PM PROCURA EMBAIXADA DOS EUA PARA RESOLVER SITUAÇÃO DOS COLETES E VIATURAS

A PM QUE FAZER ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA COM O INJ

Estados Unidos na sexta-feira (27) à tarde para tentar resolver a situação dos coletes balísticos vencidos da corporação e os problemas com as viaturas do modelo Pajero. A ação foi tomada porque a norma que regula os coletes é norte-americana, do Instituto Nacional de Justiça.

O Departamento de Defesa norte-americano foi acionado para que, junto com a PMDF, cheguem a um consenso. Segundo apurou o Diário do Poder, o Comando propôs fazer acordo de cooperação técnica com quem faz as normas.

“Hoje é praticamente impossível trabalhar como está. A norma brasileira está defasada há dez anos. Não podemos ficar aguardando as indústrias brasileiras”, informou uma fonte da PM.

A Polícia Militar quer seguir o modelo do Corpo de Bombeiros do DF, que adota a ténica alemã para veículos de incêndio. “Se o CBM fosse seguir as normas brasileiras, não teria nem metade disso”, informou o PM.

Se o acordo for aceito, o Comando da PM informou que os quase 14 mil policiais militares do DF terão melhor material de qualidade para usar, tanto em relação aos coletes balísticos vencidos, quanto às viaturas Pajero sem manutenção.

Coletes vencidos

Em 20 de maio, o Diário do Poder revelou que os coletes da PM venceram naquele mesmo dia em que a reportagem foi publicada e o Comando da PM não havia renovado. Por causa da situação, uma campanha rodou grupos de policiais com imagem do malote de colete comprado e a frase “Não sairemos para a rua com coletes vencidos”. Eles ameaçaram parar de trabalhar devido à gravidade do caso.

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À reportagem, o subcomandante da PM, coronel Sant’Anna explicou, à época, que a PM vem tentando adquirir desde julho de 2015 novos coletes, mas a empresa vencedora da licitação foi reprovada por apresentar equipamentos frágeis e reprovados nos testes. A licitação foi declarada como “fracassada”.

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“A PMDF não abre mão da segurança dos seus profissionais. Estamos preocupados em acelerar ao máximo o processo de aquisição, contudo não podemos descumprir prazos previstos nas leis licitatórias”, explicou o oficial.

Fonte: Diário do Poder – http://diariodopoder.com.br/noticia.php?i=56735403922

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