Arquivo do autor:Aderivaldo Cardoso

Sobre Aderivaldo Cardoso

Aderivaldo Cardoso é um cidadão policial engajado, preocupado com a melhoria da segurança pública. Especialista em segurança pública, pós graduado pelo departamento de sociologia da UNB, autor do livro: Policiamento Inteligente: Uma análise dos postos comunitários de segurança pública do DF

Ontem estive no Gama visitando os Postos Comunitários…

Ontem estive na área do Gama conversando com vários policiais militares. Foi bom rever amigos e conhecidos de vários anos. Falamos sobre vários pontos importantes, dentre eles a ampliação de vagas do quadro de subtenentes para dar fluidez na carreira.

Panfleto-projetos

No Gama temos vários policiais antigos que demonstraram preocupação com o não envio da proposta de reestruturação. Eles confirmaram a nossa tese de que muitos colegas não tem tempo para certas discussões que não chegam a lugar nenhum. Precisamos de um consenso. Precisamos de uma solução o mais rápido possível!

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Não esta sendo fácil entrar nas unidades para conversar com os colegas, em decorrência das restrições contidas em portaria. Por isso é importante que aqueles que ADERIRAM a nossa campanha comecem a declarar seu apoio nas unidades, tornando-se um multiplicador. Nossa campanha está crescendo. Nossa coligação é uma das melhores, pois elege com uma votação entre 8 e 10 mil votos. Pesquisem no TRE, muitos colegas escolheram partidos que não atingem o coeficiente eleitoral ou que já possuem grandes caciques. Caso não nos organizemos teremos poucas chances de eleger alguém. Conto com cada um de vocês! Minha equipe tem divulgado nossas propostas nos postos policiais, mas pretendo visitar todos até o final da eleição.

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Reestruturação: Sim ou não? O que ganhamos? O que perdemos?

A política não pode ser usada para manipular a categoria. Acho um absurdo ver candidatos utilizando-se de “teorias da conspiração” diversas para tentar aparecer no meio político.  Quem ganha e quem perde com tudo isso? Quem perde é sempre a categoria! Política se faz com responsabilidade!

Ontem escrevi sobre a impressão que tive ao ir a uma reunião onde coronéis estavam apresentando a proposta de reestruturação. Permaneci por lá aproximadamente por cinco horas. Recebi uma cópia da proposta e estou analisando para não fazer como alguns que jogam com a categoria. A proposta tem vantagens e desvantagens. Precisamos ver se há possibilidade de consenso e posteriormente enviá-la se for possível sua aprovação. Simplesmente não enviá-la é mais prejudicial do que enviar.  Precisamos debater o tema de maneira séria! Não temos tempo a perder com politicagem!

Vejo como total falta de responsabilidade o que vários candidatos demagogos e hipócritas estão tentando fazer ao criar um clima de terror, sem apresentar solução para o problema. Nosso problema é fluidez em nossa carreira. Nosso problema é salário. Queremos receber salários dignos, queremos ser respeitados, queremos ser promovidos para irmos para reserva no mínimo subtenente. Não somos bobos, temos posicionamento, sabemos o que queremos.

Vejo que a maior falta de consenso está no quesito organizacional e competência. A atual reestruturação foi construída com base em três eixos principais. Sendo eles: carreira, competência e organização básica. Conversando com alguns amigos os pontos críticos e que não temos consenso foram:

  • A PM está querendo fazer o serviço de outras instituições: DETRAN (fiscalização de trânsito), o da PCDF (Termo circunstanciado e investigação), de vigilante (segurança patrimonial);
  • Os oficiais QOPM querem ser “autoridades policiais”, mas excluem os QOPMA. Por quê? A carreira do oficial QOPMA no projeto é visto como: “Atividades subsidiárias de apoio e auxilio à gestão da PMDF, sendo integrada por pessoal oriundo da graduação de subtenente, possuidor do curso superior, expedido por instituição de ensino reconhecida pelos sistemas de ensino federal, estadual ou no Distrito Federal, além do Curso de Habilitação de Oficiais Administrativos;”
  • Querem tirar o nome “Militar”, mas mantêm-se de “natureza militar”, seria somente um disfarce?
  • O ponto mais polêmico é a avaliação de desempenho para a promoção, constante na pág. 18, 19, e 20, onde encontramos o termo “moral”, mas de maneira vaga, subjetiva e que pode dar margem para aberrações diversas. A ficha individual de avaliação. No artigo 83 diz que “A ficha individual de avaliação será utilizada para aferir o mérito ético e técnico-profissional de todos os policiais militares”.
  • Uma dúvida é: “a proposta é de quem? Para quem? Por que as vésperas das eleições apresentar uma proposta com tão pouco tempo?”
  • A proposta atende a necessidade das praças? As promoções de 04 em 04 corrigirão distorções? E aquelas que já possuem 20 anos de corporação? Serão promovidos a subtenente?
  • A aposentaria das mulheres aos 25 anos de serviço sem garantia de direitos considerados para aposentaria seria algo bom para as policiais femininas?
  • Até que ponto oficiais fazendo plano de carreira de praças atenderia os nossos anseios? É possível?
  • Se a proposta é da classe, que desespero é esse de lançar o mais rápido possível? (Não seriam apenas propostas eleitoreiras para tenta ajudar o Agnelo?);
  • Até quem ponto o sigilo do projeto é justificativa para algumas atitudes dentro da corporação.

Como escrevi em uma carta aos policiais militares do DF, “Nossa categoria sofre hoje com o travamento dos quadros e consequentemente com a redução de nossas promoções. O que desejamos e defendemos é uma ampliação das vagas de subtenente e das vagas do QOPMA para dar fluidez a nossa carreira. Fazendo com que os mais novos possam chegar aos 15 anos na “classe especial” da carreira (subtenente) e os mais antigos, que hoje são terceiro sargento ou até mesmo primeiro sargentos, próximo de ir embora, possam chegar pelo menos a subtenente ou até mesmo ao QOPMA.”

Hoje eu abriria mão de trocar o nome da corporação, da entrada única na carreira, que somente beneficia aqueles que ainda irão entrar na corporação, de fazer parte do “judiciário”, de ser chamado de “vossa excelência” e de todas as fórmulas milagrosas propostas por uma ampliação das vagas de subtenente e das vagas do QOPMA que é o que realmente nos interessa e o que nos trará os benefícios que esperamos. Além disso, precisamos criar mecanismos que nos ofereça uma isonomia entre órgãos de segurança no DF. É o que eu acredito e pelo o que eu venho lutando, e pelo o que eu irei lutar, independentemente de mandato.

oficiais e praças

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Sobre a reestruturação. É possível consenso?

Ontem estive no Centro de Convenções pela manhã. O Cel Nunes iniciou sua fala com um resumo sobre como fora elaborada a proposta de reestruturação. Ressaltou a participação e ausência das Associações de Policiais Militares durante a confecção da proposta. Nos lembrou ainda que os últimos realinhamentos ocorreram sempre em anos eleitorais ou pré-eleitorais. Lembremos os anos de 1998, 2004 e 2009.

A atual reestruturação foi construída com base em três eixos principais. Sendo eles: carreira, competência e organização básica. O primeiro ponto a ser a abordado foi a mudança da nomenclatura da PM, que será denominada “Polícia de Segurança Pública”. Ressaltou também a busca do fortalecimento da instituição, tendo em vista as últimas tentativas de retirada das competências constitucionais das PM´s no Brasíl. Prova disso, segundo ele, podemos citar a PEC do Detran, que incluiu o Detran no rol do artigo 144 da CF e a PEC das Guardas Municipais, que tornam as GM´s praticamente “Polícias Municipais”. O objetivo da mudança de nomenclatura visa o início de um debate sobre o tema. A pergunta que faço é: temos tempo para tal discussão? Que ganhos e perdas teremos com um ato tão arrojado? Não tenho dúvidas do peso no nome “militar” em nossa instituição. Precisamos avançar no tema, mas somente a mudança do nome sem a mudança de comportamento solucionará nossos problemas?

Outro ponto citado foi a importância do Termo Circunstanciado. Nota-se uma tendência de confecção do termo nos próximos anos. Pelo jeito, o debate nos bastidores já está bem encaminhado. Foi verificado na fala do coronel uma tentativa de retomada do atendimento emergencial do nº 190, uma mudança profunda no quesito empoderamento do policial, pois ele poderá efetuar o registro das infrações penais que tomar conhecimento, além de realizar coletas, busca e análise de dados sobre a criminalidade, realizar pesquisas técnico-científicas, estatísticas, exames técnicos e periciais, supervisionar e autorizar serviços de vigilância, interditar locais e embargar atividades, exercer atividades de investigação criminal. Um ponto polêmico é que os oficiais tornam-se de fato e direito “autoridade policial”. A polêmica é que somente os oficiais QOPM poderão ser “autoridade”. E os oficiais QOPMA?

Sobre a organização administrativa um ponto interessante é o foco na atividade-fim. A reestruturação visa uma ampliação significativa na quantidade de unidades que trabalham com a atividade-fim. E uma redução da atividade-meio. Uma contradição é modificar a estrutura sem discutir o aumento real de efetivo. A corporação não está dando conta de atender as demandas atuais, como iria atender as novas atribuições? Deverá ocorrer uma extinção de alguns quadros que já estão em extinção natural (motomecanização, eletricista de HT, auxiliar veterinário) visando a redistribuição das vagas. Tais vagas não poderiam mais ser preenchidas em decorrência das mudanças na legislação ao longo do tempo, mas que poderiam ser utilizadas de outra forma. Isso será feito mantendo-se direitos adquiridos nos respectivos quadros.

O trabalho teve uma comissão especial para analisar emails, de onde foram retiradas várias ideais. Um ponto que foi grande ganho foi a possibilidade da promoção independente de vagas até a graduação de subtenente, com a possibilidade de termos um posto acima. A promoção independente de vagas gera a certeza da promoção.  Segundo a proposta, haverá promoção de 04 em 04 de soldado a sargento. Ocorrendo a aprovação da lei, existe uma previsão de 13.975 promoções para os próximos  03 anos, aplicada a regra de transição. O realinhamento se contrapõe a reestruturação no quesito tempo, pois segundo o coronel ele traz apenas um alento “momentâneo”. Segundo a proposta a lei irá garantir que todos irão chegar a subtenente, o que irá gerar um impacto orçamentário de 500 (quinhentos) milhões. A transição será de 06 (seis) anos para cobrança do nível superior. Será necessário ter os cursos que a lei exige. Uma dúvida é: quais serão os critérios para a disponibilidade dos cursos?

Um ponto polêmico que não podemos deixar de discutir e que não há CONSENSO é a avaliação de desempenho profissional que diz: “Alcançar critérios estabelecidos como necessários para os conceitos  profissional e MORAL no âmbito da corporação”.  O que significa o termo MORAL? Aqui em minha opinião falta objetividade, pesa a subjetividade.

Outro ponto polêmico é o ingresso no QOPMA, sendo 50% por merecimento e 50% por antiguidade. É possível consenso neste ponto? Um fator positivo é a retirada da exigência da idade para ingresso no quadro. O pré-requisito será ser subtenente. Haverá uma ampliação das vagas do CHOAEM para 400 vagas. Poderá haver promoção requerida com transferência automática para a reserva remunerada. Outro ponto significativo são as adequações do nosso estatuto as conquistas dos servidores regidos pela lei 8.112. Por exemplo, a recondução, que é o retorno do policial estável ao cargo anteriormente em decorrência de reprovação em estágio probatório relativo a outro cargo, estabilidade aos três anos, semelhante ao outros servidores, readaptação, licença para curso de formação em outra instituição, licença para acompanhamento de conjugue, realização de liberação para estudos, reserva aos 25 anos para mulheres, instituição do ISCP, tornará a função policial de natureza técnico-cientifica, insalubre, perigosa e de natureza especial para todos os efeitos legais.

Sobre as gratificações passaremos a ter algumas conquistas, dentre elas a gratificação para instrutores (de encargos de cursos e concursos), gratificação de titulação (pós-graduação, mestrado e doutorado), auxílio acidente, regulamentada pelo GDF e revisão geral anual (data base).

Precisamos avaliar o que perderemos com o envio da reestruturação da forma que esta e o que perderemos ao não enviar. Quantos terão tempo para esperar o consenso? É possível o consenso? Existe alguma chance para a aprovação da lei?

Amanhã postarei os pontos contrários a aprovação…

reestruturação

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Nossa campanha está crescendo! Que tal aderir ao 31190?

O final de semana, em especial o Domingo, foi mais um dia de muitos compromissos, graças a Deus. Pela manhã recebi meus amigos de farda no Comitê do Riacho Fundo I, que foram me visitar e vieram ouvir de mim as verdades sobre a nossa campanha, agradeço a confiança e os apoios declarados. Foi uma ótima maneira de começar o dia.

Panfleto-projetos

Ainda pela manhã, fui ao Centro da Ceilândia onde tive a oportunidade de ouvir o candidato ao Senado Reguffe, o candidato ao Governo do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg e a candidata à Presidência da República Marina. Vi e ouvi algumas coisas que me fizeram refletir sobre a importância da união para a possibilidade de trabalho e fortalecimento de ideias e ideais. Os três candidatos unidos em seus discursos e ladeados o tempo todo emitiam a confiança de que o trabalho será executado e os objetivos alcançados.

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Após ouvir atento o que os candidatos falaram aproveitei o momento para rever meus amigos que lá estavam trabalhando e conversei com algumas pessoas sobre as minhas propostas de campanha.

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À tarde tive ainda dois eventos que finalizaram meu dia com bastante alegria e convicção dos meus objetivos. Vi a importância de se ter uma mulher forte e companheira, engajada nos meus ideais e que juntamente com alguns amigos reuniram algumas pessoas a quem pude mostrar e defender minhas propostas. Adriana Lins, sua paciência com minha ausência por conta da campanha e sua força no apoio que tem me dado nestes dias só me fortalecem.

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                No final do dia revi meus ex-alunos do PROERD e falei para vários jovens terminando o dia satisfeito com a evolução da nossa campanha. Temos chances reais de vitória e a cada dia avançamos e tornamos essa chance em realidade, nossos amigos muito contribuem e pedimos que continuem contribuindo, ajude-nos apresentando nossas propostas aos seus amigos. #VoteAderivaldoCardoso31190

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Precisamos ampliar as vagas de subtenente e do QOPMA para dar fluidez na carreira

Ontem foi um dia abençoado, às 8 horas entreguei panfletos da campanha com o meu amigo Guilherme, um dos melhores amigos do meu filho e outros amigos dele no Guará. Meus filhos do Instituto Gabriel Brilhante!

Panfleto-projetosÀs 10 horas estive presente a plenária do candidato ao Governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, em Taguatinga, onde tive a oportunidade de vê-lo apresentar suas propostas para a área de segurança exatamente em sintonia com o que venho defendendo há anos. Foi falado sobre a fluidez na carreira do policial militar, reforcei que precisamos ampliar as vagas de subtenente e do QOPMA para dar tal fluidez, falou  sobre a utilização dos postos policiais, sobre o aumento real do efetivo policial e sobre a promoção independente de vagas.

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Ao meio dia dei uma pausa na campanha para visitar e abraçar meu amigo Silva Sá, cabo do GTOP do 8º BPM, que gentilmente me recebeu em sua casa e me ofereceu um delicioso almoço acompanhado com sua família e amigos.

029A tarde visitamos o Grupo de Amigos Solidários no P. Norte onde tivemos a oportunidade de conversar sobre política, solidariedade, motivação e trabalho. Agradeço em especial a minhas amigas policiais Ana Moura e Ivanilda.

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A noite fomos a festa do sobrinho do nosso amigo Afonso e filho do nosso amigo Primo do Batalhão do Riacho Fundo. Um dia agitado que renderá muito. Nossa campanha esta crescendo. É possível atingir os votos necessários para ser eleito. Preciso de 08 (oito) a 10 (dez) mil votos para ser eleito em minha coligação. As coisas estão caminhando bem. Preciso da ajuda de cada amigo que acredita no projeto. Ajude a divulgar meu nome. Ajude a divulgar minhas ideias. Ajude a pedir aos amigos para votar no 31190.

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É preciso defender o aumento real de efetivo

A população do Distrito Federal aumentou vertiginosamente nos últimos vinte anos, com tal aumento cresceu também a criminalidade e a pobreza. Nossa cidade já não é mais a mesma. Nosso efetivo não é mais o mesmo. Nossa segurança não é mais a mesma.

A população do Distrito Federal ainda se lembra do tempo em que as duplas de policiais chamadas “Cosme e Damião” patrulhavam nossa cidade. Ainda recordam-se com carinho das “Rocans”. E hoje? O que temos a oferecer? Temos apenas uma sensação de segurança que jamais será alcançada.

Segurança se faz com a redução do espaço de atuação do criminoso. Se não temos policiais para reduzir tais espaços, como poderemos falar em uma segurança pública de qualidade? Segurança se faz com polícia na rua, com polícia bem remunerada, com polícia bem treinada, com população educada que respeita a polícia e a ajuda a trabalhar, mas como conseguir tudo isso?

A população do DF cresceu, mas seu efetivo continua o mesmo de dez anos atrás. E ainda tem uma tendência de diminuir, pois nos próximos anos vários policiais irão se aposentar e vários outros irão para outros concursos. Precisamos falar urgentemente em um aumento real de efetivo nos próximos anos.  E as novas contratações prometidas em outrora?

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O efetivo atual previsto em nossa legislação é de apenas 18 mil homens, sendo que atualmente estão na ativa apenas 15 mil homens. Precisamos pegar todas as nossas cidades e imaginar que  em cada uma delas teremos um batalhão, algumas como Ceilândia e Taguatinga podendo chegar até dois ou mais batalhões, calcular o efetivo para tal fim e após isso chegar a uma previsão exata de quantos policiais precisaríamos para policiar as nossas cidades. É inadmissível uma cidade como Ceilândia ter apenas um Batalhão e outras cidades como o Riacho Fundo II não ter nenhuma delegacia, nem batalhão de polícia.  A falta de efetivo gera grandes problemas para a população além de uma grande sobrecarga dos policiais, o que gera estresses desnecessários e pode até influenciar na alta taxa de suicídio entre os agentes de segurança pública.

Nos próximos anos, independentemente de mandato, continuarei defendendo o aumento real de efetivo como uma bandeira da segurança pública por acreditar que a redução do espaço de atuação do criminoso seja fundamental para a melhoria da segurança pública e para o fortalecimento da segurança. Muitos colegas não percebem que o aumento real de efetivo também contribuiu para melhorar a vida dos colegas Policiais Civis e Bombeiros, basta ver a fluidez na carreira de ambos. Precisamos trabalhar com inteligência, dentro de uma visão a curto, médio e longo prazo. Precisamos avançar!

Panfleto-projetos

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As propostas dos candidatos à Presidência para a Segurança Pública

O debate em torno da candidatura para a Presidência da República está cada vez mais acalorado, mas a questão da Segurança Pública ainda está sendo tratada superficialmente. Visando aprofundar o debate, o Abordagem Policial publica abaixo os programas de governo dos principais candidatos à Presidência na área de segurança pública. A ideia é que o leitor possa entender o que cada candidato defende na área:

Marina Silva

Marina Silva

Baixe a parte do Programa de Governo da candidata Marina Silva que fala sobre Segurança Pública.

Dilma Rousseff

Dilma Rousseff

Baixe a parte do Programa de Governo da candidata Dilma Rousseff que fala sobre Segurança Pública.

Aécio Neves

Aécio Neves

Baixe a parte do Programa de Governo da candidato Aécio Neves que fala sobre Segurança Pública.

Pastor Everaldo

Pastor Everaldo

Baixe a parte do Programa de Governo do candidato Pastor Everaldo que fala sobre Segurança Pública.

Luciana Genro

Luciana Genro

Baixe a parte do Programa de Governo da candidata Luciana Genro que fala sobre Segurança Pública.

Eduardo Jorge

Eduardo Jorge

Baixe a parte do Programa de Governo do candidato Eduardo Jorge que fala sobre Segurança Pública.

Levy Fidélix

Levy Fidélix

Baixe a parte do Programa de Governo do candidato Levy Fidélix que fala sobre Segurança Pública.

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Todos os programas de governo foram baixados do site das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 01 de setembro de 2014.

Fonte: http://abordagempolicial.com/

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