Há cinco anos cinco o ceu ganhava uma estrela brilhante

Eu sempre digo que sentimos saudade quando a distância que nos separa é maior do que o amor que sentimos. Desde ontem a saudade e o aperto em meu peito aumentou. Em meu trabalho no dia de ontem uma lágrima escorreu ao perceber que era dia 4 de dezembro. Naquele horário me lembrei que faziam cinco anos que havia falado com Gabriel pela última vez. Hoje as cinco da manhã acordei incomodado lembrando de todos os fatos daquela segunda feira fatídica de cinco anos atrás. Como esquecer alguém que tanto amei? Impossível. Como não sentir dor neste dia? impossível! Como fingir que é um dia como outro qualquer? impossível! Como superar essa dor? Impossível! Como não falar sobre o que estou sentindo neste momento? Impossível.

Gabriel carinhoso
Gabriel, o tempo passou, a saudade aumentou, mas meu amor por ti continua enorme. Sinto falta de você me chamando de pai (ah não paaai), das nossas conversas, do seu abraço, do seu sorriso Alegre, sinto muita falta mesmo. Acredito que um dia nos encontraremos. Agradeço a honra de poder tê-lo chamado de filho e de ter sido chamado de pai por ti, um grande presente Deus.

gabriel feliz
Amanhã você faria 20 anos, tinha todo um futuro pela frente, as vezes, em minha ignorância e pequenez, pergunto a Deus por que os bons morrem cedo. Ele em silêncio apenas me observa e nada me diz…
Graças a Deus pude te dizer várias vezes que eu te amo. Mas continuarei dizendo: te amo cara, sinto muito a sua falta. Estarás sempre comigo, onde eu estiver. Sempre me lembrei de suas palavras e de sua história de vida: um garoto amoroso e exemplar.

aderivaldo e gabriel

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Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política elege nova diretoria, conselhos e presidente de honra

abbpForam eleitos por aclamação neste sábado (8), os membros da Diretoria Executiva, do Conselho Fiscal e do Conselho Consultivo/Ética da Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno (ABBP), para o biênio 2017-2018, compondo a chapa única “Blogueiro Forte e Independente”. São eles:

DIRETORIA EXECUTIVA

Sandro Gianelli- Diretor-Presidente

Kleber Karpov- Diretor Vice-Presidente

Toni Duarte- Diretor Secretário-Geral

Rodrigo Mercucio- Diretor Financeiro

Edgar Lisboa- Diretor de Relações Públicas

Eldo Gomes- Diretor de Relações Institucionais

Hudson Cunha- Diretor de Comunicação e Marketing

CONSELHO FISCAL

Marc Arnoldi- Conselheiro-Presidente

Hamilton Silva- Conselheiro

Ricardo Aguiar- Conselheiro

Sérgio Loros- Suplente

José Gurgel- Suplente

Idovan Araújo- Suplente

CONSELHO CONSULTIVO/ÉTICA

Tenente Poliglota- Conselheiro-Presidente

Aderivaldo Cardoso- Conselheiro

Artur Benevides- Conselheiro

Posse
Os novos diretores e conselheiros tomarão posse no dia 15/02/2017, em local a ser definido posteriormente, haja vista que o mandato da atual diretoria foi prorrogado até a data mencionada.

Sobre o presidente eleito
Além de editor do Blog do Sandro Gianelli desde 2011, o diretor-presidente eleito é apresentador do programa Conectado ao Poder, da OK FM, e assina a coluna Entorno, no Jornal Alô Brasília. Foi secretário municipal de Comunicação Social da Prefeitura de Santo Antônio do Descoberto e coordenador de Comunicação Social da Prefeitura de Novo Gama. Atualmente é assessor de imprensa na Câmara Legislativa do DF. Consultor em marketing político e especialista em pesquisa de opinião pública, Gianelli, que hoje exerce o cargo de Diretor Vice-Presidente da ABBP, fez um discurso focado na estratégia após a aclamação. “A nova diretoria terá como foco o fortalecimento dos blogueiros como categoria; a busca de mais audiência; a inserção nas faculdades; e a fiscalização dos gastos públicos investidos em publicidade”, afirmou.

Títulos honoríficos
Fred Lima sugeriu que a Assembleia concedesse o título “post-mortem” de Fundador Maior da ABBP, ao prof. Francisco de Paula Lima Júnior, o prof. Chico, que faleceu em março deste ano, como forma de reconhecimento de sua liderança e dedicação na fundação da Associação, que completa dois anos nessa próxima semana.

abbp

Parte dos blogueiros presentes na eleição da ABBP.

O título foi aprovado e será entregue à sua família na cerimônia que antecede a posse da nova diretoria e conselhos. “Uma das preocupações que tive foi de eternizar o prof. Chico no seio da ABBP, lembrando que sem ele esta Associação não teria existido, algo de conhecimento de todos os sócios. Portanto, seu nome consta no novo estatuto como Fundador Maior e a denominação da sede da ABBP é “Sede Professor Francisco de Paula Lima Júnior”, como forma de homenageá-lo”, afirmou o diretor-presidente.

Também com o objetivo de reconhecer e fazer constar em ata, o diretor-presidente recomendou que o benemérito Danúbio Martins de Oliveira, que já recebe carinhosamente o título de “padrinho da ABBP”, obtivesse formalmente a honraria que já lhe é conferida. “Vamos só ratificar aquilo que já existe na prática. Danúbio está conosco desde o início. Ele merece por sua contribuição”, afirmou Fred.

Presidente de Honra
A Secretaria-Geral propôs à Assembleia que fosse outorgado o título de Presidente de Honra da ABBP ao diretor-presidente, Fred Lima, após a conclusão de seu mandato, em fevereiro. Por unanimidade, a Assembleia aprovou o título, e fez questão de ressaltar as ações importantes promovidas pelo dirigente durante sua passagem pela presidência da Diretoria Executiva, incluindo, por exemplo, a organização institucional, o lançamento do Código de Ética, a criação do Departamento Jurídico, a inauguração da sede, a reforma do estatuto, a implementação da sabatina política etc.

Emocionado, o presidente agradeceu a importante honraria e afirmou que será uma espécie de conselheiro do futuro diretor-presidente, Sandro Gianelli. “Quando o presidente Sandro quiser, estarei à sua disposição para ajuda-lo naquilo que for possível, em prol da ABBP. Serei informalmente um conselheiro facilitador da gestão do diretor-presidente eleito e de outras futuras gestões que coloquem a Associação em primeiro lugar”, concluiu.

Da Redação do Portal ABBP

 

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Os estranhos e intrusos podem chegar e vencer em 2018

“Outsider: 1 – estranho, intruso, estrangeiro. 2 – pessoa ou animal que tem poucas chances de vencer. ”

Essa é a tradução, segundo o Michaelis, para a palavra em inglês que está na moda na política, e não só no Brasil. Pois ninguém se surpreenda com a força que outsiders possam vir a ter nas eleições de 2018 em Brasília. Candidatos estranhos à política partidária tradicional, intrusos em um ambiente dominado pelas velhas figuras da politicagem, poderão surgir e, quem sabe, surpreender. E tanto nas eleições proporcionais – para deputados federais e distritais – quanto nas majoritárias – para senadores e governador.

Em outros tempos, como diz a tradução, teriam poucas chances de vencer. Hoje, é perigoso afirmar isso.

Uma possibilidade a ser não desprezada

Os cenários para 2018 parecem bem favoráveis aos estranhos e intrusos com jeito de terem poucas chances de vencer as eleições majoritárias ou proporcionais. Valeria a pena até encontrar na língua portuguesa uma palavra que exprima o sentido do outsider, para evitar a repetição excessiva da palavra inglesa.

Essa não é uma tendência inexorável, muito menos se pode afirmar que se manterá até o início do processo eleitoral. Hoje, porém, são fortes as indicações de que há chances de vitória de figuras distantes da política tradicional que apresentem um perfil de honestidade e realizações e saibam ganhar a confiança dos eleitores.
Quem desconhecer ou minimizar essa possibilidade poderá levar um susto em 2018.

Desgaste dos políticos é inevitável

Os partidos e os políticos estão, de modo geral, desmoralizados e com baixíssima credibilidade, à esquerda, ao centro e à direita. Não é diferente com os políticos brasilienses e a tendência tende a se agravar, seja pela intensificação das operações contra a corrupção e das delações premiadas, seja pelas visíveis e notórias tentativas de interrompê-las.

De um jeito – mais investigados, denunciados e presos – ou de outro – “operações abafa” para livrar os políticos das punições – a população deverá estar ainda mais irritada com os políticos tradicionais e disposta a dar um basta aos que considera fonte da corrupção e da ineficiência que grassa no país. Principalmente em tempos de crise brava.

É um momento favorável a pessoas sérias e bem-intencionadas e a aventureiros perigosos. Os intrusos podem vir para o bem ou para o mal. Para fazer uma nova política ou para, enganando os eleitores, dar novo formato à velha política.

Reguffe está dentro, mas parece fora

O político brasiliense com mais jeito de outsider é José Antônio Reguffe. Pode parecer paradoxal, pois Reguffe já foi deputado distrital e federal e é senador e não é um estranho na política. Mas goste-se ou não dele, de seu desempenho e de suas posições políticas, Reguffe foge aos padrões do político tradicional, por estilo, ações e, sobretudo, por cumprir o que promete. E já há alguns meses não está filiado a partido.

Se viesse a ser candidato ao governo, Reguffe sairia na frente. Mas não será candidato porque prometeu exercer integralmente seu mandato de oito anos e cumpre o que promete. A ausência de Reguffe nas eleições abre mais espaço para os intrusos.

Vida difícil nos dois lados

Os que se colocam ou foram colocados como possíveis candidatos ao governo de Brasília e às duas cadeiras no Senado padecem, todos, do mesmo “mal”: são identificados como políticos profissionais e tradicionais. Deputados federais e distritais estão desgastados. E cada um deles ainda tem seus problemas específicos. O governador Rodrigo Rollemberg, por exemplo, vai muito mal na avaliação do eleitorado. O ex-vice-governador Tadeu Filippelli tem problemas com a Justiça.

A vida pregressa, individual ou dos partidos que representam, é um ônus para a maioria dos possíveis candidatos às eleições majoritárias. Tanto no bloco à direita, dos grupos tradicionalmente ligados a Joaquim Roriz e José Roberto Arruda, como no PT. Nos tempos atuais não é preciso ser desonesto para ter imagem ruim, basta parecer desonesto.

Os candidatos à esquerda, mesmo com vida limpa, correm o risco de se inviabilizarem pelo fracasso consumado da gestão de Agnelo Queiroz e do fracasso potencial do governo de Rollemberg – que ainda tem a oportunidade de corrigir seus erros e se reconciliar com o eleitorado, o que é difícil, mas não impossível.

E também para os que vêm de fora

Os estranhos em 2018 podem vir do lado esquerdo ou do lado direito do espectro ideológico, mas tendem a ter mais sucesso se se identificarem com posições ao centro, pelas características do eleitorado brasiliense. Terão de ter histórico de honestidade e passar aos brasilienses a segurança de que poderão fazer um governo competente e eficiente.

Será necessário ter muito cuidado com os partidos a que estarão filiados e com as alianças que fizerem, pois o discurso do outsider pode ser contaminado pelas más companhias. Mas, sem partido não se pode ser candidato e sem alianças fica mais difícil a eleição.

No fim das contas, a vida dos estranhos e intrusos também não será fácil em 2018.

Fonte: Coluna do Jornalista Hélio Doyle – Jornal de Brasília.

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O dia em que policiais e bombeiros pararam Brasília por um minuto!

Ontem foi um dia marcante no Distrito Federal. Policiais e Bombeiros em todo o DF pararam por um minuto suas atividades para prestar honras (homenagem) aos Policiais Militares mortos no Rio de Janeiro após uma queda de um helicóptero da polícia. Em várias unidades e até mesmo no meio da rua, em frente a monumentos da cidade, as 16h tudo parou ouviu-se os “choros” das sirenes ligadas, viu-se a “última continência” aos heróis anônimos que deixaram seus familiares e amigos inesperadamente.  Na cidade Estrutural, 15º BPM, uma das mais perigosas do DF tivemos a homenagem abaixo.

Ainda em 2012 publiquei aqui no blog a necessidade de um movimento nacional em defesa da família policial. Um grito de chega de mortes de policiais e de bandidos impunes. Projetos avançaram. Tivemos os crimes contra policiais sendo considerados hediondos, mas muito pouco diante do que precisamos.  Abaixo, apresentamos a homenagem dos policiais do 17º BPM:

A ROTAM fez a homenagem em frente a Torre de TV no Centro da Cidade:

O Batalhão de Trânsito fez a homenagem em frente ao Congresso Nacional:

Em Samambaia a demostração de união foi enorme, pois Bombeiros e Policiais Militares prestaram juntos a homenagem:

Foram Centenas de demonstrações de respeito aos irmãos que tombaram em combate. Gostaria de colocar aqui cada homenagem. Peço desculpas por não ter conseguido baixar vídeos dos colegas da Polícia Civil que prestaram várias homenagens no DF. Aos colegas do GTOP também peço desculpas. Tentei representar o máximo de nossa corporação. Encerro com o vídeo do CHOQUE e com uma frase que expressa o mais genuíno dos meus pensamentos.

Quando tomba um irmão de farda, todos morremos um pouco. Quando sangra um irmão em combate, também sangramos juntos. Força aos irmãos do Rio de Janeiro! (SGT PMDF Aderivaldo)

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Que nosso protesto silencioso possa mostrar o tamanho de nossa união e de nossa força. Precisamos falar em reforma policial no Brasil. Do jeito que está não dá mais! Chega!

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Rollemberg reconhece erros políticos à cúpula do próprio partido

As críticas ao governo de Rodrigo Rollemberg partem de todos os lados, inclusive de seu próprio partido, o PSB. Na última reunião da executiva regional da legenda, realizada na noite de anteontem na sede local da agremiação, pela primeira vez, o governador admitiu abertamente os erros políticos na condução do GDF e pediu desculpas para os correligionários. Na interpretação da cúpula partidária, o movimento de Rollemberg é uma tentativa de reunificação e pacificação da sigla.

Rollemberg não parou no mea-culpa e prometeu reformular a estratégia política na condução do Buriti. Esta reconfiguração não implica necessariamente em uma nova reforma administrativa, pontual ou ampla, mas abre brecha para eventual troca de cadeiras em secretarias, administrações regionais e empresas e demais órgãos públicos. A princípio a reunião trataria de três temas: avaliação do GDF, perspectivas para 2018 e Câmara Legislativa.

A fala do governador pegou no contrapé a maioria dos participantes. Pelo perfil de Rollemberg, ninguém esperava o movimento. Em uma conversa reservada, um membro do partido avaliou que o reconhecimento das falhas é primeiro passo a melhoria da gestão, não apenas na política mas também nos serviços públicos. A prova da fragilidade política do governo é o isolamento do PSB. Grupos de direita, centro e esquerda se movimentam para 2018 sem conversar com o partido.

No quesito alianças, a maior parte dos militantes presentes deixou clara a preferência por uma reaproximação com as forças de esquerda e de uma mudança de tom no embate entre GDF e servidores públicos. Os correligionários concordam em que não existem recursos e nem condições para a concessão dos reajustes, mas o governo deveria priorizar a negociação.

Motivo de tensão

Por outro lado, um ponto tenso é a relação com PSD, do vice-governador Renato Santana. A cúpula do partido considera que a parceria está estremecida, mas ainda não deve ser rompida. Mas alguns segundo parte dos filiados, não existe mais sentido em manter os laços, com a sigla capitaneada pelo deputado federal Rogério Rosso.

Mesmo sem comentar o discurso do governador, o presidente regional do PSB e secretário de Turismo, Jaime Recena, contou que o partido pretende fortalecer as alianças políticas, especialmente PDT, Solidariedade, Rede e, inclusive o PSD. “Esse alinhamento é constante. Na semana passada, almocei com o presidente do PDT, Georges Michel. Quando chega na metade do governo, é preciso reforçar as alianças”, afirmou.

Indo da política para a avaliação popular, o grandes desafio do GDF é mostrar para população os primeiros resultados consolidados. Para Recena, o governo precisa se conectar melhor com o povo, pois poucas pessoas estão analisando o desempenho da gestão PSB como um todo. Em relação a briga com os servidores, Jaime ressaltou que o GDF não consegue conceder os reajustes, mas está pagando os salários em dia, enquanto estados, a exemplo Rio de Janeiro, mal conseguem ficar de pé.

Meta é quatro distritais

Para evitar um novo ciclo de percalços na Câmara Legislativa, o PSB definiu a meta de eleger quatro deputados distritais nas eleições de 2018. O partido não conseguiu um parlamentar em 2014 e pagou um preço caro por isso, ficando por muito tempo alheio às movimentações do Legislativo.

Para emplacar o suplente Roosevelt Villela, precisou ceder muitos espaços para Joe Valle e PDT. O arranjo foi por terra, quando Valle voltou para o mandato. E a sigla só conseguiu se firmar na Casa com as filiações de Juarezão e Luiza de Paula.

“Nós queremos ampliar a nossa bancada, se possível para quatro deputados. Também é importante elegermos um deputado federal em 2018”, contou Jaime Recena. Dentro dos próximos dias, o partido também deverá definir uma posição em relação à eleição para a presidência da Câmara Legislativa para o próximo biênio.

“Não é só o PSB que está fazendo essa discussão. Outros partidos também estão discutindo isso. E a Câmara é primordial para o sucesso dos próximos dois anos do governo”, argumentou.

Sobre a próxima corrida pelo Palácio do Buriti, Recena afiançou que Rollemberg é a opção da sigla. “O governador é o nome do partido. Não tem porque ser diferente. Os primeiros dois anos de governo foram dificeis, mas tivemos resultados. O governador tem plenas condições de se reeleger e ter mais quatro anos de governo em melhores condições”, concluiu.

Por: Francisco Dutra – Jornal de Brasília
francisco.dutra@jornaldebrasilia.com.br

Ao PSB, Rollemberg reconheceu erros políticos do governo e falou em retomar as alianças partidárias (Foto: André Borges/Agência Brasília)

Ao PSB, Rollemberg reconheceu erros políticos do governo e falou em retomar as alianças partidárias (Foto: André Borges/Agência Brasília)

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O que é ser pai nestes dias tão difíceis?

Tenho alguns modelos que sigo em minha vida. Com certeza meu pai é o primeiro deles. Ontem ele fez 70 anos e muitas foram as emoções neste dia tão especial. Ano passado, meu outro modelo, o senador Reguffe me deu 10 conselhos que tenho seguido à risca. Um deles foi que a política não termina amanhã, que não tenho que me desesperar, o outro que eu deveria focar em minha família, pois a família é a base de tudo.

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No dia de ontem tive a oportunidade de dizer em vida ao meu pai, o que muitos só lembram de falar após a morte de seus entes queridos. Neste blog, várias vezes já falei que meu pai é meu herói, meu amigo, meu conselheiro e meu pastor. Ouça e reflita sobre o que penso sobre o que é ser pai nestes dias tão difíceis. Para quem achar os vídeos longos, eu digo que é pouco tempo para expressar quem é meu pai.

Vejam também a homenagem que meu primo Ramon fez a ele:

Lá em casa encerramos as comemorações orando. Meu irmão, assim como meu pai, é o sacerdote da casa. Eu respeito a autoridade espiritual deles:

Agora é hora de apagar as velinhas. Vejam o que cantamos neste momento: “é crente, é crente, que ora, que ora e faz jejum”.

 

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Para ser um candidato a cargo eletivo é preciso ter pelo menos dez pessoas que acredite em você!

Hoje, ouvindo uma “pequena palestra” do Jornalista Odir, do Blog Rádio Corredor, sobre campanhas políticas sem dinheiro, algumas reflexões vieram a minha mente , até mesmo para não me tornar um dos “eternos candidatos” da PMDF:

Quantas pessoas acreditam em mim e em minhas idéias de verdade? Quantas pessoas estariam comigo em 2018 hoje? Tenho ao meu lado pelo menos 10 dez pessoas que iriam comigo sem se corromper durante o processo, independentemente das chances de vitória? Faço parte realmente de um grupo político que possa mudar de fato a realidade em volta das pessoas? Tenho potencial para ter 100 pessoas me apoiando verdadeiramente até as próximas eleições que possam ser multiplicadoras? Tenho verdadeiros líderes ao meu lado que realmente querem fazer a diferença? São reflexões que faço hoje para saber que caminho seguirei nos próximos anos!

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Agradeço ao amigo Odir, pelas esclarecedoras palavras. E por sua consultoria sobre o tema política. Que ele possa continuar seu projeto de ajudar outras pessoas a se tornar pessoas melhores.

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Surgimento de uma terceira via no DF?

Em sua coluna de hoje o Jornalista e ex-secretário da casa civil do governo Rollemberg, Hélio Doyle, escreveu uma nota intitulada:  O que é difícil fica mais ainda” sobre a organização dos partidos de esquerda para as próximas eleições. Ontem com base em uma reportagem do Jornal de Brasília escrevi o texto: A esquerda já pensa em criar uma frente única no DF. Vale a pena refletir sobre o tema.

Os partidos à esquerda estão começando as conversas para discutir alternativas para as eleições de 2018 em Brasília sabendo que será difícil estarem todos juntos. Mas não será impossível, até porque até lá muita coisa vai acontecer e mudar o ambiente político na cidade. Os partidos que têm conversado são PDT, PT, PSol, Rede e PV. Mas o presidente do PDT, Carlos Lupi, deu como certa a candidatura de Ciro Gomes à presidência da República e nomeou os partidos com os quais pretende se aliar, além do PT: PPS, PTB e Solidariedade. Em Brasília, isso significa Cristovam Buarque, Celina Leão, Alírio Neto, Liliane Roriz, Augusto Carvalho e Sandra Faraj.

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Fonte: Coluna do Jornalista Hélio Doyle.

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Esquerda já pensa em criar frente única no DF

Tenho visto a esquerda “esgotando-se em si mesma” e a direita se organizando. Temos Alírio como presidente do PTB, Fraga como presidente do DEM, Rosso como presidente do PSD, Roney Nemer como presidente do PP, Filippeli como presidente do PMDB e Izalci como presidente do PSDB, partidos com grandes bancadas federais e com muito tempo de TV para influenciar nas próximas eleições. Todos eles estão se organizando no tabuleiro político. E a esquerda? Quem são os presidentes de PSOL, PCdoB, PDT e PPS? A matéria abaixo traz uma ótima análise! (Aderivaldo Cadoso)

PARTIDOS-POLÍTICOS

Matéria do Jornal de Brasília refletindo sobre a organização da esquerda para 2018:

Presidentes regionais do PSOL, PCdoB, PDT e PT planejam fazer uma reunião para debater o posicionamento das legendas nas eleições de 2018. Na mesa de debate, o principal ponto é possibilidade de um programa de governo comum, capaz de unificar uma ampla chapa de esquerda majoritária em busca do Governo do Distrito Federal. A roda de conversa pode ampliar-se. Existe a chance de participação da Rede e do PV.

Neste ano, lideranças locais da esquerda começaram a debater 2018 bilateralmente, em almoços, jantares e encontros reservados. A tendência de aglutinação ganhou força nas últimas semanas, em função de uma série de episódios. O primeiro deles é o movimento dos partidos tidos como de direita ou conservadores para a construção de um “chapão” na corrida pelo Palácio do Buriti. O segundo foi o baixo desempenho da esquerda nas eleições municipais deste ano.

O primeiro sinal de uma possível aliança foi feito por Toninho do PSOL. Depois de quatro eleições candidatando-se a governador em chapa solitária, ele anunciou que não disputará o Buriti em 2018 e que o partido está aberto para discutir coligação mais ampla.

Do ponto de vista do presidente regional do PCdoB, Augusto Madeira, o cenário das próximas eleições está indefinido. Afinal a crise econômica, política e a Operação Lava Jato ainda deverão influenciar os humores dos eleitores e do mercado. “O mais importante é abrir os horizontes para conversas. A direita está na onda de todos juntos para voltar ao poder. Falam apenas de candidatos. Queremos falar de um programa e soluções para o DF. Incluindo não só setores partidários, mas também lideranças empresarias, acadêmicas e sociais”, comentou.

Segundo o presidente regional do PT, Roberto Policarpo, no momento a discussão está restrita ao cenário majoritário. Ou seja, à princípio, as articulações não passarão pelas disputas para deputados distritais e federais. “Não dá para falar das eleições proporcionais. Temos que esperar para ver se o Congresso votará a reforma política com cláusula de barreira partidos ou impedindo coligações proporcionais”, explicou.

Um fator complicador para a aliança será a eleição nacional. Afinal, os partidos concorrentes ao Palácio do Planalto buscarão palanques exclusivos em cada unidade da federação. O PDT trabalha o nome de Ciro Gomes, enquanto a Rede deverá voltar com Marina Silva. O PT não descarta uma candidatura, inclusive do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo com a sombra da Lava Jato sobre ele.

PSB acena com retomada de um diálogo

“Nossa grande dúvida e preocupação é com o PSB. Hoje, a unidade da esquerda deveria partir do governador Rodrigo Rollemberg. Mas não sabemos qual será a posição do PSB em 2018. Se a unidade da esquerda partir de outros partidos será pela ausência dele”, afirmou o presidente regional do PDT, Georges Michel. Entre os partidos de esquerda, é unânime o descontentamento com as posturas do governo do PSB.

Segundo Augusto Madeira, Rollemberg justificou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e sinalizou aprovação à PEC 241, que define um teto para os gastos públicos. “Essas posições vão contra a esquerda e dificultam qualquer dialogo”, afirmou. O decreto antigreve dos servidores públicos, derrubado pela Câmara Legislativa também pesa contra Rollemberg.

Do ponto de vista do secretário das Cidades e aliado de primeira hora de Rollemberg, Marcos Dantas, a gestão do PSB está entrando nos eixos e vai gerar resultados concretos nos próximos meses. Sobre a polêmica do impeachment, Dantas argumentou que o governador adotou uma postura de neutralidade, para evitar que o DF se tornasse palco de violência.

“A política é dinâmica. As coisas começarão a estar definidas para 2018 a partir do segundo semestre do ano que vem”, ponderou Dantas. O diretório regional do PSB deverá reunir-se hoje. De acordo com Dantas, o partido pretende participar, provocar e pautar novas reuniões da esquerda.

Fonte: Francisco Dutra – Jornal de Brasília
francisco.dutra@jornaldebrasilia.com.br

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Para Arthur Trindade, governo Rollemberg abandonou política de segurança pública

O 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que será lançado nesta quinta-feira (03/11) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, indica que, somente no ano passado, 58.383 brasileiros foram assassinados em nosso país. Morre mais gente no Brasil do que na Síria, por exemplo, que enfrenta uma guerra, com bombardeiros constantes. No caso do Distrito Federal, no entanto, houve uma redução de 13% no número de homicídios em 2015, em relação a 2014.

Para o ex-secretário de Segurança Pública e Paz Social Arthur Trindade, o mérito se deve ao trabalho de investigação e inteligência realizado pela Polícia Civil em 2015. Ele diz que havia foco e coordenação, coisa que não existe mais. Um ano depois de deixar o cargo, Trindade acredita que o governo Rollemberg abandonou a política de segurança. “Hoje a situação é mais preocupante, pois além de não termos uma política de segurança, há um clima de animosidade entre as polícias”, afirma.

Arthur Trindade pediu exoneração em 5 de novembro do ano passado, depois de um embate com o então comandante-geral da Polícia Militar do DF, Coronel Florisvaldo César. Hoje, o sociólogo, especialista em segurança pública, diz que o descontentamento é geral, inclusive dentro da Polícia Militar. Motivo apontado pelo ex-secretário: o governador Rodrigo Rollemberg privilegia o grupo comandado pelo chefe da Casa Militar, Coronel Cláudio Ribas. “No contexto local, os policiais civis se sentem, com certa razão, desprestigiados pelo governo”, afirma. “Mas a questão é mais complexa. Mesmo na PM há descontentes”, acrescenta.

Veja entrevista que Arthur Trindade concedeu ao Correio Braziliense:

Num comparativo internacional, morre mais gente no Brasil do que na Síria, que está conflagrada por uma guerra. No Distrito Federal, no entanto, houve em 2015, na sua gestão como secretário de Segurança Pública do DF, uma redução no número de mortes de 13% em relação ao ano anterior. A que se deve isso?
Apesar dos números assustadores, o DF registrou a segunda maior queda de homicídios do Brasil em 2015, perdendo apenas para Alagoas. Esse resultado se deu, principalmente, por causa do trabalho de investigação e inteligência realizado pela Polícia Civil do DF, coibindo a atuação de gangues. É importante lembrar que 5 regiões administrativas concentram mais de 52% dos homicídios. Portanto, precisamos focar as ações.

Esses avanços na redução do número de homicídios se repetem em 2016?
Infelizmente, este desempenho não será repetido. Até outubro, os homicídios caíram menos de 1% em relação a 2015.

A política de segurança pública que começou a ser adotada na sua gestão permanece ou foi esquecida?
A política adotada em 2015 foi abandonada. A maior parte da equipe já saiu da Secretaria de Segurança. Iniciativas como a Câmara Técnica de Homicídios e o policiamento orientado para solução de problemas foram interrompidas. Outras como a reestruturação da CHPP (Coordenação de Homicídios e Proteção à Pessoa) e a implantação do policiamento comunitário, planejadas para 2016, sequer foram iniciadas. Até a divulgação mensal dos dados criminais foi suspensa.

A que se deve essa crise na segurança pública do DF?
O DF tem o maior efetivo per capta de policiais do Brasil. Também temos o maior orçamento proporcional. O número de policias por habitantes é o mesmo de Nova York e Chicago. Há poucos casos de corrupção e as polícias gozam da confiança da população. Apesar disso, os resultados são pífios. A taxa de homicídios e a percepção de insegurança seguem altas. Tudo isso porque não temos algo que mereça o nome de Política de Segurança Pública. O governo precisa ter coragem para enfrentar os interesses corporativos.

Como falar em integração entre forças policiais com o claro embate entre policiais civis e militares no DF?
Antes de falar em coordenação e articulação de ações, é necessário elaborar uma política de segurança, com objetivos claros e metas coerentes. Quando não há uma política que oriente as ações, as polícias agem por conta própria, aumentando a probabilidade de atritos. Hoje a situação é mais preocupante, pois além de não termos uma política de segurança, há um clima de animosidade entre as polícias.

O Distrito Federal enfrenta uma crise na segurança pública, com policiais civis em sucessivas paralisações em reivindicação pela paridade de salários com a Polícia Federal. Como resolver esse problema, já que o governo Rollemberg diz que não tem dinheiro para pagar o reajuste?
É preciso contextualizar. Todas as polícias civis brasileiras estão passando por uma grande crise de identidade. A maioria dos policiais civis dedica-se a trabalhos cartoriais e administrativos. Alguns grupos resistem a abrir mão do Termo Circunstanciado, que aliviaria efetivos para serem empregados nas atividades de investigação e inteligência. Essa visão bacharelesca causa enorme frustração. No contexto local, os policiais civis se sentem, com certa razão, desprestigiados pelo governo. Assim, a questão salarial que poderia ser resolvida por escalonamento, se tornou uma questão moral que uniu todos os grupos da Polícia Civil do DF

Você deixou o governo de Rollemberg num embate com coronéis da Polícia Militar. Acha que o governador privilegia a PM em detrimento das outras forças de segurança?
É essa a impressão que o governo passa quando só concede aumento aos policiais militares. Mas a questão é mais complexa. Mesmo na PM há descontentes, pois as promoções de praças ainda estão travadas e o novo plano de carreira foi esquecido. Há também oficiais desmotivados por se sentirem preteridos. No fundo, o governador tem privilegiado um pequeno grupo de coronéis liderados pelo chefe da Casa Militar.

Na semana passada, o governador Rodrigo Rollemberg fez uma “sondagem” ao ex-secretário de Segurança do Rio de Janeiro José Mariano Beltrame para o lugar de Márcia de Alencar. Seria uma boa ideia?
Beltrame é um dos melhores quadros da segurança pública no Brasil. Ele alia experiência, seriedade e capacidade de gestão. Mas é importante lembrar que cada cidade tem suas especificidades. As soluções pensadas para o Rio de Janeiro ou Pernambuco não respondem aos problemas do DF. Elas podem ser adaptadas, mas nunca copiadas.

O DF precisa de um secretário ou secretária de Segurança Pública com qual perfil?
O DF precisa de um (ou uma) secretário empoderado, capaz de elaborar e implantar uma política. Pode ser um policial, um bombeiro, alguém da área jurídica ou acadêmica. Temos excelentes nomes nestas áreas. O problema não é de perfil, mas sim de estrutura.

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CRÉDITO: ANDRE VIOLATTI/ESP.CB/D.A PRESS. BRASIL

Por ANA MARIA CAMPOS – Blog do Correio Braziliense

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