A insatisfação dos aliados do Governo

A “novela” das administrações estão dando o que falar. Uma das regiões mais cobiçadas é a região de Ceilândia, PSD, PEN e PDT potencializam as disputas. Segundo informações O PSD não abre mão de indicar o administrador da cidade, que atualmente está sendo interinamente o vice-governador, Renato Santana, talvez uma forma de amenizar o problema. A alegação do pessoal do PDT e do PSD é que foram aliados de primeira hora, mas quem levou a melhor neste primeiro momento foi o PEN da Deputada Luzia de Paula.

No atual governo a máxima: “quem ajuda a eleger, ajuda a governar” não está sendo levada a sério. Outro ponto a se observar é que o deputado Reginaldo Veras do PDT acabou não indicando ninguém para as administrações, o que nos faz lembrar que as vezes é melhor agradar o inimigo que pode ser mais perigoso do que o amigo que é leal e pode “esperar”.  No DF ser oposição gera mais recompensa do que ser aliado, pelo menos é que o aparenta.

Enquanto o vice-governador Renato Santana afirma que “o PSD é partícipe na vitória do Rollemberg. E tem se comportado como aliado. E assim será. Seja quais forem as decisões do governador”, no PDT o discurso é outro. A insatisfação do PDT, maior partido da Base do governador Rodrigo Rolllemberg, após o anúncio dos nomes dos administradores, foi evidenciada por seus dirigentes, que cobram espaço. Se a máxima de que se faz política  por meio da ocupação de espaços de poder for verdadeira, o governador terá problemas, pois será cobrado por muitos aliados.

O PDT, mesmo com dois senadores e três deputados distritais, entende que não está tendo o “espaço” correspondente ao seu tamanho. Segundo o seu presidente, Georges Michel, atual secretário de trabalho, no Jornal de Brasília de hoje, “a situação do PDT, no governo Rollemberg, está muito aquém da sua força política no DF.” O presidente quer “conversar com o governador”. Para o deputado distrital Reginaldo Veras, que também está insatisfeito, “houve falta de companheirismo por parte do PSB”. Segundo ele: “Nós fomos desrespeitados. Uma vez na composição de uma chapa, acredita-se que ela sendo vitoriosa os partidos que ajudaram devem ter uma participação maior na gestão”.

Segundo informações, o presidente do PDT, Georges Michel marcará uma reunião da executiva semana que vem para falar sobre os rumos da legenda dentro do governo Rollemberg, apesar da insatisfação, Cristovam Buarque não vê a possibilidade de romper com Rollemberg. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos!

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Por: Aderivaldo Cardoso com informações do Jornal de Brasília

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