


Deixe um comentário

Arquivado em Entre Blogs

A desmilitarização sob a ótica das Praças Policiais Militares

O problema não é hierarquia e disciplina. De fato nunca o foi. Polícia Federal, Polícias Civis e PRF também são instituições pautadas nesses fundamentos. O que não se pode mascarar, é que sobremaneira, os seus regimes estatutários, disciplinares e sua legislação profissional são pautadas no direito democrático de base civis. E isso significa estar sob a égide da lei 8.112/90, a qual disciplina os seus regimentos disciplinares. Respondem ao Código Penal e ao Código de Processo Penal. São categorias profissionais que podem ter sindicato e expressarem-se politicamente. Portanto, NÃO são e NUNCA seus profissionais serão presos administrativamente ou criminalmente por descumprirem ordens. Por expressarem seus pensamentos ou por exercerem na plenitude sua atividade política, partidária e sindical. Não respondem a um regime de exceção: regime de guerra. Ou seja, não estão debaixo da chibata do RDE, do Código Penal Militar e Código de Processo Penal Militar. E nisso amigos, há uma grande diferença. Nós policiais militares não somos cidadãos em sua plenitude. Estamos a serviço do Estado, funcionando como braço armado deste em desfavor da sociedade sim…!!!!
movpolle
A desmilitarização é benéfica sim à categoria e a nós praças que estamos em sua base; quem já foi submetido ao regime militar de exceção sabe muito bem o que isso significa. Continuar lendo

2 Comentários

Arquivado em desmilitarização das polícias

Comissão criada pelo comando da PMDF para reestruturação seria apenas “teatro” para a massa?

Não alimento disputas entre oficiais e praças, mas busco justiça em nossa Corporação. As praças representam o maior quantitativo de policiais em nossa Corporação. Visando buscar melhorias e informações para discutir nossa reetruturação o comando da PMDF formou uma comissão para discutir o tema. Mas pelo jeito não passa de um teatro para a massa. Podemos confiar em uma comissão onde encontramos apenas um SUBTENENTE para representar os interesses da maior parte da categoria? Deveríamos ter no mínimo um soldado, um cabo, um sargento e um subtenente. Os interesses são totalmente diferentes. As visões também! Se este trabalho for sério, espero que seja revista a situação.

66750_512611968792873_631351935_n

 

Afinal, quem está elaborando a reestruturação?

971875_500075740072056_176430711_n

8 Comentários

Arquivado em polícia militar

Operação “arrocho total”?

Muito me alegrou ver as lideranças do “NMU”, em especial o Tenente Poliglota, postando em seu blog,  algumas ideias defendidas aqui no blog policiamento inteligente, durante praticamente todo o movimento reivindicatório no ano passado. Vejo um avanço no debate. Agradeço os companheiros por ressuscitar nosso desejo. Veja quais foram as ideias defendidas aqui. Precisamos compreender que para receber coisas novas, diferentes do que recebemos, teremos que fazer coisas novas. Mudar nosso método.

391622_277487469038066_851273435_n

“Conversando com um amigo sobre a “operação tartaruga” da PMDF respondi a ele que não mudou nada, estamos fazendo o que já fazíamos. Ele quis saber o que “não fazemos”. Eu disse a ele: “Não abordamos no transito, não geramos grandes engarrafamentos, não exigimos o cumprimento da lei. Tolerância zero para todos, não só para os “bandidos”. Tolerância Zero no trânsito, nos pequenos e grandes crimes…. Talvez isso surta mais efeito do que “operação tartaruga”. Fazemos essa operação em todos os movimentos e não vejo efeito. É hora de mudar o paradigma…Se queremos conquistar coisas novas devemos abrir mão da antigas práticas! Precisamos de uma mudança cultural dentro do sistema, ou seja, mudar nossas práticas!

Uma questão importante a ser debatida é que não devemos excluir a “operação tartaruga”. O que isso quer dizer? Quer dizer que devemos apenas saber o momento certo de utilizá-la. O certo seria utilizar as duas ao mesmo tempo: “Operação tarta…ruga” nas cidades mais violentas e operação tolerância zero nas cidades “mais ricas”. Seguir o exemplo da PF e da PRF. Ou operação tolerãncia zero em um primeiro momento, melhorando os indices de criminalidade, para depois de um mês iniciarmos a operação tartaruga para piorá-los. Precisamos compreender a lógica do sistema.

‎Quando digo tolerância é nesse sentido MACRO! O transito foi só um exemplo. Mas isso não deve ser feito isoladamente. Deve ser uma ação coordenada pelo Comando de greve. Locais de blitz, de abordagens e de pontos de bloqueio devem ser escolhidos por sua importância estratégica. Devemos apenas cumprir a lei. Utilizarmos do poder discricionário e do poder de polícia que nos foi conferido pelo Estado.”

https://aderivaldo23.wordpress.com/2012/02/11/movimentacao-do-dia-15-de-fevereiro/

“Acredito que durante esses vinte dias poderemos fazer a diferença em nossa comunidade. As tropas ”especializadas” podem mostrar seu valor e motivar momentaneamente os outros companheiros, os oficiais de dia podem fazer a diferença ao liberar o policiamento mostrando a importância de trabalharmos com afinco durante este período. Podemos mostrar que fazemos a diferença em nossa sociedade. Ou poderemos cair em descrédito total ao perceberem que o aumento dos índices de criminalidade estão ligados a outros fatores e não a nossa operação. Depende de nós! Precisamos ser cooperadores neste processo. Em tese não temos nada a perder dando um voto de confiança as lideranças do movimento e ao nosso comando, mas temos muito a perder caso não falemos a mesma língua e descubram que não temos toda essa importância que dizemos que temos.”

https://aderivaldo23.wordpress.com/2012/04/13/a-operacao-tartaruga-esta-suspensa-cooperar-e-o-segredo-do-sucesso/

“Por diversas vezes publiquei aqui que antes de fazer uma “operação padrão” é necessário fazer uma “operação tolerância zero”, defendi que deveríamos fazer uma operação “arrocho total” inúmeras vezes. Por quê? Para reduzir os “índices criminais” ao máximo possível em um ano e gerar “efeitos estatísticos” nos próximos dois anos, em nosso caso, em especial no ano eleitoral. Como reduzir os índices criminais? Aumentando o número de registro de ocorrências. É a única forma utilizada no DF para mensurar o “aumento” ou “redução” da criminalidade. Tal método deveria ter sido realizado até setembro do ano passado. E somente de lá para cá deveríamos ter avançado, até porque esse ano teremos Copa das Confederações e ano que vem teremos Copa do Mundo. O imediatismo e a falta de visão estratégica nos derrotou.”

https://aderivaldo23.wordpress.com/2013/04/04/operacao-tartaruga-no-ano-passado-ajuda-governo-a-maquiar-dados-em-2013/

“Em minhas análises, enquanto todos falam em “operação tartaruga” eu falava em ir na contra-mão, ou seja, fazer um “choque de ordem”. O que seria isso? Seria basicamente o que o “governo” está fazendo hoje para “reduzir” os índices de criminalidade. Posso citar como exemplo o trabalho realizado nas “entre quadras” do Plano Piloto com o trabalho do BPTRAN, com operação presença e uma pitada de notificações pontuais, além, é claro, de várias abordagens visando a “redução da criminalidade” como as várias operações atuais. Loucura? Para alguém que olha para o momento sim, para alguém que olha para o futuro não!

Falo isso hoje, pois fica mais fácil entender e para que sirva de lição para os companheiros de outros estados, já que um “profeta” não é reconhecido em sua própria terra. Antes de qualquer “operação padrão (tartaruga) é preciso de um CHOQUE DE ORDEM. Por que? Para agir preventivamente e ganhar tempo no futuro quanto as “reduções dos índices de criminalidade”. Como assim? Havendo uma operação padrão após um “choque de ordem” a “MAQUIAGEM”, como é chamado o que está sendo feito, leva mais tempo para ficar pronta.”

 “Em política não se pode perder o “timing”, ou seja, o momento correto. O momento deste ano já era. Fica o ensinamento: Antes de qualquer operação padrão é preciso reduzir os índices de criminalidade para dificultar a maquiagem dos dados posteriormente. Quem está a frente precisa ter visão do antes, do depois e do durante.”

https://aderivaldo23.wordpress.com/2012/08/02/uma-reflexao-sobre-o-movimento-reivindicatorio-erros-e-acertos/ Continuar lendo

Deixe um comentário

Arquivado em Política