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Idosa emociona policiais da Estrutural com presente de natal

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Dois policiais militares da Estrutural foram surpreendidos, na manhã deste sábado (10/12), com um presente de natal pra lá de especial. Dona Arlinda, 69 anos, fez questão de entregar dois perfumes para os militares, que a ajudaram a pagar uma dívida.

A idosa faz o que pode para complementar a renda da família que reside na Estrutural. No entanto, na última semana, ela precisou recorrer à ajuda da Polícia Militar e tentou registrar uma ocorrência.

Isso porque uma das vizinhas deixou de pagar R$ 84 por mercadorias adquiridas. Sem saber a quem recorrer, a idosa, mesmo com problema nas pernas, atravessou a região para buscar apoio no posto policial. A ajuda que dona Arlinda esperava acabou chegando em dobro.

“A situação dela era complicada porque não podíamos fazer muita coisa no âmbito legal, mas ao mesmo tempo ficamos sensibilizados pela situação financeira e, principalmente pela força de vontade que ela tem”, explicou o sargento Aderivaldo Cardoso (foto em destaque).

Para tentar resolver o caso, o policial pegou o telefone da vizinha para tentar convencê-la a pagar a dívida. “Liguei, mas ninguém atendeu. No dia seguinte, eu e meu colega, o sargento Wailant, seguimos preocupados. A empresa que fornece os produtos para a revenda estava cobrando juros e, como o dinheiro não foi repassado, ela não pôde retirar as novas mercadorias”, ressaltou o policial.

Diante da situação, os policiais arrecadaram uma quantia em dinheiro e entregaram para a dona Arlinda. Agradecida, a idosa pagou a dívida e, com a quantia que sobrou, comprou dois perfumes para os sargentos. Presentes que ela fez questão de entregar em mãos. “Ela foi tão cuidadosa que, mesmo sem saber escrever, gravou nossos nomes e pediu para a neta fazer um cartão. Esse carinho nos deixou emocionados”, finalizou o PM.

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Fonte: Site Metrópoles (Veja a matéria clicando aqui)

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Posto policial do DF é incendiado pela segunda vez em uma semana

Posto policial de Sambaia ainda soltando fumaça após ser incendiado durante madrugada (Foto: TV Globo/Reprodução)

Imagens: TV Globo

Um posto policial de Samambaia Sul, no Distrito Federal, foi incendiado na madrugada desta terça-feira (18) pela segunda vez em uma semana. Ele estava desativado e ninguém se feriu. A Polícia Civil investiga quem são os responsáveis pela queima, que começou por volta das 3h.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o local foi completamente destruído pelas chamas. Segundo a Polícia Militar, os postos comunitários vão ser desativados de forma progressiva e os policiais que antes ocupavam estes espaços vão passar ao policiamento de rua.

A PM informou que estas unidades passam por “reestruturação” para promover aumento do atendimento à população e diminuição do tempo de resposta aos chamados. A corporação acrescentou que a área conta com policiamento realizado por equipes em carros, motos ou a pé.

Fonte: Site G1 – DF

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Postos da PM são alvos de ataque durante a madrugada

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Posto policial alvo de tiros

Os Postos Comunitários de Segurança (PCS) da Polícia Militar voltaram a ser alvos de ataque no Distrito Federal. Na madrugada desta segunda-feira (10/10), uma unidade em Samambaia foi incendiada e outra, no Sol Nascente, alvejada por disparos de arma de fogo.

Por volta das 5h, o Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar as chamas que consumiam o posto da Quadra 319, em Samambaia Sul. No momento do crime, ninguém estava no local e não houve vítimas.
Três suspeitos foram vistos por testemunhas próximo ao endereço, mas a polícia não conseguiu identificá-los. A estrutura ficou completamente destruída. A perícia foi acionada e determinará as causas do incêndio em até 30 dias.

No Sol Nascente, em Ceilândia, quatro indivíduos dentro de um veículo passaram atirando contra outro posto por volta das 4h, conforme informou a PM. Os tiros acertaram uma porta de vidro do local, quebrando-a, mas ninguém ficou ferido.

O carro seguiu em direção a outro posto comunitário próximo e quase atropelou policiais, mas os militares revidaram com disparos e conseguiram parar o automóvel. Entretanto, não encontraram a arma de fogo dentro do veículo. Os suspeitos foram encaminhados à 23ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Sul).

De janeiro a setembro deste ano, pelo menos sete postos comunitários de segurança da PMDF sofreram com ataques de criminosos. (Com informações da PMDF).

Fonte: Metropoles 10/10/2016

 

 

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O objetivo da segurança pública é melhorar a qualidade de vida da população

Quando falamos em Policiamento Comunitário no mundo é consenso entre os doutrinadores que trata-se de uma “filosofia” e uma “estratégia organizacional” onde a população e a polícia, em conjunto  buscam identificar, priorizar e resolver os problemas contemporâneos que envolvem crime e criminosos, além das “incivilidades” que muitas vezes não configuram crime, mas que trazem vários transtornos para as comunidades locais.

Resumo do Policiamento Inteligente

Durante minha estadia na Assessoria Especial da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social do DF,  percebi que uma das grandes dificuldades nesta “estratégia organizacional” é a “priorização” dos crimes, fora a dificuldade de alocação do policiamento nas áreas “quentes” verificadas após a construção das manchas criminais. A quebra de braços entre os órgãos governamentais impede que as políticas públicas avancem, além é claro, da falta de autonomia na secretarias.

Já discutimos aqui que secretário de segurança não manda, nunca mandou e nunca mandará nas polícias. Nosso modelo de gestão da segurança pública, no Brasil como um todo, é fictício, puro “teatro político”, ou seja, uns fingem que mandam e outros fingem que estão obedecendo. No final, quem paga o preço da incompetência estatal é a sociedade.

A participação das comunidades é meramente figurativa nos Conselhos Comunitários de Segurança, muitas vezes utilizados apenas como palanques políticos, em tempos de eleição, como já ocorreu, os conselheiros neste período não passam de “cabos eleitorais” de figuras ligadas a segurança pública.

Voltemos ao policiamento comunitário, poucos compreendem a importância desta estratégia progressista de interação com a comunidade, já que as polícias sempre se viram como no passado, ou seja, como seres acima dos “pobres paisanos” ou simplesmente “meros mortais”.

Falar em policiamento comunitário é falar em identificação, priorização e resolução de problemas voltados para os diversos crimes, uso de drogas, medo do crime (fato que as polícias até hoje não se atentam), desordens físicas e morais (incivilidades) e a própria decadência do local, lembram-se da Teoria das janelas quebradas? Aquela em que “a sensação de abandono tende a aumentar o abandono”.

Precisamos compreender que o objetivo do policiamento comunitário é “melhorar a qualidade de vida da população”. Todas as vezes que ouço falar em “qualidade de vida” vem a minha mente a Pirâmide de Maslow. Os gestores precisam compreender como cada estratégia deve se adequar as necessidades primárias e secundarias desta Pirâmide. Compreendendo onde a maioria dos moradores encontram-se nela facilita pensar em que tipo de ações podem ser introduzidas em determinado terreno.

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O policiamento inteligente possui três fases, ainda há esperança

Ultimamente tenho refletido muito sobre a finalidade deste espaço. Entendo que os Blogs, isso incluí o Policiamento Inteligente, estão se esgotando. É preciso novas estratégias de comunicação. Após oito anos no ar, já tivemos várias fases, altos e baixos. Mas este espaço foi criado com um propósito, não posso nunca esquecê-lo. Ele tem um recorte bem definido e uma missão específica: difundir a ideologia do policiamento inteligente, ou seja, a busca da eficiência, eficácia e efetividade das ações policiais.

Sempre digo que todo policial  é um “líder em potencial”, pois tem poder, autoridade e legitimidade para atuar nas comunidades, basta apenas conquistar a confiança dos cidadãos para torna-se uma realidade, aqui não é diferente. A autoridade vem por uma série de fatores, com ela vem a credibilidade. E sempre foi este o objetivo, nosso foco sempre foi a busca da credibilidade por meio da autoridade do discurso. Deixamos o “discurso da autoridade” para os governantes.

Estes dias me silenciei para refletir sobre o caminho que o blog estava tomando. Não sou jornalista, sou blogueiro. Jornalistas temos vários, blogueiros que realmente escrevem sobre segurança pública, trazendo uma “nova” visão, temos poucos. A ideia aqui é formar opinião, não reproduzir reportagens de outros meios, tive que parar de escrever para ver como estava me perdendo, em partes, estava reproduzindo outros textos para fugir do patrulhamento ideológico da Corregedoria e dos outros meios de controle estatal, mas não posso parar, não posso me calar. Tenho responsabilidade com meus leitores, tenho responsabilidade com a mudança. E eu realmente acredito na mudança gradual. Acredito que nós podemos contribuir no debate.

Não posso esquecer que o “Policiamento Inteligente” possui 03 (três) fases. Não posso desistir de difundi-las. Nestes oito anos muita coisa mudou. A fase filosófica e ideológica, onde escrevemos vários artigos e provocamos vários debates foi fundamental para quebrar alguns paradigmas. Nela, por meio de conceitos, quebramos muitos preconceitos. Tenho certeza, conseguimos trazer em alguns leitores uma nova mentalidade, que com certeza gerou uma mudança de comportamento. Eu mesmo mudei muito durante esta caminhada.

Resumo do Policiamento Inteligente

Entendo que em alguns momentos avançamos para a segunda fase do Policiamento Inteligente. Tivemos vários momentos onde discutimos o que fazer e como fazer. Em dois governos consecutivos nossas ideias estiveram em discussão. Na fase do Planejamento só não conseguimos avançar para implementação dos protocolos policiais, mas a discussão ainda trará resultados. A própria Corporação chegou a elaborar um planejamento estratégico, precisamos cobra-lo e implementa-lo.

fase metodológica

Na fase da mobilização ocorreram avanços. Como instituição avançamos nesta área, como “categoria” também. Aprendemos a nos mobilizar e a mobilizar as comunidades. Estamos avançando no quesito “aproximação entre a polícia e a comunidade”.

Mobilização

Um ponto que ainda precisa ser avaliado melhor é o Planejamento Orientado para o Problema e os Procedimentos Operacionais Padrão. As ações individuais estão superando em alguns momentos as ações coletivas, podemos citar como exemplo o policiamento comunitário, afinal, no DF ainda não temos policiamento comunitário, mas apenas policiais comunitários, que difundem o pensamento progressista.  Ainda há esperança…

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A filosofia de policiamento comunitário justifica tudo, até o injustificável!

Existem alguns conceitos que nunca ficaram claros no meio policial. Um deles com certeza é o conceito de “policiamento comunitário”. A filosofia de “policiamento comunitário” é um conjunto de pensamentos “progressistas” que foram fundamentais para reformar as polícias em vários países. Aqui no Brasil ainda vivemos a fase do “faz de conta”, o “policiamento comunitário” é usado apenas como parte de um “teatro político” para enganar a população. Além disso, no discurso da maioria as ações são muitas vezes confundidas com a “filosofia” e vice-versa. No DF não é diferente.

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Ao examinar a experiência nessa área nos quatro continentes, Bayley e Skolnick (2006) observaram mudanças significativas nos departamentos de polícia, que “ao invés de apenas falar em policiamento comunitário” implementaram e seguiram basicamente quatro normas:

  1. Organizar a prevenção do crime tendo como base a comunidade;
  2. Reorientar as atividades de patrulhamento para enfatizar os serviços não-emergenciais;
  3. Aumentar a responsabilização das comunidades locais; e
  4. Descentralizar o comando.

O policiamento comunitário não questiona o objetivo do policiamento, mas os meios utilizados. São quatro os pontos principais abordados por David Bayley sobre onde realmente tivemos uma mudança de mentalidade, com base na filosofia de policiamento comunitário, que também abordamos em nosso livro (Policiamento Inteligente – Uma análise dos Postos Comunitários de Segurança no Distrito Federal: 2011).

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No DF vivemos “eternamente” uma alternância entre “postos policiais” e “viaturas”. Nunca chegando a uma conclusão sobre o tema. A visão “cartesiana” dos gestores impede ações mais “sistêmicas”. E por ser uma visão progressista das polícias, não podemos deixar de lado três pontos  que podem ser vistos como quebra de paradigma dentro do sistema de segurança: “descentralização”, “responsabilização” e “envolvimento” de policiais e da comunidade.  O “teatro político” também é uma realidade nas “ações” que envolvem o discurso “falacioso” do “policiamento comunitário”.

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É triste ver a “filosofia de policiamento comunitário” sendo utilizada para “justificar” um monte de ações injustificáveis. Por isso o policiamento comunitário é tão “desrespeitado” no meio policial. A foto abaixo representa tudo, menos “policiamento comunitário”, se levarmos em consideração os quatro pontos elencados por David Bayley.

Ponto de Apoio PMDF

Se o “posto policial”, que era uma ação de policiamento comunitário, não era visto como um ponto de “referência” para comunidade oxalá estes “pontos de apoio”. A maioria dos policiais viam o posto como um local de “permanência”, fato que “engessou” todo o sistema. Sem falar na “síndrome da inutilidade”, que alastrou-se por toda a corporação.

Que tal falarmos em mudança do modelo reativo para o modelo preventivo? Que tal falarmos em descentralização de poder e de comando? Que tal falarmos em maior participação da sociedade na tomada de decisão nas operações locais de policiamento? Que tal falarmos em responsabilização das comunidades e de comando? Quando alguns destes pontos estiverem sido discutidos, aí poderemos falar em policiamento comunitário.

Para encerrar, ponto de apoio envolve:  banheiro, água, dentre outras necessidades básicas. Tínhamos tudo isso nos Postos Comunitários de Segurança Pública e não funcionou, por quê? A primeira mudança que deve ocorrer em nosso meio é a mudança de “mentalidade”.

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29 Postos Comunitários de Segurança foram queimados ou danificados no Distrito Federal até o dia 15 de junho de 2016

No ano de 2007 dava-se início, no governo Arruda, o projeto de Postos Comunitários de Segurança Pública (PCS). A ideia era construir 3oo PCS´s e espalhá-los pelo DF. Desde 2008, 131 postos foram criados. De lá para cá três governos, fora os “interinos”, já se passaram e a alternância entre viaturas e postos policiais continuam sendo o “carro chefe” dos governos para solucionar os problemas de segurança pública no DF.

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Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, ao todo, 29 Postos Comunitários de Segurança foram queimados ou danificados no Distrito Federal até o dia 15 de junho de 2016. Em 2014 foram 14 postos queimados/danificados, em 2015 foram 10 postos queimados e em 2016 foram 5 postos.

Posto incendiado no Riacho Fundo I, em frente a entrada da Sucupira

Posto incendiado no Riacho Fundo I, em frente a entrada da Sucupira

O número pode ser maior pois neste caso levou em consideração apenas os anos de 2014, 2015 e 2016. O primeiro posto a ser destruído foi em 2008 na cidade do Guará, antes mesmo da inauguração do projeto, conforme relatamos no Livro Policiamento Inteligente – Uma análise dos Postos Comunitários de Segurança Pública do Distrito Federal (2011). Posteriormente em outras cidades, uma delas foi Planaltina.

foto do primeiro posto queimado em planaltinaHoje, 44 postos estão disponíveis para a administração direta e 8 postos foram remanejados (5 para administração do Gama, 1 administração de São Sebastião e 2 para o Detran). Em relação à desativação dos Postos Comunitários de Segurança, a Polícia Militar tem a informar que o Policiamento Comunitário é um dos projetos estratégicos do Programa Pacto pela vida do GDF e no momento vem sofrendo uma reestruturação de forma a otimizar os recursos humanos e materiais existentes, a fim de atender a população da melhor maneira possível.

 

Ainda segundo a PM no momento, ocorre uma reavaliação do desempenho operacional de todos os postos e dentre as diversas formas de realizar o policiamento, aquela que se mostrar mais eficiente será a utilizada. Somente serão mantidas algumas unidades que são consideradas estratégicas para a PM. Todos os postos que apresentem bom desempenho e atendam de forma satisfatória, constituindo-se em ponto de referência policial para a comunidade serão mantidos.

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Além dos postos fixos, a Polícia Militar tem trabalhado com 40 postos móveis (veículos tipo Van), aumentando o alcance da ação policial com a mobilidade dos veículos, resultando na diminuição dos índices de criminalidade desde o início do ano.

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É bom salientar que o projeto de postos comunitários de segurança pública no DF era um “projeto de governo” e não um “projeto da polícia”, talvez por isso não tenha ido para frente. Não houve o engajamento de seus integrantes. Assim como outros projetos voltados para a segurança pública no DF. Ocorreram vários boicotes de todos os lados.

Com informações da PMDF

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Posto comunitário da Polícia Militar é incendiado em Planaltina

PMDF/Divulgação

Um posto comunitário desativado da Polícia Militar foi incendiado em Planaltina. O crime ocorreu na madrugada desta segunda-feira (13/6), na Quadra 4. Homens do Corpo de Bombeiros controlaram o fogo e ninguém se feriu. A polícia investiga as causas do incêndio. Nenhum suspeito foi preso.

PMDF/Divulgação

PMDF/Divulgação

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Este é o terceiro ataque a postos policias somente neste ano. Uma estrutura no Lúcio Costa, em abril, e outra na Estrutural, em maio, também foram destruídas pelo fogo.

Fonte: Site do Correio Braziliense

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Blog Policiamento Inteligente é homenageado na Câmara Legislativa

Na última semana o Blog Policiamento Inteligente, juntamente com outros blogues, foram homenageados pela Câmara Legislativa do Distrito Federal.  O Blog Policiamento Inteligente pelo segundo ano consecutivo é lembrado nas comemorações do Dia do Blogueiro. Uma felicidade para nós, que há oito anos, diariamente, procuramos informar a sociedade de Brasília sobre assuntos atinentes a Segurança Pública.

Certificado CLDF

Agradecemos a Deputada Luzia de Paula por esta homenagem. Procuramos fazer o nosso melhor. Nosso foco é a credibilidade por meio de postagens sérias, pautadas na verdade dos fatos e responsabilidade social.

Homenagem CLDF

Deputada Luzia de Paula e Sargento Aderivaldo Cardoso 

 

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Vigésimo oitavo posto policial destruído desde 2008 no DF

Anunciados com pompa e apresentados como a solução para o combate à criminalidade ainda no governo José Roberto Arruda, em 2007, a situação dos postos comunitários de segurança (PCSs) reflete o modo como as políticas públicas são tocadas no Brasil: joga-se fora os projetos da gestão anterior para começar outros do zero, a um alto custo para o erário. No caso dos 131 PCSs do Distrito Federal, dinheiro do contribuinte tem sido queimado. Literalmente.

Mais um Posto Comunitário de Segurança (PCS) da Polícia Militar foi incendiado por volta das 4h, desta sexta-feira (20), na Cidade Estrutural. O fogo consumiu toda a estrutura e, apesar do estrago, ninguém ficou ferido.

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Este é o terceiro caso de posto incendiado na cidade. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o Distrito Federal conta com a criação de 131 postos. Destes, 28 foram queimados ou danificados. Um prejuízo de aproximadamente 3 milhões de reais que saíram dos cofres públicos, do bolso dos contribuintes, torrados por políticos e pelas chamas. Alguém deveria ser responsabilizado pela farra com o dinheiro público no DF.

Cada posto comunitário custou entre R$ 100 e R$ 150 mil — num total de R$ 18 milhões gastos —, mas muitos estão desativados, tomados pelo mato, entulho e longe de cumprirem o papel para o qual foram construídos: aproximar a polícia da comunidade. Há casos em que as estruturas que deveriam reforçar a segurança fazem justamente o contrário — viraram ponto de tráfico e consumo de drogas e servem de abrigo para criminosos.

Atualmente, 44 postos estão disponíveis para a administração direta e oito foram remanejados: cinco para a Administração Regional do Gama, um para a Administração Regional de São Sebastião e, dois para o Departamento de Trânsito (Detran/DF).

Em relação à desativação dos PCS, a Secretaria de Segurança explica que, no momento, ocorre uma reavaliação do desempenho operacional. Só serão mantidas algumas unidades que são consideradas estratégicas para a polícia.

A PM, segundo a secretaria , tem trabalhado com 40 postos móveis (veículos tipo Van), aumentando o alcance da ação policial com a mobilidade dos veículos, o que, de acordo com levantamento da pasta, resultou na diminuição dos índices de criminalidade desde o início do ano.

Na madrugada de sábado (19/12/2015), um dos três módulos do posto da Cidade Estrutural foi incendiado. O caso ocorreu por volta da 1h30. Um adolescente de 17 anos, apontado como autor do incêndio, tentou fugir de bicicleta, mas foi apreendido e encaminhado à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA).

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 Fonte: Com informações da redação do Jornal de Brasília e do Site Metrópoles

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