PMDF: Verdades ou Mentiras?

Nas redes sociais arvora-se uma possível nova “crise” na cúpula da PMDF. Os grupos que comandam a Corporação parecem travar uma grande batalha por novos espaços na estrutura. O atual grupo ligado ao governador parece ter “rompido”, como diria um amigo: “nada melhor do que o poder para separar bons amigos”.

Saída de Cel SantanaO que diz o texto em redes sociais de WhatSaap:

Mais uma situação complicada na PMDF para o Governador resolver. O Subcomandante Coronel Santana pediu pra sair. A saída é resultado dos desmandos do chefe da casa militar de Rolemberg, coronel Ribas. Não tem jeito, sem força pra se posicionar perante o governo e comandando de forma subserviente a Ribas, o Comandante Geral da PM não tem o respeito e a confiança de seus subordinados. Por último, o comandante editou portaria em que transfere ao Chefe do Estado Maior, terceiro na hierarquia da polícia, plenos poderes pra atuar como comandante da PM de fato. O Chefe do Estado Maior é Fábio Pizetta, coronel indicado e aliado incondicional de Ribas. Ele é visto dentro da PM como interventor do coronel Ribas”, (Grifo nosso).

Nos bastidores da política e da polícia, é notória a crise, muito semelhante a que vimos envolvendo o ex-secretário de segurança pública, professor Arthur. É provável que esta semana seja decisivo para algumas mudanças. Aonde há fumaça, há fogo!

O governador é conservador quando o assunto é mudanças, ele protela o máximo possível, fato que muitas vezes gera desgastes desnecessários para o seu governo, sem falar da insegurança na tomada de decisão, o que o faz voltar atrás muitas vezes após decidir. Um bom exemplo é o caso do reajuste das refeições no Restaurante Comunitário.

Uma saída para o governador neste momento é fazer o que deveria ter feito quando prometeu reduzir a quantidade de secretarias, ou seja, tornar a Casa Militar uma Assessoria Militar, como ocorre em outros Estados.

Uma dificuldade neste governo é a falta de quadros ligados a ele. Durante a campanha de Rollemberg apenas três tenentes coronéis acreditaram em seu projeto de poder. Dois são coronéis da ativa e um da inatividade atualmente, o que gera instabilidades. Pela lógica, em caso de mudanças na cúpula da PM, quem iria ocupar a Cadeira de Chefe da Casa Militar, a não ser um dos dois coronéis que atuaram na campanha do governador? E quem poderia ser o novo Comandante Geral ligado a eles?

Rollemberg-e-Nunes

Comenta-se aos quatro cantos das casernas que quatro “grupos” de coronéis atuam fortemente na PMDF, além dos R2 que estão todos na reserva. A grande maioria dos oficiais superiores que tivemos contato não concordam com a última reestruturação feita pela Casa Militar, o que gerou grandes desgastes políticos para o atual comandante da pasta.

Ao que tudo indica, parece ser perceptível o enfraquecimento das atuais forças políticas ligadas ao governador.

Fonte: Blog Informando e Detonando

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