Entre Blogs: Somos culpados pelo que ocorre na CABE?

Sempre escutamos sobre desvios de dinheiro na Caixa Beneficente da PMDF (CABE), mas sempre se ficou na especulação, hoje vários meios de imprensa divulgam noticias sobre desvios de mais de 50 milhões de reais. Até onde isso é real ou não o tempo dirá, mas nossa parte de culpa nesta CABE é grande.

Em 2011 tivemos uma eleição para a gestão da CABE e menos de 50% de policiais militares que tinham direito a voto não compareceram às urnas. E agora muitos ficam revoltados com as suspeitas. Se somente a nível PMDF temos esse nível de comprometimento imagine a nível de eleições ano que vem!

Bom vídeo!

Fonte: http://www.casernapapamike.com.br/somos-culpados-pelo-que-ocorre-na-cabe/

Panfleto

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2 Comentários

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2 Respostas para “Entre Blogs: Somos culpados pelo que ocorre na CABE?

  1. Leandro

    Grande Aderivaldo..
    Em relação a esse assunto, não vou comentar (por ora). Apenas repassar uma notícia divulgada no site do TJDFT. Veja abaixo..

    JUIZ DETERMINA QUEBRA DE SIGILOS FINANCEIROS DE CONSELHEIROS DA CAIXA BENEFICENTE DA PMDF
    por AF — publicado em 05/08/2013 19:25
    O juiz da 25ª Vara Cível de Brasília determinou, liminarmente, a quebra dos sigilos fiscal e bancário dos conselheiros da CABE – Caixa Beneficente da PMDF, Gilberto Alves de Carvalho e Alexandre Rocha Saud. A antecipação de tutela foi requerida por associados da CABE que sustentam ter havido desvio de mais de R$ 50 milhões da associação por parte dos acusados.

    Os autores ajuizaram Ação Declaratória em desfavor de Gilberto Alves de Carvalho, Alexandre Rocha Saud, RECUP Consultoria e Assessoria Empresarial Ltda e Rony Rosa Moreira. Informaram que a CABE congrega o interesse de mais de 22 mil militares e que vem sofrendo reiterados prejuízos e desvios financeiros praticados pelos réus. Pediram a intervenção do MPDFT no caso, bem como o afastamento, o bloqueio dos bens e a quebra dos sigilos financeiros dos conselheiros.

    De acordo com os associados, a RECUP de propriedade do réu Rony Moreira, contratada pelos réus, serve apenas de fachada para o esquema de “lavagem” dos recursos desviados da CABE através do Instituto CABE. Segundo eles, a empresa é investigada por fatos semelhantes ocorridos em outras instituições.

    Na decisão do juiz, além da quebra dos sigilos, foi determinada a suspensão de repasse de qualquer quantia da CABE ao Instituto Cabe, a suspensão dos efeitos de todos os contratos celebrados entre a CABE e a RECUP, e o bloqueio judicial de um veículo VW Voyage, que segundo os autores foi dado de “presente” pela RECUP ao conselheiro Alexandre Saud.

    O magistrado determinou ainda a citação dos réus, que terão o prazo de 15 dias para apresentar contestação dos fatos narrados pelos autores.

    Processo: 2013011106950-7

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  2. Luciano

    Parabéns pela qualidade dos debates caros amigos. Infelizmente a CABE, que é uma instituição que pertence aos seus associados – não sabe o poder que tem, poder de prover os melhores serviços e benefícios aos seus associados em razão do seu potencial financeiro e de gestão. É preciso entender que representação não se confunde com representatividade, por isso a necessidade de ampla participação dos associados. Torcemos pelo sucesso e pelo futuro saudável dessa importante instituição à servico da familia Policial Militar.

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