
Outubro 19, 2009
Projeto social no Riacho Fundo!
Aprendi com meu pai que aquilo que é dado com a mão direita não pode ser cobrado com a esquerda. E que o presente dado em oculto vale mais do que aquele dado na frente de todos, pois o que damos em oculto é sinal de amor e fraternidade.
Não gosto de fazer as coisas e ficar falando, mas sábado passado fiquei emocionado ao ver o resultado de uma parceria que fiz, acreditando no policiamento comunitário.
No Riacho Fundo vários policiais, em conjunto com a SGT PAULA, amiga de muitos anos e gestora do Posto 013, tem se doado em prol da aproximação entre a polícia e a comunidade. Outro grande exemplo é o soldado VALADARES, ou o BILL do JIU-JITSU, como o conheço.

Nâo sou uma pessoa apegada a bens materiais, talvez por isso não tenha muita coisa, mas sou apaixonado por pessoas. O ser humano para mim é o maior presente que Deus nos deu. Como moro em uma comunidade carente, juntamente com a Sargento Paula e o Soldado Valadares, resolvemos nos juntar e tentar mudar nosso meio.

O Bill tem uma academia de artes marciais, ligada a GREICE BARRA, e sempre deu aulas como voluntário. Com a chegada do Major ANTÔNIO CARLOS, algumas coisas aconteceram. Mas faltava investimento. E aí que eu entro nessa história. Procuramos patrocínio e ninguém quis ajudar. Até o momento que resolvi aplicar todo o dinheiro que recebi dos livros nesse projeto. Foi a melhor coisa que eu fiz. Parece pouco, mas deu para comprar 35 kimonos e ajudar algumas crianças. O resultado foi uma grande parceria entre o BLOG POLICIAMENTO INTELIGENTE, a 19ª CPMInd, o SOLDADO VALADARES e o Colégio CETELB (Escola Aberta), na pessoa do Professor WILSON, diretor da escola e ex-policial militar!

EDUCAR O JOVEM HOJE É FORMAR O CIDADÃO DE AMANHÃ!
Aqueles que estiverem interessados em contribuir com esse projeto é só entrar em contato com o Soldado Valadares na 19ª CPMInd!

O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA MELHORAR A COMUNIDADE ONDE VIVE?
O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO PARA MUDAR ESSA REALIDADE?
COMO PODEMOS ACRESCENTAR ALGO AQUELES QUE NOS RODEIAM?
O QUE FAZER PARA MELHORAR A SEGURANÇA PÚBLICA EM NOSSA CIDADE?
SEGURANÇA PÚBLICA É UM DEVER DE TODOS!
EDUCAR É O ÁPICE DA CIDADANIA!
Outubro 18, 2009
Eu vi…
Normalmente não escrevo aos Domingos, mas hoje senti um “ardor” em meu coração, uma vontade de expor meus pensamentos, gritar como um louco, declamar poesias como um apaixonado. Deu vontade de compartilhar com os leitores minhas angústias, medos e frustrações, mas como esse espaço é para bem mais que isso, deixarei apenas um poema que “mexe” comigo.
“Vi um homem chorar porque lhe negaram o direito de usar três letras do alfabeto para fins políticos.
Vi uma mulher beber champanha porque lhe deram esse direito negado ao outro.
Vi um homem rasgar o papel em que estavam escritos as três letras, que ele tanto amava. Como já vi amantes rasgarem retratos de suas amadas, na impossibilidade de rasgarem as próprias amadas.
Vi homicídios que não se praticaram mas que foram autênticos homicídios: o gesto no ar, sem consequências, testemunha a intenção. Vi o poder dos dedos. Mesmo sem puxar o gatilho, mesmo sem gatilho a puxar, eles consumaram a morte em pensamento.
Vi a paixão e todas as suas cores. Envolta em diferentes vestes, adornada de complementos distintos, era o mesmo núcleo desesperado, a carne viva;
E vi danças festejando a derrota do adversário, e cantos e jogos. Vi o sentido ambíguo de toda festa. Há sempre uma antifesta ao lado, que não se faz sentir, e dói para dentro.
Vi os empregos da política recobrindo sua pureza teórica. Ou o contrário. Se ela é jogo, como pode ser pura…? Se ela visa o bem geral, por que se nutre de combinações e até de fraudes?
Vi discursos…”
Carlos Drummond de Andrade (Jornal do Brasil (JB), 15/08/80 – Caderno Cidades).
Outubro 16, 2009
Novos blogs em Brasília!
Em Brasília a blogosfera policial tem ganho novos adeptos. Iniciou com o Cathalá (Blog da Segurança Pública), Tribuna de PM, Policiamento Inteligente, Blog do Coronel Martins, Blog do CB Oliveira Filho (Policiamento e Comunidade) e agora o Blog do Major Santanna. (Ficarei devendo os links).
O Major Santanna tornou-se um amigo a pouco tempo, mas já tenho uma grande admiração por ele. Negociador, instrutor de vários cursos e um sujeito de uma personalidde impar, que contribuí de maneira sobrenatural para o meu desenvolvimento, enquanto pesquisador dentro da corporação, assim como o Cabo Oliveira Filho, que sempre me convida para as aulas inaugurais nos cursos onde ele ministra aula de policiamento comunitário.
Hoje apresento aos leitores do Blog Policiamento Inteligente um texto retirado do blog do Major Santanna que me chamou a atenção:
Meu filho foi abordado pela Polícia Militar do Distrito Federal ontem à tarde.
Eu estava em sala de aula, na Academia de Polícia Militar de Brasília, assistindo a uma palestra do Curso de Altos Estudos da PMDF (equivale ao CSP em outros estados).
Meu filho não mora comigo. Mora com a mãe (que também é Oficial da PMDF) e com os avós. Pelo fato da mãe dele não ter conseguido me contatar, só tomei conhecimento por volta das 18:40 horas. Liguei para ele e, depois de iniciar uma breve conversa, de imediato perguntei como fora a abordagem, pois percebi o quão constrangido e nervoso ele estava.
Ele me disse que os policiais, descendo com “arma em punho”, solicitaram que ele fosse ao chão. Depois disso, que levantasse suas roupas e tirasse o boné. Ele tentou, como qualquer um tentaria, explicar o que ocorreu, mas recebeu a determinação de ficar calado.
Simultaneamente e possivelmente após pedirem que ele saísse da posição em que estava, perguntaram de onde ele vinha e para onde ele ia. Ele disse estar indo à casa de um amigo (que mora na quadra 715 Sul – área relativamente nobre da Capital Federal) fazer um trabalho de informática; e complementou que vinha da casa de sua mãe (na 713 Sul). A partir deste instante os policiais relataram um roubo a uma senhora, feito por 04 agressores, de quem levaram uma bolsa. Determinaram em seguida que ele fosse correndo para a casa do amigo, pois os bandidos poderiam estar nas imediações.
Meu filho obedeceu.
Meu filho correu como pôde e o quanto pôde.
Meu filho ainda está assustado.
Meu filho. Mas podia ter sido o seu!
É bom que lembremos o que há pouco eu discutia e debatia em um grupo acadêmico, sob a ótica da Criminologia e da Sociologia Criminal, o “labeling” ou etiquetamento. Rasamente, seria como rotular uma pessoa como sendo alguém que tenha um comportamento previamente determinado socialmente.
Me pareceu que meu filho estava, segundo pesquisas sociológicas, no perfil de possíveis abordados. No grupo dos que possuiriam uma “identidade desviante”. E o pior: essa possível rotulação não é algo previamente acertado por policiais. Para nossa infelicidade estamos falando de um conceito social. Como eu, meu filho é “negão”. Apesar dos 11 anos, é mais alto do que eu imaginaria que pudesse ficar (1,67 m). Tem tamanho de garoto de 14. Só tamanho. Mas é “negão”. Naquele momento não era o FILHO DO MAJOR SANT’ANNA. Era um brasileiro. No lugar errado e na hora errada, suponho eu. É uma conjectura. Só uma conjectura.
Irônico senhores. No mínimo irônico. Vejam só: ontem eu postei novo artigo no blog com título “E VOCÊ?”. Parecia que eu estava adivinhando. Dêem uma lida:
“Tem muita gente sendo injusta e violentamente vitimada. Tudo pelo fato de alguns doutos entenderem que mais tempo nas ruas e menos treinamento resolvem o problema de segurança da população. Será esse o caminho? Duvido.”
Mais irônico ainda é o fato de uma de minhas monografias (2004) ter o título “ABORDAGEM POLICIAL, À LUZ DOS DIREITOS HUMANOS, COM USO DE ARMA DE FOGO”. Tenho que dar um jeito de socializá-la. Por minha conta.
Um dos parágrafos escritos no estudo de 2004:
“A falta ou a não observação de normatização das técnicas e táticas de abordagem policial dificulta a análise destas segundo os critérios dos direitos humanos, da legislação nacional e dos meios empregados. Isto possibilita o uso de técnicas inadequadas, que quase sempre resultam em arbitrariedade, ilegalidade e violência. Sem uma supervisão e orientação única a respeito dessas técnicas, ao longo do tempo, causam uma deformação e desatualização destas. Precisa-se, portanto, um constante aprimoramento, através da busca de novas técnicas e do constante treinamento.”
Quer mais ironia? Desde 1995 ou dou aulas dentro da PMDF. Desde 1998 eu colaboro fora da PMDF com treinamento policial. Em 2005 e 2006 foi contratado pela ONU como consultor de treinamento. Em 2008 fui instrutor junto com a SWAT. Hoje tenho, apenas fora da PMDF, mais de 5.500 profissionais de segurança, dentro e fora do Brasil. Eu posso dizer de cadeira: nós treinamos pouco. Muito pouco.
Hoje o resultado foi comigo. E no final foi “bom”. Era o meu filho. Era a Polícia Militar do Distrito Federal. Mas profissionais normalmente reproduzem o que são capacitados a fazer. As competências e habilidades neles incutidas foram formatadas por nós. Quem é mais antigo os capacitou. Talvez eu os tenha capacitado. Ou você.
Esta é a minha Polícia. Esta é a sua Polícia.
Estou no caminho certo.
Aos que me conhecem, vai o recado: E vou continuar treinando profissionais de segurança. Quantos e enquanto eu puder. Serve para quem não me conhece também.
E você? E os seus filhos? Como estão?
Para ajudar:
http://www.investidura.com.br/sobre-investidura/3368.html?joscclean=1&comment_id=134
http://www.oquintopoder.com.br/protecaoeseg/index4.php
http://blog.cevipol.com.br/2009/08/04/prisao-preventiva-vitimizacao-policial-e-etiquetamento/
Fonte: http://leonardosantanna.wordpress.com//
Outubro 15, 2009
Quebra de paradigma na PMDF!
Já escrevi nesse blog sobre o possível conflito entre o “poder institucional” e o “poder do conhecimento”, mas nunca deixei claro sobre quem ganharia com isso.
Hoje posso afirmar que a sociedade é a maior beneficiada nesse processo. Ao entrar no site da PMDF e ver o convite abaixo percebi uma verdadeira quebra de paradigmas e um grande fortalecimento do poder do conhecimento, o que no caso dos oficiais reflete também no fortalecimento do poder institucional!
Aproveito também para agradecer o convite e a ligação do Major Santana, que estará defendendo seu trabalho em breve.
Curso de Altos Estudos/2009
14/10/2009 19:16:00
No período de 26 a 30 de outubro os alunos do Curso de Altos Estudos/2009 realizarão a apresentação das respectivas monografias. A Corporação convida todos os integrantes interessados nos assuntos relacionados para comparecer na Academia de Polícia Militar de Brasília no horário de 08h às 16h. Confira abaixo a relação do dia, horário e tema das apresentações.
BANCA 01
Data: 26/10/09
Horário: 14:00h
Tema: A CULTURA ORGANIZACIONAL E OS FATORES QUE INFLUENCIAM NA MUDANÇA DE COMPORTAMENTO DOS MILITARES: UM ESTUDO DE CASO DOS MILITARES DO 1º BATALHÃO DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO TOCANTINS.
BANCA 02
Data: 26/10/09
Horário:14:00h
Tema: A PMPB NA EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO: UMA APLICAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL.
BANCA 03
Data: 26/10/09
Horário: 14:00h
Tema: POLICIAMENTO DE TURISMO: UMA NECESSIDADE DA POLÍCIA MILITAR DA PARAÍBA.
BANCA 04
Data: 26/10/09
Horário: 16:00h
Tema: O PRINCÍPIO DA IGUALDADE NA JUSTIÇA MILITAR DO TOCANTINS: APLICAÇÃO DA LEI 9.099/95.
BANCA 05
Data: 26/10/09
Horário: 16:00h
Tema: A IMPORTÂNCIA DE UMA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS EFICIENTES NA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO TOCANTIS: IMPLICAÇÕES NO DESEMPENHO PROFISSIONAL.
BANCA 06
Data: 26/10/09
Horário: 16:00h
Tema: ATOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA NA ADMINISTRAÇÃO PM.
BANCA 07
Data: 27/10/09
Horário: 08:00h
Tema: AS REDES SOCIAIS NO PROCESSO DE EFETIVAÇÃO DE UM SISTEMA DE POLÍTICA PÚBLICA DE SEGURANÇA E CIDADANIA NA COMUNIDADE DO CAVALÃO NO MUNICÍPIO DE NITERÓI/RJ.
BANCA 08
Data: 27/10/09
Horário: 08:00h
Tema: UNIDADE DE POLÍCIA PACIFICADORA: UM NOVO CONCEITO EM POLICIAMENTO EM COMUNIDADES.
BANCA 09
Data: 27/10/09
Horário: 08:00h
Tema: ASPECTOS DA VIOLÊNCIA URBANA NA CIDADE DE SÃO LUIS: “O CIDADÃO SE DEFENDE”.
BANCA 10
Data: 27/10/09
Horário: 10:00h
Tema: O ENDOMARKETING NAS INSTITUIÇÕES POLICIAIS MILITARES: UMA VISÃO ESTRATÉGICA DE GESTÃO.
BANCA 11
Data: 27/10/09
Horário: 10:00h
Tema: MODELO DE EXCELÊNCIA DA GESTÃO: SISTEMA DE CONTROLE E APRENDIZADO GERENCIAL PARA ORGANIZAÇÃO POLICIAIS MILITARES DO ESTADO DE SÂO PAULO.
BANCA 12
Data: 27/10/09
Horário: 10:00h
Tema: DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA PARA O APERFEIÇOAMENTO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA SETORIAL COMO INSTRUMENTO DE VIABILIZAÇÃO DO PLANAJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL.
BANCA 13
Data: 27/10/09
Horário: 14:00h
Tema: EFETIVIDADE DOS POSTOS COMUNTÁRIOS DE SEGURANÇA IMPLANTADOS NO DISTRITO FEDERAL EM RELAÇÃO À REDUÇÃO DOS ÍNDICES DE CRIMINALIDADE.
BANCA 14
Data: 27/10/09
Horário: 14:00h
Tema: A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES DE POLICIAMENTO DE TRÂNSITO PARA A POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL.
BANCA 15
Data: 27/10/09
Horário: 14:00h
Tema: ESTATUTO DA POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL E SUAS INCONGRUÊNCIAS COM O PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS – 2009.
BANCA 16
Data: 27/10/09
Horário: 16:00h
Tema: A IDENTIDADE INSTITUCIONAL DA POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL: RESPEITO OU SUBORDINAÇÃO, SOB A ÓTICA DE UMA PERSPECTIVA SISTÊMICA.
BANCA 17
Data: 27/10/09
Horário: 16:00
Tema: AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE COMANDANTES DE UNIDADES OPERACIONAIS.
BANCA 18
Data: 27/10/09
Horário: 16:00h
Tema: NOVAS TECNOLOGIAS EM ARMAMENTOS E EQUIPAMENTOS NÃO LETAIS: UMA ALTERNATIVA PARA A DIMINUIÇAO DA FORÇA FÍSICA NO PATRULHAMENTO OSTENSIVO DA POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL.
BANCA 19
Data: 28/10/09
Horário: 08:00h
Tema: CRIAÇÃO DA ESCOLA DE EQUITAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL COMO ELEMENTO DE CONSOLIDAÇÃO DAS DOUTRINAS DE POLÍCIA MONTADA E FERRAMENTA DE SOCIALIZAÇÃO.
BANCA 20
Data: 29/10/09
Horário: 16:00h
Tema: O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL NA ESTRUTURA DA POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL.
BANCA 21
Data: 28/10/09
Horário: 08:00h
Tema: SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO INSTITUCIONAL: “SALA COFRE” – UMA SOLUÇÃO DE AMBIENTE SEGURO PARA AS INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS DA PMDF.
BANCA 22
Data: 28/10/09
Horário: 10:00h
Tema: A POSSE OU USO DE ENTORPECENTES PARA CONSUMO PRÓPRIO NO INTERIOR DAS ORGANIZAÇÕES MILITARES: UM ESTUDO SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI 11.343/06, E O ART. 290 DO CÓDIGO PENAL MILITAR.
BANCA 23
Data: 28/10/09
Horário: 10:00h
Tema: POLICIAMENTO OSTENSIVO NO DF: ESTUDO DA PRODUTIVIDADE DO POLICIAL MILITAR.
BANCA 24
Data: 28/10/09
Horário: 10:00h
Tema: ANÁLISE DE AÇÃO AFIRMATIVA NA POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL: O CASO DO PROJETO POLICIAL DO FUTURO.
BANCA 25
Data: 28/10/09
Horário: 14:00h
Tema: A EDUCAÇÃO CORPORATIVA COMO FERRAMENTA MOTIVACIONAL NA PMDF: UMA ABORDAGEM PSICOLÓGICA.
BANCA 26
Data: 28/10/09
Horário: 14:00h
Tema: NOVAS FORMAS DE COOPERAÇÃO ENTRE A FAMÍLIA, A ESCOLA E A POLÍCIA MILITAR: UMA AÇÃO EMERGENCIAL DE COMBATE ÀS VIOLÊNCIAS NAS ESCOLAS.
BANCA 27
Data: 28/10/09
Horário: 14:00h
Tema: PECULIARIDADES DA LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA SOBRE O CRIME ORGANIZADO NO BRASIL.
BANCA 28
Data: 28/10/09
Horário: 16:00h
Tema: A INFLUÊNCIA DA ROTATIVIDADE DOS OFICIAIS SUPERIORES DA PMDF SOBRE O DESEMPENHO DA CORPORAÇÃO: UMA ANÁLISE SOB A ÓTICA DA FUNCIONALIDADE CORPORATIVA.
BANCA 29
Data: 28/10/09
Horário: 16:00h
Tema: POLÍCIA MILITAR CIDADÃ: A ABORDAGEM POLICIAL, NA PERSPECTIVA DOS COMANDANTES DE GUARNIÇÕES.
BANCA 30
Data: 28/10/09
Horário: 16:00h
Tema: A EFETIVIDADE DO USO DO ESPARGIDOR DE AGENTE QUIMICO INDIVIDUAL NA REDUÇÃO DOS CONFRONTOS FISICOS E DA LETALIDADE PARA O POLICIAMENTO OSTENSIVO GERAL.
BANCA 31
Data: 29/10/09
Horário: 08:00h
Tema: SEGURANÇA PÚBLICA NAS ÁREAS RURAIS DO DISTRITO FEDERAL: IMPORTÂNCIA DA POPULAÇÃO, ATIVIDADE PRODUTIVA E ECONÔMICA.
BANCA 32
Data: 29/10/09
Horário: 08:00h
Tema: OS ASPECTOS SOCIAIS DA IMPLANTAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE ORDENAMENTO TERRITORIAL: FATOR DE INFLUÊNCIA NAS AÇÕES DE POLICIAMENTO OSTENSIVO NA REGIÃO ADMINISTRATIVA DA CEILÂNDIA.
BANCA 33
Data: 29/10/09
Horário: 08:00h
Tema: ESTRATÉGIAS PARA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS: APLICADAS À PMDF.
BANCA 34
Data: 29/10/09
Horário: 10:00h
Tema: CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA COM ARMAS DE TREINAMENTO: UMA MELHORIA PARA A SEGURANÇA DO CIDADÃO E UMA FERRAMENTA PARA PRESERVAÇÃO DE VIDAS?
BANCA 35
Data: 29/10/09
Horário: 10:00h
Tema: INGRESSO E PERMANÊNCIA NA PMDF COMO OPÇÃO DE EMPREGO DE CARÁTER PROVISIÓRIO.
BANCA 36
Data: 29/10/09
Horário: 10:00h
Tema: A ORGANIZAÇÃO DOS PROCESSOS NAS ATIVIDADES NO ÂMBITO ADMINISTRATIVO DA POLICIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL: UM FATOR PARA ALCANCE E MANUTENÇÃO DA EXCELÊNCIA.
BANCA 37
Data: 29/10/09
Horário: 14:00h
Tema: A IMPORTÂNCIA DO GEOREFERENCIAMENTO DAS OCORRÊNCIAS POLICIAIS MILITARES NAS AÇÕES DE POLICIAMENTO OSTENSIVO NO DISTRITO FEDERAL.
BANCA 38
Data: 29/10/09
Horário: 14:00h
Tema: A IMPLANTAÇÃO DO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DA POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL.
BANCA 39
Data: 29/10/09
Horário: 14:00h
Tema: O ENSINO A DISTÂNCIA COM ALTERNATIVA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, NA POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL.
BANCA 40
Data: 29/10/09
Horário: 16:00h
Tema: DIREITO MILITAR: UMA ANÁLISE COMPARATIVA DA COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA MILITAR FEDERAL E A JUSTIÇA MILITAR ESTADUAL E SEUS EFEITOS SOBRE AS POLÍCIAS MILITARES E CORPOS DE BOMBEIROS MILITARES.
BANCA 41
Data: 29/10/09
Horário: 16:00h
Tema: O ESTRESSE DA PROFISSÃO POLICIAL MILITAR – SUAS CAUSAS E EFEITOS.
BANCA 42
Data: 29/10/09
Horário: 16:00h
Tema: A APLICABILIDADE DO POLICIAMENTO OSTENSIVO ESCOLAR MOTORIZADO NO ATUAL CONTEXTO DE BRASÍLIA – DF.
BANCA 43
Data: 30/10/09
Horário: 08:00h
Tema: A INFLUÊNCIA DO COMPORTAMENTO COLETIVO NA ATIVIDADE DE POLICIAMENTO PREVENTIVO DE GRANDES EVENTOS PÚBLICOS.
BANCA 44
Data: 30/10/09
Horário: 08:00h
Tema: O EMPREGO DA POLICIA MILITAR EM SITUAÇÕES DA EMERGÊNCIA E/OU ESTADO DE CALAMIDADE PÚBLICA NO DF.
Fonte: http://www.pmdf.df.gov.br/?pag=noticia&txtCodigo=3748
Outubro 7, 2009
Fragilidade dos postos!
Homem é preso após atirar em PCS no Recanto
6/10/2009 19:02:00
Carlos Brant
da Comunicação Social
Um homem de 23 anos foi preso na tarde de hoje, 06 de outubro, após efetuar disparos contra o Posto Comunitário de Segurança da quadra 510 do Recanto das Emas. Junto com um comparsa ele efetuou pelo menos três disparos contra o PCS 004. A ação dos bandidos se deu pelo fato de um amigo deles, de 19 anos, ter sido preso por uma equipe do GTOp 58 minutos antes na quadra 510. Na ocasião, o jovem estava numa motocicleta e portava um revólver calibre .38.
Após a prisão do homem os dois amigos dele foram até o PCS e abriram fogo. Porém, os bandidos não contavam que a equipe do Águia 58 (serviço velado) estava observando a movimentação deles. Um dos homens foi preso com um revólver calibre .38, já o segundo bandido conseguiu fugir portando uma pistola.
O preso foi encaminhado para delegacia da área. Dentro do PCS havia dois policiais militares que não saíram feridos.
Fonte: http://www.pmdf.df.gov.br/?pag=noticia&txtCodigo=3707
Outubro 6, 2009
Audiência pública sobre a PEC 300!
Nos bastidores da política está sendo travada um verdadeira luta em defesa de uma melhoria salarial dos profissionais de segurança pública de todo o Brasil.
Está em tramitação na Câmara dos Deputados a PEC 300. O debate está ocorrendo, mas as respostas ainda são tímidas…
PEC 300/08 – REMUNERAÇÃO DOS POLICIAIS MILITARES
53ª Legislatura – 3ª Sessão Legislativa Ordinária
PAUTA DE REUNIÃO ORDINÁRIA EM 6/10/2009 às 14h30 – C O N F I R M A D A
- Cel Epaminondas Figueiredo de Matos, Representante da Liga Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil – LIGABOM;
- Cel Hermes Bitencourt Cruz, Presidente da Associação dos Oficiais da Reserva e Reformados da Política Militar de São Paulo
- Sd Natanael Caetano do Nascimento, Presidente da Associação dos Servidores de Segurança Pública do Brasil
Requerimentos
1 – REQ 13/2009 PEC30008 => PEC 300/2008 – do Sr. Arnaldo Faria de Sá – (PEC 300/2008) – que “”Requer a realização de audiência pública para promoção de debates sobre a remuneração dos Policiais Militares, com a participação de convidados.”"
2 – REQ 14/2009 PEC30008 => PEC 300/2008 – do Sr. Arnaldo Faria de Sá – (PEC 300/2008) – que “”Requer a realização de audiência pública para ouvir o Representante da Associação dos Pliciais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo, Sr. Élcio Inocente..”"
Outubro 5, 2009
Policiamento comunitário no DF: Uma análise dos Postos Comunitários de Segurança (Cap. IV)
Hoje apresento o quarto capítulo da pesquisa realizada no DF, durante aproximadamente um ano. Ele discorre sobre as experiências anteriores no campo da segurança pública no DF. Apresenta os “embriões” do policiamento comunitário nos anos de 1990: A Rocan , o quê possivelmente a levou ao fim, e a dupla “Cosme e Damião” .
CAPÍTULO IV
As experiências anteriores
Uma grande dificuldade ao estudar os órgãos policiais e suas ações é a falta de informações consistentes sobre suas atividades e projetos desenvolvidos. Nas polícias, em geral, não existe gestão documental, sendo seus arquivos desorganizados e falhos.
Uma das propostas desse trabalho é observar o passado para traçar um prognóstico sobre o projeto de postos comunitários de segurança pública desenvolvido pelo Governo do Distrito Federal. Todavia, faltam-nos documentos que facilitem essa comparação. Isso nos obriga a apelar para a coleta de dados de natureza qualitativa. Porém os limites e receios dos praças em serem objetos de pesquisa faz com que apenas tomemos notas sobre os relatos daqueles que viveram essa experiência entre os anos oitenta e noventa.
Durante esses anos constam as primeiras tentativas de aproximação entre a polícia e a comunidade, percebe-se ainda um tímido redirecionamento do policiamento. As Rondas Ostensivas Candango (ROCAN) obtiveram boa aceitação por parte da comunidade, assim como as famosas duplas de policiamento, conhecidas como: “Cosme e Damião”. As ROCANS eram compostas por 10 (dez) policiais que se deslocavam em veículos modelo VW – KOMBI e que utilizavam “cartões programas”, ou seja, os policiais recebiam ordem por escrito sobre os locais onde deveriam passar, o horário em que deveriam estar em cada um deles e quanto tempo deveriam permanecer.
Nesse momento ainda não existia uma ordem institucional para que os profissionais de segurança pública se aproximassem da comunidade, mas “isso acontecia naturalmente”, diz um dos policiais entrevistados. O projeto funcionou bem por um período, mas esbarrou basicamente nesses obstáculos:
1) Os veículos eram refrigerados a ar, necessitando andar em “alta” velocidade para refrigerar, mas como andavam em “baixa” velocidade, com dez homens, passando por quebra-molas e outros obstáculos, forçavam o motor e quebravam com freqüência;
2) A “fragilidade” dos veículos gerava constantes manutenções, o que desgastava os motores, não compensando mais consertá-los;
3) A PM a época não possuía um fundo próprio para gasto com viaturas, o que fez com que não houvesse reposição dos veículos para as Rocans, fazendo com que os policiais fossem deslocados para postos policiais recém construídos e para o policiamento ostensivo geral (POG) a pé.
A partir desse momento, com o fim das ROCANS, os comandantes se aproximaram da comunidade, que estava satisfeita com o serviço prestado por elas, principalmente nas áreas mais nobres como: Lago Norte, Lago Sul, Asa Norte, Asa Sul, Guará e Cruzeiro e iniciam os primeiros passos na introdução da filosofia de policiamento comunitário. Nas primeiras quatro cidades, com um forte apoio das prefeituras comunitárias existentes a época que forneciam equipamentos, tais como: rádios, computadores, construção de postos, bicicletas, motos modelo Honda Biz e até lanches para os policiais que atuavam nessas áreas.
Essa modalidade de policiamento funcionou até um novo programa de governo surgir que ficou conhecido como: TOLERÂNCIA ZERO. Esse projeto foi determinante para o fim das duplas de policiamento a pé nas quadras e postos policiais, pois era reativo e exigia uma resposta rápida para a comunidade. Ele contou com a distribuição de várias viaturas para as unidades operacionais, em decorrência da criação de um Fundo Constitucional que garantia verbas altas para aplicação em segurança pública. Esse projeto esbarrou na morosidade da justiça, além da polícia prender e ela soltar os bandidos. Isso gerou total desmotivação na tropa que já não atendia mais as ocorrências com tanto “empenho”. Com isso acabou deixando de dar resposta rápida a comunidade e além da sensação de segurança. Isso fez ainda que fosse retornando pouco a pouco a vontade do comando e da comunidade em se reviver as parcerias passadas e a busca por um tipo de policiamento preventivo, que age antes do crime acontecer, ou seja, um policiamento pró-ativo, típico do policiamento comunitário.
Comparando as Rocans com o projeto de postos atual é de suma importância analisar se o governo possui condições de realizar as manutenções necessárias nos postos ou até mesmo sua reposição em caso de danos provocados pelo tempo ou pela comunidade. É importante analisar também, se existe alguma influência negativa dos comerciantes em decorrência de suas “doações” como ocorria no passado e o envolvimento dos policiais no projeto, pois esses foram os pontos básicos que levaram alguns projetos do passado ao fracasso.
1 – O Fundo Constitucional é um fundo de natureza contábil que tem a finalidade de prover os recursos à organização e a manutenção da polícia civil, da polícia militar e do corpo de bombeiro militar do Distrital, bem como assistência financeira para a execução de serviços públicos, prioritariamente em saúde e educação, conforme disposto no inciso XIV, do art. 21 da Constituição Federal.
2 – Rocan é a abreviatura de Rondas Ostensivas Candango. Era um veículo VW Kombi que continha um efetivo destinado a cobrir uma determinada área.
O termo Cosme e Damião é utilizado para representar a dupla de policiais que rondavam as quadras do Plano Piloto.
CARDOSO, Aderivaldo Martins. Policiamento Comunitário no Distrito Federal: Uma análise dos Postos Comunitários de Segurança / Aderivaldo Martins Cardoso – Brasília, 2009.
67 fl: il.
Trabalho de Conclusão de Curso – (Monografia – Especialização) – Universidade de Brasília, Departamento de Sociologia, 2009.
Orientador: Prof. Dr. Dijaci Oliveira
Outubro 2, 2009
Informação importante!
Policiamento nos Comércios Locais do Plano Piloto
1/10/2009 11:09:00
A assessoria de Comunicação da Polícia Militar do Distrito Federal informa que desde a semana passada o Batalhão de Polícia de Trânsito – BPTran alterou a forma de atuar nos comércios locais do Plano Piloto.
Antes o policiamento de trânsito atuava nos comércios locais nos horários de maior volume de tráfego (12h-13h30 e 18h00 – 19h30), de forma repressiva autuando os condutores estacionados irregularmente.
Agora, o policiamento vai atuar das 8h às 20h nos comércios locais que apresentam maior volume de tráfego, de forma preventiva, evitando estacionamentos irregulares que comprometam a fluidez do trânsito, especialmente nos horários de pico.
Nos horários de menor volume de tráfego o policial poderá permitir o estacionamento de veículos desde que não haja comprometimento a circulação.
Nos horários de maior volume de tráfego (11h45 às 14h e 17h30 às 19h30) o policial não permitirá estacionamentos irregulares, sobretudo de veículos “impedindo a movimentação de outro” ou em “fila dupla”, sendo permitida apenas a parada (imobilização do veículo pelo tempo estritamente necessário ao embarque e desembarque de passageiros -conforme o Código de Trânsito) de veículos.
O objetivo da intensificação é garantir a segurança pública nos comércios locais das Asas Sul e Norte, com a presença constante do policial e proporcionar fluidez ao trânsito nos horários de maior volume de tráfego.
A ação do policial é prioritariamente voltada a orientação dos condutores quanto ao estacionamento nos locais regulamentados.
Nesta primeira semana verificou-se uma redução significativa no número de condutores autuados, uma vez que a presença do policial orientando o trânsito, operando o semáforo e proporcionando segurança aos comerciantes, clientes e usuários das vias evita o cometimento de crimes e infrações de trânsito.
Mais informações podem ser obtidas com o Tenente Coronel CINTRA, Comandante do BPTran, no telefone 3342 2191 ou 9983 1362.
Fonte: http://www.pmdf.df.gov.br/?pag=noticia&txtCodigo=3675
Setembro 30, 2009
NOTA 10 – Segurança Pública
Ontem tive a oportunidade de assistir um programa chamado NOTA 10 – Segurança Pública, no CANAL FUTURA, que discute a aproximação entre a polícia e a comunidade.
O tema foi voltado para a abordagem policial em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Foi muito interessante, pois não era institucional, mas uma parceiria entre órgãos não governamentais.
O programa mostrou nosso preconceito em relação as camadas mais pobres, principalmente os negros, dentre outros. Mas mostrou também, por meio de depoimentos, algumas declarações elogiando o trabalho da polícia.
Percebe-se claramente que a população não é contra a abordagem, mas sim contra os excessos cometidos em nome do PODER DISCRICIONÁRIO e do PODER DE POLÍCIA.
É bom frisar também uma frase de um cidadão que disse:
“Existem duas polícias, uma para os ricos e outra para os pobres. A primeira serve para proteger, a segunda para fiscalizar, controlar, agredir, corromper…”
Quem tiver a oportunidade de assistir o Canal Futura (na Sky), o próximo programa será terça-feira às 21h e irá abordar o perfil do policial no brasileiro.