Comissão criada pelo comando da PMDF para reestruturação seria apenas “teatro” para a massa?

Não alimento disputas entre oficiais e praças, mas busco justiça em nossa Corporação. As praças representam o maior quantitativo de policiais em nossa Corporação. Visando buscar melhorias e informações para discutir nossa reetruturação o comando da PMDF formou uma comissão para discutir o tema. Mas pelo jeito não passa de um teatro para a massa. Podemos confiar em uma comissão onde encontramos apenas um SUBTENENTE para representar os interesses da maior parte da categoria? Deveríamos ter no mínimo um soldado, um cabo, um sargento e um subtenente. Os interesses são totalmente diferentes. As visões também! Se este trabalho for sério, espero que seja revista a situação.

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Afinal, quem está elaborando a reestruturação?

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8 Comentários

Arquivado em polícia militar

8 Respostas para “Comissão criada pelo comando da PMDF para reestruturação seria apenas “teatro” para a massa?

  1. FILIPPI

    kkkkkkkkkkkkk….NADA MUDA!
    Onde estão os Praças? O ST já está com o pé no oficialato!
    Cansei!

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  2. Ana

    Esse St é o candidato Pato? Se for ele, os praças não conseguiram nada,pois ele só pensa nos St.

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  3. Deltadobrado

    Vejo na relação um QOPMA também, além do subtenente. Ainda assim, não há equilíbrio nesta comissão. As praças são a PMDF, em sua maioria esmagadora e em toda a execução da sua missão precípua. Os oficiais coordenam e administram toda esta estrutura, humana e material. Acredito que a comissão deveria ter mais membros e claro proporcionalmente ao efetivo da tropa. Mais praças, mais representantes. Se o atual comandante geral estiver disposto a ouvir a voz da base, ele reverá esta portaria. Caso contrário, a rádio PM que conhecemos, tão ágil quanto a velocidade da luz, cumprirá o seu papel de difundir entre a tropa que mais um chega para ter ouvidos que não escutam, olhos que não enxergam, mas uma boca que espalha falácias por onde passa.

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  4. George Felipe de Lima Dantas

    É muito saudável, porquanto renovadora, a ideia de aventar e trabalhar em prol de uma reestruturação da carreira dos policiais militares. Isso milita em proveito do “Bem Comum”. Mas é preciso respeitar muito, em tal conjuntura, tanto a carreira quanto os próprios policiais militares. E reestruturar ou evoluir implica valorizar tanto a carreira quanto, em consequência, os próprios policiais militares enquanto indivíduos. Uma instituição que data de 1809 só pode ter durado tanto tempo fruto de forças poderosas de coesão e unidade — o que implica harmonia entre seus pares, o que por sua vez subentende igualdade de oportunidades de carreira. O “desenvolvimento humano”, hoje uma importante disciplina básica da área de humanidades/ciências sociais, aponta que homens e mulheres, em cada uma das “estações da vida” (na linguagem da obra seminal de Erik Erikson, uma das grandes autoridade do setor), precisam atingir “objetivos desenvolvimentais” típicos de cada uma das respectivas fases/estações. Isso inclui a possibilidade de evoluir profissionalmente, mercê da respectiva oportunidade e mérito individual. Mas a “ascensão”, especificamente, é uma conquista de cada um e não uma “concessão para todos”. É preciso, sim, assegurar a todos o direito de cada um conquistar o que for capaz de alcançar. Mas uma “concessão” não pode estar incluída nisso. Assim é, até mesmo pela razão de que a concessão faz “tábula rasa” de todos, nivelando capacidades e méritos correspondentes pelo mínimo. E é exatamente aí que a demagogia funciona, e vem funcionando sempre (na PMDF ou alhures…) com alguma espécie de “canto da sereia”. É preciso cuidado. Mais cuidado ainda com “operadores políticos” cujo discurso, falaciosamente em prol do “Bem Comum”, na realidade seja em proveito do próprio bem e da manutenção do poder pelo suposto “concedente” de direitos. Se é que essa figura ainda possa sequer existir em um mundo esclarecido e moderno: ela que está ficando obsoleta e alvo do ridículo, como apontam as multidões e seus cartazes nas ruas brasileiras de 2013.
    . .

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  5. elizeu

    Os fodões atiradores os Bopianos os Rotanzeiros o Choque da Cavalaria os Comuns até os do Expediente até o Comandante Geral um dia irão pra reserva e ai até os que nunca quiseram nada?

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  6. Aderivaldo Cardoso

    Republicou isso em Brasília Inteligente.

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