Arquivo do autor:Aderivaldo Cardoso

Sobre Aderivaldo Cardoso

Aderivaldo Cardoso é um cidadão policial engajado, preocupado com a melhoria da segurança pública. Especialista em segurança pública, pós graduado pelo departamento de sociologia da UNB, autor do livro: Policiamento Inteligente: Uma análise dos postos comunitários de segurança pública do DF

Que tal aderir a nossas propostas?

O professor Cristovam Buarque defende a tese do “EDUCACIONISMO”. Ele afirma que é a “revolução” por meio da educação. É quando o filho do emprego passa a estudar na escola do filho do “patrão” e passa a ter condições de tornar-se patrão, de crescer na vida. Foi-se o tempo do “ismos” tão conhecidos, saímos do “socialismo”, do “comunismo” e do “capitalismo” e entramos no “Educacionismo”. Eu acredito na transformação por meio da educação. Meu pai sempre me disse: “filho, abaixo de Deus, somente os livros para transformar o homem.” Todos os projetos de políticas públicas voltados para a segurança pública que penso tento alinhar com a educação. A quebra de preconceitos por meio de novos conceitos, dentro de uma visão da “pedagogia da libertação” de Paulo Freire é o melhor norteador para gerarmos a mudança cultural que necessitamos na sociedade, eu a chamo de conscientização.

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A visão que tenho sobre as minhas propostas de campanha giram em torno dos eixos descritos abaixo. Não as coloco como “promessas”, mas como bandeiras a serem defendidas. A proposta de uma candidatura é criar as condições para colocar em prática o que defendemos há anos aqui no blog.

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O policiamento inteligente foi pensando em quatro eixos: 1) Planejamento, 2) Conscientização, 3) Mobilização (interna e externa) e 4) Ações (individuais e coletivas). Um parlamentar tem a função de fiscalizar e propor leis. Creio que a maior dádiva é a liberdade de expressão garantida na Constituição. Quero dar voz a segurança pública!

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Defender o fortalecimento das ações preventivas da PM, em especial os projetos educacionais desenvolvidos pela corporação.

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Desenvolver e apoiar projetos sustentáveis e esportivos que tragam maior qualidade de vida para os moradores do DF. (Ocupação de espaços públicos visando a redução da criminalidade na cidade.

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Defender uma segurança pública de qualidade, voltada para um policiamento inteligente, que reduza os espaços de atuação do criminoso de maneira mais rápida, eficiente, eficaz e efetiva. Eu defendo um aumento real de efetivo das polícias. A população cresceu e o efetivo diminuiu.

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Defender uma melhor qualificação profissional dos agentes de segurança pública e a devida remuneração e valorização da profissão policial.

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Defender a fluidez na carreira do policial militar, de maneira que aos 15 anos os mais novos possam chegar a “classe especial” da carreira (subtenente), e que aqueles que já ultrapassaram esse tempo também possam chegar, o mais rápido possível, semelhante a outros órgãos do GDF, além disso, defender junto a outros parlamentares da área federal a estabilidade do policial no serviço público aos 03 (três) anos, hoje só ocorre após os dez anos.

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Defender  o fortalecimento da Subsecretaria de Programas Comunitários (Suproc), o fortalecimento dos conselhos comunitários de segurança e uma maior aproximação entre a polícia e a comunidade.

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Se tiverem a curiosidade de pesquisar tudo que falei acima na barra de pesquisa do Blog, verão que já defendo tudo isso há mais de oito anos. E que muito do que falamos aqui já foi de alguma maneira desenvolvido em partes. O mandato apenas potencializaria tudo isso!  Creio que eu seja mais um cidadão engajado que um político, mas aceitei o desafio de uma candidatura a distrital.  Patrocinamos o projeto acima, que funcionava em uma Escola do Riacho Fundo I. As aulas eram ministradas por um policial militar em parceria com a unidade policial da área. Foi um embrião de alguns projetos existentes hoje. Eu acredito que aproximar a polícia da comunidade também é garantir segurança pública.

Aderivaldo Cardoso #31190

 

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Já aderiu? #31190

Nossa campanha foi elaborada dentro do conceito de que as coisas acontecem do “micro” para o “macro”. Iniciamos nossas discussões e mobilização pelos familiares e amigos mais próximos. Entendemos que é preciso focar a maior parte dos esforços nos eleitores que certamente votarão no candidato. Este grupo representa custo menor, tanto em tempo como recursos. São os eleitores que conhecem bem o candidato, não o rejeitam e até o defendem ou promovem seu nome de forma espontânea. Então, a chance de voto é bem maior e o investimento deve ser de manutenção desses eleitores. Neste grupo estamos formando nossos multiplicadores.

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Neste momento precisamos definir de que maneira iremos aproveitar o potencial político de cada membro da equipe para iniciarmos uma possível criação de núcleos de apoio ao candidato na casa dos colaboradores. Seria interessante criarmos “vínculos” com os parentes daqueles que não temos, com os “amigos” e posteriormente com os conhecidos e vizinhos. Precisamos que cada multiplicador torne-se um líder em nossa campanha.

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Nos últimos dias fizemos várias visitas aos amigos. O melhor da campanha tem sido reencontrar amigos. Ontem caminhando encontrei um amigo de muitos anos. Chorei ao vê-lo bem, trabalhando, na igreja, um presibítero. Chorei de felicidade ao lembrar que um dia o socorri as pressas quando ele tentou suicidar- se tomando veneno. Vi como Deus sempre tem um plano na vida das pessoas. Vi outro homem. Vi um homem sereno, sábio e temente a Deus. São varias as historias, mas esta em especial me tocou! Vi com podemos fazer a diferença na vida das pessoas.

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É gratificante ver vários amigos “aderindo a nossa campanha.

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Meus votos não irão para o PT de forma alguma!

Uma eleição é resultado de um bom planejamento, uma boa estratégia, um partido que tenha condições de te eleger e votos em diversos setores.

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Nossa campanha começou do “micro” (individual)  para o “macro” (coletivo). Em nosso planejamento optamos em começar as reuniões por nossos familiares, amigos, familiares de amigos e depois para a comunidade em geral. Vamos conversando devagar e sempre. Olhando no olho do eleitor e nos apresentando como uma opção para Brasília.

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Tive a oportunidade de reunir amigos de infância. Da época do primário (ensino fundamental). Pessoas que fizeram parte de minha infância no ACAMPAMENTO DA TELEBRASÍLIA. Que estudaram comigo na Escola Classe 416 sul e na Escola Classe 214 sul. Amigos de mais de trinta anos que se propuseram em ajudar. Acredito que confiamos em quem conhecemos e conhecemos quem acompanhamos diariamente. Fiquei muito feliz em nos reunirmos!

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Tenho me silenciado sobre os ataques que dizem que meus votos vão para o PT. Alguns colocam até meu partido como se fosse o “PPL”, mostrando total desconhecimento dos adversários. Estou no Partido Humanista da Solidariedade (PHS). Minha coligação é a “Pra frente que eu vou”, composta do PT do B (Partido Trabalhista do Brasil) e do PHS (Partido Humanista do Brasil). Os votos proporcionais irão apenas para estes partidos, ou seja, teremos um deputado eleito ou do PHS ou do PT do B.  Em nossa coligação poderemos eleger um deputado com uma votação entre 8 (oito) e 10 (dez) mil votos.

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Não posso ficar perdendo tempo dando essas explicações. Tenho que me preocupar com a campanha. Abrimos nosso comitê no Riacho Fundo e iremos abrir mais um na Candangolândia, possivelmente mais um no Núcleo Bandeirante e outro no Riacho Fundo II. Já temos um em Taguatinga na Comercial Norte (QNE) onde os amigos podem buscar material.

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Venha nos fazer uma visita! Divulgue nosso projeto! Eu creio na vitória!  Conheça nosso planejamento e entenda que tudo começou há muito tempo. Entenda a visão do Projeto Policiamento Inteligente. Segurança se faz com inteligência, política também! Ajudei vários candidatos atuais disponibilizando tal planejamento, inclusive ao NCP, ex-discípulos, que defendem tudo que está aqui no Blog e que atualmente tentam me desqualificar por ter vindo candidato a distrital, dizendo que meus votos irão para o PT.  Como sou a favor da democratização da informação os candidatos interessados podem seguir o mesmo planejamento.

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Preciso de mais ou menos 8 (OITO) mil votos para me eleger

A experiência de ser candidato tem sido única. As vezes ainda não sei lidar com esse negócio de pedir voto, ainda mais quando tenho que chegar pedindo desculpas por ser candidato, em decorrência da forma como a maioria dos políticos atuam. Outro ponto é lidar com a expectativa de apoio de amigos que não irão caminhar comigo, mas também me surpreendendo com apoios de onde eu menos esperava. Fico feliz de poder fazer parte de uma equipe como a que estou ajudando a formar. Nosso projeto é grande, nosso sonho é maior ainda. Eu acredito que voto é individual, mas as consequências são coletivas, por isso precisamos escolher bem.

Para quem não sabe sou candidato a DEPUTADO DISTRITAL meu partido é o PHS (31) e faz parte da coligação “PRA FRENTE QUE EU VOU”, juntamente com o PT do B (70). Preciso de mais ou menos 8 (OITO) mil votos para me eleger. Se eu tiver 100 amigos me ajudando, cada um precisa conquistar apenas um voto por dia. Difícil? Impossível? Não! Seja um multiplicador, liderar é influenciar pessoas, influencie os amigos a sua volta. São apenas dois partidos em nossa coligação.

Minha bandeira é a segurança pública, meu partido é a sociedade de Brasília, e minha amada corporação. Busco ser uma representação, não uma oposição sem conteúdo, insana, afinal tenho me preparado há anos para realizar meu sonho. Desejo o melhor para a cidade onde vivo. Meu nome é Aderivaldo Cardoso, meu número é o 31.190. Participe de nossa campanha, ajude a compartilhar, nas redes sociais. #euaderi#minhafamiliaaderiu

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Mantidos reajuste de Auxílio Moradia e Auxílio Alimentação na PMDF e CMDF

No dia 20 de Fevereiro de 2014 eu escrevi o seguinte texto abaixo, após a revolta que se instalou na PMDF, em decorrência de uma reunião onde praças e oficiais disputavam força na praça do Buriti. O reescrevo para compreendermos que em política não existe emoção. Precisamos ser racionais. Da mesma forma que me silenciei três dias naquele período, tenho me silenciado diante da campanha de difamação que “ex-discípulos” tentam levar a frente. Na vida optei ser uma REPRESENTAÇÃO POLÍTICA e não uma OPOSIÇÃO INSANA.  Na política, assim como nosso serviço na rua, não temos tempo para ser dominados por nossas emoções. Temos que fazer o que precisa ser feito para que a missão planejada seja cumprida.

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Bom dia! Durante três dias optei em ficar em silêncio para analisar melhor toda a situação que vivemos nos últimos dias. Vi todos os cabos e soldados fazerem a “catarse” necessária para aliviar sua indignação nas redes sociais. Vi tristeza e revolta.

Acredito que palavras de revolta geram pensamentos de revolta, que por suas vez geram sentimentos e ações de revolta, resultando sempre em resultados de revolta, que normalmente são desastrosos. Ontem também vi amigos do NCP sendo transferidos e outros tensos, pois não não conheciam a “mão pesada” do sistema. 

Vejo que é hora de cautela, hoje de reflexão. A questão do reajuste tornou-se questão do passado, já foi definida. Não existe mais o “se” ou o “por que”. Precisamos aceitá-la, mesmo que não concordemos com a forma que foi encerrada. Precisamos olhar para frente. Pelo menos ainda existe a possibilidade de uma reestruturação.

Os valores não foram os ideias, mas foram, de certa forma, um avanço, agora precisamos garantir fluidez em nossa carreira. Quem sabe um dia não poderemos chegar a 15 anos na classe especial da carreira? Ou reduzir esse tempo de maneira que a maioria chegue mais próximo dos salários que foram “melhorados”. Os interesses são diversos em nosso meio, não podemos agir simplesmente por emoção, não podemos entrar no jogo separatista do “ou está do meu lado” ou “está contra mim”. Precisamos avançar sempre. O maior crescimento foi nossa organização e nossa maturidade política que está chegando a cada dia.

A luta por melhoria é constante. A mobilização é permanente. Aprendemos isso! Ainda temos muito o que fazer no futuro. A luta por isonomia pode sair do macro e voltar para o micro, mas ela só é possível com a alteração em âmbito federal: Isonomia no “auxílio-fardamento, Isonomia no “auxílio-creche”, Isonomia no “auxílio-natalidade”, Isonomia no “auxílio-moradia”. Tudo isso pode ser o nosso foco para os próximos anos. A luta é constante! Vamos em frente! De cabeça erguida, como sempre estivemos nas batalhas que enfrentamos.

Paciência e fé, eis o segredo do sucesso!

Por decisão unânime na tarde de ontem (23), os desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal decidiram pelo indeferimento da liminar do MP que impedia a aplicação dos Decretos que concederão o reajuste dos Auxílios Moradia e Alimentação das corporações da Polícia Militar e Bombeiros Militares do DF.

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Poucos pararam para ver o ganho real com os auxílios alimentação e moradia. Nenhum deles incide sobre o IMPOSTO DE RENDA. Nenhum deles incide sobre PENSÃO ALIMENTÍCIA. Mesmo que em um primeiro momento pareça que os inativos estejam perdendo. As conquistas são graduais e sucessivas. Temos que olhar o copo sempre meio cheio e nunca meio vazio. Nos últimos anos fomos a única categoria que ganhou todas as batalhas que enfrentou. Não estou dizendo que tem sido fácil ou que o governo foi bonzinho. Estou dizendo que devemos VALORIZAR NOSSAS CONQUISTAS.  Aos poucos estamos chegando próximo do nosso desejo, ou seja: A ISONOMIA SALARIAL NA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA!

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