Arquivo do mês: agosto 2012

Fim das negociações com o Ministério do Planejamento (MPOG)

Hoje encerra o prazo para as categorias fecharem os acordos necessários para os reajustes salariais do próximo ano, que tornou-se dos próximos anos. O que dependia da pressão “popular” foi feito, agora temos somente a possibilidade de pressionar o congresso nacional para futuras “emendas”, o que é mais difícil, pois normalmente o voto é “simbólico”, ou seja, “aqueles que concordam permaneçam como estão! Aprovado pela maioria!”.

Segundo a Ministra: “Quem assinou o acordo, assinou, quem não assinou, não assina mais!”

Iniciamos com todo gás, mas o perdemos durante a corrida. A estratégia utilizada foi: DIVIDIR PARA CONQUISTAR.  Quem não sabe o que quer ou para onde está indo nunca obterá o que deseja ou nunca chegará a lugar algum, isso é fato! Um dos pontos mais importantes em uma negociação é: ANÁLISE DE CENÁRIO!

“Um ponto que deve ser discutido e esclarecido a “tropa” é o fato de termos uma possibilidade quase inexistente de aumento esse ano e que nossa luta é para garantirmos melhorias a partir do próximo ano. Digo isso, para evitar grandes expectativas e grandes frustrações que possam esvaziar o movimento. Nossa união é importante até a conquista, caso contrário não teremos nada de aumento no próximo ano, como aconteceu nos últimos anos. Precisamos ter essa consciência. É um investimento a longo prazo. Não imediatista.” (Aderivaldo Cardoso – em postagem no dia 26/02/2012)

Saiba mais:

Últimos a saberem do aumento salarial prometido pelo governo, os militares foram contemplados com o maior percentual de reajuste entre o funcionalismo federal na proposta do Orçamento da União para 2013: será de 9,14% por ano de 2013 a 2015, totalizando 30%, a ser aplicado sobre o valor do soldo de todos os 646.663 integrantes das Forças Armadas, incluindo os inativos, em março de cada ano.

Os servidores civis federais terão direito aos 15,8% na média, ou 5% por ano — uns terão mais, outros menos —, concedidos em janeiro de 2013, 2014 e 2015. Em alguns casos, o percentual incidirá sobre a gratificação por desempenho e não será repassado integralmente para os aposentados e pensionistas. Na proposta do Orçamento divulgada nessa quinta-feira (30/8), o governo incluiu também a previsão de reajuste de 5% por ano (15,8% em três anos) aos magistrados e servidores do Judiciário, que brigam por aumento desde 2009 e querem até 56%. Também terão a mesma correção os funcionários da Câmara dos Deputados, do Senado, do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público da União (MPU).

Fonte: Correio Braziliense

Clique nos links abaixo e saiba o que eu tenho dito no último ano sobre o tema. Um líder deve ter coerência e responsabilidade com o que fala. Estamos lidando com os sonhos das pessoas:

https://aderivaldo23.wordpress.com/2012/02/26/uma-reflexao-sobre-o-nosso-movimento-reivindicatorio/

https://aderivaldo23.wordpress.com/2012/03/03/uma-analise-da-assembleia-dos-policiais-militares-e-bombeiros-do-df-dia-02-de-marco-de-2012/

https://aderivaldo23.wordpress.com/2012/03/05/uma-analise-do-atual-movimento-inteligente-da-corporacao-e-o-risco-de-radicalizacao-nos-proximos-dias/

https://aderivaldo23.wordpress.com/2012/04/12/uma-analise-da-assembleia-do-dia-12042012-e-hora-de-cautela/

https://aderivaldo23.wordpress.com/2012/07/22/missao-dada-e-missao-cumprida-o-foco-e-na-missao-isonomia-salarial-e-a-missao/

Anúncios

9 Comentários

Arquivado em Reflexão

A depressão em nosso meio…

Recentemente no meu facebook:(http://www.facebook.com/aderivaldo.cardoso/posts/416501235073391?notif_t=like),  fiz uma postagem sobre depressão:
“Pessoas depressivas permitem que três padrões mentais criem raízes profundas em sua mente. Esses padrões tornam-se o filtro, a lente por meio da qual elas percebem o mundo. A pessoa em estado depressivo pensa que ela não é suficientemente boa, que seu mundo é frio e cinza e que não há esperança no seu futuro. A partir desse ponto de vista, tudo a sua volta é usado para criar argumentos que dão suporte a essas crenças. Isso acontece, principalmente, quando algo de errado acontece. Além disso, há três características básicas em cada um desses padrões de comportamento: personificação, generalização e exagero. Ou seja, a pessoa percebe tudo como se fosse pessoal, como se estivesse relacionado diretamente com ela; generaliza coisas que acontecem uma única vez como se isso sempre acontecesse; e, por último, exagera a dimensão dos fatos.”
Hoje vou complementá-la:
“A pessoa depressiva olha para sua vida e foca no passado ou somente no presente. Acreditando não ser possível sair do mundo cinza que ela vive. Ela olha para o futuro e vê refletido nele a imagem obscura do presente. Ela não consegue ver esperança de um futuro distinto do presente. Na sua imaginação, o presente, com todas suas amarguras, se repete eternamente. É isso que geralmente acontece. Se a pessoa depressiva pudesse imaginar no presente uma realidade mais colorida no futuro, essa visão, por si só, mudaria seu estado de espírito e a tiraria da depressão. Mas como ela não se vê feliz no presente, e como o presente afeta sua maneira de ver o futuro, isso dificulta a possibilidade de imaginar que ela estará feliz amanhã. De modo simples precisamos aprender que o futuro pode ser diferente do presente. Se quisermos mudar nossa situação de vida, precisamos, assumir o controle do nosso pensamento e definir o futuro sem levar em conta nossa situação atual. Isso significa, em outras palavras, que precisamos criar no presente o futuro que queremos. E isso deve ser feito com ajuda do poder de nossa imaginação.”
Como você se imagina nos próximos cincos anos? Quais são seus sonhos e desejos mais profundos?
 
Ps: Me perguntaram sobre o significado da foto. Particularmente, gostei das cores e do ancião com o menino. Acho que ele está explicando algo a ele. Não tem um significado para mim, apenas achei bonita. Peguei em um banco de imagens.

1 comentário

Arquivado em Reflexão

O brasileiro… Por Arnaldo Jabor

– Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;

Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
…Aceitar que ONG’s de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade. ..
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.

Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

– Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.

Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
– Brasileiro é um povo honesto. Mentira.

Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

– 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira..

Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da
Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como ‘aviãozinho’ do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

– O Brasil é um pais democrático.. Mentira.

Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.

Democracia isso? Pense !

O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um ‘gato’ puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto…. malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?
Grande coisa…

O Brasil é o país do futuro.
Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram…
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.

Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar.

5 Comentários

Arquivado em Reflexão

O desafio da formação de líderes nas corporações policiais!

Por todo o mundo, em todos os ambientes corporativos, existe uma convicção: há uma escassez de boas lideranças. Não é força de expressão. Ocorre que liderar hoje não é o mesmo que há alguns anos. Em um contexto de mudanças imprevisíveis e extremamente velozes, os atributos dos líderes também se transformam.

Se há 20 (vinte) anos bons líderes eram aqueles profissionais dotados de forte senso de hierarquia, capazes de manter um empreendimento funcionando com regularidade e de forma estável, hoje as empresas procuram gestores com outras qualidades – por exemplo, a competência de enfrentar com agilidade situações novas, com alto poder de comunicação e mobilização, além de capacidade de montar equipes muito motivadas, articulando um repertório diverso de competências. O bom líder é aquele que tem a capacidade de liderar outros líderes. Isso não é fácil, mas torna-se mais consolidado.

Isso vale tanto para as empresas de ponta na área de tecnologia como para as instituições policiais – e é delas que estamos falando. O tempo de esperar pacientemente lideranças naturais passou. Hoje todos os empreendimentos exigem uma busca contínua e consciente por boas lideranças. É preciso que as Corporações também passem proativamente a buscar e a formar pessoas capazes, com as características do líder contemporâneo.

Não há fórmula para isso. Existe, sim, uma atitude de estar aberto a essa demanda. Todo policial é um líder em potencial. Basta quer! É preciso que comandantes e comandados e outros gestores vejam com muito senso de urgência esse desafio. É preciso fortalecer as lideranças formais e informais dentro desse novo modelo. Em primeiro lugar, é preciso que invistam em si mesmos como gestores, buscando novas informações, requalificando-se, aprimorando-se. Isso significa que aqueles que ocupam cargos de gestão precisam ver a si mesmos como profissionais em desenvolvimento – e não como antigos líderes prontos e acabados.

Apenas isso não basta. Liderança é uma cultura “empresarial”, e não um dom de poucos. Precisamos ser empreendedores em nosso meio. Por isso, tornou-se saudável, no ambiente policial, criar um contexto de valorização de lideranças positivas. Um bom gestor deve abrir espaço para que surjam novos líderes e, quando for o caso, precisa procurar identificá-los fora das “quatro paredes” do quartel em que atua.

Num contexto de extrema competição do mundo contemporâneo, em que o sistema policial ainda não sabe produzir bons líderes e gestores, as corporações que ignorarem essa tendência correm o risco de se tornarem instituições pesadas, lentas demais para acompanhar, no mesmo passo, as transformações econômicas, políticas e culturais que envolvem a todos.

Nós policiais não podemos esquecer que a POLÍCIA É UMA INSTITUIÇÃO POLÍTICA e que precisamos nos inserir nesse meio de maneira madura, consciente e equilibrada. Quem não gosta de política e não sabe liderar é “dominado” por quem gosta. Precisamos amadurecer muito politicamente para termos uma instituição forte, composta por LÍDERES fortes.

Baseado no texto: “O desafio da formação de lideranças na Educação” de Antônio Carlos Musa Junior.

6 Comentários

Arquivado em Reflexão

O processo de formação de um líder! Cada policial é uma liderança?

Até pouco tempo não se ouvia falar em “liderança” dentro de nossa Corporação, a não ser como sinônimo de “representação” política, mas mesmo assim era raro. Há dois anos passei a confrontar o conceito de “chefe” e de “líder” em minhas aulas, sempre focando mais no líder do que no chefe. Isso tem um porquê…

Liderar significa influenciar pessoas. Todo mundo é capaz de influenciar alguém. Iniciei o debate defendendo que TODO POLICIAL É UM LÍDER EM POTENCIAL, pois tem: PODER, AUTORIDADE E LEGITIMIDADE PARA ATUAR NAS DIVERSAS COMUNIDADES, mas isso não faz dele uma liderança, pois é preciso algo mais. O processo de formação de liderança é lento. Leva-se muito tempo para se preparar um líder. Dizer que TODO POLICIAL É UM LÍDER  EM POTENCIAL é dizer que ISSO NOS CAPACITA E  NOS FACILITA PARA QUE ALGUNS DE NÓS TORNEMO-NOS LIDERANÇAS EM NOSSO MEIO e fora dele. Dizer que TODO POLICIAL É UM LÍDER EM POTENCIAL é dizer que vivemos em uma democracia e que buscamos tal possibilidade por meio da CIDADANIA PLENA.

O discurso tomou força e teve uma “adaptação”  onde se dizia que “CADA POLICIAL É UMA LIDERANÇA” ou “CADA POLICIAL É UM LÍDER”. Isso não quer dizer a mesma coisa. Enquanto lá em cima prega-se a democracia, aqui ao lado prega-se a ANARQUIA. É o anarquismo que prega tal conceito:

“O ANARQUISMO foi a proposta revolucionária internacional mais importante do mundo durante a segunda metade do século XIX e início do século XX, quando foi substituído pelo marxismo (comunismo). Em suma, o anarquismo prega o fim do Estado e de toda e qualquer forma de governo, que seriam as causas da existência dos males sociais, que devem ser substituídos por uma sociedade em que os homens são livres, sem leis, polícia, tribunais ou forças armadas. A sociedade anarquista seria organizada de acordo com a necessidade das comunidades, cujas relações seriam voltadas ao auto-abastecimento sem fins lucrativos e à base de trocas. A doutrina, que teve em Bakunin seu grande expoente teórico, organizou-se primeiramente na Rússia, expandindo-se depois para o resto da Europa e também para os Estados Unidos. O auge de sua propagação deu-se no final do século XIX, quando agregou-se ao movimento sindical, dando origem ao anarco-sindicalismo, que pregava que os sindicatos eram os verdadeiros agentes das transformações sociais. Com o surgimento do marxismo, entretanto, uma proposta revolucionária mais adequada ao quadro social vigente no século XX, o anarquismo entrou em decadência.”

Por que falar em liderança em nosso meio?

Porque somente aqueles que buscam a auto-realização podem tornar-se líderes:

O objetivo é quebrar paradigmas, trazer uma nova visão de mundo para o nosso meio. Nas instituições, nós temos inicialmente três tipos de profissionais: O PROFISSIONAL INCOMPETENTE, O PROFISSIONAL MEDÍOCRE E O PROFISSIONAL COMPETENTE.

Após tornar-se um profissional competente temos mais três níveis: O PROFISSIONAL DE SUCESSO, O LÍDER E O MESTRE (LÍDER DE LÍDERES). Em nossa CORPORAÇÃO chegar ao topo de nossa pirâmide era tornar-se um PROFISSIONAL COMPETENTE,  ou seja, falava-se muito em COMPETÊNCIA e muito pouco em LIDERANÇA, sendo assim, em nossa corporação tínhamos apenas, em sua maioria, os primeiros três níveis.

1) O profissional incompetente é aquele que não tem as competências necessárias para realizar seu trabalho;

2) O profissional medíocre é aquele que tem as competências necessárias para realizar seu trabalho, mas faz somente aquilo que “está previsto”, o mais importante para ele é “não sair da fila do BRB”;

3) O profissional competente é aquele que aprimorou um tipo de atividade com experiência, prática e conhecimento, mas ignorou seu talento, até porque esse talento não era “reconhecido” em nosso meio;

Os outros níveis fazem a diferença em qualquer instituição:

1) O profissional de sucesso é aquele que desenvolveu uma atividade sobre a Lei da Tripla Convergência. Descobriu seu talento, sua paixão, e transformou ambos numa fonte de renda;

2) O líder é um profissional de sucesso que desenvolveu técnicas de relacionamento pessoal e possui uma posição ideológica definida. Pessoas o seguem por ideologia ou interesse pessoal. No conflito de interesses o abandonam;

3) O Mestre (líder de lideres) é um líder que lidera com exemplos. Está sempre em busca da verdade. Suas ações influenciam e inspiram outras pessoas, que o seguem por dedicação autêntica;

4) O Gênio é um mestre com uma causa específica. Seus princípios e valores estão em harmonia. Possui disciplina constante, amor incondicional, empatia profunda e vive em um constante estado de gratidão. As pessoas não apenas o seguem, mas tem desejo autêntico de participar e contribuir com a sua causa.

Em que nível você está?

Deixe um comentário

Arquivado em Reflexão