Radio Policiamento Inteligente Web

Mesmo na correria do dia a dia passei hoje para divulgar a rádio policiamento inteligente web. Ela está no endereço: http://policiamentointeligente.org/

É um projeto antigo que agora torna-se realidade. Por enquanto teremos boa música 24h por dia. No futuro queremos implementar programas voltados para a discussão de temas voltados para a segurança pública, diversão e arte.

Continue nos acompanhando em nossos canais nas redes sociais.

cropped-cropped-cropped-1978631_614002178694791_7316205545168061416_n.jpg

Deixe um comentário

Arquivado em polícia militar

Obrigado meus leitores, até logo, espero voltar um dia!

Agradeço a todos os leitores que me acompanharam desde os primeiros passos em 2008 e todos aqueles que juntaram-se a caminhada posteriormente. Do fundo do meu coração, eu só tenho a agradecer.

Aqui vivemos muitas discussões, eu até diria muitas emoções. Neste espaço fui técnico, fui militante, mas também fui autêntico. Não acredito em “verdades absolutas”, por isso gosto de convencer e de ser convencido. Desenvolver a tese política que chamo de “policiamento inteligente” e vários conceitos que foram assimilados é um grande orgulho. Fato que me ajudou a chegar onde estou hoje.

Neste momento entro em uma nova fase de minha vida. Em breve terei uma nova filha, Sophia, e construirei uma nova trajetória. Espero voltar um dia. Sinto falta de escrever, mas entendo que para receber coisas novas é preciso abrir mão das velhas. Prefiro me silenciar neste momento a transformar este espaço em um “blog chapa branca”, perderia toda minha credibilidade. Agora é hora de agir, de tentar colocar em prática tudo aquilo que um dia defendemos aqui.

Aproveitem minha “ausência” para pesquisar os textos antigos, ver nossa evolução ao longo do tempo. Sugiro os textos sobre conceitos como a “desmilitarização cultural”, “pracismo”, “limitarismo”, sobre os “movimentos reivindicatórios da PMDF” e sobre o “processo de infantilização na formação profissional”. Além de vários outros. Basta clicar em pesquisar e colocar os temas de seu interesse. Boa leitura!

Muito obrigado mais uma vez!

Atenciosamente,

Aderivaldo Cardoso (DERI)

10270236_643661982367574_215999102_n

9 Comentários

Arquivado em polícia militar

Como é uma polícia cidadã? Um gesto pode dizer mais que mil palavras!

Ser uma “polícia cidadã” é isso. Não podemos nos omitir, mas podemos ser sensíveis a dor do outro. Parabéns a Cap. Talita pelo Abraço de apoio e sensibilidade durante a ação de retirada de uma invasão no setor “Sol Nascente” na Ceilandia.1514215_946131395396871_9186067650523065882_n

1 comentário

Arquivado em Perfil profissiográfico, polícia comunitária, policiamento comunitário, policiamento inteligente

A visão pracista ou a visionária?

Quem me acompanha neste últimos sete anos conhece alguns dos conceitos desenvolvidos neste espaço. Aqui desenvolvemos a “tese política” que denominados “policiamento inteligente”, nela falamos sobre suas fases: 1) Ideológica; 2) Metodológica e 3) Ações de implementação. Na primeira fase desenvolvemos o “sistema que ideias” que daria sustentação a tese. Apresentamos conceitos que ajudaram a quebrar preconceitos no intuito de produzir uma mudança de “mentalidade”, que pode gerar uma mudança de comportamento, a qual denominamos “desmilitarização cultural”.  Desenvolvemos um método onde procuramos definir “o que fazer” e “como fazer”, depois partimos para o “quem mobilizar” internamente e posteriormente externamente. Avançamos depois para a definição do problema (ao contribuir na elaboração de um plano de governo) e objetivamos contribuir agora para o “policiamento orientado para o problema”, ajudando a aproximar a polícia da comunidade e a comunidade da polícia. É uma construção lenta que passa pelo empoderamento de alguns setores e pessoas.

Neste período, montei um blog, fiz uma especialização em segurança pública, escrevi um livro e distribui em vários níveis da Corporação e de outras instituições, estive na Força Nacional, na Senasp, na Assessoria Parlamentar da Câmara Legislativa, ministrei aula de Chefia e Liderança para mais de dez mil policiais, dentre as várias outras unidades da Corporação. Desenvolvemos o conceito de que todo policial tem poder, autoridade e legitimidade para atuar, precisamos conquistar a confiança da comunidade.

Recentemente, fui convidado pelo Secretario de Segurança pública para atuar em sua Assessoria Especial. Vi alguns “oponentes” achando um absurdo um CABO ser nomeado em um “Cargo de Natureza Especial”. Durante um bom tempo aprendi sobre o “racismo”, agora, assim como desenvolvi o conceito do “limitarismo”, em meu livro, onde defini como o limitador de mentes e potenciais, estou criando um novo termo que estou chamando de “pracismo”, ou seja, o preconceito com a “praça”. Podemos ver a nomeação de um um CABO nesta posição por meio de dois olhares: o primeiro pode ser aquele do incômodo e da inveja ou simplesmente pelo olhar “pracista” que acha um absurdo uma praça ocupar tal espaço. O segundo pode ser um olhar visionário, onde enxergamos uma quebra de paradigma em uma secretaria onde não havia espaço para isso. Com o olhar da “desmilitarização cultural”, aonde um CABO pode ser nomeado no mesmo “nível” que um ex-secretário de segurança, um ex-diretor da polícia civil, dois ex-subcomandantes da PM e um ex-coordenador nacional de polícia comunitária. Uma pequena “mudança” que pode gerar “estranhamentos”. Afinal, quantas praças já ocuparam a posição de assessor especial de um secretário de segurança no DF? Quantas foram ouvidas por um secretário e pelo governo do DF? Prefiro enxergar com o olhar dos “visionários”.

Por: Aderivaldo Cardoso

10270236_643661982367574_215999102_n

4 Comentários

Arquivado em Reflexão

Legitimidade Policial: a moeda de ouro na atuação da Polícia

Sempre digo que todo policial tem PODER, AUTORIDADE E LEGITIMIDADE para atuar. Que ele precisa apenas conquistar a CONFIANÇA  da COMUNIDADE para potencializar tudo isso. Atualmente temos três tipos de policiais em nosso meio: aqueles dentro do paradigma da segurança nacional (que vêem o cidadão como “inimigo” que deve ser “combatido” ou simplesmente “controlado” o tempo todo. Aqueles formados no paradigma da segurança pública (que acham que devem proteger apenas a vida e o patrimônio e que para isso podem utilizar de “todos os meios” possíveis, inclusive “métodos antigos” e aqueles formados dentro do paradigma da segurança cidadã, ou seja, aqueles que entendem que o papel da polícia passa pela proteção da vida, do patrimônio, mas que os direitos e garantias individuais devem ser preservados. O texto do colega Danillo Ferreira do Blog Abordagem Policial trabalha bem alguns destes conceitos. Boa leitura!

Legitimidade Policial

 A qualidade da relação entre a polícia e a comunidade costuma gerar discussões típicas de torcida de futebol em final de campeonato.

Basta uma matéria de manchete impactante ser publicada sobre desentendimentos na relação entre um policial e um membro da comunidade (preferencialmente recheada por um vídeo de embate físico) que logo surgem as disputas por definir quem está certo e quem está errado.

Embora tenha importância que a ação da polícia seja debatida publicamente, é ainda mais importante aprofundar o olhar sobre os elementos que levam a polícia a garantir uma atuação que, por um lado, tenha menos necessidade de uso da força, e, por outro, que tenha menos questionamentos e resistência por parte da comunidade.

Chamo de legitimidade policial a capacidade da polícia atuar em determinada comunidade sendo apoiada pela população, usando o mínimo de força possível para previnir violências e delitos em sua área de atuação.

Quanto mais legitimidade tem um grupamento policial, menos os próprios policiais e os demais cidadãos são expostos a riscos, e mais as relações sociais fluem sem intervenção da força. Neste artigo pretendo discutir alguns fatores essenciais para a construção de legitimidade policial.

Legalidade não é Legitimidade

Muitos policiais confundem legalidade com legitimidade. Embora seja o primeiro passo para o desenvolvimento de sua ação, a legalidade não é suficiente para que um policial tenha legitimidade.

Talvez um Juiz possa atuar sem muitos embaraços se apenas for legalista. O policial precisa de algo mais.

Uma simples ordem dada por um policial, mesmo sendo perfeitamente legal, pode se tornar ilegítima por causa da forma como se dá a ordem. Se usa arrogância ou desprezo, por exemplo, a ordem passa a ser questionada não pela sua legalidade, mas por sua legitimidade.

Talvez um Juiz possa atuar sem muitos embaraços se apenas for legalista. O policial precisa de algo mais.

Honestidade e sinceridade

Não é possível garantir que a ação da polícia seja respeitada quando sabe-se que, na condição de cidadão, o policial não cumpre seu dever. Da mesma forma, o policial não pode voltar atrás de sua ação legal, qualquer que seja a razão.

A comunidade deve enxergar no policial uma figura que, além de cumprir seus deveres, não permitirá que direitos sejam desrespeitados por quem quer que seja. Por isso, mesmo o mais destacado membro da comunidade – lideranças comunitárias incluídas – devem saber, com sinceridade, que os valores da integridade social estão acima de qualquer relação individual.

Para alcançar legitimidade não é preciso ser leniente. Ao contrário.

Capacidade de ouvir

Toda organização bem-sucedida deve ser sensível às impressões e opiniões que o público tem dos serviços prestados.

Parece óbvio e redundante, mas nem sempre é colocado em prática pelas unidades policiais o acolhimento do feedback visando fortalecer o que há de bom, extinguir o que há de ruim e aperfeiçoar o que há de defeituoso.

Saber a opinião da comunidade também faz com que ela se sinta parte das políticas desenvolvidas pelos policiais, evitando oposição à atuação.

Respeito à cultura e hábitos

É comum (por ser mais fácil e cômodo) que a atuação policial em uma comunidade tenha a natureza de um “choque de ordem”, assumindo o tom meramente proibitivo, desconsiderando os hábitos da população e sua cultura.

Dizer “não” a tudo certamente evita que delitos ocorram, mas também evita que a vida social das pessoas se realize.

Dizer “não” a tudo certamente evita que delitos ocorram, mas também evita que a vida social das pessoas se realize. O desafio é garantir  que a sociabilidade da comunidade se mantenha prevenindo a incidência de violências.

Cada comunidade tem uma dinâmica de horários, de formas de divertimento e interação. Ao considerar tudo isso, a polícia se integra ao contexto social e é mais reconhecida pela comunidade.

Capacidade de mediação e prevenção

Em toda relação humana ocorrem desacordos, disputas e desentendimentos. A incapacidade de lidar com essas questões, em último grau, pode levar à violência.

Considerando o papel preventivo que deve ter a atividade policial, mediar adequadamente os conflitos que nascem em uma comunidade é algo central. Essas pequenas mediações são a principal tarefa que a maioria dos policiais já fazem nas ruas, o que acentua a necessidade de preparo e aprofundamento nas técnicas de mediação.

Quanto mais mediações bem-sucedidas o policial faz, menos precisa usar a força, eliminando os riscos para todas as partes (policiais incluídos).

Efetividade na ação

Entre todos os aspectos mencionados neste artigo este certamente é o que menos depende do policial, individualmente, já que se refere ao desdobramento que é dado à ação policial legal.

Por defeitos estruturais nos modelos das polícias brasileiras, com o ciclo dividido entre as polícias civis e as polícias militares, é difícil ter a garantia de que as ações policiais terão alguma efetividade.

Com o atual sistema, o policial militar é desencorajado de autuar em uma simples perturbação do sossego, pois evita o ônus logístico (distância, demora) e interpessoal (rivalidade, corporativismo) de encaminhar o caso à delegacia de Polícia Civil.

Além disso, o policial precisa lidar com a desastrada política de drogas praticada no país, apreendendo quantidades cada vez maiores de drogas ilícitas e testemunhando o quão inócuo é seu esforço para resolver um problema da área de saúde com ferramentas da área de segurança.

Nesse cenário desgastante, a atuação policial acaba sendo seletiva, transmitindo a sensação (aos policiais e à comunidade) de falta de efetividade e utilidade no trabalho da polícia.

Concluindo…

Como se vê, não é simples conquistar legitimidade para um grupamento policial em uma comunidade.

Os fatores citados neste artigo sequer são os únicos que compõem esse precioso troféu, mas provavelmente estão entre os principais para fazer com que a ação da polícia seja bem aceita e que use o mínimo de força possível.

Quanto mais legitimidade, menos resistência, menos força, menos risco, mais segurança e mais paz pública.

Fonte: http://abordagempolicial.com/2015/02/legitimidade-policial/

Deixe um comentário

Arquivado em Reflexão

Reguffe toma posse; senador apresentará propostas importantes para o DF

O senador José Antonio Reguffe (PDT/DF) tomou posse, no último domingo, no Senado Federal, prometendo exercer um mandato enxuto, pautado pela ética e com a apresentação de projetos relacionados às áreas de educação, saúde e segurança pública. Reguffe foi o parlamentar que mais destinou emendas orçamentárias para a segurança pública nos últimos anos. Ao lado dos senadores Hélio José (PSD/DF) e de seu colega de partido, Cristovam Buarque, Reguffe entoou o hino nacional, com a mão direita sobre o peito, em sinal de patriotismo.

Com as saídas de Gim Argello (PTB/DF) e Rodrigo Rollemberg (PSB/DF), o DF passa a ter como senadores os nomes mencionados acima, cujos perfis se destacam pela ética, política social e educação.

As principais proposições que Reguffe defenderá no Senado são: reforma política profunda, defesa da redução da carga tributária e redução do custo do mandato dos parlamentares. Em relação ao DF, o senador adianta que apresentará emendas nas áreas prioritárias para a população: educação, saúde e segurança pública. Entre os investimentos urgentes, ele assinala a compra de remédios para os hospitais públicos; a construção de escolas de tempo integral; e o aparelhamento das polícias e do Corpo de Bombeiros.

Por Fred Lima com adaptações 

16421476725_60b882f551_k-1024x678

Deixe um comentário

Arquivado em Política

NOTA DE REPÚDIO ao JORNAL “AQUI”. Por GTOP-28 Ceilândia-DF

A respeito da publicação que saiu na capa do “Aqui DF” de Hoje (01/02) que diz “ PMs CAÇADOS PELA BANDIDAGEM”, gostaria de manifestar o meu repúdio a este jornal que faz parte de um grupo que é composto também pelo Correio Braziliense e pela TV Brasília. Que a bandidagem já se sente bastante a vontade com a flexibilidade de nossas leis isso é fato, e não é novidade para ninguém, mas se esta bandidagem começar a pensar que a polícia está acuada, aí começamos a correr o risco de ver um cenário de baderna se instalar em nossa cidade. No Art. 144. De nossa constituição temos que “A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio …”, e neste sentido gostaria de lembrar aos jornalistas sensacionalistas em geral que ao veicularem uma matéria tipo essa que foi publicada hoje pelo Aqui DF, vocês estão ajudando a encorajar os criminosos a se levantarem contra os guardiões da sociedade que lutam praticamente sozinhos contra um sistema que paulatinamente tem se mostrado ser por demais frágil para manter os criminosos em geral presos. É inegável que as polícias prendem os autores de crimes, mas os benefícios de penas que são aperfeiçoados pelos legisladores em favor da bandidagem, torna praticamente sem efeito o pesado trabalho que é desenvolvido pela polícia. A mídia é o 4º poder e deveria ser mais cautelosa ao ajudar a consolidar a opinião que a polícia está acuada. Conheço os policiais que trabalham na rua e posso afirmar que atentos todos estes profissionais sempre estiveram, mas também posso afirmar que jamais os homens de farda vão recuar ante a bandidagem. Polícia é polícia e quem tem que temer o braço da lei são os vagabundos que afrontam a sociedade.

SGT Rubens – GTOP 28

1484646_567803886689079_4829799087413360115_n

Deixe um comentário

Arquivado em Reflexão

É hora de reocuparmos espaço..E o respeito!

Diante de tudo que vem acontecendo me vi na obrigação de tecer algumas palavras. Como não é segredo para ninguém, participei ativamente dos últimos movimentos reivindicatórios em prol de nossa classe. Obtive apoio de muitos e, por conseguinte, muitas críticas também. Muitas delas construtivas, mas também de cunho destrutivo e covarde. Infelizmente ou felizmente, esse é o preço que se paga quando se acredita em um ideal.

IMG-20141121-WA0022[1]

Apesar das decepções acredito que nossa classe saiu daquela luta mais forte e maior do que quando começou; e isso podemos considerar um grande legado. Se ainda não somos reconhecidos e valorizados não é motivo para abaixarmos a cabeça. Temos muito por fazer. E uma delas é recuperar a condição de policiais que um dia fomos e mostrar aos infratores da lei quem é que manda no pedaço. Nesse momento delicado, concito a todos que façamos isso por nós e não por nossos governantes.

IMG-20150118-WA0012

Uma vez a Operação Tartaruga ou Legalidade foi decretada para mostrarmos a toda a sociedade que temos valor e que fazemos falta. Uma vez provado isso é preciso retomar aquilo para o qual nos engajamos, que é proteger a sociedade e fazer cumprir as leis.

Por isso, gostaria de propor um pacto com todos que é retomar a nossa condição e o território perdido. Mas para isso não é necessário termos que inventar nada ou que tenhamos que desempenhar o serviço dos outros. Basta apenas que desempenhemos a nossa missão da melhor maneira possível.

E para isso não é necessário que saiamos a caça dos meliantes, pois eles já estão aí a olhos vistos. Basta abordá-los, quando em situação de suspeição, e fazer aquilo que todos já sabem de cor e salteado.

10801840_739859939396699_357805213085738919_n

Que retomemos aquilo que é nosso por direito, que é o controle da situação e do nosso espaço. Se estaremos enxugando gelo, paciência. Agora é hora de Operação Tolerância Zero para que se um dia tenhamos que mostrar novamente ao governo e sociedade  que fazemos falta, que eles possam realmente notar.

Peço desculpas a todos por me delongar no escrito, mas achei necessário, pois já ouvi a boca miúda que também sou um tartaruga, um desrespeito a toda a minha história de mais de vinte anos nessa caserna de bons serviços prestados.

Quem me conhece de verdade sabe que profissional eu sou.

Que Deus proteja a todos.

ST Eusvan

Fonte: http://tenpoliglota2012.blogspot.com.br/2015/02/e-hora-de-reocuparmos-espacoe-o-respeito.html

Deixe um comentário

Arquivado em Ocorrências

Você já fez rondas na rua de um policial hoje?

O último mês foi marcado por várias mortes e trocas de tiros entre policiais e bandidos. Em pouco mais de vinte quatro horas, três policiais militares foram baleados no Distrito Federal e no Entorno. No caso mais recente um sargento da PM, aposentado, levou quatro tiros em Planaltina. Na noite da última quinta-feira, um soldado do Goiás, morador de Samambaia foi alvo de bandidos, morreu após ter sido alvejado por um tiro. Em Valparaíso, por volta de 20h, um PM foi baleado no viaduto da cidade. Um policial da seção de inteligência.

As mortes e ferimentos geraram revolta em vários policiais. Alguns cobravam uma “resposta” das “autoridades”. Até perceberem que os policiais são as autoridades responsáveis por sua própria segurança e dos outros. Muitos decidiram protestar no enterro dos colegas, com faixas e algumas palavras de ordem. As faixas continuam ainda hoje na avenida Hélio Prates, em frente ao cemitério de Taguatinga.

IMG-20150130-WA0020

O medo e a insegurança está fazendo algo que até pouco tempo parecia impossível. Está unindo as forças de segurança do DF e entorno. Vários grupos de policiais já criaram uma “REDE DE PROTEÇÃO POLICIAL”, onde encontramos vários milicianos. Já aconteceu de uma agente penitenciária ser ameaçada por vagabundos em Samambaia e vários policiais na folga ir “protegê-la”. Em alguns Estados policiais já organizam rondas nas proximidades das residências de outros policiais. Fato que merece atenção. Nós somos os guardiões da sociedade e de nossas famílias. Se nós falharmos um de nós poderá pagar o preço, ou nossos familiares e amigos. Temos poder, autoridade e legitimidade para atuar. Não podemos nos curvar diante da marginalidade!

IMG-20150118-WA0012

Alguns políticos  já aproveitam o momento para se solidarizar e prometer aquilo que já defendemos há anos aqui no Blog, ou seja, que os crimes contra policiais, juízes e promotores tornem-se hediondos. Já existe projeto no congresso para este fim. Só precisa avançar nas comissões. Esperamos que não seja mero oportunismo. Iremos acompanhar e cobrar! O Ideal Coletivo já está propondo um grande ato em defesa da família policial. Vamos aguardar!

fraga diz

Por: Aderivaldo Cardoso

Deixe um comentário

Arquivado em Reflexão

Saímos do “discurso tradicional” de que a “policia faz rondas constantemente na área” para algo mais real

Ontem postei sobre o fortalecimento da “autoridade do discurso” em substituição ao simples “discurso da autoridade. Hoje vi uma excelente  resposta da Comunicação Social da PM que exprime um pouco do que disse ontem. Saímos do “discurso tradicional” de que a “policia faz rondas constantemente na área” para algo mais real. É isso que dá credibilidade: falar a verdade. Isso fortalece a relação de confiança. Ninguém gosta de ser enganado. Parabéns pela resposta! Assim mostramos que a melhoria da segurança vai muito além de colocar policiais na rua.

10436160_944669518876392_6774759912267344802_n

 

Por: Aderivaldo Cardoso

Deixe um comentário

Arquivado em reestruturação das polícias