Arquivo do autor:Aderivaldo Cardoso

Sobre Aderivaldo Cardoso

Aderivaldo Cardoso é um cidadão policial engajado, preocupado com a melhoria da segurança pública. Especialista em segurança pública, pós graduado pelo departamento de sociologia da UNB, autor do livro: Policiamento Inteligente: Uma análise dos postos comunitários de segurança pública do DF

Minhas propostas para os policiais militares – Carta aberta

Olá amigo policial,

Sou Aderivaldo Cardoso, 37 anos, policial militar da turma de 1999, atualmente CABO PM, arquivista, pós-graduado em segurança pública e cidadania pela UNB, Blogueiro, Idealizador do Policiamento Inteligente, Instrutor de Chefia e Liderança, Instrutor do Proerd, Instrutor de Polícia Comunitária, ex-integrante da Força Nacional e palestrante em faculdades e escolas do DF.

Diferente da maioria dos candidatos que estão apresentando propostas mirabolantes e cansado de ser enganado em todas as eleições, tenho buscado defender apenas dois pontos que julgo essenciais para a melhoria do serviço e valorização do policial, minha experiência política mostra que necessitamos urgentemente de: Fluidez na carreira e melhores salários.

Nossa categoria sofre hoje com o travamento dos quadros e consequentemente com a redução de nossas promoções. O que desejamos e defendemos é uma ampliação das vagas de subtenente e das vagas do QOPMA para dar fluidez a nossa carreira. Fazendo com que os mais novos possam chegar aos 15 anos na “classe especial” da carreira (subtenente) e os mais antigos, que hoje são terceiro sargento ou até mesmo primeiro sargentos, próximo de ir embora, possam chegar pelo menos a subtenente ou até mesmo ao QOPMA.

Sou realista e sei das limitações de um deputado distrital, mas também sei o peso de um voto na Câmara Legislativa. Hoje eu abriria mão de trocar o nome da corporação, da entrada única na carreira, que somente beneficia aqueles que ainda irão entrar na corporação, de fazer parte do “judiciário”, de ser chamado de “vossa excelência”, e todas as fórmulas milagrosas propostas, por uma ampliação das vagas de subtenente e das vagas do QOPMA que é o que realmente nos interessa e o que nos trará os benefícios que esperamos. Além disso, precisamos criar mecanismos que nos ofereça uma isonomia entre os órgãos de segurança pública no DF. É o que eu acredito e pelo o que eu venho lutando, e pelo o que eu irei lutar, independentemente de um mandato!

Quero esclarecer que sou candidato pelo Partido Humanista da Solidariedade (PHS), que estou na Coligação “Pra frente que eu vou”, composta pelo PT do B e pelo PHS e que meus votos de FORMA ALGUMA irão para o PT, conforme adversários vem mentindo nas redes sociais. Nesta coligação somente poderá ser eleito alguém do PHS ou do PT do B, ou seja, o mais votado de um desses partidos será eleito deputado. Nossa coligação precisará de 8 (oito) a 10 (dez) mil votos para eleger um deputado. Conto com o seu voto, para ser o mais votado do partido e para tornar esse sonho uma realidade. Meu número é 31 190 (Trinta e um, cento e noventa).

“Separados somos fortes, juntos somos imbatíveis!”

(Aderivaldo Cardoso – 31 190)

Ajudem a divulgar nas redes sociais. Em especial nos grupos de Whats.

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Respeitem o BOPE!

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Palavras de desabafo… Vale ressaltar que não sou candidato a cargo politico nenhum, mas sim um policial que esta indignado com um candidato ao governo local pela sua postura durante uma entrevista em uma emissora local.

Como policial militar há 26 anos, pertencente ao quadro de policiais do BOPE, tropa de elite da PMDF, do qual jurei defender a sociedade mesmo com o risco da própria vida, venho através deste expediente, demonstrar a minha indignação pelas palavras desastrosas, proferidas durante uma entrevista no DFTV (segue link), pelo Sr. Toninho do P Sol. Esse candidato ao governo local teve a petulância em falar de acabar com o BOPE e principalmente em comparar esta digníssima tropa como “ESQUADRÃO DE NAZISTA”.

Senti-me ofendido como militar, ao ponto de como cidadão comum exigir um retratamento desse cidadão que NÃO CONHECE a nossa realidade, o nosso trabalho e muito menos o porquê de nossa existência.

Ao longo de sua história, o Batalhão de Operações Especiais coleciona inúmeras glórias, enaltecendo o nome da nossa Bicentenária Corporação e firmando a imagem do homem de preto, e da caveira que ostentamos imponente guardião, como incansáveis defensores da sociedade de Brasília, seguindo altaneiros na brava missão de servir e proteger.

Para conhecimento desse cidadão, que quer ser Governador do DF, vai um pouco da nossa historia:

O Batalhão de Operações Especiais (BOPE) foi criado através de um processo gradual, que teve sua origem com o Decreto n.º 1639, de 10 de março de 1971, que incluía na estrutura orgânica da Corporação a Companhia de Operações Especiais COE. Em 11 de agosto de 1981, o Decreto n.º 6150, dá nova designação à Unidade que passa a denominar-se Companhia de Polícia de Choque. No dia 25 de fevereiro de 1999, firma-se finalmente, através de Decreto do Governador, como Batalhão de Operações Especiais, satisfazendo assim um antigo anseio da sociedade de Brasília. foi criado para atender a demanda no policiamento no Distrito Federal, devido ao crescimento rápido do DF, a criminalidade cada vez aumentava mais, e já pertencia a estrutura da PMDF, porém 10 anos depois teve seu nome mudado para Companhia de Polícia de Choque, e finalmente em 1999, por um decreto assinado pelo então Governador, a CPChoque passou a se chamar Batalhão de Operações Especiais.

A partir de mudanças na estrutura operacional da Polícia Militar do Distrito Federal em 2010, o BOPE não tem mais na sua estrutura a Companhia de Controle de Distúrbios Civis (CCDC), Companhia de Policiamento com cães (CPCães), e a Companhia de PATAMO. Já as outras companhias se tornaram independentes do batalhão, o CCDC agora é o Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) e dentro de sua estrutura conta com a Cia. PATAMO e a CPCães é o Batalhão de Policiamento com cães (BPCães).

Hoje o BOPE conta com um efetivo de aproximadamente 200 homens, e desempenha o papel de Operações Especiais da PMDF.

O Batalhão de Operações Especiais é uma Unidade Operacional com autonomia administrativa, de pronto emprego, responsável pela execução imediata das ordens emanadas pelo Comandante Geral da Corporação, a quem se subordina diretamente, em ações que necessitem do uso da força coerciva do Estado, visando garantir, preservar e quando necessário restabelecer a Ordem Pública. Cabem ainda ao BOPE, missões de vulto que por suas características distintas, grau de dificuldade e repercussão junto a opinião pública, exijam pessoal especializado, pronto para cumprir os objetivos desejados pelo Comandante Geral, onde o emprego da tropa convencional se mostre ineficiente ou mesmo inviável, seja no combate ao crime especializado, controle de distúrbios civis, ações anti-guerrilha, anti-seqüestro, com uso de explosivos, agentes químicos ou ainda defesa interna ou territorial.

Devido as suas características peculiares são realizados pelo Batalhão diversos cursos em várias áreas do conhecimento técnico profissional, seja de caráter civil ou militar, mas sempre voltados para a formação, no seio da Corporação, de pessoal apto a cumprir as missões que exijam conhecimentos técnicos específicos direcionados para a área de Segurança Pública.

Entre os cursos realizados pelo Batalhão de Operações Especiais, estão inclusos:

No efetivo do Batalhão existem vários policiais militares com cursos realizados em outros Estados ou mesmo em outros países, otimizando assim, o grau de operacionalidade desta Unidade de elite da Polícia Militar.

1. Curso de Operações Especiais (COE): Capacitar policiais militares para o desempenho de missões que exijam especificações e doutrinas;
2. Curso de Segurança de Dignitários: Capacitar policiais militares e instrumentos, em condições técnicas que os habilitem a efetuar a segurança de dignitários;
3. Curso de Negociação: Capacitar policiais militares para negociarem em momenos de crise;
4. Curso de Salvamento Aquático: Formar policiais militares Salva-Vidas dentro da atividade policial militar;
5. Curso de Paraquedista militar,
6. Curso de Sniper,
7. Curso de Técnico em Explosivo
8. Curso de Tiro de Combate: Capacitar policiais militares nas técnicas de tiro policial.

Principais atribuições do BOPE:

O BOPE é hoje um dos mais modernos e avançados grupos de Operações Especiais do país, focando a sua atuação em situações de alto risco, como resgate de reféns, combate primário ao terrorismo e operações anti e contra-bombas. O Batalhão está pronto para agir em qualquer situação de alto risco em todo o Distrito Federal. Suas principais atribuições são:

Combate ao Terrorismo, Combate ao Narcotráfico, Combate Urbano e Rural, Contra-Guerrilha, Gerenciamento de crises, Desarmamento de explosivos, Operações helitransportadas, Operações subaquáticas, Intervenções de alto risco, Patrulhamento de alto risco, Proteção de Autoridades, entre outras atividades

Os Mandamentos do BOPE-DF

• Agressividade controlada;
• Controle emocional;
• Disciplina consciente;
• Espírito de Corpo;
• Flexibilidade;
• Honestidade;
• Iniciativa;
• Lealdade;
• Liderança;
• Perseverança;
• Versatilidade.

O BOPE dentro da sua divisão interna possui dois grupos operacionais diferenciados, são eles:

O Grupo de Intervenção 13 de Maio (GI-13) – responsável por toda e qualquer situação que necessite do emprego de Armas e Táticas Especiais, tais como: Combate ao Terrorismo, Gerenciamento de Crises, Operações Helitransportadas, Tiro Policial de Precisão, Operações Subaquáticas, etc. Dentre as operações acionadas pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, destaca-se o papel de Grupo de Intervenção na Operação Gerente, onde há risco iminente a vida (resgate de reféns e suicidas armados).

Esquadrão de Bombas – tem a responsabilidade de atender ocorrências, e realizar operações envolvendo artefatos explosivos em todo o Distrito Federal. Dentre estas, existe a Operação Petardo, no qual é um plano de segurança, aprovado através de uma portaria da segurança publica do DF, que prevê ao BOPE a total autonomia nos casos envolvendo explosivos.

Armamento
O BOPE possui um armamento diferenciado das outras unidades da PMDF, pois se trata de uma unidade de Elite: Fuzil de assalto Colt M4 calibre 5.56×45 mm NATO
Fuzil de assalto Colt M16 calibre 5,56 mm NATO
Fuzil de assalto IMBEL M964A1 (ParaFAL) calibre 7,62 mm NATO
Fuzil de precisão HK PSG-1 calibre 7,62X51 mm
Fuzil de precisão SIG SAUER SSG 3000 Tactical Rifle
Rifle M40 7.62×51 (Sniper)
Carabina Taurus CT-30 em calibre .30
Submetralhadora Heckler & Koch MP5
Submetralhadora Taurus SMT 40 calibre .40 S&W
Submetralhadora Taurus MT 40 calibre .40 S&W
Espingarda Benelli M3T 12
Espingarda Maverick 88 Pump-Action 12 ga.
Espingarda CBC 586.2/7 12/19″ CYL Pump-Action 12 ga.
Pistola Taurus PT 24/7 POLICE (DAO) calibre .40 S&W
Pistola Taurus PT 100AF calibre .40 S&W

Veículos Operacionais
O Batalhão possui veículos para serem utilizados em qualquer tipo de missão e terreno, são eles: Nissan Frontier, Mitsubishi Pajero Dakar, Agrale Marruá AM23, Mercedes-Benz Sprinter, Ford Transit Furgão, Fiat Ducato, Comil Campione 3.65 O-500M, entre outros.

O Batalhão dispõe ainda de uma Lancha e um Blindado de Ações Táticas para serem utilizados em Operações Especiais no Distrito Federal.

Curiosidades sobre o BOPE-DF

O BOPE-PMDF é uma tropa de destaque no país principalmente pelo seu Grupo de Intervenção 13 de Maio (GI-13) e seu Esquadrão de Bombas. Ambas as subunidades detém os mais novos conhecimentos e técnicas aplicados atualmente no Brasil. O Batalhão de Operações Especiais através do seu Grupo de Intervenção 13 de Maio (GI-13), mantém uma grande frequência de intercâmbios e cursos, realizados com diversas unidades operacionais do Brasil e do mundo, tais como: SWAT – Special Weapons And Tactics dos EUA, SEK – Spezialeinsatzkommando da Alemanha, GEO – Grupo Especial de Operaciones da Espanha, COMANF – Comandos Anfíbios-Fuzileiros Navais e o COT – Comando de Operações Táticas da Policia Federal do Brasil, dentre outros. O Esquadrão conta com equipamentos de última geração, visto que o DF é um dos lugares com mais ocorrência de artefatos explosivos. O Esquadrão de Bombas, inclusive, já ministrou cursos de desarmamento e identificação de explosivos em várias unidades renomadas no Brasil, tais como: o Batalhão de Operações Policiais Especiais (PMERJ), Comandos Anfíbios-Fuzileiros Navais e a Coordenadoria de Recursos Especiais (PCERJ).

Para fazer parte desse grupo seleto é necessário é necessário terminar com aprovação o Curso de Operações Policiais Especiais da PMDF. São aceitos integrantes detentores do Curso de Operações Especiais de outras unidades (co-irmãs nacionais e internacionais), após um estágio de adaptação.

Demais integrantes de áreas administrativas, Gerenciamento de Crises e do Esquadrão de Bombas integram a equipe do BOPE, porém é necessário que façam cursos dentro da unidade e que possuam qualificação e notado saber na área fim de atuação.

Curso de Operações Policiais Especiais – COEsp

O Curso de Operações Policiais Especiais da PMDF teve seu início a partir dos primeiros integrantes da Corporação que foram fazer o Curso de Operações Policiais Especiais (COEsp) no antigo Núcleo da Companhia de Operações Especiais (NuCOE), instalado no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), da PMERJ, Sulacap/RJ, em 1981. Os representantes do Distrito Federal foram o SGT NAILÔ e SD BRITO que trouxeram a doutrina e os conhecimentos adquiridos para a PMDF, e aplicaram nos cursos que seguiram a partir de 1982.

Inicialmente, o conceito de Operações Especiais utilizado nas polícias teve origem nas Forças Armadas, principalmente nos Comandos/FE (Exército Brasileiro) e nos Comandos Anfíbios (Marinha do Brasil). A passagem desta doutrina, inicialmente de guerra, para policiais que atuam sob a égide do Estado Democrático de Direito, necessitou de adaptações e ocorreu em resposta a um mundo em intensa transformação social e de valores no final do século XX, onde, consequentemente, a violência passou a tomar contornos mais complexos.

Ao longo dos anos a PMDF capacitou vários de seus integrantes em Cursos de Operações Especiais e cursos afetos à atividade, de diversas forças, fazendo intercâmbios de conhecimento e consolidando uma doutrina adaptada às necessidades do Distrito Federal. Dentre estes cursos, estágios e intercâmbios em diferentes unidades é possível citar:

Curso de Operaciones Policiales Especiales, no GOPE – Grupo de Operaciones Especiales – Chile;
Intercâmbio com os MARSOC – USMCORP – USA;
Especialização em atividades com bombas e explosivos – Policia de Segurança Pública – Portugal;
Curso de Operações Antidrogas – US Army – USA;
Grupo Especial de Operaciones – GEO – Espanha;
Curso de Brechero da División de Fuerzas Especiales da Polícia da Província de Buenos Aires – Argentina;
Curso de Negociação da División de Fuerzas Especiales da Polícia da Província de Buenos Aires – Argentina;
Curso de Buceo Tático do Grupo de Intervención y Rescate – GIR – da Polícia Nacional do Equador;
Curso de Explosivista da Polícia Nacional da Colômbia;
Curso de Operações Especiais da Polícia Nacional da Colômbia – COPES;
Curso de Ações Anti e Contra Bombas – PNC – Colômbia;
Curso de Operações Policiais Especiais: COEsp –PMRJ;
COPE – PMPE;
COEsp – Paraná;
COEsp – Rio Grande do Sul;
COEsp – Goiás;
COEsp – Mato Grosso;
Comandos e Operações Especiais – COE – SP;

Curso de Comandos Anfíbios – Marinha do Brasil;
Curso de Comandos – Exército Brasileiro;
Estágio Básico Paraquedista – Exercito Brasileiro;
Curso de Para-Comandos – Força Aérea Brasileira;
Curso de Resgate-SAR – Força Aérea Brasileira;
Curso Básico Paraquedista – Força Aérea Brasileira;
Curso de Operações Táticas – COT – PF;
Curso de Atirador Policial de Precisão – PF;
Curso de Contramedidas – PF;
Curso de Operações Aerotáticas – CAOP – PF;
Curso de Ações Táticas – GATE – SP;
Curso de Especialização de Salvamento e Extinção de Incêndio – CESEI – CBMDF;
Curso de Ações Táticas – Piauí;
Curso de Ações Táticas Especiais – Espírito Santo;
Curso de Ações Táticas Especiais – Rio de Janeiro.

Todas estas experiências trouxeram aprimoramento técnico para o Batalhão de Operações Especiais, que repassa os conhecimentos adquiridos ao longo destes anos para os alunos do Curso de Operações Policiais Especiais, atentando para a melhor formação profissional e adequando às necessidade de atuação da PMDF.

OPERAÇÕES REAIS REALIZADAS COM SUCESSO NO DISTRITO FEDERAL

O BOPE em toda sua história no Distrito Federal OBTEVE 100% DE APROVEITAMENTO NAS SUAS AÇÕES, sejam elas Resgate de Reféns, Intervenções de alto risco, Combate ao Terrorismo, e Desarmamento de explosivos. Sendo algumas citadas abaixo:

Homem é imobilizado pelo Bope após fazer cinco pessoas reféns na Asa Sul: Um homem de 30 anos manteve cinco pessoas reféns em uma casa que funciona como pensão na quadra 708, bloco B, da Asa Sul, na noite deste domingo (30/9). De acordo testemunhas, por volta das 18 horas, o suspeito começou a atirar objetos como roupas e móveis pela janela da varanda do segundo andar do local. Assustados, os vizinhos, acionaram a polícia duas horas depois do início da confusão. Foi então que o homem colocou uma pilha de objetos na porta da casa, fazendo uma espécie de barricada para impedir que os outros moradores saíssem do local. As cinco vítimas correram, então, para se esconder nos quartos da pensão. Utilizando um facão e um lança e com o rosto coberto com uma camiseta, ele ameaçou, por diversas vezes, explodir a casa com gás. Segundo os policiais, ele também afirmou que iria se matar. Vinte e cinco policiais do Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope) foram acionados. Aproveitando que o homem estava na varanda do 2º andar conversando com o negociador, uma equipe de policiais, por meio de um fosso que dava acesso ao térreo da casa, conseguiu entrar na pensão e libertar os moradores. Uma hora depois, aproveitando um novo momento de distração do homem, um policial desceu pelo telhado do local e conseguiu imobilizar o suspeito. Ninguém ficou ferido.

Assaltante fez sete reféns em farmácia na Ceilândia: Os funcionários chegavam para trabalhar nesta quarta-feira, dia 20 de agosto, quando por volta das 7h30, o assaltante entrou na farmácia com um revólver calibre 38 e rendeu os sete empregados. “Ele anunciou que era um assalto. Estava armado e pediu carteira, celular e dinheiro. Estava bastante tenso”, conta o gerente da farmácia, Silas Almeida. Uma mulher que passava pela rua viu o assalto e chamou a polícia. Quando o carro da PM chegava ao local, o assaltante baixou a porta do comércio. Os funcionários viraram reféns. Roger Duarte Pinto, de 21 anos, um fugitivo da Papuda que se identificou como Francinaldo, pediu um carro, um colete à prova de balas e a presença da avó e de um advogado. Cem policiais do 8ª Batalhão de Polícia Militar e do Batalhão de Operações Especiais cercaram a área, que foi isolada. Os policiais passaram a negociar com o bandido. Em duas horas, o sequestrador libertou cinco reféns, mas manteve o office-boy Alex Lisboa e a caixa Regina dos Santos, que ficou o tempo todo sob a mira do revólver. Por volta das 11h, ocorreu um dos momentos mais tensos: Roger foi até a porta da farmácia com os dois reféns e deu um tiro dentro da farmácia. Pouco antes das 13h, a pedido do bandido, o office-boy sai da farmácia para buscar o carro que seria usado na fuga. Quando ele estaciona, policiais do time tático do BOPE abrem a porta e o office-boy é resgatado. O sequestrador dispara e é atingido na cabeça por um atirador de elite do BOPE, que estava do outro lado da rua, numa janela.

Bope detona caixa suspeita na Embaixada do Reino Unido: Depois de receberem seis ameaças de bomba em um mesmo dia, funcionários do setor de segurança da embaixada do Reino Unido decidiram fazer uma triagem nas correspondências que chegaram pelo Correio e descobriram uma encomenda suspeita. Imediatamente o Batalhão de Operações Especiais foi acionado. Os policiais do Bope designados para detonar a caixa contaram com a ajuda de cães farejadores treinados para localizar explosivos, além disso, a força também empregou raios x. “A informação (dos raios x) serve para a gente saber se a bomba tem algum tipo mecanismo para acioná-la. Tudo isso é importante para o bom andamento da operação” explicou o Tenente Ricardo Napoleão, do Batalhão de Operações Especiais (Bope). A caixa de 25cm de largura por 35cm de comprimento acabou detonada por explosivos utilizados pelo esquadrão antibombas do BOPE da Polícia Militar do DF.

Antes de falar mal da minha casa, limpe os pés e a boca pra não sujar a minha historia e nem falar besteira, “respeite quem pode chegar aonde chegou!!!

“SENHOR, vós sabeis quão árdua é a minha missão, e quase sempre incompreendida pelos homens.
É triste SENHOR, arriscar a minha vida e não ser reconhecido, e algumas vezes criticado ou injuriado.
É triste SENHOR, despedir-me do lar e não ter a certeza de a ele retornar.
Mas é consolador SENHOR, o sentimento do dever cumprido e a certeza de que minha figura anônima evitou um crime ou salvou uma vida.
Daí – me SENHOR a vossa graça para que possa honrar a minha farda e renovar diariamente perante vós, o juramento de defender a sociedade mesmo com o risco da própria vida.” Autor desconhecido

JOHNSON RODRIGUES – 2° SGT QPPMC
COMUNICAÇÃO SOCIAL DO BOPE

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Que tal aderir a nossas propostas?

O professor Cristovam Buarque defende a tese do “EDUCACIONISMO”. Ele afirma que é a “revolução” por meio da educação. É quando o filho do emprego passa a estudar na escola do filho do “patrão” e passa a ter condições de tornar-se patrão, de crescer na vida. Foi-se o tempo do “ismos” tão conhecidos, saímos do “socialismo”, do “comunismo” e do “capitalismo” e entramos no “Educacionismo”. Eu acredito na transformação por meio da educação. Meu pai sempre me disse: “filho, abaixo de Deus, somente os livros para transformar o homem.” Todos os projetos de políticas públicas voltados para a segurança pública que penso tento alinhar com a educação. A quebra de preconceitos por meio de novos conceitos, dentro de uma visão da “pedagogia da libertação” de Paulo Freire é o melhor norteador para gerarmos a mudança cultural que necessitamos na sociedade, eu a chamo de conscientização.

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A visão que tenho sobre as minhas propostas de campanha giram em torno dos eixos descritos abaixo. Não as coloco como “promessas”, mas como bandeiras a serem defendidas. A proposta de uma candidatura é criar as condições para colocar em prática o que defendemos há anos aqui no blog.

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O policiamento inteligente foi pensando em quatro eixos: 1) Planejamento, 2) Conscientização, 3) Mobilização (interna e externa) e 4) Ações (individuais e coletivas). Um parlamentar tem a função de fiscalizar e propor leis. Creio que a maior dádiva é a liberdade de expressão garantida na Constituição. Quero dar voz a segurança pública!

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Defender o fortalecimento das ações preventivas da PM, em especial os projetos educacionais desenvolvidos pela corporação.

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Desenvolver e apoiar projetos sustentáveis e esportivos que tragam maior qualidade de vida para os moradores do DF. (Ocupação de espaços públicos visando a redução da criminalidade na cidade.

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Defender uma segurança pública de qualidade, voltada para um policiamento inteligente, que reduza os espaços de atuação do criminoso de maneira mais rápida, eficiente, eficaz e efetiva. Eu defendo um aumento real de efetivo das polícias. A população cresceu e o efetivo diminuiu.

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Defender uma melhor qualificação profissional dos agentes de segurança pública e a devida remuneração e valorização da profissão policial.

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Defender a fluidez na carreira do policial militar, de maneira que aos 15 anos os mais novos possam chegar a “classe especial” da carreira (subtenente), e que aqueles que já ultrapassaram esse tempo também possam chegar, o mais rápido possível, semelhante a outros órgãos do GDF, além disso, defender junto a outros parlamentares da área federal a estabilidade do policial no serviço público aos 03 (três) anos, hoje só ocorre após os dez anos.

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Defender  o fortalecimento da Subsecretaria de Programas Comunitários (Suproc), o fortalecimento dos conselhos comunitários de segurança e uma maior aproximação entre a polícia e a comunidade.

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Se tiverem a curiosidade de pesquisar tudo que falei acima na barra de pesquisa do Blog, verão que já defendo tudo isso há mais de oito anos. E que muito do que falamos aqui já foi de alguma maneira desenvolvido em partes. O mandato apenas potencializaria tudo isso!  Creio que eu seja mais um cidadão engajado que um político, mas aceitei o desafio de uma candidatura a distrital.  Patrocinamos o projeto acima, que funcionava em uma Escola do Riacho Fundo I. As aulas eram ministradas por um policial militar em parceria com a unidade policial da área. Foi um embrião de alguns projetos existentes hoje. Eu acredito que aproximar a polícia da comunidade também é garantir segurança pública.

Aderivaldo Cardoso #31190

 

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Já aderiu? #31190

Nossa campanha foi elaborada dentro do conceito de que as coisas acontecem do “micro” para o “macro”. Iniciamos nossas discussões e mobilização pelos familiares e amigos mais próximos. Entendemos que é preciso focar a maior parte dos esforços nos eleitores que certamente votarão no candidato. Este grupo representa custo menor, tanto em tempo como recursos. São os eleitores que conhecem bem o candidato, não o rejeitam e até o defendem ou promovem seu nome de forma espontânea. Então, a chance de voto é bem maior e o investimento deve ser de manutenção desses eleitores. Neste grupo estamos formando nossos multiplicadores.

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Neste momento precisamos definir de que maneira iremos aproveitar o potencial político de cada membro da equipe para iniciarmos uma possível criação de núcleos de apoio ao candidato na casa dos colaboradores. Seria interessante criarmos “vínculos” com os parentes daqueles que não temos, com os “amigos” e posteriormente com os conhecidos e vizinhos. Precisamos que cada multiplicador torne-se um líder em nossa campanha.

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Nos últimos dias fizemos várias visitas aos amigos. O melhor da campanha tem sido reencontrar amigos. Ontem caminhando encontrei um amigo de muitos anos. Chorei ao vê-lo bem, trabalhando, na igreja, um presibítero. Chorei de felicidade ao lembrar que um dia o socorri as pressas quando ele tentou suicidar- se tomando veneno. Vi como Deus sempre tem um plano na vida das pessoas. Vi outro homem. Vi um homem sereno, sábio e temente a Deus. São varias as historias, mas esta em especial me tocou! Vi com podemos fazer a diferença na vida das pessoas.

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É gratificante ver vários amigos “aderindo a nossa campanha.

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Meus votos não irão para o PT de forma alguma!

Uma eleição é resultado de um bom planejamento, uma boa estratégia, um partido que tenha condições de te eleger e votos em diversos setores.

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Nossa campanha começou do “micro” (individual)  para o “macro” (coletivo). Em nosso planejamento optamos em começar as reuniões por nossos familiares, amigos, familiares de amigos e depois para a comunidade em geral. Vamos conversando devagar e sempre. Olhando no olho do eleitor e nos apresentando como uma opção para Brasília.

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Tive a oportunidade de reunir amigos de infância. Da época do primário (ensino fundamental). Pessoas que fizeram parte de minha infância no ACAMPAMENTO DA TELEBRASÍLIA. Que estudaram comigo na Escola Classe 416 sul e na Escola Classe 214 sul. Amigos de mais de trinta anos que se propuseram em ajudar. Acredito que confiamos em quem conhecemos e conhecemos quem acompanhamos diariamente. Fiquei muito feliz em nos reunirmos!

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Tenho me silenciado sobre os ataques que dizem que meus votos vão para o PT. Alguns colocam até meu partido como se fosse o “PPL”, mostrando total desconhecimento dos adversários. Estou no Partido Humanista da Solidariedade (PHS). Minha coligação é a “Pra frente que eu vou”, composta do PT do B (Partido Trabalhista do Brasil) e do PHS (Partido Humanista do Brasil). Os votos proporcionais irão apenas para estes partidos, ou seja, teremos um deputado eleito ou do PHS ou do PT do B.  Em nossa coligação poderemos eleger um deputado com uma votação entre 8 (oito) e 10 (dez) mil votos.

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Não posso ficar perdendo tempo dando essas explicações. Tenho que me preocupar com a campanha. Abrimos nosso comitê no Riacho Fundo e iremos abrir mais um na Candangolândia, possivelmente mais um no Núcleo Bandeirante e outro no Riacho Fundo II. Já temos um em Taguatinga na Comercial Norte (QNE) onde os amigos podem buscar material.

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Venha nos fazer uma visita! Divulgue nosso projeto! Eu creio na vitória!  Conheça nosso planejamento e entenda que tudo começou há muito tempo. Entenda a visão do Projeto Policiamento Inteligente. Segurança se faz com inteligência, política também! Ajudei vários candidatos atuais disponibilizando tal planejamento, inclusive ao NCP, ex-discípulos, que defendem tudo que está aqui no Blog e que atualmente tentam me desqualificar por ter vindo candidato a distrital, dizendo que meus votos irão para o PT.  Como sou a favor da democratização da informação os candidatos interessados podem seguir o mesmo planejamento.

Campanha Aderivaldo PSB

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Arquivado em Política

Preciso de mais ou menos 8 (OITO) mil votos para me eleger

A experiência de ser candidato tem sido única. As vezes ainda não sei lidar com esse negócio de pedir voto, ainda mais quando tenho que chegar pedindo desculpas por ser candidato, em decorrência da forma como a maioria dos políticos atuam. Outro ponto é lidar com a expectativa de apoio de amigos que não irão caminhar comigo, mas também me surpreendendo com apoios de onde eu menos esperava. Fico feliz de poder fazer parte de uma equipe como a que estou ajudando a formar. Nosso projeto é grande, nosso sonho é maior ainda. Eu acredito que voto é individual, mas as consequências são coletivas, por isso precisamos escolher bem.

Para quem não sabe sou candidato a DEPUTADO DISTRITAL meu partido é o PHS (31) e faz parte da coligação “PRA FRENTE QUE EU VOU”, juntamente com o PT do B (70). Preciso de mais ou menos 8 (OITO) mil votos para me eleger. Se eu tiver 100 amigos me ajudando, cada um precisa conquistar apenas um voto por dia. Difícil? Impossível? Não! Seja um multiplicador, liderar é influenciar pessoas, influencie os amigos a sua volta. São apenas dois partidos em nossa coligação.

Minha bandeira é a segurança pública, meu partido é a sociedade de Brasília, e minha amada corporação. Busco ser uma representação, não uma oposição sem conteúdo, insana, afinal tenho me preparado há anos para realizar meu sonho. Desejo o melhor para a cidade onde vivo. Meu nome é Aderivaldo Cardoso, meu número é o 31.190. Participe de nossa campanha, ajude a compartilhar, nas redes sociais. #euaderi#minhafamiliaaderiu

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Arquivado em polícia militar

Mantidos reajuste de Auxílio Moradia e Auxílio Alimentação na PMDF e CMDF

No dia 20 de Fevereiro de 2014 eu escrevi o seguinte texto abaixo, após a revolta que se instalou na PMDF, em decorrência de uma reunião onde praças e oficiais disputavam força na praça do Buriti. O reescrevo para compreendermos que em política não existe emoção. Precisamos ser racionais. Da mesma forma que me silenciei três dias naquele período, tenho me silenciado diante da campanha de difamação que “ex-discípulos” tentam levar a frente. Na vida optei ser uma REPRESENTAÇÃO POLÍTICA e não uma OPOSIÇÃO INSANA.  Na política, assim como nosso serviço na rua, não temos tempo para ser dominados por nossas emoções. Temos que fazer o que precisa ser feito para que a missão planejada seja cumprida.

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Bom dia! Durante três dias optei em ficar em silêncio para analisar melhor toda a situação que vivemos nos últimos dias. Vi todos os cabos e soldados fazerem a “catarse” necessária para aliviar sua indignação nas redes sociais. Vi tristeza e revolta.

Acredito que palavras de revolta geram pensamentos de revolta, que por suas vez geram sentimentos e ações de revolta, resultando sempre em resultados de revolta, que normalmente são desastrosos. Ontem também vi amigos do NCP sendo transferidos e outros tensos, pois não não conheciam a “mão pesada” do sistema. 

Vejo que é hora de cautela, hoje de reflexão. A questão do reajuste tornou-se questão do passado, já foi definida. Não existe mais o “se” ou o “por que”. Precisamos aceitá-la, mesmo que não concordemos com a forma que foi encerrada. Precisamos olhar para frente. Pelo menos ainda existe a possibilidade de uma reestruturação.

Os valores não foram os ideias, mas foram, de certa forma, um avanço, agora precisamos garantir fluidez em nossa carreira. Quem sabe um dia não poderemos chegar a 15 anos na classe especial da carreira? Ou reduzir esse tempo de maneira que a maioria chegue mais próximo dos salários que foram “melhorados”. Os interesses são diversos em nosso meio, não podemos agir simplesmente por emoção, não podemos entrar no jogo separatista do “ou está do meu lado” ou “está contra mim”. Precisamos avançar sempre. O maior crescimento foi nossa organização e nossa maturidade política que está chegando a cada dia.

A luta por melhoria é constante. A mobilização é permanente. Aprendemos isso! Ainda temos muito o que fazer no futuro. A luta por isonomia pode sair do macro e voltar para o micro, mas ela só é possível com a alteração em âmbito federal: Isonomia no “auxílio-fardamento, Isonomia no “auxílio-creche”, Isonomia no “auxílio-natalidade”, Isonomia no “auxílio-moradia”. Tudo isso pode ser o nosso foco para os próximos anos. A luta é constante! Vamos em frente! De cabeça erguida, como sempre estivemos nas batalhas que enfrentamos.

Paciência e fé, eis o segredo do sucesso!

Por decisão unânime na tarde de ontem (23), os desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal decidiram pelo indeferimento da liminar do MP que impedia a aplicação dos Decretos que concederão o reajuste dos Auxílios Moradia e Alimentação das corporações da Polícia Militar e Bombeiros Militares do DF.

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Poucos pararam para ver o ganho real com os auxílios alimentação e moradia. Nenhum deles incide sobre o IMPOSTO DE RENDA. Nenhum deles incide sobre PENSÃO ALIMENTÍCIA. Mesmo que em um primeiro momento pareça que os inativos estejam perdendo. As conquistas são graduais e sucessivas. Temos que olhar o copo sempre meio cheio e nunca meio vazio. Nos últimos anos fomos a única categoria que ganhou todas as batalhas que enfrentou. Não estou dizendo que tem sido fácil ou que o governo foi bonzinho. Estou dizendo que devemos VALORIZAR NOSSAS CONQUISTAS.  Aos poucos estamos chegando próximo do nosso desejo, ou seja: A ISONOMIA SALARIAL NA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA!

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