As viaturas no Brasil não passam de carros comuns adaptados

As viaturas policiais no Brasil não passam de veículos comuns, adaptados com sistema sonoro, luminoso e pintura bonita. Viatura policial deveria ser “blindada”, feita exclusivamente para o trabalho policial. Além disso, todas deveriam ter seguro. Para um policial prestar uma boa segurança para a sociedade ele precisa sentir-se seguro ao desenvolver seu trabalho. Após mais de vinte acidentes nos últimos anos fica claro que existe algum problema grave com as viaturas policiais no DF. As viaturas deveriam ser vistas como Equipamentos de Proteção Individual (EPI), assim como os coletes. Quantos policiais perderão a vida ou serão mutilados até que as autoridades compreendam isso?

Este slideshow necessita de JavaScript.

Deixe um comentário

Arquivado em Reflexão

Sobre as vaias e xingamentos feitos contra o governador no sepultamento

Politicamente talvez seja errado o que vou escrever agora, mas eticamente não tenho dúvidas de que é correto. Entre o “politicamente correto e o eticamente correto, fico com o que acredito ser eticamente correto”. Nós, seres humanos, perdemos a noção de coletividade, mas principalmente a noção de respeito. Esquecemos que nosso direito termina assim que começa o do outro e que as críticas políticas não devem ultrapassar o plano das “ideias”.

O que me norteia não é a política, minhas ações, por mais que pareçam sem lógica, são norteadas e alicerçadas naquilo que aprendi e aprendo na bíblia. Minha inspiração maior é Jesus, depois é o Rei Davi, um homem imperfeito, falho, pecador, mas que tinha o coração, segundo o “coração de Deus”. Um homem que reconhecia seus pecados e procurava mudar. Ele compreendia as leis naturais e as leis espirituais.

Se existem duas leis que não podem ser quebradas, estas são as leis naturais e as leis espirituais. Eu acredito nisso. Aprendi cedo que nunca devemos “atacar” quem tem aquilo que desejamos e que toda “autoridade” constituída na terra, foi constituída por Deus, por isso devem ser respeitadas.

Uma vez publiquei aqui uma crítica as vaias dadas em uma manifestação ao Deputado Fraga e ao Coronel Charles Magalhães, assim como hoje venho criticar as vaias e xingamentos dados as autoridades constituídas que estavam no enterro do CB Renato.

Meu pai me ensinou que o homem sempre “clama” ou “reclama” de seus próprios pecados (erros). Creio nisso. Enquanto não aprendermos a respeitar as leis naturais e as leis espirituais continuaremos apenas “clamando” e “reclamando”. Nossa corporação precisa de oração. Não é de hoje. Nossa guerra não é apenas uma “guerra contra o crime”, ela é uma “guerra espiritual”. Acreditem ou não.

Satanás veio para matar, roubar e destruir, nós POLICIAIS viemos para combater tudo isso. Não é à toa que Satanás tenta de todas as formas destruir a vida de policiais, por meio do alcoolismo, da prostituição, da separação das famílias, do suicídio, do endividamento, dentre várias outras ações. Precisamos compreender isso.

Atacar autoridades constituídas nos faz quebrar princípios bíblicos que nos custarão caro no futuro. Pensem nisso!

Saiba mais clicando aqui. 

Frase para o facebook

Deixe um comentário

Arquivado em Reflexão

Nota de repúdio contra a Rede Globo de Televisão

A PMDF vem publicamente manifestar seu repúdio à forma desrespeitosa com que o repórter Antônio de Castro, da Rede Globo de Televisão, noticiou durante a apresentação do Programa DFTV 2ª edição, desta sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016, o seguinte comentário:

“Novas imagens do Globocop mostram a quantidade impressionante de viaturas na BR-070. São quatro helicópteros. A nossa equipe contou 20 viaturas da PM, mais as viaturas da Polícia Civil, dos Bombeiros também são várias viaturas, além do Instituto Médico Legal, porque um PM morreu neste acidente”.


Nós policiais militares nos importamos, vivemos e nos compromissamos em garantir a ordem pública, mesmo com o sacrifício da própria vida. Reunião de viaturas acontece todos os dias: para defender a comunidade; para garantir o direito constitucional das manifestações; para permitir que outros órgãos possam executar suas atividades; para possibilitar que todas as manifestações sociais e culturais possam ser desenvolvidas com ordem e segurança, tais como: partidas de futebol, shows, artes marciais, projetos infantis, corridas de rua, passeios ciclísticos, festas populares, festivais de músicas e muitos outros eventos.
Neste próximo final de semana, milhões de foliões se reunirão para cantar, dançar, enfim se divertir, e lá estarão milhares de abnegados policiais militares para garantir o direito de cada cidadão.

Talvez os que veiculem as notícias não tenham consciência de sua responsabilidade social e, consequentemente, do prejuízo que causam quando narram um fato para a sociedade adicionando interpretações tendenciosas, sarcásticas e desumanas.
A morte de um ser humano diz respeito a todos. E quando se trata de um profissional de segurança pública que diariamente se arrisca para preservar a vida e o patrimônio alheio?

No momento de dor de toda a família policial militar, nos entristeceu a forma desrespeitosa como o repórter Sr. Antônio de Castro se manifestou. Não esperamos que Vossa Senhoria se entristeça com a morte de um policial, mas exigimos respeito com a nossa Instituição, com todos os policiais, com a família do nosso valoroso Renato Fernandes da Silva, que faleceu no cumprimento de seu dever.
A PMDF se solidariza com a família dos policiais militares acidentados, honrando seus profissionais e valorizando a importância de cada um de seus integrantes.

Brasília – DF, em 5 de fevereiro de 2016.

12688181_1151142998229042_8178122056155239791_n

Deixe um comentário

Arquivado em Ocorrências, Reflexão

Homicídios no DF caem 7,2% em janeiro

O Distrito Federal registrou 64 homicídios em janeiro, cinco a menos do que no mesmo mês de 2015. O índice foi um dos que sofreram redução (7,2%) neste ano, conforme levantamento da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, divulgado na tarde desta quinta-feira (4) no Centro Integrado de Controle e Comando da pasta, no Setor de Administração Municipal. “É uma queda positiva, pois está dentro da meta de diminuição de 6% prevista no Viva Brasília, Nosso Pacto pela Vida”, analisou a secretária Márcia de Alencar Araújo.

Entre os 12 tipos de crime citados no balanço, outros seis tiveram menor número de ocorrências. Foi o caso de tipos graves, como latrocínio (roubo seguido de morte) — com queda de três (7 em 2015 contra 4 em 2016) — e lesão corporal seguida de morte (2 ante 1).

Em parte dos crimes contra o patrimônio, houve quedas mais expressivas, mas, ao mesmo tempo, aumentos que continuam a preocupar o governo. Roubo de veículo (de 522 para 494), roubo em comércio (de 357 para 322) e furto em veículo (de 1.237 para 999) foram os que caíram, enquanto cresceram roubo a pedestre (de 2.860 para 3.061), roubo a transporte coletivo (de 211 para 241) e roubo em residência (de 52 para 89).

Desafio
De acordo com a secretária, o maior desafio da Segurança Pública tem sido enfrentar, principalmente, o roubo a residência, que apresentou aumento de 71,2%. Segundo o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira, trata-se de um crime de oportunidade e migratório. “É um fenômeno que nós estamos estudando por meio da inteligência da polícia e da análise criminal”, disse, ao explicar que o estudo sobre o modo de agir dessas quadrilhas está sendo reforçado neste mês. “No sábado passado, tivemos três roubos a residência, no Lago Norte, em Taguatinga e no Recanto das Emas, e com base nessa reflexão, a polícia já estava próximo e conseguiu prender os assaltantes.”

A análise da Polícia Civil detectou que parte dos assaltantes envolvidos nos roubos a residência tem migrado de outros crimes, como tráfico de drogas e furtos. “Muitos presos nos contam que procuram a casa para furtar algum objeto, mas acabam encontrando um empregado ou um morador e partem para o roubo”, explicou o diretor-geral adjunto, Anderson Espindola.

Em casos como roubo em coletivo, a secretária Márcia ressalta o aumento menor do que nos últimos meses. A elevação nos períodos comparados (janeiros de 2015 e de 2016) foi de 14,2%, bem abaixo dos 136,4% de dezembro de 2015 em relação ao mesmo mês de 2014.

Além de continuar investindo em operações como a Redução dos Índices de Criminalidade (RIC) e a Anjos da Guarda, a titular da pasta da Segurança Pública informou que as ações do Viva Brasília passarão a atender também o Entorno. “Entendemos que é um vetor importante para esse tipo de atividade criminal.”

Trânsito
Em janeiro, as mortes no trânsito representam outro índice que diminuiu em relação ao mesmo mês do ano anterior. Foram 33 mortes em 2015, contra 24 em 2016.

Produtividade
Com o balanço de criminalidade, divulgaram-se dados da produtividade policial — ações específicas das forças de segurança e da própria secretaria para coibir o aumento nos indicadores. A Polícia Militar, por exemplo, empregou, por dia, 2,8 mil policiais e 700 viaturas em janeiro. Além disso, abordou 119.606 pessoas e 35.804 veículos e parou 6.603 ônibus. As ocorrências policiais do mês somaram 19.766.

Na Polícia Civil, o destaque ficou para o número de menores apreendidos por mandados de busca e apreensão: 134 em 2016 e 123 em 2015 — aumento de 8,9%. O porcentual se repete de maneira inversa (-8,9%) quando analisada a queda na quantidade de presos por mandados de prisão. Foram 593 em 2016 contra 651 no ano passado.

Também estiveram na apresentação do balanço o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do DF, coronel Hamilton Santos Esteves Junior; os subsecretário de Proteção e Defesa Civil, coronel do Corpo de Bombeiros Militar Sérgio José Bezerra, e de Integração e Operações, coronel Márcio Pereira, vinculados à Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

Acesse a íntegra do balanço.

Diretor-geral adjunto da Polícia Civil, Anderson Espindola; secretária da Segurança Pública e da Paz Social, Márcia de Alencar Araújo; comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira; e comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Hamilton Santos Esteves Junior

Fonte: Agência Brasília

Deixe um comentário

Arquivado em Ocorrências

Produtividade da Polícia Militar e Polícia Civil em Janeiro/2016

Hoje a tarde ocorreu uma coletiva de imprensa no Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR) da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social para apresentar o Balanço da Segurança em janeiro de 2016.

Apesar da “sensação de insegurança” da população a produtividade das corporações demonstram que elas estão trabalhando a todo vapor para conter os casos de violências no Distrito Federal. O Balanço pode ser baixado no site da SSP.

A PMDF, por exemplo, empregou 2.800 policiais por dia, 700 viaturas, abordou 119.606 pessoas, 35.804 veículos e 6.603 ônibus. Atendeu 19.766 ocorrências, das 32.028 ocorrências que foram despachadas pela CIADE, recebidas pelo 190 ou 193, prendeu 794 adultos, 430 menores, apreendeu 152 armas, 46 simulacros, fez 1.760 mediações de conflito, o que não fica muito claro, recuperou 240 veículos, recuperou 358 celulares, fez 10.764 autuações de trânsito e 304 notificações por alcoolemia, faltou a quantidade de autuações do Detran para sabermos quem autua mais, se a PM ou o Detran.

Ocorreram 1.231, prisões em flagrante em 2016, contra 1197 prisões em flagrante em 2015, um aumento de 2,8% na quantidade de prisões. Já as “apreensões” em flagrante, cometidos por menores de 18 anos, foram 656 apreensões, contra 685 cometidos em 2015, uma redução de 4,2%.

Já a Polícia Civil instaurou 2.870 inquéritos, 4% a menos que 2015, que teve um total de 2.990 inquéritos, 2.418 termos circunstanciados, uma redução de 11,9% em comparação com 2015, que foi de 2.744 TC´s e abriu 815 procedimentos de apuração de ato infracional, 16,4% a mais do que 2015 que teve 700 registros. A polícia civil apreendeu 134 menos de 18 anos em 2016, 8,9% a mais do que os 123 menores de 2015.

Olhando o comparativo da produtividade policial de 2015 e de 2016 percebe-se uma redução na redução do tráfico de drogas, no uso e porte de drogas, além da posse ou porte de arma. Houve apenas um aumento pequeno na localização de veículo furtado ou roubado.

 Foto: MICHAEL MELO/METRÓPOLES

Foto: MICHAEL MELO/METRÓPOLES

Deixe um comentário

Arquivado em Ocorrências

Administração Do Plano Piloto realiza limpeza na Vila Telebrasília

A Vila Telebrasília durante muito tempo foi conhecida como “Acampamento da Telebrasília”, morei lá por 15 anos, antes de mudar para o Riacho Fundo I. Depois de muita luta e abandono o ex-governador Arruda regularizou a situação daquela comunidade. Hoje fico feliz ao ver dois amigos cuidando da “Vila”, o Administrador Marcos Pacco e meu primo Eudes Santos. Tenho grandes amigos de infância neste local.  Uma cidade limpa é uma cidade que suja pouco!

Administração Do Plano Piloto realiza limpeza na Vila Telebrasília

Muito lixo e entulho foram retirados das ruas da Vila

A equipe da administração iniciou, nesta segunda-feira (01), uma grande limpeza em toda Vila Telebrasília. Foram retirados mais de 15 caminhões de lixo da cidade. O trabalho deve ser finalizado hoje. O Administrador, Marcos Pacco, acompanhou o serviço, que foi executado pelos reeducandos da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (FUNAP).

Foto: Wellington Reis – Ascom/Administração Regional do Plano Piloto
11935166 1025735530820857 7326692213689945291 o

“Desde que iniciamos nossa gestão essa limpeza estava programada. Estamos buscando atender todas as demandas e priorizando as mais urgentes, assim também como a limpeza que executamos na Vila Planalto e na Granja do Torto”, afirmou o Administrador.

Foto: Wellington Reis – Ascom/Administração Regional do Plano Piloto
12474008 1025735297487547 1119970858760668933 o

O Presidente da Associação dos Moradores da Vila Telebrasília, Eude Santos, colaborou com o trabalho, informando os locais mais urgentes para a retirada do lixo. “Essa limpeza estava sendo aguardada há bastante tempo e veio em uma ótima hora, por causa da dengue. A Administração conseguiu o que ninguém havia conseguido: retirou muito lixo acumulado que ficava na entrada da cidade”, comemorou Eude.

Outra moradora que também comemorou a retirada do lixo foi a senhora Marisa Medeiros. “Faz 38 anos que moro aqui e nunca fizeram uma limpeza como essa, comentou”. O Senhor De Araújo, um líder comunitário da Vila recebeu o administrador e finalizou agradecendo. “Estamos muito felizes com a presença da Administração aqui. Precisamos dessa parceria”.

Deixe um comentário

Arquivado em Política

Pai é assassinado na porta da escola enquanto esperava o filho no Guará

Eli Roberto Chagas, 51 anos, morreu na manhã desta terça-feira (2/2), enquanto aguardava o filho na porta do Colégio Rogacionista, na quadra QE 38, do Guará II. Segundo informações preliminares da Polícia Militar, um menor vestindo um uniforme de outra escola teria abordado o homem, que acabou baleado e morreu no local.

O crime ocorreu por volta das 11h40 e o carro, o Corolla prata de placa PAN-3286, foi roubado pelo menor, que teria disparado três vezes, sendo que apenas um dos tiros acertou Eli, que era servidor do Senado Federal. Ainda de acordo com a PM, o homem saiu do carro logo que foi abordado e correu, sendo atingido em seguida.

Eli, pai de dois alunos na escola –  um rapaz do primeiro ano do ensino médio e uma menina do ensino fundamental – teria retirado o carro numa concessionária nesta manhã. A família mora próximo do local do crime, na QE 26 do Guará II.

Segundo a orientadora pedagógica Ivânia Gonçalves, a região é alvo de assaltos frequentes. “Aqui nas proximidades é ocorrência na certa. Mas nunca tinha visto uma morte. Estamos reféns da violência”, relata. No momento do crime, funcionários da escola bloquearam a saída dos alunos. Apenas crianças e adolescentes acompanhados dos pais eram liberadas para deixar o estabelecimento de ensino.

Primo de Eli, o militar Carlos Chagas (veja vídeo abaixo) estava revoltado no local do crime: “Brasília está difícil de viver com toda essa violência. Ajuda, governador”. Para ele, a lei da maioridade penal tem contribuído para que menores participem cada vez mais dos crimes. “Aquela Câmara, aquele Senado, têm que mudar a lei. Os menores não podem ficar impunes”, completou. Irmãos da vítima também estiveram no local mas, muito chocados, não deram declarações.

Evande Gomes é mãe de uma estudante do colégio e diz que deixa a filha, de 11 anos, na escola sempre com o coração na mão. “Não existe mais local seguro nesta cidade. Não adianta se esconder em casa, nem atrás de portões ou cercas elétricas. A criminalidade vai pegar você”, disse.

Reunidos no pátio da escola, alunos de todas as séries fizeram um grande círculo de oração. “Nosso dever é orar pelas vítimas desta onda de violência, como é o caso do pai desses alunos que perdeu a vida de forma estúpida”, disse uma estudante de apenas 14 anos.

322fd6ea-1752-410a-80b4-c679b4bdfde5

 

Segundo o diretor do colégio, Ademar Tramontina, Eli era um pai muito presente na escola: “O fato de ele vir buscar os filhos todos os dias diz muito. Ouvimos os disparos e logo fomos ver o que era. Ao deparar com o corpo do pai, acionamos o Samu e levamos a esposa para dentro. Mantivemos os filhos no colégio para que não vissem a cena e preservassem a imagem do pai”.

Ainda segundo o diretor, roubos e assaltos ocorrem com certa frequência na região e um ofício foi feito ao 4º Batalhão da Polícia Militar pedindo para aumentar o policiamento. As aulas da tarde foram mantidas, pois muitos pais trouxeram os filhos

Fonte: Portal Metrópoles

Deixe um comentário

Arquivado em Ocorrências

Academia de Polícia Militar de Brasília voltará a ter curso de três anos

Pouca gente viu que o tempo de Formação para o Curso de Oficiais da PMDF (CFO), que havia mudado de três para dois anos, foi modificado novamente. A portaria nª 992, de 14 de Janeiro de 2016, regulamenta o funcionamento do Curso de formação de oficiais da Academia de Polícia Militar de Brasília, alterou para três anos o tempo de formação. A Academia voltará a ter cadetes de primeiro, segundo e terceiro anos.

1782089_747946911912339_7051112111217011215_n

Deixe um comentário

Arquivado em Tira dúvidas

Principais crimes na cidade de Ceilândia em 2015

Após a análise dos números de maneira geral, em todo o DF, agora é interessante focar nas cidades. A primeira cidade que apresento aos leitores é Ceilândia, uma das maiores, mais populosa (489.351) e com o maior número de ocorrências.  Em 2015 tivemos no DF 614 (seiscentos e quatorze) homicídios, destes 111 (cento e onze) foram na cidade de Ceilândia.

homicídio

Os roubos a transeunte totalizaram 30.280 (trinta mil duzentos e oitenta) em todo o DF em 2015, sendo na cidade de Ceilândia um total de 5.813 (Cinco mil oitocentos e treze) roubos. Ressaltamos que a queda no mês de setembro nos gráficos estão relacionadas a greve da Polícia Civil de 1º de Setembro a 22 de Setembro. O que fez com que ocorrências não fossem registradas no mês de setembro e que outros fossem registradas no mês de outubro.

roubo a transeunte

Os roubos a coletivo incomodaram as pessoas mais humildades em 2015. Foram 2.397 (dois mil trezentos e noventa e sete), sendo um total de 575 (quinhentos e noventa e cinco) desses crimes cometidos na Ceilândia.

Roubo em coletivo

Já o roubo a comércio chegou a um total no DF de 1.870 (mil oitocentos e setenta), sendo 391 (trezentos e noventa e um) em Ceilândia. Neste caso, é importante salientar que foram agrupados as naturezas de roubo em comércio, a casa lotéricas e a postos de combustíveis.

Roubo em comércio

Para encerrar, apresentamos os números referentes a roubo em residência na cidade. No DF foram totalizados 684 (seiscentos e oitenta e quatro) roubos em residência, na Ceilândia foram registrados 137 (cento e trinta e sete) casos desta natureza.

Roubo em residência

Deixe um comentário

Arquivado em Ocorrências

Gráfico da evolução do crime no DF em 2015

Sou uma pessoa visual. Somente os números não me dizem nada. Gosto de entender um pouco a dinâmica do crime e o “comportamento” dos números. Grande parte dos crimes diminuíram bastante em 2015, mas não irei comparar ano a ano. Optei em apresentar alguns crimes mês a mês. Saliento que no mês de setembro de 2015 a Polícia Civil entrou em greve e alguns registros não foram feitos em setembro, o que acarretou em uma redução aparente da criminalidade neste mês e aumento de alguns modalidades no mês posterior, pois a greve durou do dia 1º de setembro ao dia 22 de setembro.

homicídio gráfico ano

O mês de agosto (36) foi o  mês que tivemos no DF o menor número de homicídio e Janeiro (69) o maior. No comparativo foram 693 homicídios em 2014 e 614 homicídios em 2015. Uma redução de 11,4% no ano.

Roubo em coletivo gráfico ano

Quando analisamos o gráfico de roubos a coletivo,  no geral, houve um aumento de 6,3% com 143 casos a mais no ano de 2015. Durante  o ano tivemos o menor quantitativo no mês de fevereiro com 141 roubos e o maior em outubro com 314. Este ano o maior foco do governo deve ser a redução desta modalidade de crime.

Roubo a transeunte grafico do ano

Quanto ao roubo a transeunte o mês com menos registros foi o mês de setembro (1285), mas temos que lembrar que a Polícia Civil esteve em greve por 22 dias e que muitos registros não foram feitos.

Roubo em comércio gráfico ano

Sobre o roubo a comércio novamente salientamos a greve da polícia civil em setembro, onde apenas 88 registros foram feitos. O que influenciou  na redução neste mês.

roubo a posto de gasolina gráfico ano

Os roubos a combustível foram uma constante em 2014, sendo 1415 roubos no ano, já em 2015 houve uma redução anual de 46,3%, com um total de 760 roubos. No ano passado as polícias trabalharam bastante e o resultado é visível nos números. Mesmo trabalhando muito uma pergunta deve ser feita: por quê a sensação de insegurança não diminuiu?

Deixe um comentário

Arquivado em Ocorrências, Reflexão

Uma reflexão sobre roubos em coletivos no DF

Inicio minha análise de hoje relembrando um texto do dia 17 de Novembro de 2015, cujo título foi: Houve algum “boicote” a gestão do então secretário de segurança Arthur Trindade? Não é de hoje que faço análise sobre roubo em coletivos. A vantagem de hoje é que disponho de números e gráficos para embasar a discussão. No texto supracitado  o governador fez o seguinte comentário:

“Neste momento, a prioridade é de buscar entender como acontecem roubos em coletivos para que possamos ter ações integradas das forças de segurança no DF, percebendo quais são as cidades onde os crimes são mais comuns e tendo acesso da polícia ao local”

Roubo em coletivos

De 2013 até 2015 temos tido um aumento significativo nesta modalidade de crime.

Roubo a coletivos

Outro comentário no texto que merece atenção para reduzir esta modalidade de crime foi:

À época o governador, Rodrigo Rollemberg, anunciou uma série de medidas para evitar assaltos a passageiros de ônibus, conforme várias reportagens a época, incluindo o monitoramento da iluminação e de mato alto nas paradas de ônibus, além da determinação para que as empresas de transporte coletivo forneçam obrigatoriamente imagens internas dos veículos na ocorrência de crimes. As estratégias fazem parte do programa “Pacto pela Vida” ou “Viva Brasília”, que visa reduzir a criminalidade do DF. De acordo com o governo, as administrações regionais deveriam acompanhar os estados dos equipamentos públicos e avisar a CEB e a Novacap sobre os problemas. As determinações do Governador foram cumpridas? Rollemberg afirmou que seriam levantadas as paradas de ônibus com maior registro de assaltos

Em outubro de 2015 foi o mês que tivemos o maior número de roubos em coletivo no DF, totalizando 314 (trezentos e quatorze) em apenas um mês, já em dezembro tivemos mais que o dobro dos crimes ocorrido em dezembro do ano anterior. Também é importante observar  que no mês de outubro e novembro sempre ocorre um aumento neste tipo de crime, ou seja, é um crime sazonal. O que precisa ser detectado é que fator fez com que este ano aumentasse mais que o “normal”.

Coletivos jul14 a jul15

Vejam acima os altos e baixos da modalidade de roubo em coletivos no DF no período compreendido entre jul/14 a dez/15. É importante ressaltar que os roubos em coletivo estão intimamente ligados ao roubo a transeunte, que normalmente ocorrem no perímetro próximo as paradas de ônibus. Os roubos ocorrem no trajeto entre a casa do trabalhador e a parada de ônibus, quando está saindo ou chegando e da parada de ônibus para o trabalho. Após perceber isso, fiquei com uma dúvida quanto ao reforço do policiamento aos finais de semana, em especial a noite. Este policiamento aumenta a sensação de segurança, mas é capaz de reduzir tais modalidades de crimes?

2 Comentários

Arquivado em Ocorrências

Unificação de Banco de Dados na Secretaria de Segurança Pública do DF

O governador Rodrigo Rollemberg, em reunião fechada com a cúpula da segurança pública local, debateu o problema. Um dos principais pontos discutidos, segundo o Jornal de Brasília, de hoje, é a Unificação de banco de dados por meio da Ciade. Já defendemos a ideia diversas vezes aqui no Blog desde 2008.  Vejam um trecho da publicação do Jornal de Brasília:

Unificação de dados

De acordo com o assessor de Gestão Estratégica e Projetos da Secretaria de Segurança Pública, Haroldo Areal, o sistema da Ciade está ultrapassado e também vai passar por mudanças.

“Vamos melhorar a plataforma e apostar no compartilhamento de dados. A ideia é que consigamos ter uma base de dados unificada, ou seja, que as informações de cada chamado sejam atualizadas e fiquem disponíveis a todos os que estiverem envolvidos com aquela ocorrência. Vale lembrar que isso é algo gradativo”, completou.

A Unificação de Bancos de dados é de fundamental importância para dar maior eficiência, eficácia e efetividade para as ações policiais no DF. Acredito que o fortalecimento da CIADE também. Precisamos centralizar as ações, não descentralizá-las. Isto é fundamental quando lidamos com vidas e com quatro forças distintas.

Na Seção II, do DODF de hoje, o coronel Josias do Nascimento Seabra é exonerado do cargo de Subsecretário de Integração e Operação de Segurança Pública (CNE 02), substituído pelo Coronel Márcio Pereira da Silva. (O Cel Josias do Nascimento Seabra era Subcomandante-Geral da PMDF em 2015.)

1782089_747946911912339_7051112111217011215_n

3 Comentários

Arquivado em policiamento inteligente, reestruturação das polícias

SUICÍDIO DE POLICIAIS. AS CORPORAÇÕES ESTÃO DOENTES?

O tema do suicídio é um grande tabu em nossa sociedade. Nas polícias, o silêncio e o constrangimento em falar do assunto é ainda maior. A maioria das corporações não divulga o quantitativo de policiais que tentaram ou de fato tiraram suas próprias vidas, provavelmente com receio da influência dos dados em outros profissionais. As próprias famílias também podem ocultar a causa da morte já que, em alguns estados brasileiros, o suicídio de policiais não é encarado como morte decorrente do serviço, o que pode dificultar o alcance de benefícios por parte de familiares. O tema merece ser abordado por estar se tornando algo cada vez mais grave e gritante no cotidiano das corporações.

A pesquisa Saúde Mental dos Agentes de Segurança Pública, feita com policiais do estado do Rio de Janeiro pelo Claves-Fiocruz (Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli, da Fundação Oswaldo Cruz) aponta que a taxa de suicídio entre PM’s é 3,65 vezes a da população masculina e 7,2 vezes a da população em geral. (Veja matéria completa da BBC Brasil sobre o assuntoaqui).

suicidio

O suicídio é o último passo dado em uma verdadeira “via crucis” trilhada por policiais que são acometidos de sofrimentos psicológicos. Esses sofrimentos podem ser causados por uma série de fatores, que vão desde uma formação embrutecedora, más condições de trabalho, isolamento dos familiares, assédio moral por parte de superiores hierárquicos, entre outros motivos. A socióloga Larissa Sales, que realizou suas investigações de mestrado com policiais militares do estado do Ceará, publicou sua dissertação intitulada “Medo e sofrimento social: uma análise das narrativas de policiais militares em atendimento clínico”, em que resume a questão:Já na Polícia Federal, os dados também são alarmantes: de um total de 11 mil policiais, dois mil afirmam tomar algum tipo de medicamento para tratamento psicológico e psiquiátrico. Onze profissionais daquela corporação tiraram suas vidas entre março de 2012 e março de 2013. (Confira matéria sobre o temaaqui).

Há que considerar, também, as condições insalubres da formação e do próprio trabalho policial, nas quais estão submetidos a escalas exaustivas associadas ao desgaste físico, ’stress’ e ao sofrimento psíquico, além do próprio risco de vida. Como vimos tais condições provocam danos psicológicos, às vezes de caráter permanente, que em casos mais graves podem até levar estes ao suicídio.

As questões levantadas pelas pesquisas dão margem para uma pergunta: estariam as corporações policiais brasileiras doentes e, consequentemente, adoecendo seus profissionais?

Aos colegas policiais que passam por problemas psicológicos ou sofrimentos de qualquer natureza, o conselho é nunca se isolar e sempre procurar a ajuda de familiares ou de profissionais que cuidam da saúde mental. Outra opção é ligar para o número 141 e falar com algum voluntário do Centro de Valorização da Vida (CVV), uma organização não governamental que oferece apoio emocional a qualquer pessoa, por telefone ou pela internet. A vida é o seu bem mais precioso, valorize-a!

Fonte: Blog Policial Pensador

Deixe um comentário

Arquivado em Reflexão

Uma reflexão sobre os roubos a residência no DF

Hoje gostaria de refletir sobre os “roubos a residência” que chegaram ao Plano Piloto. Sexta-feira tive a oportunidade de conversar com alguns comandantes sobre o tema. O crime é dinâmico. Quando reduzimos o espaço de atuação do criminoso em uma área é natural que migre para outras áreas.

Conversei com os comandantes sobre a “limpeza” realizada no Setor Comercial sul na última semana. Eu advertia um dos comandantes de área sobre minha preocupação com a migração dos criminosos, que atuavam naquele local, para as quadras nas proximidades do Setor Comercial. Falamos sobre a concentração do crime naquele local e a possível descentralização para as quadras vizinhas. Além disso, um deles me advertia sobre o porquê durante muito tempo ninguém mexia no “vespeiro”.

Para minha surpresa ontem ao abrir alguns blogs vi no Metrópoles a matéria sobre a invasão de um apartamento na 203 Sul, quadra vizinha ao Setor Comercial. Seria coincidência? Vamos continuar refletindo sobre o tema.

Foto retirada do site Metrópoles.

Foto retirada do site Metrópoles.

MAIS SOBRE O ASSUNTO

 

Deixe um comentário

Arquivado em Reflexão

ENTREVISTA COM O XERIFE: ELIEL TEIXEIRA, BRASILEIRO E XERIFE EM LOS ANGELES, CONCEDE ENTREVISTA EXCLUSIVA PARA O POLICIAL PENSADOR

Eliel Teixeira é o único brasileiro a ocupar a sua atual posição na Polícia do Condado de Los Angeles. Apesar de morar nos EUA desde os 15 anos, acompanha e torce pelas polícias brasileiras, sempre comentando assuntos relativos à segurança pública.

A entrevista foi concedida através da internet, após o mesmo comentar que lia e acompanhava o Policial Pensador.

Policial Pensador: Eliel Teixeira, brasileiro, Xerife-Delegado do Condado de Los Angeles. Conte-nos essa história.

Eliel Teixeira: Eu nasci e cresci em Brasilia, e emigrei pros EUA com 15 anos de idade. Cursei o 2º Grau e faculdade, e inicialmente fui trabalhar na iniciativa privada no setor de telefonia. Atraves da iniciativa privada que vim a saber sobre o processo seletivo pra entrar na Polícia. Como meu sonho sempre foi o de ser policial, decidi me inscrever no concurso e passei.

Policial Pensador: Algumas polícias estadunidenses, como a Polícia de Nova York e o famoso LAPD (Departamento de Polícia de Los Angeles), são muito famosas, especialmente devido ao cinema de Hollywood. Como é o cotidiano de um policial em Los Angeles?

Eliel Teixeira: O condado é grande. São mais de 88 municípios e 120 comunidades que compõem o condado, totalizando quase 12 milhões de pessoas numa área metropolitana equivalente a alguns estados americanos. Então temos de tudo: do bairro mais luxuoso ao mais violento. O cotidiano varia dependendo da área em que o policial trabalha. Mas todas as áreas têm suas peculiaridades e crimes rotineiros. O policial de cada área se adapta a aquela realidade.

Eliel Teixeira
Eliel Teixeira, um xerife brasileiro (Foto: arquivo pessoal do entrevistado)

Policial Pensador: Você tem acompanhado as atuais discussões sobre reformas no modelo de polícia existente no Brasil. Quais mudanças você considera pertinentes?

Eliel Teixeira: Eu vejo 3 aspectos da policia americana que resultaram na eficácia que temos hoje. A primeira é o ciclo completo de policiamento, em que a mesma polícia que faz o patrulhamento é a mesma que investiga. E nesse ciclo completo o policial evolui de um estagio ao outro, começando primeiro pela experiência de rua e depois levando esse conhecimento quando passa a ser investigador. Hoje no Brasil há um disconexo entre a realidade da rua e a investigação.

O segundo aspecto é a carreira unica. Acredito que o Brasil seja o único país no mundo em que há concurso pra chefia, sem requerer experiencia prévia, e com um sistema dividido em castas. Então um indivíduo sem experiência passa a chefiar uma equipe e uma investigação da noite para o dia. E um policial com vasta experiência policial se estagna sem opção de promoções. Em outros países, a chefia é resultado de anos de carreira e experiência. Isso nao só eleva o nível de satisfação interna entre os membros que tem a opção de ascender na carreira, mas tambem eleva o nível de confiança da população no comando de sua policia. Um chefe de policia com 30 ou mais anos de carreira tem muito mais credibilidade do que um chefe que foi indicado por razões políticas e não técnicas.

E o terceiro aspecto é a eficácia do conjunto de leis. Principalmente do papel da polícia nessas reformas. No Brasil varios policiais individuais se candidatam a cargos políticos na esperança de representarem seu segmento e isso fragmenta os votos. Nos EUA, as associações investem em varios candidatos NÃO POLICIAIS, mas com chances reais de vencerem uma eleição. Então quase sempre a polícia vai ter uma bancada expressiva ou maioria absoluta como é o caso na Califórnia hoje. E isso é essencial para que projetos de reforma penal e constitucional sejam aprovados beneficiando a polícia e o seu trabalho.

Policial Pensador: E o que as Polícias Brasileiras têm a aprender com a sua polícia?

Eliel Teixeira: A polícia brasileira evoluiria muito mais se mudasse sua estratégia de influência política como mencionei acima. A polícia brasileira como um todo tem conseguido melhores benefícios através do apoio a candidatos individuais. Mas na maioria das vezes sao beneficios salariais. Mas até hoje tem falhado em conseguir reformas expressivas no código penal, como por exemplo qualificar a agressão física contra um policial. E esses ganhos só se conquistam com uma bancada numericamente expressiva. Se nao houver uma mudança nessa estratégia, algumas propostas como a PEC51 terão sempre dificuldades em serem aprovadas. Como o grande Albert Einstein disse: Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.

Policial Pensador: A relação com a comunidade é importante? Você poderia dizer quais as diferenças entre a comunidade de Nova York e de Brasília, por exemplo, em relação à polícia?

Eliel Teixeira: Não é só importante. É o fundamento de toda a existência da polícia. Sem o apoio da comunidade não teríamos a autoridade e autonomia que temos. Acredito que a polícia de Brasília, a qual eu visitei, seja modelo nessa área e se assemelha muito a nossa no relacionamento com a comunidade e com grupos de liderança. Há um diálogo, e isso é o que impulsiona o trabalho da polícia nas comunidades e estabelece a confiança mútua.

Policial Pensador: Finalmente, que conselho dá aos policiais brasileiros?

Eliel Teixeira: Eu nao tenho conselho a dar, mas parabenizo a todos pelo trabalho que exercem diariamente. Tenho uma admiração muito grande por todos, por reconhecer os obstáculos que enfrentam todos os dias no cumprimento do dever. Fica aqui minha saudação fraternal a todos. Força e Honra!

Policial Pensador: Muito obrigado!

Fonte: Blog Policial Pensador

Deixe um comentário

Arquivado em Reflexão