Estamos no mês de janeiro, mas alguns já estão pensando no mês de junho. Até lá ainda teremos carnaval, páscoa e outras comemorações importantes. O que mais interessa para alguns neste momento é ensaiar para as festas juninas. Para quem não sabe as festas no mês de junho são celebrações católicas, hoje já inseridas em alguns igrejas evangélicas, que acontecem em vários países e que são historicamente relacionadas com a “festa pagã” do solstício de verão no hemisfério norte e de inverno no hemisfério sul, que é celebrado no dia 24 de junho. Uma festa que originou-se na idade média.
O Grupo Cultural Junino Quadrilha Caipiras de Fé, do Setor Habitacional Sol Nascente, criado em 2010, realizou hoje, domingo (04), sua primeira atividade de 2015 no Centro Educacional 11 de Ceilândia, próximo a feira do produtor e abaixo do SESC Ceilândia.
A associação formada por crianças, Jovens e Adultos, tem como objetivo, além da transformação de vida, manter a raiz da cultura popular Brasileira, além de participar das festas juninas tradicionais que envolvem o DF e o entorno. O Grupo também pretende participar do O Maior São João do Cerrado – 2015, repetindo o feito de 2014, quando tiveram a oportunidade de participar da abertura da tradicional festa de São João em Ceilândia.
O grupo nasceu de uma brincadeira no CED 11, mas o desejo de participar de grandes eventos fez com o que o seu presidente Victor Araújo de Castro, e seu vice presidente Pedro Vitor Lopes, juntos com os demais diretores regularizassem o grupo. O grupo que tem apoio do CED 11 Ceilândia, precisa de doações para confecção do traje da nova temporada. O Centro Educacional 11 de Ceilândia fica na QNP 01/05 no P. Norte – Ceilândia Norte. Quem tiver interesse em ajudar o grupo pode entrar em contato com o Victor Araújo no telefone (61) 9153-8695.
Por: Aderivaldo Cardoso com informações do Diário de Ceilândia
Após ser empossado governador do estado do Maranhão, na tarde desta quinta-feira (1º), Flávio Dino anunciou as 17 primeiras ações de seu governo, dentre projetos de lei, decretos e medidas provisórias. O discurso foi realizado da sacada do Palácio dos Leões, na Praça Pedro II, onde se fizeram presentes cerca de cinco mil pessoas, segundo informações da Polícia Militar. O Governo Flávio Dino acabou com o reinado da a família Sarney durava mais de sessenta anos no Estado.
Para a segurança pública duas medidas chamaram a atenção: a convocação de mais policiais para o Estado e a Criação de uma Medida Provisória nº 185 que autoriza a defesa de policiais em serviço possa ser feita pela Procuradoria Geral do Estado. Um ato simples, mas de grande significado. O que mostra que quando se quer fazer é possível fazer!
Fica a sugestão ao atual Governador do DF, Rodrigo Rollemberg. Sabemos que alguns de nossos desejos esbarram em questões orçamentárias. Tal atitude não trará nenhum gasto para o Estado, mas trará muita economia para todos os policiais que trabalham diuturnamente para garantir a segurança dos cidadãos Brasilienses.
Atos do Governador do Maranhão:
Convocação – Concurso Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar
Na área da segurança pública, Flávio Dino anunciou a convocação de mil candidatos aprovados na primeira fase do concurso público para carreira de soldado da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiro Militar. Os convocados farão, em breve, o Teste de Aptidão Física (TAF). O concurso é regido pelo Edital SEGEP nº 3, de 10 de outubro de 2012, da Secretaria da Gestão e Previdência do estado.
MP 185
A Medida Provisória nº 185 autoriza a representação judicial de membros das polícias Civil, Militar e do Corpo de Bombeiros Militar por meio da Procuradoria Geral do Estado, nos casos especificados no texto da MP.
Escolhido pelo novo governador para comandar a Polícia Civil, o delegado Eric Seba, 52 anos, tem o perfil que Rodrigo Rollemberg (PSB) procurava para sua equipe: técnico e da “geração Brasília”. Nascido na capital do país e filho de pioneiros, o investigador assume o cargo depois de bater na trave algumas vezes. Por duas vezes, foi o preferido dos agentes e dos delegados de polícia em uma lista organizada pela Associação dos Delegados de Polícia Civil e pelo Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do DF. Apesar da aprovação da categoria, Seba foi escolhido pessoalmente por Rollemberg.
Há 30 anos na Polícia Civil do DF, Eric Seba passou por unidades especializadas e delegacias circunscricionais. Antes de ser nomeado o novo diretor, coordenava a Região Metropolitana da Polícia Civil. Para ele, o maior desafio é interno, de reagrupar a instituição. Seba promete uma gestão transparente e afirma que não fará grandes mudanças, mas adianta que está montando a própria equipe. “Na administração pública, é preciso trabalhar com moralidade, impessoalidade, celeridade. Nesses princípios, o que mais procuro zelar é a impessoalidade. Não decido nada por amizade ou inimizade”, garantiu.
O delegado é firme ao dizer que “na primeira pisada de bola, o cara vai sair”. O objetivo é fazer uma integração com os outros órgãos, implementar o plano Pacto pela Vida, promessa de Rodrigo Rollemberg, e resgatar a segurança de Brasília. “Quando a população nos procura, é como se estivesse procurando um médico: ela quer socorro. E devemos dar isso.”
O senhor pretende fazer mudanças radicais?
Qualquer mudança radical que se faça, como já foi feito, a polícia para e alguém paga por isso. Por mais que a gente tente manter o ritmo, é difícil. A ideia é fazer ajustes. Não são muitos. Temos equipes boas, mas vamos fazer mudanças gradativamente. Vai começar pela cúpula.
Como o senhor vai formar a sua equipe?
Tenho um grupo que está mais ou menos delineado. Estou buscando pessoas virgens, que conciliem a técnica com o comprometimento com a polícia, que não tenham passado por nenhum tipo de processo, ainda que às vezes tenha sido absolvida em um determinado momento, a não ser um processo muito bobo. Na administração pública, é preciso trabalhar com moralidade, impessoalidade, celeridade. Nesses princípios, o que mais procuro zelar é pela impessoalidade. Não decido nada por amizade ou inimizade.
“A relação entre diretor e governador tem que ser em um nível republicano, saudável. O governador foi muito taxativo para dizer que temos liberdade para fazer o que precisamos fazer dentro da polícia.”
Como vai ser a atuação da Corregedoria da Polícia Civil na sua gestão?
A Corregedoria tem que ser muito atuante, em todos os sentidos. No controle da qualidade dos nossos procedimentos e na preservação da integridade moral da instituição. Quem for desonesto terá que ir para a rua. Não tem perdão. Só que penso da seguinte forma: é preciso seguir o caminho da Justiça. Em alguns casos, há dúvida e pode ser cometida injustiça. Temos casos de policiais que foram acusados, indiciados, denunciados e processados e quando chegou ao fim provou-se que não foi isso. A preocupação não é responder na Corregedoria. Todos nós somos maiores, sabemos dos nossos limites e sabemos quando a gente ultrapassa e tem que responder. Mas temos que ser rigorosos, com Justiça.
O senhor foi escolhido em primeiro lugar na lista da categoria enviada ao governador. Na sua avaliação, por que essa aprovação dos colegas?
Acredito que pelo respeito, pela parceria. Nos meus 30 anos de polícia, procurei ser justo nas minhas atitudes, sempre procurei atender todo mundo. Não prometo o que sei que não vou poder cumprir, se me comprometo a tentar fazer determinada coisa, sou transparente para dizer que falhei ou não consegui. Mas não deixo de dar resposta. Hoje, a nossa instituição está um pouco fragilizada, muito por falta de diálogo. O servidor quer um amparo, quer ouvir um muito obrigada, uma orientação, não quer ficar ao deus-dará. Penso que somos uma família.
“Investigação tem um corpo e cada um de nós é uma engrenagem dessa máquina. A máquina não funciona se algo não estiver funcionando bem.”
Como fazer a integração com a Polícia Militar? Estamos com planejamento de fazer operação integrada com comandantes da PM, fazer banner conjunto entre as polícias. É importante saber que nosso trabalho é um, e o da PM é outro. Nem nós podemos entrar na atividade deles, nem eles na nossa. Temos que ter interação e integração, não misturação. A Polícia Civil não pode sair fazendo ronda porque prejudica o investigativo.
O senhor é ligado ao senador Cristovam Buarque (PDT)?
Fui delegado-chefe quando o senador Cristovam Buarque era governador. Depois da sucessão dele, houve um mal entendido e muitas maldades. Falaram que fiz investigações para beneficiar o governador e prejudicar outros políticos. Nunca frequentei a casa dele, nem ele a minha. Foi uma relação de confiança. Existe essa relação, como tenho hoje com o senador Reguffe e com o PDT. Mas Cristovam não interfere.
Quando o deputado Laerte Bessa assumiu a direção da polícia, no governo de Roriz, o senhor tinha relação de confiança com Cristovam Buarque, governador anterior. O senhor foi perseguido por isso?
Quando houve a mudança, eu era chefe da delegacia e fui tirado da chefia. Isso porque uma pessoa quis criar uma ingerência em um inquérito e eu não quis. Falei que não me interessava. Mas foi tranquilo porque sou bem resolvido com relação a isso. O Dr. Laerte (Bessa) ficou constrangido, mas entendi que fazia parte. Voltei então para o plantão. O que me incomodou foi que tentaram desqualificar meu trabalho, aí não aceitei.
Na gestão de Laerte Bessa, na Polícia Civil, havia uma relação próxima com o Roriz. Como o senhor vê isso?
Qualquer ingerência política do governo na polícia é prejudicial para o governo e para a instituição, e principalmente para a população. Claro que a gente deve uma lealdade ao governador, e ela tem que começar pelo empenho de fazer o melhor. Mas essa relação entre diretor e governador tem que ser em um nível republicano, saudável. O governador foi muito taxativo para dizer que temos liberdade para fazer o que precisamos fazer dentro da polícia.
O senhor é amigo do Rodrigo Rollemberg há muitos anos?
Meu pai conheceu o pai do Rodrigo há muitos anos. Meu pai tem uma propriedade perto da dele e a gente se encontrava, mas era casual. Quando ele precisava de algo na fazenda ele pedia, e fazíamos o mesmo. A família do Rodrigo é muito simples, de hábitos simples. A fazenda deles é simples, assim como a nossa. Mas sempre procurei deixar claro que conheço o Rodrigo, mas não sou amigo dele. Tanto que escrevi uma nota, quando meu nome foi escolhido na lista dos agentes e delegados, dizendo que era apenas uma sugestão nossa, que a decisão é do governador. Eu não era uma decisão dele desde o primeiro momento. Ele amadureceu, construiu e, lógico que estando na lista, facilitou.
Como o senhor acredita que será a gestão do secretário de Segurança, que é sociólogo?
Trabalhamos juntos no plano Ação pela Vida. Gosto da forma como ele se posiciona. Imagino que vamos ter que fazer alguns ajustes da parte operacional com a filosófica, mas acredito que será uma boa relação. Ele que será o ordenador da política de segurança e vamos executar.