Alunos do Curso de Formação de Soldados torturados no Ceará! Até quando?

 As cenas abaixo nos remetem a campos de concentração da 2ª Guerra ou aos anos de ditadura militar no Brasil. Não consigo entender uma força policial que forma seus policiais dessa maneira.
 A profissionalização das polícias pelo mundo foi iniciada há duzentos anos, mas ainda vemos fatos como esse. O pior é saber que cenas como essas não são isoladas. Elas fazem parte da regra em nosso país e não da exceção. Mataram o discurso da polícia cidadã!! Mataram o discurso dos direitos humanos (que serve para coibir os excessos do Estado, por meio de seus agentes)!
Fico imaginando como esses policiais irão tratar o cidadão (na linguagem policial o paisano folgado)!! O ser humano reproduz o que aprendeu. Não é atoa que esse tipo de curso é chamado de ADESTRAMENTO!!
 

 O CETV desta quarta-feira (23) mostrou imagens feitas durante a instrução de alunos que vão se tornar policiais militares do Ronda do Quarteirão. Nas imagens, denúncia de situações constrangedoras e até desumanas. Durante o curso, os alunos são obrigados a beber água em vasilhas usadas por cachorros da Polícia Militar, e recebem choques durante a demonstração de uma arma utilizada pela polícia. Os jovens eram obrigados a ficar ajoelhados no chão enquanto recebiam a sessão de tortura. Concurso Os alunos que aparecem nas imagens foram aprovados na primeira fase do concurso para policiais militares realizado pela Universidade Estadual do Ceará – UECE. O curso de formação é a última etapa do processo de seleção e ainda pode eliminar o candidato. Agora, diante da denúncia, a comissão organizadora do concurso vai avaliar as imagens, juntamente com a Secretaria de Segurança Pública para então tomar as devidas providências. Os instrutores do curso são todos militares e nas imagens aparecem fardados.

Fonte:  http://tvverdesmares.com.br/cetv2aedicao/policiais-torturados-em-treinamento/

Textos complementares:

https://aderivaldo23.wordpress.com/2010/05/13/armas-nao-letais-taser-m26/

https://aderivaldo23.wordpress.com/2010/06/17/semana-zero-no-curso-de-formacao/

monografia-aderivaldo-final-revisada

 
O despreparo de agentes policiais, devido à formação deficitária proporcionada pelo Estado, transforma aqueles que deveriam ser protetores da população em “vilões fardados”. Ou seja, que se utilizam da força contra aqueles que não têm como se defender, gerando insatisfação da população e uma disputa de poder entre policiais e bandidos que se reflete na sociedade que deveria ser protegida.
Os policiais que atuam em nosso país tiveram sua formação no auge da ditadura militar, principalmente os agentes militares. A maioria desses policiais hoje ocupa cargos de chefia e comando, o que faz com que o pensamento da época seja disseminando e perpetuado nas polícias. A experiência policial nos mostra que o uso da força excessiva e a indução por meio de provas ilícitas ainda são uma realidade. A inteligência policial insiste em controlar os movimentos sociais infiltrando agentes nesse meio, como faziam nos tempos de ditadura, e a falta de controle externo das polícias aumenta a impunidade. Vários são os conflitos existentes nas corporações. (CARDOSO, 2009:5) 
 
 * Utilizou-se o termo “vilões fardados” apenas utilizando uma forma do senso comum de ver e identificar os policiais sejam militares ou civis (estes, ainda que não fardados).
 
A segurança pública tem sido dominada pelos militares do exército desde seus primórdios. Os limites impostos de modo exacerbado aos praças, que muitas vezes são tratados como jovens recrutas do exército, obrigados a servir a pátria, e não como profissionais de segurança pública, concursados, geram um estresse que será refletido na sociedade de várias maneiras. Os mais visíveis são: a violência policial, a falta de estímulo profissional e a formação deficitária. Eles refletem um militarismo arraigado, que limita cabos e soldados à condição de meros elementos de execução, o que faz com que muitos policiais não busquem o aperfeiçoamento necessário à carreira, gerando graves problemas na execução dos serviços de segurança pública.(CARDOSO, 2009:14)

19 Comentários

Arquivado em desmilitarização das polícias, polícia militar, reestruturação das polícias

19 Respostas para “Alunos do Curso de Formação de Soldados torturados no Ceará! Até quando?

  1. Kleuber

    Nobre colega vc não viu nada ainda, isso tudo é fichinha se comparado como o que acontece em outras unidades da federação, humilhação sempre foi o marco da maioria destes cursos, na PMDF não tem esses abusos, digo como base no último curso d formação.
    Em uma determinada unidade da federação , os alunos são forçados a rastejar na borda de um rio poluido com lama por todo o corpo, são obrigados a enfiar a cara na lama simplesmente para agradar determinadas pessoas sem um mínimo de didatica, ficam dentro da agua gelada a noite por várias horas, no periodo do frio e isso não é um curso de forças especiais policiais, onde se poderia ezigir um plus a mais do policial, é um simples curso de fomação de soldado.
    Enfim, o Estado nestas unidades da federação, não respeitam as minimas garantias constitucionais, como dignidade e respeito ao ser humano, com a justificativa de que estão formando seres sobre naturais superiores ao tempo. Isso tudo ocorre em um país signitário de diversos tratado sobre direitos humanos, onde esses procuradores da justiça não se fazem presentes em momentos como esse.
    As cobranças aos policiais depois de formado será implacável e nenhum argumento deles no sentido de que um dia foram tratado assim ou que aprenderam a agir assim devido aos ensinamentos do próprio Estado será aceito como justificativa.
    Como é difícil unidades policiais militares se adequarem a novas concepções de ensino quando este é voltado ao tratamento profissional, muitos continuam achando necessário trata o SD da polícia da mesma forma que um SD das Forças Armadas.

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    • Aderivaldo Cardoso

      É meu amigo, o pior é que já vi…
      Todos os dias devido minha função atual, tenho contato com policiais de quase todas as unidades da federação e vejo seus relatos.
      Atuei recentemente em um caso, que ainda está na mídia, ocorrido em Mato Grosso, que demonstra o despreparo dos instrutores espalhados pelo Brasil.
      Somos resultados de nossos relacionamentos, ou seja, de nossa MÁ FORMAÇÃO!!!

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  2. Jota Nildo

    Meu amigo Aderivaldo, isso so vai acabar quando o MP e a Justiça punir os culpados enquadrando-os como crime de tortura. Assim vão se borrar de medo da justiça.

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  3. FiremanDF

    Não me surpreenderei se alguns desses alunos repassarem todo esse “carinho” recebido num curso de formação aos cidadãos que ele deverá proteger.

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  4. Jota Nildo

    E Aderivaldo, o bicho pegou, não e só no ceará. Policiais Militares do DF, estão sendo vigiados nos arredores da CABE pelos integrantes da Corregedoria. Quem for flagrado andando sem cobertura naquela localidade será abordados pelos sem farda e terá seu nome anotado. Que retrocesso. Parece comigo se não fosse relatos de policiais abordado. Fonte:

    Caro CG.

    É com um sentimento de constrangimento que posto esse comentário. Ontem no período da tarde a tropa estava em polvorosa. Rumores de que a corregedoria estava fazendo blitzs na CABE para pegar “indisciplinados” policiais inimigos da hierarquia e da disciplina. Policiais com 25 anos de serviço andavam olhando para os lados com as feições tensas como se estivesse sendo observado por seres das sombras, outros ficaram até mesmo com medo de passar nos PCS para urinar ou beber água temendo serem pegos em flagrantes por não-sei-o-que da disciplina. O clima de terror tomou conta da Asa Sul. Sorrisos se escassearam, os policiais evitavam até mesmo a transitar na área das DPs se a situação não fosse realmente emergencial. Quando esse que vos fala desceu da MT, veio um paisano “dos empréstimos” correndo me alertar do perigo que eu estava passando e, eu, rapidamente corri para uma estrutura coberta, pois pelo regulamento de continencias, em áreas cobertas não se faz necessário utilizar a boina e até eu tirar a boina do bolso poderia não haver tempo… Posteriormente encontrei com alguns companheiros que foram anotados e pude notar a expressão de angústia e tristeza em seus rostos. Ao final do dia fui meditar pelo ocorrido e, bem, o PM andar sem cobertura o máximo que pode dar administrativamente seria uma repreensão, o que é pouco e não altera em nada o comportamento do policial, então eu me perguntei o porquê daquele clima tenebroso! Bem depois de muito pensar, cheguei a conclusão de que depois de 20, 25 anos de serviço um graduado ainda pode ser arrochado e anotado por um fato banal, por um simples esquecimento, por um fato irrelevante e que seus varios anos de serviço, flagrantes que porventura pegou, tiros ou ferimentos em serviço e tudo o mais são irrelevantes porque estava SEM BOINA!

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    • Aderivaldo Cardoso

      Há um seis meses conversando com um amigo, tive a oportunidade de fazer algumas “previsões”, assim como faço no blog, e fiquei impressionado ao analisá-las depois…

      Uma delas foi a possibilidade de “endurecimento” das normas dentro da Corporação.

      Isso é reflexo da luta entre o poder do conhecimento e o poder institucional. Aqueles que não detém conhecimento irão UTILIZAR-SE cada vez mais do PODER INSTITUCIONAL para nos conter…

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      • Gama Sigma

        Superior hierárquico não pode agir com abuso de poder e nem subalterno poder arrostar a administração por se achar o Schoppenhauer ou o Beccaria de plantão. Na PF e PC, tem havido problemas dessa natureza. Agentes que fazem pós- graduação resistem a ordens de delegados por terem uma suposta superioridade intelectual. Isso acontece em todo lugar. A lei especifica as atribuições de cada cargo. Isso vem previsto no edital. Quem não quer receber ordem deve procurar cargo de direção. De preferência, uma categoria autônoma, agente político (juiz, promotor,etc.)

        Trabalhei com uma oficiala,cmt de unidade, tida como despreparada pela tropa, mas ela fez concurso para cargo de direção…

        Há muita gente afetando capacidade intelectual só porque colou grau, mas não passam de doxas. Há outros que, de fato, são preparados e como diria Maquiavel, pra comandar só lhes falta a UPM. Mesmos para esses, a CF prevê a aprovoção em concurso e posse. Como diz a musiquinha: “cada um no seu quadrado”. Claro, com respeito mútuo. “This is it.”

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      • Aderivaldo Cardoso

        O pior é que nem tenho como contestar sua afirmação, sabendo que ela é verdadeira.rss

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      • Leandro

        Aderivaldo, concordo com as colocações do Gama Sigma.
        Agora não posso deixar de dizer que essa tua visão é simplista e promotora de divisões. Os “fracos e oprimidos” sofrendo um “endurecimento” das normas.
        Primeiro: que norma foi “endurecida”? Elas estão aí há pelo menos 20 anos.
        Segundo: quem detém o conhecimento precisa ser “contido”? Contido em quê? A disciplina e o conhecimento do policial são diretamente proporcionais ou não têm qualquer relação?
        A verdade é que a PMDF passou por momentos de rigor extremo, agora estamos vivendo o momento de menor repressão a transgressões disciplinares e uma bagunça generalizada. A PM estava muito na direita, agora tá muito na esquerda. Está na hora de encontrarmos o equilíbrio. A PMMG está uma etapa na nossa frente. Leia a tese de doutorado da Rosânia Rodrigues de Sousa e verá o que estou dizendo.
        Além do mais, como esperar que um policial cumpra com os POP e COP se ele sequer cumpre com coisas simples como andar devidamente uniformizado? A teoria das janelas quebradas pode ser muito positiva para nós.
        Quanto aos que detêm o conhecimento, os tenho visto trabalhando com fisioterapeutas, engenheiros, arquitetos, administradores, analistas de sistemas, etc. Muitos contribuindo com um sonho de modernizar nossa instituição. Esses têm tido voz, e muitas vezes decidindo. Esses são muitas vezes criticados por seus pares porque não estão “na rua”, são puxa-sacos de oficiais. Muitos desses têm demonstrado nobreza na execução de suas missões e no compromisso com a PMDF. Portanto, não trate teus pares como se eles fossem frágeis, débeis ou impotentes. Os que reclamam porque a corregedoria está fiscalizando deveriam estar satisfeitos, já que proclamam aos quatro ventos, como fizeram no blog do Comandante-Geral, que os oficiais fazem o que querem e não são punidos.
        Quem conhece a legislação e cumpre não tem motivos para temer nada nem ser coagido a fazer ou deixar fazer qualquer coisa.
        Faço minhas as palavras do Gama Sigma:”Superior hierárquico não pode agir com abuso de poder e nem subalterno poder arrostar a administração por se achar o Schoppenhauer ou o Beccaria de plantão”.

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      • Aderivaldo Cardoso

        Infelizmente tenho que concordar que ela foi simplista no sentido de não ter ficado clara. Quando me referi ao endurecimento e ao conhecimento me referi a transição do nível médio para o nível superior, lembrando que é no sentido amplo da coisa, é mais voltado para ter ESCLARECIMENTO do que realmente para CONHECIMENTO. Talvez evssa tenha sido a confusão. O que está acontecendo hj é reflexo de uma mudança de comando e de posicionamento da nova linha de atuação da corregedoria. Vindo de uma linha sociólogica e sendo controlador por natureza, acredito que o controle mais rígido por parte dos administradores será uma tendência natural dentro da Corporação. Particularmente nunca sofri punições dentro da PM, nem durante o curso de formação. Procuro conhecer as regras e seguí-las, respeito superiores e pares. Quando se faz isso a vida se torna bem mais fácil aqui dentro! Idependentemente de serem rígidas ou flexíveis. Afinal, as leis no Brasil são rígidas ou flexíveis?

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      • Leandro

        Onde se lê: com fisioterapeutas, engenheiros….
        Leia-se: COMO fisioterapeutas, engenheiros….

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    • Aderivaldo Cardoso

      Quero deixar claro que nesse caso, o conhecimento a que me refiro está voltado para ESCLARECIMENTO!!! Havia concordado com o Gama Sigma, mas não havia esclarecido esse ponto…

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      • Leandro

        Lei é uma coisa e justiça é outra.
        Lei tem em seu escopo a rigidez da letra, enquanto a justiça busca aplicação da lei levando em conta aspectos subjetivos e objetivos no caso concreto.
        É uma conceituação meio tosca, mas acho que esclarece.
        Portanto não há que se falar em lei rígida ou flexível.

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      • Aderivaldo Cardoso

        Aprendi dentro de uma visão positivista e limitada que JUSTIÇA é dar a cada um o que lhe é merecido por “direito”….rsrs

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      • Aderivaldo Cardoso

        A rusticidade da resposta foi devido a falta de tecnicismo juridico, tão cobrado pelos positivistas. O nosso ordenamento jurídico é confuso, chegando a ser um emaranhado complexo de “leis”. Não poderia ser diferente, pois a norma jurídica é um resultado da realidade social. Ela emana da sociedade, por seus instrumentos e instituições destinadas a formular o “direito”. Mas que direito? Aquele que prega a justiça ou aquele que prega o cumprimento da norma (lei)?
        As normas refletem o que a sociedade tem como objetivos, bem como nossas crenças e valorações, o complexo de nossos conceitos éticos e finalísticos.

        Eu diria que esse fato pode ser esclarecido mediante simples referência à variedade de sistemas e normas de “direito” em diferentes quadros culturais. Nossa realidade poderia ser um exemplo. Se observarmos o estudo histórico das sociedades, veremos que ele nos revela a existência de estruturas jurídicas bastante diversas no tempo e no espaço. As realidades sociais diferentes condicionaram ordens jurídicas também diversas.

        Tenho plena consciência que as manifestações jurídicas nas sociedades em desenvolvimento (a polícia militar é uma delas) tendem a apresentar grandes diferenças em relação às que são vigentes em sociedades mais “desenvolvidas” dentro do sistema. Nós temos realidades socioculturais próprias, inconfundíveis e não-indentificáveis com outros modelos. Iria além é diria que nosso modelo e o contexto real de nossa corporação não pode ser assemelhado ao que se observa em outros órgãos plenamente “desenvolvidos”.

        Quando falei de dar a cada um o merecido estou buscando o “justo”. A idéia conceitual do que seria “isso” está entrosada com, e depende do valor “justo”. Ou seja, segundo o valor que damos ao que é, ou nos parece, justo, definimos o que o seja. Não muito diferente do nosso antigo RQQ – Regulamento que eu quero!
        Observe que há uma influência mútua entre o que pensamos ser justo e o que se torna justo. Trata-se em minha humilde opinião no caso de duas manifestações da mesma coisa. Idéia e valor, valor e idéia, configuram o que é justo e definem o que é justiça, no sentido de justiça-idéia, justiça-valor, em contraposição à justiça-instituição!

        O que seja justo é assim um conceito sociocultural. Fui irônico em minha resposta acima, pois as sociedades humanas e seu contexto cultural, e vivo falando de cultura nesse espaço, formulam os parâmetros da justiça como idéia e como valor. Podemos perceber que é daí que algumas coisas sejam tidas como justas em determinados MOMENTOS ou determinadas formações sociais, e injustas em outras. Como a desigualdade (ou igualdade) entre homens e mulheres, brancos e negros, praças e oficiais…

        Para concluir a discussão sobre norma (lei) e justiça, digo que o conceito do que é justo e do que seja justiça é relativo no tempo e no espaço. O justo e o legal muitas vezes se confundem. O conceito do que seja o justo é, portanto, em uma visão tosca e limitada de minha pessoa, uma simples criação social. Mais precisamente, um produto SOCIOCULTURAL. Ou seja, da formação social e da cultura que lhe é peculiar. Para ficar clara a resposta que delonga, quero afirmar que cultura nesse caso trata-se da acepção sociológica e antropológica de cultura, segundo a qual ela é o conjunto de normas de convivência, conhecimento acumulado, técnicas de produção, criações artisticas e do pensamento, valores, idéias, crenças, ética, modos de pensar, agir, sentir…Por isso sempre afirmo que somos resultado de nossos relacionamentos!!

        Se analisarmos todos esses conceitos dentro de nossa instituição podemos inferir muita coisa. Ao ver o ódio dos antigos pelos oficiais talvez esteja intimamente ligado a esse senso de “justiça” ferido. Um fez “justiça” ao cumprir a norma (lei rígida em sua letra). O outro se sentiu injustiçado ao não leverem em conta sua “ficha” e seus “vários flagrantes”…

        É a vida…
        Tenha um bom dia meu amigo!
        O obrigado por dispertar em mim nessa manhã o senso de “justiça”..rsrsrs
        É sempre um prazer debater contigo. Se falei besteira demais é pq ainda estou meio dormindo…acordei cedo para respondê-lo. Se faltar nexo na resposta é o subconsciente me traindo..rsrsrs…6h escrevendo no blog é demais pra mim, ainda mais que seu útimo comentário veio depois de uma hora da manhã.rsrs Fica com Deus!
        Passei o domingo inteiro estudando mediação de conflito falmiliar e depois Direitos humanos nas Forças Armadas, um curso interessantíssimo oferecido pelo Instituto Interamericano de Direitos Humanos, para quem gosta de espanhol é maravilhoso..rs

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  5. Jota Nildo

    Ops: Onde se lê “parece comigo” leia-se parece comico. e será abordados, leia será abordado.

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  6. Jota Nildo - Repórter Policial

    Caro amigo Aderivaldo, gostei de uma frase citada na postagem do Srº Leandro, “Os “fracos e oprimidos” sofrendo um “endurecimento” das normas. Interessante, será porque a revolta tenenstista? seriam fracos e oprimidos naquela epoca? E ai teriam iniciado uma revolta? E hoje as praças estariam ao ponto de uma revolta? rsrsr brincaderinha. Ei um amigo da Policia Civil me disse que a função de um delegado é so assinar IP(inquerito policial), não levei muito a serio isso. Bom vou fazer a pauta do dia.

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    • Leandro

      Prezado Jota Nildo, bom dia.
      Teu amigo da civil está absolutamente certo.
      Imagine a extinção do IP, que é defendida por muitos juristas. O que haveria de fazer um delegado? Qual seria a razao de sua existencia? Conduzir as investigações, que deveria, em tese, ser a atividade primordial de um delegado de polícia. Isso não se aprende num curso de direito. Nao precisa ser bacharel em direito pra exercer essa atividade. O IP tem sido a justificativa pra essa “reserva de mercado” que é o cargo de delegado.

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