Arquivo do autor:Aderivaldo Cardoso

Sobre Aderivaldo Cardoso

Aderivaldo Cardoso é um cidadão policial engajado, preocupado com a melhoria da segurança pública. Especialista em segurança pública e Cidadania, pós graduado pelo departamento de sociologia da UNB, autor do livro: Policiamento Inteligente: Uma análise dos postos comunitários de segurança pública do DF, ex-Assessor Parlamentar e Assessor Especial de Gabinete da Secretaria de Segurança Pública do DF.

Índice de criminalidade baixa na Cidade Estrutural

Um policiamento inteligente é baseado em três pilares: eficiência, eficácia e efetividade das ações policiais, tendo como base os anseios da comunidade. Falar neste tipo de policiamento é falar em: política inteligente, liderança inteligente e gestão inteligente, ou seja, em ações rápidas e baratas para o contribuinte.

Também é falar em policiamento comunitário, por meio de um policiamento orientado para o problema e ações coletivas e individuais visando melhorar o policiamento e a sensação de segurança para a comunidade.

O 15º BPM (Batalhão da Estrutural), inaugurado em janeiro de 2017, comandado pelo Major Fabiano, juntamente com suas equipes de área, aos poucos tem dado uma cara diferente ao policiamento da cidade Estrutural, no Distrito Federal.De perfil tranquilo, de fácil diálogo e conciliador, o comandante tem imposto seu ritmo.

Tudo isso, agregado ao perfil do novo Administrador Pastor Melquesedeque Portela, um gestor inteligente e hábil que tem colocado em prática certos conceitos. Não é atoa que os índices de criminalidade estão caindo na cidade.

O policiamento comunitário é uma estratégia de policiamento extremamente progressista e inovadora, quando feita da forma correta.

O diálogo com a comunidade e o tratamento respeitoso é uma das formas eficientes e eficazes de se obter resultados. Ganhando a confiança da comunidade, ela passa a ser uma grande aliada da polícia. É o que está acontecendo na Cidade Estrutural.

No último domingo (06/06) uma das grandes reclamações da comunidade era o excesso de veículos parados em frente ao terminal rodoviário da cidade. O que fazia com que usuários do sistema perdessem os ônibus, ou que os coletivos tivessem que parar no meio da via, prejudicando a fluidez e trazendo insegurança.

Nesse mesmo dia uma grande operação comandada pelo coordenador de policiamento urbano, Tenente Jônatas, retirou duas armas de circulação.

A polícia militar, por meio das equipes de área, foi acionada e procurou resolver a situação da melhor forma possível. Orientou os usuários sobre seus direitos, dialogou com os fiscais e motoristas do terminal e notificou os veículos irregulares, removendo alguns que os proprietários não foram encontrados.

Após o ato educativo, durante a semana, um sargento do Batalhão, chamado de adjunto, desloca-se ao terminal pela manhã, ao entrar de serviço, e orienta os fiscais e motoristas para estacionarem os ônibus nas vagas destinadas a eles em frente o terminal, assim, as vagas não ficam ociosas e os motoristas desavisados não estacionam em local proibido.

Ao saber do fato, o administrador da cidade, Pastor Melquesedeque, após fazer um curso de polícia comunitária, ministrado em parceria com a Secretaria de Segurança Pública, dentro do Projeto Viva Brasília, resolveu aplicar o que aprendeu sobre a teoria das janelas quebradas, que diz que “a sensação de abandono tende aumentar o abandono” e logo solicitou ao Detran que revitalizasse a sinalização horizontal do local e mandou pintar os meios feios.

Dando assim, uma sensação diferente ao local. Em três dias tudo foi resolvido, sem burocracia excessiva e jogo de empurra. Desta forma, quem ganha é a comunidade.

Na filosofia de policiamento inteligente entende-se que as pequenas incivilidades geram as grandes e que a mediação de conflitos pode solucionar grandes problemas. A interação entre polícia, comunidade e agentes políticos podem trazer grandes resultados para os contribuintes. É a coisa pública sendo gerida de forma eficiente, eficaz e efetiva, da forma que tem que ser.

Fonte: Blog Policiamento Inteligente 

Deixe um comentário

Arquivado em Política

Crimes de opinião versus crimes contra o cidadão nas corporações policiais

A relação entre as polícias e a comunidade tem sido objeto de debate nas sociedades democráticas. As instituições policiais, segundo Bayley (1975) – estudioso do tema, são aquelas organizações destinadas ao controle social com autorização para utilizar a força, caso necessário. Confesso que sempre tentei entender o tal do “monopólio do uso da força”, especialmente nos dias atuais.

Quando analisamos as polícias nos regimes democráticos, percebemos que a atividade policial requer um equilíbrio entre o uso da força e o respeito aos direitos individuais. Assim, podemos afirmar que a especificidade da atividade policial nos regimes democráticos é a necessidade de limitar e administrar o uso da força legal, sem abrir mão de suas prerrogativas de controle social. E quando ouço falar de “uso da força legal”, poderia ampliar para as “forças simbólicas internas”, inclusive nas questões de cunho administrativo. Por isso, em alguns casos, defendi o controle de constitucionalidade externo do Ministério Público nas sindicâncias nas polícias, sejam elas militares ou civis.

Nos últimos anos, diversos países têm enfrentado o desafio de limitar e controlar o uso da força legal. Basicamente, os esforços se concentraram, segundo trabalhos realizados pela minha ex-professora: Maria Stela Grossi Porto,  da Universidade de Brasília, em especial, sobre Condutas Policiais e Códigos de Deontologia, na criação de mecanismos institucionais de responsabilização e controle da atividade policial.

Entretanto, segunda Stela Grossi, a qualidade e eficácia desses mecanismos, que visam a inibir a violência policial, são questões ainda pouco problematizadas tanto no interior das próprias polícias quanto fora delas, pelos pesquisadores. Além de fatores internos à organização policial, a análise e a compreensão de tais questões passam, igualmente, pelas relações entre polícia e sociedade.

Neste sentido, alguns estudos internacionais buscaram entender os padrões de relacionamento entre a polícia e a sociedade (Bayley, 1994; Geller e Toch, 1996, Skolnick e Fyfe, 1993; Monjardet, 2003), e dois temas têm sido destacados: as formas de reforçar os vínculos entre a polícia e a comunidade e a necessidade de controlar a atividade das polícias.

Após ler alguns estudos, surgiu o interesse de minha parte em me aprofundar neles, quem sabe por meio de um mestrado, tenho refletido sobre minha própria experiência de “punições” por publicações aqui no Blog e em minha página pessoal no facebook, onde de forma muitas vezes arbitrárias tenho sido punido e recorrido a justiça.

Tais punições e estudos sobre a violência policial tem me instigado a investigar boletins internos e do comando para produzir um trabalho sobre o foco da corporação no controle de seus membros e a legitimação da violência institucional. Neste caso, o reforço institucional da violência, em procedimentos administrativos /IPM`s, assim como nas páginas da corporação do Ethos guerreiro, ao cultuar os grupos táticos e os perfis policiais de caráter mais “armamentistas”.

Tenho me aprofundado sobre a dosimetria das punições, em especial se ela existe, ou se ela é totalmente subjetiva, ao bel prazer dos julgadores. O interesse veio após ver artigos do RDE semelhantes com punições totalmente diferentes. Minha pretensão é comparar as punições de caráter político/ideológico, que chamo de “crimes de opinião” na corporação, com os crimes de violência policial contra o cidadão e chegar a uma conclusão.

A primeira que quero avaliar é se a violência é legitimada institucionalmente e a segunda é aferir até que ponto existe uma proporcionalidade entre as punições de “crimes” e “transgressões disciplinares” de atos violentos e os “crimes e transgressões” de opiniões de policiais. Avaliar se existe dosimetria da “pena” e quais punições seriam adequadas aos julgadores que ferirem princípios constitucionais como por exemplo o princípio da proporcionalidade e da impessoalidade.

Além disso, até que ponto tais punições não ferem direitos individuais e portanto ferem direitos humanos, convenções e tratados nacionais e internacionais, como já ocorreu no passado, e com tudo isso, a possibilidade de poder ser revertido em danos morais  aqueles que sofreram tais perseguições e ainda sofrem dentro da Corporação. O controle externo do Ministério Público e de órgãos internacionais é fundamental neste momento. As corporações policiais precisam mudar, em especial, na adequação ao Estado Democrático de Direito e suas regras.

Para compreender melhor o tema discutido aqui sugiro duas leituras: Condutas policiais e Códigos de Deontologia, dos meus ex-professores: Arthur Trindade Maranhão Costa e Maria Stela Grossi Porto e o Livro de outro amigo, o Advogado Dr Victor Minervino Quintiere, que inclusive me ajudou a ser absolvido em um IPM por publicação aqui no blog: Intimidade vs. Liberdade de expressão: Os critérios axiológicos na jurisdição constitucional brasileira.

Liberdade de expresão

Deixe um comentário

Arquivado em Aderivaldo, Perfil profissiográfico, Política, policiamento inteligente, Reflexão

Policiamento Inteligente, aparece no google trends, dez anos de discussão

Sempre acreditei que a mudança ocorre do micro para o macro e que ela é gradual. Faltam oito meses para completar dez anos que iniciei o projeto policiamento inteligente, uma “tese política” de mudança de mentalidade dentro das corporações policiais.  Confesso que em alguns momentos me questiono se valeu a pena.

Neste período, vivi várias oscilações, muitas delas impostas por perseguições e pela própria resistência institucional às mudanças e as discussões democráticas, mas tenho sobrevivido. A quebra de paradigma sempre foi o nosso foco.

Confesso também que em alguns momentos pensei em desistir. O tema polícia não é bem visto e os resultados são ínfimos. A mudança é muito lenta, às vezes parece até inexistente.

Só para relembrar, dividi o policiamento inteligente em três fases para atingir a eficiência, eficácia e efetividade das ações policiais, tendo como base os ansiosos da sociedade: a primeira é a fase ideológica, nela é preciso romper com os conceitos da escola superior de guerra, inserindo novos conceitos.

resumo-do-policiamento-inteligente

Sempre digo que é a quebra de preconceito (ou pré-conceito) por meio de novos conceitos, que irão gerar um novo conhecimento, que chamo de “mudança de mentalidade”, essa por vez irá gerar a “desmilitarização cultural”, ou seja, o fim das aberrações dentro de sistema de segurança pública. O que não é fácil, pois a cultura militar é muito arraigada em nosso meio, altamente consolidada nos últimos 200 anos.

mobilizac3a7c3a3o

O primeiro passo para qualquer mudança é a mobilização social. A população precisa ser inserida nas discussões e decisões. Os governantes precisam parar de fazer “teatro” e deve planejar de maneira mais efetiva, colocando em prática por meio de ações reais. É preciso trocar o “marketing político” pela “ação política”.

fase-metodolc3b3gica

Quando falamos em polícia, o assunto ainda é pouco discutido no mundo inteiro. Normalmente nos deparamos apenas com notícias mostrando os erros das forças policiais. A polícia sendo analisando academicamente praticamente inexiste, conforme nos mostra o google trands.

Quando analisamos as discussões voltadas para o termo “polícia militar” percebemos que o trânsito de informações ainda é muito limitado ao Brasil e a alguns países subdesenvolvidos ou desenvolvimento. Em sua maioria de colonização portuguesa.

Como vimos, falar de polícia no mundo ainda é muito limitado. Sobre polícia militar está praticamente restrito ao Brasil, nos últimos cinco anos, neste texto partimos do macro para o micro, pois as questões acabando sendo muito superficiais. O maior interesse sobre polícia militar nos mecanismos de buscas da internet é para o termo “concurso público”, depois que o candidato passa no concurso ele perde o interesse pelo assunto “polícia”.

Quando falamos em busca de eficiência, eficácia e efetividade, ou seja, de um policiamento inteligente, percebemos que somos uma gota no oceano. Após dez anos de discussão sobre o tema começamos a aparecer no mapa mundial do “google trands”, mas ainda limitado ao quadradinho chamado DF, o que pode ser considerado um grande feito. Isso nos dá vontade de continuar a tese política e quiçá um dia colocá-la em prática.

interesse policiamento inteligente brasil mapa

Nossas ideias ainda são um “gota no oceano”, mas já estão surtindo efeito. O termo começa a ganhar visibilidade no Brasil, mas ainda está 100% limitada ao DF, mas como afirmamos no início do texto, acredito que a mudança ocorrerá do micro para o macro. A mudança começa de nós, para nossa casa, nossa rua, nossa quadra, nossa cidade, nosso país e quiça no mundo.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Deixe um comentário

Arquivado em Política, policiamento inteligente

Hoje faço 40 anos 

É tempo de reflexão e agradecimento. Hoje chego aos 40 anos. Sou um privilegiado por isso, estou chegando aonde a maioria igual a mim não costuma chegar. Garoto pobre, negro, morador de invasão e periferia que tornou-se policial. Duas categorias que lidam com a morte diariamente. 

Nasci em uma fazenda, sem médicos, com a ajuda de parteiras, morei em invasão, estudei, tornei -me autodidata muito cedo. Tenho vencido a dor, as perdas e o medo diariamente. 

Agradeço a Deus, meu Grande Criador, aquele que tudo arquitou. Agradeço meu pai e minha querida mãe Maria Alderi Dos Santos pela educação e ensinamentos que me deram. Agradeço a Deus por meus irmãos, Alderimar Martins Cardoso, Damares Martins, Cristina Cardoso e Fernanda Ferreira. Sou grato a Deus pelos meus tios e tias, primos e primas, sogra e cunhados. Em quarenta anos agradeço cada amigo que passou em minha vida, cada um levou um pouco de mim, mas também deixou um pouco de si. 

Agradeço a Deus a dádiva de ter sido pai de um anjo chamado Gabriel Brilhante, Agradeço a honra de ser pai de Giuliana Brilhante, nunca esqueci o dia que vi aquele ser pequeno e indefeso que logo no primeiro momento me fez ser tomado pelo amor. Agradeço a Deus pelo recomeço, por ser pai avô, pai aos 38 anos novamente, pai de Sophia, pai na idade adulta, pai na fase da maturidade. 

Agradeço a Deus por ter colocado em minha vida, em uma piscina do prédio, Adriana Lins, uma mulher abençoada que mudou minha vida. 

Agradeço a Deus por tudo que passei, de bom e de ruim, Agradeço a Deus por todas as perdas que tive, filhos, amigos, parentes. Agradeço a Deus todas as perseguições que sofri e sofro em minha profissão. São elas que me fortalecem. Agradeço cada derrota e cada Vitória nestes 40 anos. 

Aprendi que as pessoas passam em nossa vida o tempo necessário para aprender ou para ensinar algo. Que possamos continuar ensinando e aprendendo por muitos anos. 

Como diz Roberto Carlos: “Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi.”

Obrigado a todos que me seguem diariamente, seja por amor, por curiosidade ou até mesmo por inveja. 

Continuemos com fé, coragem e esperança a trilhar o caminho da justiça, da paz e da busca da perfeição. Estamos todos os dias em construção. Precisamos entender que a construção é diária e que o sucesso de amanhã começa hoje. Sucesso a todos e todas nesta jornada.

Deus é fiel. Ele é bom o tempo todo! 

#gratidao #obrigado

Deixe um comentário

Arquivado em Política

Sempre agradecerei ao Prof. Arthur Trindade pela confiança e convite

Vale a pena continuar acreditando na profissão que escolhi, as perseguições acontecem, mas por outro lado, os elogios também. Aprendi muito neste período. Sempre agradeço a confiança e oportunidade que me foi confiada pelo professor e Mestre Arthur Trindade.

ELOGIO BCG 041 02/03/2017 QCG

Em reconhecimento ao trabalho de Assessor da Assessoria Especial do Gabinete, é com grata satisfação e por dever de justiça que consigno a presente referência elogiosa ao Sgt Aderivaldo, na oportunidade em que cumpre mais uma etapa da sua brilhante carreira. Desde 13 de Fevereiro de 2015, o ilustre Policial Militar demonstrou alto desempenho nas funções que exerceu no âmbito da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Paz Social. Dedicado, prestativo, leal e comprometido com o interesse público, não mediu esforços para subsidiar importantes decisões, seja com seus conhecimentos, seja com o emprego de todas as suas energias em benefício do serviço. Assim, as ações desse valoroso policial militar favoreceram de forma marcante o cumprimento das metas de coordenação, supervisão e planejamento das atividades do Sistema de Segurança Pública do Distrito Federal, seja em tempo de tranquilidade, seja em tempo de alta demanda. Vale ressaltar que, ao ser rigoroso no cumprimento de suas obrigações, o Sgt Aderivaldo conseguiu evidenciar o seu espírito de cooperação, o zelo pelo preparo próprio, moral, intelectual e físico, bem como pelo trato urbano, cordial e educado para com os militares e civis, com reflexo direto na preservação da ordem pública e na segurança da comunidade brasiliense. Sendo assim, no momento em que retorna aos quadros da Polícia Militar do Distrito Federal, concito-o a continuar trilhando este caminho de sucesso, valorizando a ética e a honestidade, servindo de exemplo a ser seguido por seus companheiros de farda e servidores civis, oportunidade em que externo os mais sinceros agradecimentos, desejando-lhe paz e sabedoria nessa nova caminhada. Por isso tudo, rogo a Deus que ilumine os seus passos e o abençoe sempre. (INDIVIDUAL). Ofício nº 403 de 10MAR16 SSPDF.

NOMEAR ADERIVALDO MARTINS CARDOSO para exercer o Cargo de Natureza Especial, Símbolo CNE-06, de Assessor Especial, da Assessoria Especial, do Gabinete, da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal.

NOMEAR o CB QPPMC ADERIVALDO MARTINS CARDOSO para exercer o Cargo de Natureza Especial, Símbolo CNE-06, de Assessor Especial, da Assessoria de Comunicação, do Gabinete, da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal, em vaga decorrente da exoneração de Carlos Eduardo Gelio Carone, publicada no DODF nº 097, de 21 de maio de 2015.

Processo: 428.000.102/2015. Interessado: SECRETARIADE ESTADO DASEGURANÇAPÚBLICA E DA PAZ SOCIAL DO DISTRITO FEDERAL. Assunto: CESSÃO DE POLICIAIS MILITARES. 1. AUTORIZO, com base no art. 1º, inc. I, do Decreto Distrital nº 31.617, de 28/04/2010, a cessão dos seguintes policiais militares: MAJ QOPM HERCULES FREITAS, matrícula 50.374/6, 2º SGT QPPMC PAULO CÉSAR VIEIRA NEVES, matrícula 23.856/2, ST QPPME ADILSON ALVES GONTIJO, matrícula 21.168/0, CB QPPMC ADERIVALDO MARTINS CARDOSO, matrícula 23.152/5, CB QPPMC JOÃO ROBERTO ELISEU FILHO, matrícula 24.267/5, e o CB QPPMC ESDRAS CARDOSO MANCIO, matrícula 73.114/5, todos da Polícia Militar do Distrito Federal, à Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal, para exercerem os cargos da estrutura daquela pasta, considerados de natureza ou interesse policial militar, a contar de 28 de janeiro de 2015, nos termos do art. 21, § 1º, item 3, do Decreto Federal nº 88.777, de 30/09/1983 (R-200).

A construção é diária. Nunca devemos parar de nos aperfeiçoar. Mesmo fora da Secretaria de Segurança e da Paz Social o aperfeiçoamento continua. Agradeço a cada servidor da pasta pelo tratamento dispensado durante a estadia na SSP.

20170608_164625

Deixe um comentário

Arquivado em Política