Arquivo do dia: janeiro 11, 2018

Coronel Márcio Pereira é o novo Chefe da Casa Militar do DF

Hoje saiu no Diário Oficial do DF a nomeação do Coronel Márcio Pereira da Silva para a Chefia da Casa Militar do DF.  Em nota a imprensa o Governo de Brasília afirmou que:

“Com a passagem dos Coronéis Hamilton Esteves e Claudio Ribas para a reserva remunerada, assume o cargo de Comandante Geral do Corpo de Bombeiros o Coronel Luís Claudio e a Chefia da Casa Militar, o Coronel Márcio Pereira.

Cel Márcio

Conheço o Coronel Márcio há exatos dez anos, nos conhecemos na Diretoria de Pessoal da PMDF, em especial, na extinta Seção de Recrutamento e Seleção. Ele era Major e eu soldado. Fui seu subordinado por algum tempo, até eu ser designado para servir na Inspetoria Geral da Força Nacional.

O coronel Márcio é um oficial diferenciado. Formado em Administração, educado, grande gestor e aberto ao diálogo, qualidades que o fizeram se destacar por onde passou.

No meio da tropa ele não é muito conhecido, mas nos bastidores sim. Oficial da primeira turma, muito respeitado, serviu em Samambaia quando mais novo, foi oficial de inteligência, destacou-se na antiga Siv-solo, foi  chefe do recrutamento e seleção no período de entrada do CFP I e II, Subsecretário de Administração da Casa Militar, Chefe de comunicação da Casa Militar, Chefe da Comunicação Social da PM, Subsecretário da SIOSP, Secretário Adjunto de Segurança Pública, Subsecretário de Ordem pública e agora Chefe da Casa Militar. Teve um currículo extenso.

Lembro bem do esforço dele durante a entrada do CFP I e II, era ano eleitoral e precisávamos homologar o concurso antes das limitações eleitorais. Seu dinamismo fez a diferença. Outro ponto que lembro bem foi quando o CFO esteve suspenso quando foi exclusivo para bacharéis em direito. Ele fez uma explanação defendendo a diversidade de cursos e de pensamentos. Sua base foi um trabalho do Rio Grande do Sul chamado: “Os data vênia.”

Esteve presente em outros momentos políticos. Lembro-me bem das discussões para operacionalizar o reajuste do auxílio alimentação, dos 15% no governo Agnelo e posteriormente do Auxílio Moradia. Sempre foi um bom ouvinte e um bom articulador nos bastidores. Como disse, um oficial diferenciado. O período que a comunicação social mais cresceu e se desenvolveu na PM foi em sua chefia. Tornou-se mais dinâmica e contemporânea. Ainda resta um pouco de sua marca por lá.

Mas o ponto que mais me marcou foi sua presença como amigo. Quando meu filho faleceu foi um dos primeiros a ir para a casa do meu pai. Sua amizade e lealdade nos momentos difíceis são incontestáveis. Nunca esquecerei sua mão amiga e suas palavras de conforto, tanto em tempos de paz quanto em tempo de guerra. 

Fico extremamente feliz por vê-lo chegar a Casa Militar. Neste ponto, o governador teve uma feliz escolha. O momento não ajuda muito, pois sei que poderia fazer muito mais. Tenho convicção que a Casa Militar estará bem representada em sua pessoa. Desejo a ele todo o sucesso do mundo. Que Deus possa dar-lhe força, sabedoria e visão para conduzir os trabalhos em perfeita ordem.

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EUA avisam a cidadãos sobre perigos de Ceilândia e mais três cidades de Brasília

O Governo de Brasília se orgulha de ter reduzido índices de homicídio nos últimos três anos, mas isso não comoveu o governo dos Estados Unidos. Na manhã desta quinta-feira (11), o Departamento de Estado daquele país emitiu um alerta para seus cidadãos evitarem quatro cidades do DF.

O aviso diz que, “devido ao crime”, os viajantes norte-americanos e até membros do corpo diplomático devem evitar Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá “em horas sem a luz do sol”. O documento também cita regiões fronteiriças do Brasil com outros países e localidades em Recife.

O Governo de Brasília reagiu com uma nota à imprensa, em que “rechaça essa colocação do Departamento de Estado”. “Como em qualquer cidade no mundo ocorrem crimes, mas tudo dentro da normalidade”, responde, acrescentando que nas regiões citadas “vivem cerca de 600 mil habitantes que trabalham, estudam e convivem numa situação de absoluta normalidade.”

Quem quiser ler o documento na íntegra, pode acessá-lo por aqui.

Particularmente, sou morador de Ceilândia há uns 03 anos e não me sinto a vontade de andar a noite na cidade. Para mim, que vim de outra cidade a sensação de insegurança ainda é muito grande. Mesmo sendo policial, ou por ser policial, não me sinto seguro em algumas áreas do DF. Evito ir a padaria e sair para determinados locais após escurecer e logo ao amanhecer, mesmo fardado. É comum assaltos a panificadoras e paradas de ônibus, tanto após as 18 horas, quanto antes das 7 horas da manhã. Não vejo nada de mais de outro país alertar seus cidadãos que irão viajar sobre   os riscos em outros países.

O Brasil deveria seguir o exemplo e elaborar um mapa claro da criminalidade para os moradores do DF. Desta maneira poderia investir em políticas públicas e dar ao cidadão de bem o direito de correr o risco ou não em certas localidades.

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