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PM que morou em invasão desabafa na internet sobre operação de derrubadas

Um vídeo postado por um sargento da Polícia Militar do DF no Facebook chamou a atenção de usuários da rede social na semana passada. Nas imagens, o PM aparece em uma operação de derrubada de invasões e relata a dificuldade da missão. O diferencial está no fato de o militar já ter morado em uma ocupação irregular e se compadecer das pessoas que vivem em invasões DF afora. O vídeo já teve quase 10 mil visualizações, quase 200 compartilhamentos e centenas de comentários.
A operação que aparece no vídeo fica no Setor de Inflamáveis (SIN) e aconteceu na segunda-feira da semana passada. Nas gravações, Aderivaldo Cardoso, 39 anos, apresenta o local, explica o trabalho e relata a dificuldade de lidar com a situação, exatamente por já ter estado do outro lado dessa história. “Hoje fui escalado para uma missão dificílima. Derrubada de barracos sempre mexe comigo porque remonta a minha infância”, descreve. Em entrevista ao Correio, o policial detalhou sua história de vida.

O início

Aderivaldo conta que nasceu em Tocantins e que se mudou para o DF quando tinha menos de 2 anos de idade, acompanhado dos pais e do irmão mais novo. Ao chegar, relata que alugaram uma casa de fundos na Vila Dimas, em Taguatinga, que foi negociada por uma tia. O pai foi trabalhar como vigilante de uma prestadora da Terracap, mas foi demitido meses depois, ficando sem dinheiro para custear o aluguel e tendo que improvisar um novo lar para família.
“Fomos, então, para uma área onde hoje é a Vila Telebrasília. Improvisamos uma casa com madeira que pegávamos de eucaliptos próximos ao atual zoológico e o teto era feito com papelão revestido de piche”, descreve.

“Quando fazia muito calor, o piche derretia. Quando chovia, o telhado voava. Eu era muito novo e ficava rezando e imaginando o que seria da gente”, detalha.

Ele descreve que, à época, a área tinha muito mato e várias famílias. A energia elétrica vinha de captação ilegal e a água, de poço artesiano. Os primeiros anos no local, segundo o policial, foram tranquilos. “O governo ainda não dava muita atenção ao local. O foco era o Plano Piloto”, explica. “Mas depois de algum tempo, quando mudou de governo, os fiscais começaram a aparecer”, declara.
As lembranças da época, segundo ele, não são muitas. Mas o pouco que restou, descrevem um verdadeiro cenário de guerra. “Muita correria, medo, gente chorando, gritando, enfrentando policial. Eles chegavam com máquinas e derrubavam tudo. Faziam chacota com a minha mãe. Era muito triste”, relembra. Outra lembrança que o tempo não apagou foi da derrubada da casa onde Aderivaldo morava com os pais. “Derrubaram parte da casa e ficamos sem teto. Não sabíamos o que fazer e nem tínhamos outro lugar para ir. Meu pai teve que reconstruir o que havia sido demolido”, acrescenta.

A bonança

Aderivaldo conta que, depois de algum tempo, o governo passou a cadastrar as famílias que moravam na invasão para transferi-las para outros endereços. A família do policial, que havia aumentado de quatro para seis pessoas após duas gestações da mãe nesse período, foi cadastrada e, tempos depois, levada para o Riacho Fundo, onde foi alocada em um galpão junto com outras famílias que estavam na mesma situação. Em poucos dias, eles se mudaram para uma casa improvisada pelo pai de Aderivaldo que, aos poucos, construiu uma segunda, mais confortável. “Em relação aos dias de hoje, não era nada confortável. Mas em relação a nossa antiga moradia, era bem mais”, detalha.
Aderivaldo Cardoso / Arquivo pessoal
Trinta anos depois, a situação da família e do policial melhorou. Os pais continuam no Riacho Fundo e os irmãos ingressaram no ensino superior. Aderivaldo foi aprovado no concurso da PMDF, tem pós-graduação, casou-se, teve duas filhas e hoje mora em uma casa própria, em Ceilândia, bem diferente da realidade que viveu quando chegou na capital do país. “Graças a Deus”, agradece.

A profissão

Em sete anos de profissão, o policial conta que já atuou em quatro operações de derrubada de invasão. Diz que os policiais costumam ser recebidos pelas famílias com hostilidade e que ele sempre se lembra de relatar sua história de vida aos moradores, na tentativa de sensibilizá-los. Aderivaldo critica a atual política de derrubadas e de habitação e diz que as exigências para aquisição de uma casa popular deixam de fora as famílias mais pobres. “Eles falam [os moradores] ‘ vocês podem derrubar, que a gente constrói de novo’”, conta. “As famílias dali não têm condições de pagar o que é pedido num financiamento de casa popular. Algumas delas vivem com menos de um salário mínimo. E díficil”, conta.
A operação que o levou ao fazer o desabafo na internet, segundo Aderivaldo, foi a mais difícil da sua carreira. Um fato em especial, segundo ele, contribuiu para isso. “Um garoto chegou agressivo e eu me vi naquele menino, voltando ao passado. Conversei com ele e contei minha história, com a esperança de que minha trajetória pudesse servir de inspiração para quem sabe, um dia, ele sair daquela realidade”, finalizou.

Veja o vídeo:

* Estagiário sob supervisão de Anderson Costolli
Fonte: Correio Braziliense

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Seguro de vida para Policiais Militares, Civis e Bombeiros do DF. Como receber?

SEGURO COLETIVO DE ACIDENTES PESSOAIS

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Nº 55/2014-SSP

(PROCESSO nº 050.001.030/2013)

A Secretaria de Estado de Segurança Pública e da Paz Social possui contrato com a Companhia de Seguros Previdência do Sul – PREVISUL, para prestação de serviços de Seguro Coletivo de Acidentes Pessoais, no exercício da função ou em razão desta, para os policiais militares da PMDF, com cobertura de morte acidental, invalidez permanente total ou parcial acidental. O contrato terá validade até 05/08/2017, podendo ser prorrogado.

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Quem tem direito?

O policial militar da ativa que for vitimado no estrito cumprimento do dever legal ou em razão da função que exerce, ainda que fora do horário do trabalho, inclusive nos deslocamentos da residência para o trabalho ou vice-versa, conforme as condições do contrato/termo de referência.

Coberturas:

Morte acidental: Garante ao(s) beneficiário(s) do seguro principal, em caso de morte acidental, o pagamento de uma indenização de 100% (cem por cento) do capital segurado.

Invalidez Permanente, Total ou Parcial por Acidente: Garante ao próprio segurado, em caso de vir a se tornar permanentemente inválido, em função de acidente, o pagamento de uma indenização no valor de até 100% (cem por cento) do capital segurado.

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O cálculo do valor da indenização será feito com base no grau de invalidez (total ou parcial), de acordo com a Tabela de Invalidez Permanente aprovada pela SUSEP:

INVALIDEZ PERMANENTE TOTAL %
Perda total da visão de ambos os olhos 100
Perda completa do uso de ambos os braços 100
Perda completa do uso de ambas as pernas 100
Perda completa do uso de ambas as mãos 100
Perda completa do uso de uma perna e de um braço 100
Perda completa do uso de uma das mãos e de um dos pés 100
Perda completa do uso de ambos os pés 100
Alienação mental total e incurável 100
INVALIDEZ PERMANENTE PARCIAL POR ACIDENTE %
Perda total e definitiva da visão de um olho 30
Perda completa da visão de um olho quando o segundo já não tiver a outra vista 70
Surdez total e incurável de ambos os ouvidos 40
Surdez total e incurável de um dos ouvidos 20
Mudez incurável 50
Fratura não consolidada do maxilar inferior 20
Imobilidade do segmento cervical da coluna vertebral 20
Imobilidade do segmento tóraco-lombo-sacro da coluna vertebral 25
INVALIDEZ PERMANENTE PARCIAL DE MEMBROS SUPERIORES %
Perda completa do uso de um dos braços 70
Perda completa do uso de uma das mãos 60
Fratura não consolidada de um dos úmeros 50
Fratura não consolidada de um dos segmentos rádio-lunares 30
Anquilose total de um dos ombros 25
Anquilose total de um dos cotovelos 25
Anquilose total de um dos punhos 20
Amputação ou perda completa de um dos polegares, inclusive o metacarpiano 25
Amputação ou perda completa de um dos polegares, exclusive o metacarpiano 18
Amputação ou perda completa de um dos dedos indicadores 15
Amputação ou perda completa de um dos mínimos ou um dos médios 12
Amputação ou perda completa de um dos dedos anelares 9
Perda total do uso de qualquer falange distal do polegar 9
Perda total do uso de qualquer falange, excluídas as do polegar: indenização equivalente a 1/3 do valor do dedo respectivo
INVALIDEZ PERMANENTE PARCIAL DE MEMBROS INFERIORES %
Perda completa do uso de uma perna 70
Perda completa do uso de um dos pés 50
Fratura não consolidada de um fêmur 50
Fratura não consolidada de uma das pernas 25
Fratura não consolidada da rótula 20
Fratura não consolidada de um pé 20
Anquilose total de um dos joelhos 20
Anquilose total de um dos tornozelos 20
Anquilose total de um quadril 20
Perda parcial de um dos pés, isto é, perda de todos os dedos e de parte do mesmo pé 25
Amputação do 1º (primeiro) dedo 10
Amputação de qualquer outro dedo 3
Perda total do uso das falanges do 1º dedo, indenização equivalente a 1/2, e dos demais dedos, equivalente a 1/3 do respectivo dedo.
Encurtamento de um dos membros inferiores:

– de 5 (cinco) centímetros ou mais

– de 4(quatro) centímetros ou mais

– de 3 (três) centímetros ou mais

– menos de 3 (três) centímetros: sem indenização

15
10
6
0

Capital básico segurável individual é balizado pela tabela da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) – autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda responsável pelo controle e fiscalização do mercado de seguro, previdência privada aberta e capitalização, conforme tabela abaixo:

EVENTOS GARANTIAS CAPITAL SEGURADO (R$)
Morte acidental Garantia Básica R$ 149.259,71 (cento e quarenta e nove mil, duzentos e cinquenta e nove reais e setenta e um centavos)
Invalidez Permanente Total (IPT) R$ 149.259,71 (cento e quarenta e nove mil, duzentos e cinquenta e nove reais e setenta e um centavos)

As indenizações serão pagas pela PREVISUL, nominalmente ao Segurado ou beneficiário(s), após entrega do dossiê completo do sinistro na Seguradora, em até 30 (trinta) dias úteis, para todas as coberturas (morte acidental, invalidez permanente, total ou parcial por acidente)

O policial militar segurado poderá, a qualquer tempo, definir livremente os seus beneficiários, por escrito. (Ficha de Beneficiários, disponível na DPM)

Quando o segurado principal não indicar os beneficiários, a indenização será paga em conformidade com a legislação vigente à data do evento (sinistro).

Como proceder em caso de sinistro

Quando da ocorrência de sinistro que enseje o pagamento de indenização, o segurado deverá procurar a Diretoria de Pessoal Militar (DPM), na pessoal de seu Subdiretor de Pessoal Militar, nomeado co-executor do contrato pela Portaria nº 85 de 17/09/2014, publicada no DODF nº 199 de 23/09/2014, para que seja solicitada a apólice individual, e sejam repassadas orientações acerca dos procedimentos específicos para a solicitação do pagamento da indenização.

O segurado ou beneficiário deverá providenciar os documentos necessários para o andamento do processo de indenização e enviá-los à PREVISUL.

Os documentos costumam variar conforme a natureza do sinistro.

A Apólice Individual do Seguro deverá ser solicitada na Diretoria de Pessoal Militar (DPM/PMDF), diretamente ao Subdiretor de Pessoal Militar que é o co-executor do Contrato de prestação de serviços Nº 55/2014-SSP (Processo nº 050.001.030/2013).

Os formulários devem ser entregues na forma de cópia autenticada em cartório público e encaminhados para:

COMPANHIA DE SEGUROS PREVIDÊNCIA DO SUL – PREVISUL
A/C Gislane Rodrigues (Gerência de Regulação de Sinistros)
Rua General Câmara, nº 230, térreo andar 2º, 5º ao 11º,
Centro Histórico – Porto Alegre/RS – CEP: 90.010-230

Documentos necessários por evento: 

MORTE ACIDENTAL

DOCUMENTOS DO SEGURADO

  • Certidão de óbito (cópia autenticada)
  • RG e CPF (cópia autenticada)
  • CNH, se condutor do veículo (cópia autenticada)
  • Comprovante do último pagamento ou contracheque do mês anterior ao falecimento
  • Comprovante de residência atualizado
  • Laudo de Necropsia (cópia autenticada)
  • Laudo de Teor Alcoólico (cópia autenticada)
  • Boletim de Ocorrência Policial (cópia autenticada)
  • Inquérito Policial (fase atual)
  • Certidão de Casamento atualizada (cópia autenticada) (*)
  • Declaração de Filhos (*)
  • Declaração de Vida Marital (*)
  • Aviso de Sinistro
  • Declaração de filhos e de vida marital

* Quando não houver indicação de beneficiários

DOCUMENTOS DO(S) BENEFICIÁRIO(S)

  • RG ou Certidão de Nascimento e CPF, em caso de beneficiário menor de idade (cópia autenticada)
  • RG e CPF (cópia autenticada)
  • Comprovante de residência atualizado
  • Dados bancários, para crédito do sinistro
  • Havendo beneficiário(a) falecido(a), anexar certidão de óbito (cópia autenticada)
  • Autorização de pagamento

Caso seja impossível fornecer qualquer um dos documentos acima, necessitamos justificativa.
INVALIDEZ PERMANENTE POR ACIDENTE (IPA)

DOCUMENTOS DO SEGURADO

  • RG e CPF (cópia autenticada)
  • Comprovante do último pagamento ou contracheque do mês anterior ao acidente
  • Comprovante de residência atualizado
  • Boletim de Pronto Atendimento Hospitalar
  • Boletim de Ocorrência Policial (cópia autenticada)
  • Em caso de acidente automobilístico, CNH, se condutor do veículo (cópia autenticada)
  • Laudo de Teor Alcoólico, se houver (cópia autenticada)
  • Exame Necroscópico/Corpo e Delito, se houver
  • Laudos Médicos e exames realizados
  • Dados bancários, para crédito do sinistro
  • Aviso de Sinistro IPA
  • Autorização de pagamento

Caso seja impossível fornecer qualquer um dos documentos acima, necessita-se justificativa.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES E DOWNLOAD DOS FORMULÁRIOS
ACESSE: http://www.previsul.com.br/sinistro

OU LIGUE 61 3190-6060 (Diretoria de Pessoal Militar – DPM/DGP)

Representante da Empresa no DF

Bruno Faria

TASSBRASIL|international corr. de seguros
GELIC/CONEG –  Gerência de Licitações e Negócios Governamentais

Coordenador Gestão de Contratos

Tel.: 55 (61) 3321-6000 | Ramal: 219

Fax: 55 (61) 3321-6000 |

bruno.faria@tassbrasil.com.br

Fonte: Site PMDF (Intranet) – Recebido de leitor via e-mail.

Saiba mais sobre o tema:

aderivaldo23.wordpress.com/2016/03/06/aprendi-mais-em-um-ano-sobre-seguranca-publica-do-que-em-toda-minha-vida/

https://aderivaldo23.wordpress.com/2016/01/14/seguro-de-vida-familia-de-policiais-militares-e-civis-foram-indenizadas/

https://aderivaldo23.wordpress.com/2016/01/15/como-proceder-para-receber-o-seguro-de-vida-em-caso-de-morte-ou-invalidez-permanente-de-policial-ou-bombeiro/

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Movimentação política na Estrutural

Líderes comunitários da Estrutural andam insatisfeito com a indicação de Evanildo Macedo (PSB), para administrar a cidade Estrutural. A frente dos trabalhos há dois anos o afilhado de Rollemberg esta deixando o padrinho em maus lençóis na cidade; as lideranças destacaram que não suportam mais o gestor, “ele não quer ouvir os lideres, vinhemos buscar outros meios para poder dialogar com o governo ou o secretario Marcos Dantas, afirmou o líder Nei Ângelo”.

O presidente do Conselho das Entidades Edmilson Almeida Lopes, disse que assim como aconteceu no passado parece que será necessário ser feito no presente, em outros tempos fechamos várias vezes a via Estrutural para ser ouvidos por governantes, pelo visto seremos obrigados a fazer o mesmo atualmente, pois estamos gritando e ele não está nós ouvindo. O governador vai entender que as lideranças da cidade não estão brincando, estamos perdendo e não aguentamos mais a incompetência do administrador que esta nos trazendo prejuízo, afirmou Almeida.

Mediante as reclamações dos líderes o deputado Julio Cesar (PRB), se prontificou a ouvir as lideranças na manhã desta quarta-feira (04),para buscar um diálogo entres as partes.
Para a maioria das lideranças, associações e cooperativas de catadores de lixo da região a melhor saída é exoneração do administrador e a indicação de uma pessoa técnica para administrar a cidade, “precisamos de um gestor competente destacou o líder Paulo Batista dos Santos” o (Paulão da Estrutural).

Durante a reunião cerca de trinta líderes comunitários fizeram vários pedidos para o parlamentar, e citaram as percas que a cidade teve em dois anos de gestão do atual administrador.
Para Alexandre Bedran, os conteiners jogados em área pública trazendo transtorno para os oficineiros do setor de serviço da cidade é um dos fatores e a marca da incompetência do administrador.

Ana Claudia da cooperativa Ambiente reclamou do descaso do governo com os catadores e que eles não estão sendo ouvidos pela diretora presidente do SLU, Heliana Kátia Tavares Campos, queremos trabalhar e não bolsa salário de R$ 300,00 por mês por tempo determinado pelo governo, desabafou.

Júlio Cesar Ribeiro, ouvinte das lideranças pediu um tempo para todos, “vou buscar uma solução para vocês”, quero analisar com muito carinho as demandas trazidas até mim nesta manhã, e ao mesmo tempo agradecer a todos pela confiança depositada em mim para interceder junto ao governo as demandas aqui expostas. Quero trazer as respostas em outra reunião e se possível trazer comigo o secretario Marcos Dantas, para esclarecer melhor as demandas discutidas, afirmou o deputado.

Durante a reunião, o deputado Julio Cesar ainda recebeu das mão do presidente do Conselho das lideranças um oficio para ser entregue aos governador Rodrigo Rollemberg (PSB), sobre as demandas da Cidade.

O Portal a Politica e o Poder, concorda plenamente com o texto   postado em grupo de WhatsApp da Cidade Estrutural. 

Fonte: http://apoliticaeopoder.com.br/movimentacao-politica-na-estrutural-2/

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CHOAEM passa a ter metade das vagas por antiguidade

No dia de hoje (23) foi publicada no Diário Oficial da União a Medida Provisória de n° 760,  de 22 de dezembro de 2016, que altera a Lei 12.086, de 6 de novembro de 2009, que dispõe sobre os militares da Polícia Militar do Distrito Federal e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.

Com a edição da MP as vagas para o Curso de Habilitação de Oficiais Administrativos, Especialistas e Músicos – CHOAEM passa a ser cinquenta por cento das vagas ocupadas pelo critério de antiguidade e cinquenta por cento ocupadas mediante aprovação em processo seletivo de provas, de caráter classificatório e eliminatório, destinado a aferir o mérito intelectual dos candidatos.

Um ponto que se manteve e gerou polêmica foi a idade limite de 51 anos para ingresso no Quadro de Oficiais Administrativos. Para ingresso no Quadro o Policial Militar precisará ter cursado uma faculdade e ter menos de 51 anos de idade até a data da inscrição.

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Recentemente escrevemos sobre o tema: foi quando o governador encaminhou as alterações ao Governo Federal. Gostaria de parabenizar o Chefe da Casa Militar, Cel Ribas, e o Governador Rodrigo Rollemberg pela coragem em tratar um tema tão importante em nosso meio, também não poderia deixar de agradecer ao ex vice-governador do DF, Tadeu Filippeli pelo empenho em solucionar o problema.

Saiba mais sobre o tema:

https://aderivaldo23.wordpress.com/2016/10/24/12320/

https://aderivaldo23.wordpress.com/2016/05/04/quando-teremos-concurso-para-choaem/

https://aderivaldo23.wordpress.com/2011/01/31/choaem-oficial-administrativo-antiguidade-ou-concurso-eis-a-questao/

https://aderivaldo23.wordpress.com/2016/03/12/encontro-com-o-chefe-da-casa-militar/

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Policiamento Comunitario: visita de japoneses no 9° BPM

Na manhã desta sexta-feira (16 DEZ 2016) a Polícia Militar do Distrito Federal recebeu a visita da policial japonesa Hisami Haoshi, e de membros da SENASP e Agência de Cooperação Internacional Japonesa (JICA). A comitiva visitou a sede do Comando de Policiamento Regional Sul e do 9º BPM, comandados pelo Coronel Nonato e Tenente-Coronel Florestan respectivamente, e conheceu a experiência desenvolvida pela Coordenação de Polícia Comunitária do 9º BPM: núcleo de policiamento comunitário e núcleo de policiamento preventivo orientado à Violência Doméstica (PROVID). A visita foi coordenada pelo Chefe da Seção de Operações e Doutrina Operacional do Estado-Maior (EM/3) Tenente-Coronel Moreno e auxiliada pelo Subchefe da Divisão de Polícia Comunitária do Centro de Políticas Públicas, Capitão Araujo, que há 01 mês retornou do Curso de Operador de Polícia Comunitária, realizado no Japão.
A Sargento Margareth explanou as atividades desenvolvidas pela Coordenação de Polícia Comunitária do 9º BPM e as diversas ações sociais realizadas para aproximar a comunidade gamense da policia militar. O Sargento Marcos Ferreira explanou sobre o enfrentamento à violência doméstica no Gama através do PROVID, e ressaltou a importância da prevenção primária e secundária para um ambiente mais seguro e livre da violência. O Tenente-Coronel Moreno por fim, explicou como funciona a Rede de Comércios Protegidos, iniciada durante seu Comando no 9º BPM, e que através desta iniciativa a comunidade comercial do Gama se sente mais segura e próxima da Polícia Militar, permitindo um ambiente livre do medo e do crime.

Após as explanações, a comitiva visitou a Rede de Comércios Protegidos da Quadra Comercial 06/09 do Setor Oeste do Gama, onde puderam ver na prática como o policiamento funciona e como a comunidade comercial percebe a aproximação da polícia. O comerciante Bruno ressaltou que até o comportamento de pessoas suspeitas mudou, como se eles soubessem que naquele comércio há algo diferente, uma postura de proximidade entre os comerciantes e entre estes e a polícia muito maior.

A visita faz parte do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Brasil e Japão, com o objetivo de estabelecer um sistema contínuo e autossuficiente de multiplicação da filosofia do Policiamento Comunitário no Brasil.

O Projeto de Capacitação beneficia 26 Estados e o Distrito Federal durante 3 (três) anos de execução. As Polícias Militares dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, sob coordenação da SENASP, atuam como pólos disseminadores de conhecimento, com base em levantamento prévio das iniciativas mais relevantes de policiamento comunitário desenvolvido no país. Recentemente o Distrito Federal foi selecionado pela SENASP como um dos estados modelo.

Os Estados disseminadores e modelo enviam policiais militares para capacitação no Japão, durante 15 (quinze) dias. O aporte da JICA consiste de assessoria técnica com envio de peritos de curta e longa duração, de forma a auxiliar na adaptação das técnicas de policiamento comunitário e multiplicação dessa expertise no Brasil.

A Polícia Comunitária é uma filosofia e estratégia organizacional que proporciona parceria entre a população e a polícia, baseada na premissa de que polícia e comunidade devem trabalhar juntas para identificar, priorizar e resolver problemas como insegurança, criminalidade, tráfico de drogas e melhoria da qualidade de vida.

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Gastos do GDF com publicidade e propaganda 3o trimestre 2016

Politicadfemnumeros

O DODF 192, de 10/10/2016, informa que os gastos do Governo com Publicidade no terceiro trimestre de 2016 foram de R$ 16.304.885,00.

Este montante foi divido da forma seguinte (confira este gráfico > despesas-propaganda-gdf-3o-trimestre-2016)

Veiculação em TV: R$ 5.049.486,57 (confira os montantes por emissora > dodf-2016-3o-tri-midia-tv)

Produção: R$ 3.774.565,64 (confira os montantes por produtor e tipo > dodf-2016-3o-tri-midia-producao)

Veiculação em Jornal: R$ 3.302.573,37 (confira os montantes por jornal > dodf-2016-3o-tri-midia-jornal)

Veiculação em Radio: R$ 2.219.254,79 (confira os montantes por radio > dodf-2016-3o-tri-midia-radio)

Veiculação na Internet: R$ 949.917,22 (confira os montantes por endereço > dodf-2016-3o-tri-midia-internet)

Veiculação em suportes alternativos (*): R$ 816.717,06 (confira os montantes por empresa > dodf-2016-3o-tri-midia-alternativa)

Veiculação em revista: R$ 175.181,45 (confira os montantes por revista > dodf-2016-3o-tri-midia-revista)

Publicação no Diário Oficial da União: R$ 17.189,42

(*) a veiculação em suporte alternativos – outdoors, paradas de ônibus, carros de…

Ver o post original 134 mais palavras

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Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política elege nova diretoria, conselhos e presidente de honra

abbpForam eleitos por aclamação neste sábado (8), os membros da Diretoria Executiva, do Conselho Fiscal e do Conselho Consultivo/Ética da Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno (ABBP), para o biênio 2017-2018, compondo a chapa única “Blogueiro Forte e Independente”. São eles:

DIRETORIA EXECUTIVA

Sandro Gianelli- Diretor-Presidente

Kleber Karpov- Diretor Vice-Presidente

Toni Duarte- Diretor Secretário-Geral

Rodrigo Mercucio- Diretor Financeiro

Edgar Lisboa- Diretor de Relações Públicas

Eldo Gomes- Diretor de Relações Institucionais

Hudson Cunha- Diretor de Comunicação e Marketing

CONSELHO FISCAL

Marc Arnoldi- Conselheiro-Presidente

Hamilton Silva- Conselheiro

Ricardo Aguiar- Conselheiro

Sérgio Loros- Suplente

José Gurgel- Suplente

Idovan Araújo- Suplente

CONSELHO CONSULTIVO/ÉTICA

Tenente Poliglota- Conselheiro-Presidente

Aderivaldo Cardoso- Conselheiro

Artur Benevides- Conselheiro

Posse
Os novos diretores e conselheiros tomarão posse no dia 15/02/2017, em local a ser definido posteriormente, haja vista que o mandato da atual diretoria foi prorrogado até a data mencionada.

Sobre o presidente eleito
Além de editor do Blog do Sandro Gianelli desde 2011, o diretor-presidente eleito é apresentador do programa Conectado ao Poder, da OK FM, e assina a coluna Entorno, no Jornal Alô Brasília. Foi secretário municipal de Comunicação Social da Prefeitura de Santo Antônio do Descoberto e coordenador de Comunicação Social da Prefeitura de Novo Gama. Atualmente é assessor de imprensa na Câmara Legislativa do DF. Consultor em marketing político e especialista em pesquisa de opinião pública, Gianelli, que hoje exerce o cargo de Diretor Vice-Presidente da ABBP, fez um discurso focado na estratégia após a aclamação. “A nova diretoria terá como foco o fortalecimento dos blogueiros como categoria; a busca de mais audiência; a inserção nas faculdades; e a fiscalização dos gastos públicos investidos em publicidade”, afirmou.

Títulos honoríficos
Fred Lima sugeriu que a Assembleia concedesse o título “post-mortem” de Fundador Maior da ABBP, ao prof. Francisco de Paula Lima Júnior, o prof. Chico, que faleceu em março deste ano, como forma de reconhecimento de sua liderança e dedicação na fundação da Associação, que completa dois anos nessa próxima semana.

abbp

Parte dos blogueiros presentes na eleição da ABBP.

O título foi aprovado e será entregue à sua família na cerimônia que antecede a posse da nova diretoria e conselhos. “Uma das preocupações que tive foi de eternizar o prof. Chico no seio da ABBP, lembrando que sem ele esta Associação não teria existido, algo de conhecimento de todos os sócios. Portanto, seu nome consta no novo estatuto como Fundador Maior e a denominação da sede da ABBP é “Sede Professor Francisco de Paula Lima Júnior”, como forma de homenageá-lo”, afirmou o diretor-presidente.

Também com o objetivo de reconhecer e fazer constar em ata, o diretor-presidente recomendou que o benemérito Danúbio Martins de Oliveira, que já recebe carinhosamente o título de “padrinho da ABBP”, obtivesse formalmente a honraria que já lhe é conferida. “Vamos só ratificar aquilo que já existe na prática. Danúbio está conosco desde o início. Ele merece por sua contribuição”, afirmou Fred.

Presidente de Honra
A Secretaria-Geral propôs à Assembleia que fosse outorgado o título de Presidente de Honra da ABBP ao diretor-presidente, Fred Lima, após a conclusão de seu mandato, em fevereiro. Por unanimidade, a Assembleia aprovou o título, e fez questão de ressaltar as ações importantes promovidas pelo dirigente durante sua passagem pela presidência da Diretoria Executiva, incluindo, por exemplo, a organização institucional, o lançamento do Código de Ética, a criação do Departamento Jurídico, a inauguração da sede, a reforma do estatuto, a implementação da sabatina política etc.

Emocionado, o presidente agradeceu a importante honraria e afirmou que será uma espécie de conselheiro do futuro diretor-presidente, Sandro Gianelli. “Quando o presidente Sandro quiser, estarei à sua disposição para ajuda-lo naquilo que for possível, em prol da ABBP. Serei informalmente um conselheiro facilitador da gestão do diretor-presidente eleito e de outras futuras gestões que coloquem a Associação em primeiro lugar”, concluiu.

Da Redação do Portal ABBP

 

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Os estranhos e intrusos podem chegar e vencer em 2018

“Outsider: 1 – estranho, intruso, estrangeiro. 2 – pessoa ou animal que tem poucas chances de vencer. ”

Essa é a tradução, segundo o Michaelis, para a palavra em inglês que está na moda na política, e não só no Brasil. Pois ninguém se surpreenda com a força que outsiders possam vir a ter nas eleições de 2018 em Brasília. Candidatos estranhos à política partidária tradicional, intrusos em um ambiente dominado pelas velhas figuras da politicagem, poderão surgir e, quem sabe, surpreender. E tanto nas eleições proporcionais – para deputados federais e distritais – quanto nas majoritárias – para senadores e governador.

Em outros tempos, como diz a tradução, teriam poucas chances de vencer. Hoje, é perigoso afirmar isso.

Uma possibilidade a ser não desprezada

Os cenários para 2018 parecem bem favoráveis aos estranhos e intrusos com jeito de terem poucas chances de vencer as eleições majoritárias ou proporcionais. Valeria a pena até encontrar na língua portuguesa uma palavra que exprima o sentido do outsider, para evitar a repetição excessiva da palavra inglesa.

Essa não é uma tendência inexorável, muito menos se pode afirmar que se manterá até o início do processo eleitoral. Hoje, porém, são fortes as indicações de que há chances de vitória de figuras distantes da política tradicional que apresentem um perfil de honestidade e realizações e saibam ganhar a confiança dos eleitores.
Quem desconhecer ou minimizar essa possibilidade poderá levar um susto em 2018.

Desgaste dos políticos é inevitável

Os partidos e os políticos estão, de modo geral, desmoralizados e com baixíssima credibilidade, à esquerda, ao centro e à direita. Não é diferente com os políticos brasilienses e a tendência tende a se agravar, seja pela intensificação das operações contra a corrupção e das delações premiadas, seja pelas visíveis e notórias tentativas de interrompê-las.

De um jeito – mais investigados, denunciados e presos – ou de outro – “operações abafa” para livrar os políticos das punições – a população deverá estar ainda mais irritada com os políticos tradicionais e disposta a dar um basta aos que considera fonte da corrupção e da ineficiência que grassa no país. Principalmente em tempos de crise brava.

É um momento favorável a pessoas sérias e bem-intencionadas e a aventureiros perigosos. Os intrusos podem vir para o bem ou para o mal. Para fazer uma nova política ou para, enganando os eleitores, dar novo formato à velha política.

Reguffe está dentro, mas parece fora

O político brasiliense com mais jeito de outsider é José Antônio Reguffe. Pode parecer paradoxal, pois Reguffe já foi deputado distrital e federal e é senador e não é um estranho na política. Mas goste-se ou não dele, de seu desempenho e de suas posições políticas, Reguffe foge aos padrões do político tradicional, por estilo, ações e, sobretudo, por cumprir o que promete. E já há alguns meses não está filiado a partido.

Se viesse a ser candidato ao governo, Reguffe sairia na frente. Mas não será candidato porque prometeu exercer integralmente seu mandato de oito anos e cumpre o que promete. A ausência de Reguffe nas eleições abre mais espaço para os intrusos.

Vida difícil nos dois lados

Os que se colocam ou foram colocados como possíveis candidatos ao governo de Brasília e às duas cadeiras no Senado padecem, todos, do mesmo “mal”: são identificados como políticos profissionais e tradicionais. Deputados federais e distritais estão desgastados. E cada um deles ainda tem seus problemas específicos. O governador Rodrigo Rollemberg, por exemplo, vai muito mal na avaliação do eleitorado. O ex-vice-governador Tadeu Filippelli tem problemas com a Justiça.

A vida pregressa, individual ou dos partidos que representam, é um ônus para a maioria dos possíveis candidatos às eleições majoritárias. Tanto no bloco à direita, dos grupos tradicionalmente ligados a Joaquim Roriz e José Roberto Arruda, como no PT. Nos tempos atuais não é preciso ser desonesto para ter imagem ruim, basta parecer desonesto.

Os candidatos à esquerda, mesmo com vida limpa, correm o risco de se inviabilizarem pelo fracasso consumado da gestão de Agnelo Queiroz e do fracasso potencial do governo de Rollemberg – que ainda tem a oportunidade de corrigir seus erros e se reconciliar com o eleitorado, o que é difícil, mas não impossível.

E também para os que vêm de fora

Os estranhos em 2018 podem vir do lado esquerdo ou do lado direito do espectro ideológico, mas tendem a ter mais sucesso se se identificarem com posições ao centro, pelas características do eleitorado brasiliense. Terão de ter histórico de honestidade e passar aos brasilienses a segurança de que poderão fazer um governo competente e eficiente.

Será necessário ter muito cuidado com os partidos a que estarão filiados e com as alianças que fizerem, pois o discurso do outsider pode ser contaminado pelas más companhias. Mas, sem partido não se pode ser candidato e sem alianças fica mais difícil a eleição.

No fim das contas, a vida dos estranhos e intrusos também não será fácil em 2018.

Fonte: Coluna do Jornalista Hélio Doyle – Jornal de Brasília.

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Rollemberg reconhece erros políticos à cúpula do próprio partido

As críticas ao governo de Rodrigo Rollemberg partem de todos os lados, inclusive de seu próprio partido, o PSB. Na última reunião da executiva regional da legenda, realizada na noite de anteontem na sede local da agremiação, pela primeira vez, o governador admitiu abertamente os erros políticos na condução do GDF e pediu desculpas para os correligionários. Na interpretação da cúpula partidária, o movimento de Rollemberg é uma tentativa de reunificação e pacificação da sigla.

Rollemberg não parou no mea-culpa e prometeu reformular a estratégia política na condução do Buriti. Esta reconfiguração não implica necessariamente em uma nova reforma administrativa, pontual ou ampla, mas abre brecha para eventual troca de cadeiras em secretarias, administrações regionais e empresas e demais órgãos públicos. A princípio a reunião trataria de três temas: avaliação do GDF, perspectivas para 2018 e Câmara Legislativa.

A fala do governador pegou no contrapé a maioria dos participantes. Pelo perfil de Rollemberg, ninguém esperava o movimento. Em uma conversa reservada, um membro do partido avaliou que o reconhecimento das falhas é primeiro passo a melhoria da gestão, não apenas na política mas também nos serviços públicos. A prova da fragilidade política do governo é o isolamento do PSB. Grupos de direita, centro e esquerda se movimentam para 2018 sem conversar com o partido.

No quesito alianças, a maior parte dos militantes presentes deixou clara a preferência por uma reaproximação com as forças de esquerda e de uma mudança de tom no embate entre GDF e servidores públicos. Os correligionários concordam em que não existem recursos e nem condições para a concessão dos reajustes, mas o governo deveria priorizar a negociação.

Motivo de tensão

Por outro lado, um ponto tenso é a relação com PSD, do vice-governador Renato Santana. A cúpula do partido considera que a parceria está estremecida, mas ainda não deve ser rompida. Mas alguns segundo parte dos filiados, não existe mais sentido em manter os laços, com a sigla capitaneada pelo deputado federal Rogério Rosso.

Mesmo sem comentar o discurso do governador, o presidente regional do PSB e secretário de Turismo, Jaime Recena, contou que o partido pretende fortalecer as alianças políticas, especialmente PDT, Solidariedade, Rede e, inclusive o PSD. “Esse alinhamento é constante. Na semana passada, almocei com o presidente do PDT, Georges Michel. Quando chega na metade do governo, é preciso reforçar as alianças”, afirmou.

Indo da política para a avaliação popular, o grandes desafio do GDF é mostrar para população os primeiros resultados consolidados. Para Recena, o governo precisa se conectar melhor com o povo, pois poucas pessoas estão analisando o desempenho da gestão PSB como um todo. Em relação a briga com os servidores, Jaime ressaltou que o GDF não consegue conceder os reajustes, mas está pagando os salários em dia, enquanto estados, a exemplo Rio de Janeiro, mal conseguem ficar de pé.

Meta é quatro distritais

Para evitar um novo ciclo de percalços na Câmara Legislativa, o PSB definiu a meta de eleger quatro deputados distritais nas eleições de 2018. O partido não conseguiu um parlamentar em 2014 e pagou um preço caro por isso, ficando por muito tempo alheio às movimentações do Legislativo.

Para emplacar o suplente Roosevelt Villela, precisou ceder muitos espaços para Joe Valle e PDT. O arranjo foi por terra, quando Valle voltou para o mandato. E a sigla só conseguiu se firmar na Casa com as filiações de Juarezão e Luiza de Paula.

“Nós queremos ampliar a nossa bancada, se possível para quatro deputados. Também é importante elegermos um deputado federal em 2018”, contou Jaime Recena. Dentro dos próximos dias, o partido também deverá definir uma posição em relação à eleição para a presidência da Câmara Legislativa para o próximo biênio.

“Não é só o PSB que está fazendo essa discussão. Outros partidos também estão discutindo isso. E a Câmara é primordial para o sucesso dos próximos dois anos do governo”, argumentou.

Sobre a próxima corrida pelo Palácio do Buriti, Recena afiançou que Rollemberg é a opção da sigla. “O governador é o nome do partido. Não tem porque ser diferente. Os primeiros dois anos de governo foram dificeis, mas tivemos resultados. O governador tem plenas condições de se reeleger e ter mais quatro anos de governo em melhores condições”, concluiu.

Por: Francisco Dutra – Jornal de Brasília
francisco.dutra@jornaldebrasilia.com.br

Ao PSB, Rollemberg reconheceu erros políticos do governo e falou em retomar as alianças partidárias (Foto: André Borges/Agência Brasília)

Ao PSB, Rollemberg reconheceu erros políticos do governo e falou em retomar as alianças partidárias (Foto: André Borges/Agência Brasília)

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Para ser um candidato a cargo eletivo é preciso ter pelo menos dez pessoas que acredite em você!

Hoje, ouvindo uma “pequena palestra” do Jornalista Odir, do Blog Rádio Corredor, sobre campanhas políticas sem dinheiro, algumas reflexões vieram a minha mente , até mesmo para não me tornar um dos “eternos candidatos” da PMDF:

Quantas pessoas acreditam em mim e em minhas idéias de verdade? Quantas pessoas estariam comigo em 2018 hoje? Tenho ao meu lado pelo menos 10 dez pessoas que iriam comigo sem se corromper durante o processo, independentemente das chances de vitória? Faço parte realmente de um grupo político que possa mudar de fato a realidade em volta das pessoas? Tenho potencial para ter 100 pessoas me apoiando verdadeiramente até as próximas eleições que possam ser multiplicadoras? Tenho verdadeiros líderes ao meu lado que realmente querem fazer a diferença? São reflexões que faço hoje para saber que caminho seguirei nos próximos anos!

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Agradeço ao amigo Odir, pelas esclarecedoras palavras. E por sua consultoria sobre o tema política. Que ele possa continuar seu projeto de ajudar outras pessoas a se tornar pessoas melhores.

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