É hora de criarmos o Instituto Policiamento Inteligente! Unificação de bancos de dados e procedimentos na segurança pública DF!

Hoje ao abrir o jornal Correio Braziliense, pág. 22, cidades, está estampada a manchete:

“Segurança Pública – Tecnologia permite registrar no ato situações de emergência e compartilhar informações sobre pessoas e carros procurados. As novidades foram mostradas no Parque da Cidade”. Em letras “garrafais” ainda estava a seguinte frase: ” PM GANHA VEÍCULOS COM TABLET E INTERNET.

Acho interesse algumas iniciativas, mas as vezes me vejo em um grande círculo vicioso, ou quem sabe em um grande atoleiro, sempre patinando no mesmo lugar. Nossas viaturas dispunham de equipamentos semelhantes que nunca foram utilizados ou nunca funcionaram…

Sempre me pergunto: do que vale um corpo perfeito sem um cérebro para controlá-lo?

Os equipamentos (Hardwares) podem até ser os melhores, mas e os softwares (Cérebros)?

Adianta adquirir equipamentos de 8,5 milhões (hardwares), sem softwares que atendam nossas necessidades?

Foram interessantíssimas as duas colocações da reportagem. A primeira da autoridade policial ao afirmar que “será possível registrar qualquer situação de imediato nas viaturas. A ordem se inverteu, segundo ele, se antes as pessoas iam até a polícia, agora a polícia vai até elas”. Como? Se não podemos lavrar o TERMO CIRCUNSTANCIADO? Que tipo de registro será feito? Iremos utilizaro BOWEB?

A Síndica de um prédio na 707 Norte, foi perfeita ao afirmar: “Eles poderiam fazer uso de toda essa modernidade para nos dar segurança.” Que segurança estamos dando?

É preciso reestruturar todo o sistema de segurança pública no DF, não apenas a PMDF. Isso passa por uma gestão eficiente da Secretaria de Segurança Pública.Sugiro a criação de um Instituto de Segurança Pública, que exerça esse papel dentro da própria secretaria, ele seria responsável por trabalhar os dados existentes de maneira única, acabando com as distorções entre os dados da Polícia Militar, Polícia Civil e da Própria secretaria. Um instituto com um quadro formado por policiais, sociólogos e estatísticos, visando fazer um mapa da criminalidade no DF, focado no planejamento de políticas públicas sérias para o futuro, semelhante ao Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP). Creio que isso seja policiamento inteligente: Pesquisa, planejamento e tecnologia em benefício da sociedade! Para isso, é preciso uma UNIFICAÇÃO DE BANCOS DE DADOS E PROCEDIMENTOS. É HORA DE QUEBRAR O MONÓPOLIO DA INFORMAÇÃO QUE ESTÁ NAS MÃOS DA POLÍCIA CIVIL!

Esse é o caminho para atingirmos a eficiência, eficácia e efetividade no sistema de segurança pública do DF como um todo!

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23 Comentários

Arquivado em desmilitarização das polícias, polícia comunitária, polícia militar, policiamento comunitário, reestruturação das polícias

23 Respostas para “É hora de criarmos o Instituto Policiamento Inteligente! Unificação de bancos de dados e procedimentos na segurança pública DF!

  1. Wilson

    Tenho uma sugestão. VAMOS RECEPCIONAR O GOVERNADOR AGNELO NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA, quando ele voltar da Europa. Levaremos faixas cobrando as promessas de campanha PARA COM A PMDF. Com certeza vai ter muita gente esperando por ele, inclusive a IMPRENSA.

    WILSON

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  2. É difícil isso sair do papel. As corporações que realizam a Segurança Pública no nosso país não sabem trabalhar em equipe. Veja a reportagem citada neste blog. O PM, não sei em que ele se baseou, extrapolou e disse que a partir dali a polícia iria até o cidadão, o povo não precisaria mais ir à delegacia? A população não precisaria mais dos serviços da pc? Exemplo: Ocorre um estupro, a pm comparece ao local e resolve tudo? Onde fica a investigação? Judiciãrio, MP? Essas informações vão para onde? A vítima, após a viatura da pm atender ao local vai para a casa? Quem vai fazer a avaliação do caso? Perícia? Sabemos que no Brasil, temos a nível estadual duas corporações policiais, uma civil e outra militar, onde a militar, por ter tal estrutura e efetivo maior, entende que o sistema criminal começa e termina nela, ela despreza os outros órgãos (pf,pc, prf, judiciário, mp, prisões) e a população. O citado instituto e a unificação de banco de dados seria ótimo se houvesse discernimento nas corporações, no DF isso não ocorre. O que se vê, principalmente no DF, é que os órgãos da Seg Pública disputam: politica, espaço, poder, dinheiro, área de atuação, etc. Tal disputa, antes de forma velada, hoje ostensivamente, (afinal de contas oficiais da corporação fizeram campanha política para o atual governador), a pm trabalha para esvaziar e enfraequecer a pc, que não recebeu sequer viatura, nenhuma tecnologia, efetivo etc. Tem que haver simetria, não funciona se uma corporação estiver com estrutura e a outra sem nada ou muito pouco. Atualmente a pcdf tá sucateada. Com certeza a pm vai querer se sobrepor a pc, porque as corporações não sabem trabalhar em equipe, nem respeitar o espaço e competência da outra. Aqui no DF as corporações policiais se detestam, já trocaram tiros, certa ocasião, a pm invadiu uma delegacia de polícia para resgatar um preso, (ação característica dos piores marginais do Rio e São Paulo, fiquei envergonhadíssimo) e não são fatos isolados. Será muito difícil os cruzamentos de dados ocorrerem no DF. Quanto mais fraca, desacreditada, desestruturada, estiver a pm a pc acha bom e vice-versa. É mais fácil os marginais se juntarem no crime, vide São Paulo, (onde eles, de dentro de um presídio conseguiram paralizar o Estado, matar os trabalhadores em segurança pública e afins) do que isso ocorrer.

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    • Aderivaldo Cardoso

      Acredito na máxima:
      PALAVRAS GERAM PENSAMENTOS, QUE GERAM SENTIMENTOS, QUE GERAM AÇÕES QUE NO FINAL GERAM RESULTADOS.
      Se fosse fácil, já teriam feito. rsrs
      É importante buscarmos ações que gerem os resultados esperados.
      Uma vez me disseram que seria impossível esse blog chegar a dez mil visitas em um único dia. Chegou!
      Um dia me disseram que seria impossível ser aceito dentro da Corporação por meio de um livro, pois os policiais não gostam de ler, o livro saiu e virou referência. Particularmente não acredito no impossível, para mim só é impossível o que ainda não foi tentado!
      Pode não ser por agora, mas esse é o futuro. Ou fazemos isso ou não sairemos do lugar…Em breve será uma cobrança da sociedade. Eu serei o primeiro a sair as ruas levantando essa bandeira: UNIFICAÇÃO DE BANCOS DE DADOS E PROCEDIMENTOS NA SSPDF. Esse é o primeiro passo para o que realmente desejamos!
      Abraço

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  3. Tecnologia representa avanço, rapidez para gerar informação, capacidade de mensurar e quantificar dados com mais precisão. É correto adquirir tecnologia e se capacitar para corretamente utilizá-la. O policial militar não pode continuar desmotivado intelectualmente, exarcebando críticas e acreditando que com isto, a situação será diferente. O que percebo realmente é velhos costumes aplicados a novas necessidades, exemplifico: há a necessidade de criar um banco de dados eficaz, com informações que dêem suporte ao efetivo nas ruas de nossas cidades, mas o que acontece é que se realiza um compra de equipamentos que a maioria da corporação ainda não está acostumada a utilizar, e que por sua vez, ficarão inutilizados. O correto seria capacitar o policial para aprende a usufruir da tecnologia disonível no mercado e posteriormente dotar a tropa de equipamentos. Nos falta especialização. Realizamos segurança pública de forma artesanal e ficamos indignados quando o cidadão nos critica. Sei que somos excelentes profissionais, mas a sociedade precisa de pessoas especializadas e capacitadas para defendê-las e não de pessoas de boa vontade. Ninguém contrataria um segurança para a sua empresa caso este não fosse capaz de garantir a guarda de seu patrimônio. Também a sociedade não acha justo pagar um salário elevado para policiais que não são especializados em segurança pública (a comprovação se dá pelos resultados obtidos), se acreditarmos que já somos auto-suficientes, então a nossa situação é mais crônica ainda, e requer uma reflexão urgente. Precisamos nos empenhar para fazer as mudanças necessárias acontecerem em nossa corporação, seja através da capacitação e do conhecimento intelectual, da vontade de crescer, do advento da tecnologia, mas, que ocorra a partir de um ponto positivo e válido.

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  4. SD Abranches

    Dificilmente a “STASI do cerrado” irá abrir mão das informações que tornariam a PMDF quase que 90% independente das eficientíssimas DP,s da vida.
    A Unificação de bancos de dados e procedimentos na segurança pública DF, é uma medida ótima para a população.

    Mas, para não perderem poder ou um pseudo-status nossos “primos ricos” fatalmente lançaram mão dos “dossiês” Pouco importa para eles a população! Isto é fato!

    Até mesmo o Padrinho de Ouro da PCDF, aquele velhinho “mui” generoso que venera o anil caiu nas garras deles só por causa de uma bezerra.

    Por coincidência passaram a rasteiro no nosso septuagenário ex-Governador logo no começo do Governo do “careca verdinho” Um recado claro do que aconteceria depois e tendo como protagonista um delator ingrato, um delegado que tem uma ficha corrida pior do que muito “vagabundo” encarcerado na Papuda.

    rsrs

    Não custa nada tentar!!!!

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  5. SD Abranches

    Sua idéia Aderivaldo já consta no Plano Estratégico da Corporação, mais especificamente nestes itens:

    9.2.4. Iniciativa Estratégica: ESTABELECER PARCERIA
    ESTRATÉGICA PARA INTEGRAÇÃO COM OUTROS
    BANCOS DE DADOS DE OCORRÊNCIAS CRIMINAIS
    DE INTERESSE DA SEGURANÇA PÚBLICA.

    9.2.9. Iniciativa Estratégica: REALIZAR GESTÕES
    COM OS DIVERSOS ÓRGÃOS DISTRITAIS PARA
    IMPLANTAÇÃO DO TERMO CIRCUNSTANCIADO E
    BOLETIM ELETRÔNICO DE OCORRÊNCIAS.

    9.2.10. Iniciativa Estratégica: REALIZAR GESTÕES
    PARA A INTEGRAÇÃO DAS BASES DE DADOS EM
    SEGURANÇA PÚBLICA DO DISTRITO FEDERAL.

    http://www.pmdf.df.gov.br/PlanoEstrategicoPMDF.pdf

    Resta saber se as iniciativas estratégicas elencadas vão efetivamente “sair do papel”

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    • Aderivaldo Cardoso

      Perfeito meu amigo.
      Falta somente vontade política para chegarmos a esse ponto.
      É preciso tirar as boas idéias do papel!

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      • Leandro

        Aderivaldo, me perdoe, mas criar “Instituto Policiamento Inteligente?”……
        Francamente, já temos muitos órgãos, secretarias, “caixinhas” no organograma do GDF para pensar em mais um “silo funcional”. Sempre alguém levanta esse tipo de solução: criar, criar, criar…..
        O que falta é fazer o temos funcionar.

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  6. Mais uma idéia milagrosa. Já foi trocado sistema de rádio e continua com problema, computadores nas viaturas que nunca funcionaram, CIADe que não é unido. Concordo que a solução seria a unificação dos bancos de dados, o problema é que como já foi dito por outro colega isso não acontecerá muito fácil, pois no pensamento deles estarão dando autonomia demais para a PM. Agorsa sem essa unificação o que vai acontecer é o que já acontece com os PCS, têm computador mais não podem lavrar ocorrências, o que vai acabar acontecendo é: mais dinheiro público indo parar no ralo. Sou a favor da evolução e acho que já está demorando pra chegar, mas o que estão fazendo nada mais é que política, nada de concreto.

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  7. O que precisa é fazer o que temos funcionar?
    Mas o que temos?
    Cria-se algo novo quando o velho não atende mais as expectativas.

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    • Leandro

      Pelo que notei sua proposta é criar “algo novo”. O que há de novo em criar mais um silo funcional e colocar lá os mesmos atores ou outros “peixes”?
      Com essa fórmula JÁ TEMOS MAIS TRINTA MINISTÉRIOS e um absurdo de secretarias com status de ministério que continuam não atendendo as expectativas e continuaremos criando mais desses órgãos.
      AFINAL DE CONTAS, PRA QUÊ SERVE A SECRETARIA DE SEGURANÇA? ELA É QUE DEVERIA FAZER O QUE VC ESTÁ QUERENDO. ENTÃO EXTINGUE A SECRETARIA E CRIA O TAL INSTITUTO, E DAÍ? QUEM VAI OCUPÁ-LO? OS MESMOS DE HOJE. VC ACHA QUE ISSO MUDA ALGUMA COISA?QUANTA INGENUIDADE SUA! OU EU É QUE SOU INGÊNUO ACHANDO QUE ESSA PROPOSTA É REALMENTE PRA RESOLVER O PROBLEMA.

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      • Aderivaldo Cardoso

        Opa, chegamos a um acordo. Precisamos mudar as pessoas que estam a frente de nossa gestão!
        Ou mudamos as pessoas ou o sistema!
        Qual é o mais fácil?
        Na secretaria existe apenas uma “seção” de estatística. Não é o suficiente! Se FOSSE estaria propondo isso?
        Também sou ingênuo, sonhador, infantil e idealista…rs. Por isso, penso diferente da maioria adulta, bem formada, capacitada e realista, em condições de fazer algo, mas não faz.

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  8. Leandro

    Se vc define “sistema” como organograma, então é mais fácil mudar o organograma.
    No entanto, o que estou dizendo é que isso não dá resultado algum, até porque sistema NÃO É organograma, se as relações de poder não forem modificadas.
    Na Secretaria há um conjunto de Gerências para cuidar do que vc quer. No entanto, o problema é, além de político (a questão dos bancos de dados e termo circunstanciado), tecnológico (georreferenciamento das ocorrências, chamadas telefônicas, etc, que parece estar sendo resolvido).
    Você fala da questão de que não fazemos o TC, mas vc sabe que esses terminais estão preparados para isso? Que projetos de infraestrutura tecnológica estão sendo desenvolvidos para suportar os serviços que precisaremos realizar?
    A verdade é que é mais fácil “receitar” criações de órgãos com nomes “sugestivos”, impactantes.
    A criação de um instituto na secretaria não mudaria nada. O que pode mudar alguma coisa é o trabalho de convencimento da importância de determinados processos e sua avaliação.
    E quero externar aqui que deixo de frequentar seu blog, não por desconsiderar suas idéias ou dos que aqui frequentam, mas porque vejo que seu projeto político está sobrepondo a discussão técnica que me pareceu ser a proposta do blog em seu início. Agora estou vendo apenas a autopromoção política. Tomara que vc tenha sucesso em sua empreitada. Quem sabe em outras circunstâncias possamos trocar umas idéias.

    Um abraço,

    Leandro Guimarães – 1º TENQOPM

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    • Aderivaldo Cardoso

      Uma pena Tenente!
      Abraço

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      • Anderson Nakamura

        Também espero que você tenha sucesso em sua empreitada Deri. Há que se ter estômago e boa dose de articulação para propiciar as mudanças das quais necessitamos. Técnicos e gestores, cada um fazendo sua parte. Será pedir muito?

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  9. Aderivaldo Cardoso

    Preocupado com a matéria veiculada no jornal Correio Braziliense desta segunda-feira (16), que informa sobre a implantação de equipamentos em viaturas da PM que permitirão o registro de ocorrências policiais, os presidentes do Sinpol, Ciro de Freitas; Sindepo, Benito Tiezzi; e Adepol, José Werick, encaminharam ofício ao Secretário de Segurança Sandro Avelar para adotar providências no sentido de impedir possível usurpação de função.
    No documento, as entidades lembram que o registro de fato delituoso é o primeiro ato da investigação criminal, atribuição constitucional da polícia judiciária e não de militares da PM.
    O presidente do Sinpol argumenta que se é para dar atendimento mais ágil à população, logo após a ocorrência de um crime, que se equipe também as viaturas da PCDF para realizar tal tarefa: “O que não podemos permitir é invasão de competências, o que vai de encontro a Constituição Federal”.
    Como sugestão, as entidades apontam no ofício que os equipamentos instalados nas viaturas da PM sejam meios de consulta, visando auxiliar os policiais militares na prevenção de delitos.
    Diante dos fatos expostos, os presidentes das entidades solicitam que sejam adotas medidas necessárias, no âmbito da política de Segurança Pública do DF, com a finalidade de rechaçar possível usurpação de função, cuja resposta impõe, se for o caso, medidas judiciais em suas diversas esferas.
    “O que o Sinpol espera do GDF é que a Segurança Pública esteja focada para que cada corporação exerça sua atividade fim, ou seja, a polícia judiciária em atividades de investigação e repressão aos crimes e demais forças policiais atuando na prevenção e policiamento ostensivo, seguindo os ditames constitucionais”, finaliza o presidente do Sinpol.

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    • Aderivaldo Cardoso

      Por isso digo que o lobby deve ser feito na Secretaria de Segurança Pública, e que o gerenciamento de todas as ações deva partir de lá. Enquanto esse gerenciamento estiver na PMDF ou na PCDF ficaremos patinando no mesmo lugar!
      É hora da secretaria exercer seu papel de gestor do sistema como um todo!
      Lembrando que o sistema é muito maior que uma seção na secretaria. O secretário é o responsável direto pelos integrantes do sistema: Polícia Militar, Polícia Civil, Defesa Civil e Corpo de Bombeiro.

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      • Anderson Nakamura

        Para tal, seria necessário que as polícias dexassem de ser mandadas pelos sindicatos. Tenho observado com espanto que orientações de sindicatos tem força de “portarias” nas insituições.
        Espero que as “ingerências” diminuam na atual gestão do SSP e que o governador se posicione a favor de uma administração mais qualitativa dos dados de segurança pública.

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    • Anderson Nakamura

      Não sei sobre a opinião dos colegas, mas a mim me parece que o Sindicato dos policiais civis se preocupa muito com a instituição, e muito pouco com a população. Gostaria de saber de que adianta guardar as informações de crimes embaixo do travesseiro ao invés de compartilhá-la propiciando assim a utilização dentro do sistema de segurança pública.
      Algumas pessoas têm se esquecido do porquê de sermos profissionais de segurança pública, qualquer que seja a instituição.

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  10. alves motta

    sabemos que tudo que fazemos é uma forma de sermos reconhecido e valorizado, portanto nesta atividade que é exercida pelo policial diante do publico mostra claramente a população o seu resultado porque somos cobrado, fato este que nós que precisamos destas informações é que somos prejucados para nosso trabalho do dia á dia e prejudicando a população, ela que precisa de imformação direta e rapida não para montar döcies, nas sanar estes alamantes crimes que existe atraz do muro (politica)

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  11. Aderivaldo Cardoso

    O Seminário Informação Qualificada em Segurança Pública – Instrumento de Gestão, Transparência e Participação Social será um evento para promover o debate técnico, político e social da produção e disseminação da informação pública de segurança no Distrito Federal.
    A informação qualificada é o principal instrumento de gestão para a formulação de políticas públicas. O planejamento da segurança pública inicia-se com a produção de diagnósticos situacionais e organizacionais. Os diagnósticos precisos são produtos de pesquisas científicas. Custear esta produção é dever do Estado, mas também é direito e responsabilidade de todos, nos termos da Constituição Federal. Todavia, associar gestão pública e participação social implica em transparência de métodos e informações. O Seminário irá discutir estes temas e a criação do Observatório de Segurança Pública do Distrito Federal.

    CONTEXTO
    O Observatório de Segurança Pública do Distrito Federal pretende ser um organismo para subsidiar o governo, pesquisadores e sociedade com dados e informações qualificadas, mediante a cooperação técnica com meio acadêmico, transparência dos dados públicos e participação social nas discussões de políticas públicas de segurança.
    O Observatório de Segurança Pública integrará o Programa Ação pela Vida – Integração e Cidadania que estabelece estratégias para enfrentar a criminalidade e promover a segurança pública mediante a integração geográfica e operacional das instituições de segurança pública do Distrito Federal.
    O Observatório é uma iniciativa prevista no Plano Estratégico do Governo do Distrito Federal e da Secretaria de Estado de Segurança Pública para o quadriênio 2011-2014. O Observatório está fundamentado no objetivo estratégico de democratizar e integrar os órgãos de segurança pública, sendo construído em parceria com a Secretaria de Estado de Governo e integrando o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal.

    OBJETIVO
    O objetivo do Seminário é reunir os profissionais de segurança pública, pesquisadores, acadêmicos, instituições parceiras, órgãos governamentais e sociedade civil organizada para discutir a gestão da informação, a pesquisa científica, a participação social e a transparência na segurança pública.
    Serão discutidos no seminário os seguintes temas:

    Programa Ação pela Vida e a demanda por informações qualificadas;
    Observatórios de Segurança Pública de São Paulo, Bahia e Distrito Federal;
    Indicadores de Segurança Pública;
    Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública;
    Participação social na segurança pública.

    Fonte: http://www.catolicavirtual.br/hotsite/ssp/

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  12. Pingback: Cultura Organizacional e Liderança – Desmilitarização Cultural | Aderivaldo Cardoso

  13. Aderivaldo Cardoso

    SÁBADO, 29 DE SETEMBRO DE 2012
    Secretaria de Segurança Pública ganha seu primeiro Observatório

    A informação qualificada é o principal instrumento de gestão para a formulação de políticas públicas. Quando o assunto é segurança, a elaboração de diagnósticos que expliquem os diferentes fenômenos criminológicos tornam-se ferramentas essenciais para a aplicação de policiamento ostensivo e investigação criminal.
    Difundir conhecimento e debater as diferentes vertentes da segurança pública é o principal alvo do seminário “Informação Qualificada em Segurança Pública – Instrumento de Gestão, Transparência e Participação Social”, realizado pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. O evento teve início nesta quinta-feira,27, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil seccional DF (OAB-DF), na Quadra 515 Norte, entre 8h e 18h.
    Com a participação de professores doutores, todos especialistas no tema, e autoridades do Governo do Distrito Federal foram divididos em painéis que explicam e discutem os oito eixos que formam o Programa Ação Pela Vida, além das pesquisas e experiências de outras unidades da federação que já contam com planos de combate à criminalidade em moldes semelhantes ao plano desenvolvido no DF desde 20 de abril deste ano. O evento termina nesta sexta-feira,28, às 18, com um debate sobre a participação social na segurança pública.
    O primeiro dia de evento contou com uma palestra de abertura ministrada pelo secretário de segurança pública do DF, Sandro Avelar. A apresentação explicou, em detalhes, como ocorreu a concepção do programa Ação Pela Vida. O chefe da pasta apresentou como a capital da República foi dividida em quatro grandes Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisp) e como ocorre a aplicação do policiamento tendo como base a integração das quatro forças que formam a espinha dorsal da secretaria de segurança – Polícia Militar, Civil, Corpo de Bombeiros e Detran.
    Avelar destacou, ainda, a forma com que os chamados Conselhos Operacionais Regionais (COR) são importantes para o sucesso do programa. “Temos consciência da importância da sociedade civil organizada no andamento do processo. Sabemos que é preciso aproximar o popular do trabalho institucional e além das reuniões do COR definimos para cada região administrativa um Conselho de Segurança Comunitária (Conseg), formado por pessoas da própria comunidade. Ninguém melhor do que o morador da região para saber quais são os principais problemas da localidade”, comentou Sandro Avelar.
    O secretário lembrou na palestra que integração é a palavra de ordem na pasta e na aplicação do programa Ação Pela Vida. Além do trabalho desempenhado de forma conjunta entre as quatro forças vamos apresentar todo tipo de diagnóstico para explicar cada fenômeno criminal encontrado no DF. Se uma determinada cidade registra aumento na incidência criminal de roubo a comércios, por exemplo, temos que ter uma resposta imediata para explicar o motivo pelo qual as ocorrências aumentaram e combater essa modalidade”, afirmou.

    Quinta, 27 Setembro 2012 19:36
    OBSERVATÓRIO VAI ORIENTAR ATUAÇÃO DAS FORÇAS DE SEGURANÇA

    Lançado nno dia (27), ele auxiliará o governo local, pesquisadores e sociedade com análises científicas baseadas em dados criminais
    Mais uma estratégia de enfrentamento à criminalidade integrará as iniciativas do programa Ação pela Vida. Foi lançado nesta quinta-feira (27) o Observatório de Segurança Pública do Distrito Federal, durante o Seminário Informação Qualificada em Segurança Pública – Instrumento de Gestão, Transparência e Participação Social, que começou hoje e segue até amanhã (28), no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, seção DF, na 516 Norte.

    Os estudos produzidos pelo Observatório servirão de base para a formulação de outras políticas públicas na área da Segurança e no aperfeiçoamento da atuação das polícias. A iniciativa faz parte do programa Ação pela Vida, coordenado pelo governador Agnelo Queiroz.

    “Trata-se de uma ferramenta de fundamental importância para que possamos fazer as análises de dados e informações que nos possibilitem identificar as causas da violência que ocorre em vários pontos do Distrito Federal”, destacou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar.

    O decreto que cria o Observatório já está pronto e será assinado pelo governador em ato solene. A nova ferramenta mobilizará cerca de 20 servidores públicos, somente na Secretaria de Segurança Pública. Desses 20, oito ocuparão cargos criados especificamente para o Observatório. A criação da estrutura é prevista no Plano Estratégico do GDF para o quadriênio 2011-2014.

    As secretarias de Governo, da Criança, de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda, de Saúde e de Educação, entre outras, colaborarão com os estudos. “A ideia é uma grande soma de esforços para que a gente possa fazer análise científica e, a partir daí, buscar as diversas soluções para a diminuição da criminalidade. O governador, nas reuniões do programa Ação pela Vida, tem conseguido fazer essa integração”, ressaltou Avelar.

    A análise científica será feita com base nos dados criminais divulgados pela Segurança Pública e nas informações produzidas por outros órgãos e secretarias do GDF e pelo meio acadêmico. O Observatório apontará, por exemplo, os principais focos de criminalidade em todo Distrito Federal e as razões pelas quais determinados tipos de crimes acontecem mais em regiões específicas.

    De acordo com o secretário, os dados servirão ainda para melhorar a atuação das polícias. “Elas serão capacitadas para fazer trabalhos pontuais. Ao tratar cada região de maneira diferenciada, conseguiremos reduzir os índices tanto naquelas localidades quanto em números absolutos”, reforçou o Sandro Avelar.

    Seminário – Além do lançamento do Observatório, debates e palestras sobre a divulgação da informação pública de segurança no DF marcaram o primeiro dia do Seminário Informação Qualificada em Segurança Pública.

    Os principais temas abordados foram o Ação pela Vida e a demanda por informações qualificadas; os Observatórios de Segurança Pública de São Paulo, Bahia e Distrito Federal; indicadores de segurança; Sistema Nacional de Informações; e participação social na Segurança Pública.

    O objetivo do seminário é reunir os profissionais de Segurança Pública, pesquisadores, acadêmicos, instituições parceiras, órgãos governamentais e sociedade civil organizada para discutir a gestão da informação, a pesquisa científica, a participação social e a transparência na Segurança Pública.

    Fonte: http://www.blogdoprotazio.com.br/2012/09/secretaria-de-seguranca-publica-ganha.html#more

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