III Curso de Especialização em Segurança Pública e Cidadania – Incrições abertas!

Estão abertas as inscrições para o III Curso de Especialização em Segurança Pública e Cidadania, promovido pelo Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília.

O curso oferece 40 vagas reservadas aos servidores ativos do Sistema de Segurança Pública e Defesa Social do Distrito Federal e do Governo Federal (policiais civis, policiais militares; bombeiros militares), custeadas pelo Ministério da Justiça. Outras 10 vagas são destinadas ao público em geral.

Para se inscrever, é necessário possuir diploma de curso superior reconhecido pelo MEC em qualquer área de conhecimento.

Após o período de inscrição, em que os candidatos deverão apresentar os documentos exigidos, haverá a seleção, que se dará em duas etapas: prova escrita e entrevista.

Instruções e informações completas disponíveis no site www.unb.br/ics/sol

Inscrições: de 11 a 29 de outubro de 2010

Local: Secretaria da Pós-Graduação em Sociologia, ICC Centro, Sobreloja, Campus Darcy Ribeiro, UnB, Asa Norte, Brasília/DF

Horario de atendimento: de 2ª a 6ª feira, de 8h30 às 16h

Telefone: (61) 3037-2738 ou 3273-6571, ramais 200, 215 e 228.

Documentos exigidos para inscrição:

1)     Ficha de inscrição com dados pessoais, a ser preenchida no ato da inscrição;

2)     Cópia de carteira de identidade e CPF;

3)     Cópia frente e verso do Diploma de Graduação;

4)     Cópia do Histórico Escolar de Graduação;

5)     Curriculum vitae;

6)     Comprovante original de depósito de R$ 100,00 (cem reais) em nome de:

FUB

CNPJ: 00.038.174/0004-96

Banco do Brasil

Agência: 1607-1

Conta Corrente: 170.500-8

Código Identificador: 154078-15257-28836-5

Horário das aulas: 2as, 4as e 5as feiras, de 19h30 às 23h, e seminários, às 6as feiras (quinzenalmente), de 14h às 17h

Local das aulas: Campus da UnB

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8 Comentários

Arquivado em Concurso, policiamento inteligente, reestruturação das polícias

8 Respostas para “III Curso de Especialização em Segurança Pública e Cidadania – Incrições abertas!

  1. Brunno Lima

    Olá Aderivaldo,

    Gostaria de saber sua opinião sobre um assunto que tem tomado conta da Comunidade PMDF em um site de relacionamento. O caso é a extinção do GTOP no 11º BPM. Com a proposta de emprego dos homens deste grupamento em um policiamento menos repreensivo e mais comunitário. Gostaria de uma opinião sua, uma vez que você tem uma visão bem especial no que se trata desta instituição. Esse já é um passo para a nova Polícia em que tanto se fala? Será que o emprego do efetivo em uma única modalidade de policiamento não poderia fragilizar a máquina? Digo isso porque temos várias modalidades de crimes. Você acha que a cultura de nossa gente, estaria apta para essa nova proposta?
    Sou um fã da PMDF, ainda não sou policial, aguardo chance para uma nova seleção. Tenho certeza que serei Policial, essa é a minha realização. Por isso tenho um enorme interesse nos assuntos Policiais, específicamente, PMDF.
    Grande abraço, aprveito a oportunidade para deixar registrado meus elogios à sua postura, ao tratar os mais diversos temas. Espero que minhas colocações/dúvidas sejam interessantes para uma boa discussão.

    • Aderivaldo Cardoso

      Brunno, interessantíssimos seus questionamentos. Espero respondê-los, só que de forma aleatória.

      Quando se fala em “polícia comunitária” está se falando em uma filosofia, isso é fato, mas não está claro para a maioria.

      Quando se fala em “policiamento comunitário” está se falando em um método, isso é fato, mas também não está claro para a maioria. É a maneira como se irá aplicar a “FILOSOFIA DE APROXIMAÇÃO!”

      Não consigo imaginar um “método” comunitário onde não se possa utilizar um “Grupo Tático”, só não imagino sua utilização se ele for ILEGÍTIMO, ou seja, ARBITRÁRIO.

      O primeiro questionamento a ser feito é: O GTOP É LEGÍTIMO (AGE DENTRO DA LEGALIDADE)?

      O segundo é: ELE É ARBITRÁRIO (SE AGIR FORA DA LEI, JÁ SERÁ ARBITRÁRIO!)?

      Esse é o primeiro ponto para se falar em “reestruturação da polícia”, pois não acredito em uma nova polícia, acredito em uma mudança cultural dentro da corporação que pode gerar um novo comportamento. “A polícia” continuará “a mesma”, mas com uma nova mentalidade e algumas práticas novas. A mudança não será tão radical a ponto de chamarmos de “uma nova polícia”…Isso pode ocorrer daqui uns cem anos. Quem sabe? Toda uma geração corrompida será substituída por uma nova. Que poderá ser igual, melhor ou pior, depende das novas práticas que iniciarmos hoje.

      Tenho discutido com a Daniela Lana (na verdade ela discute mais comigo.rsrs) sobre a POLÍCIA DE CONFLITO e POLÍCIA DE CONFRONTO. A cada dia chego a conclusão que realmente temos esses dois tipos de “policiamento”.

      A polícia de confronto é mais visível nas cidades “mais perigosas”. A polícia de conflito nas cidades mais “tranquilas” onde não vemos confrontos diários, mas sim “conflitos” entre vizinhos, marido e mulher, dentre outros.

      Cada situação exige uma reação específica do Estado. Se um dia eu chegasse a comandar uma instituição policial jamais abria mão dos dois tipos de “policiamento”, ou seja, o de conflito e o de confronto, pois a sociedade exige uma resposta da polícia. Às vezes a resposta deve ser amarga.

      O grande problema em nossas polícias é querer aplicar remédios iguais para doenças diferentes. Cada cidade possui um diagnóstico diferente, ou seja, cada cidade está infectada com um vírus ou uma bactéria diferente, necessitando assim de tratamento específico. Deveria ser de responsabilidade de cada comando (médico) o receituário adequado para cada quadro!!!!

      • Daniela Lana

        BRAVO!! Nas leituras, pesquisas e conversas ue venho promovendo, além da minha experiência profissional, vejo que é fundamental objetivar a prática da ideologia, da filosofia do policiamento comunitário, pois ela foi imposta antes de ser explicada, antes de ser “digerida” ou apre(e)ndida pelos próprios policiais que estão na atividade-fim e também pelas autoridades administrativas que o impuseram “goela abaixo”. Portanto, o que vemos, é uma confusão geral, porque os policiais adquiriram uma visão perjorativa do que realmente são (ou não) práticas dialógicas de mediação e resolução de situações-problema nas relações sociais. Vejamos então: Polícia Comunitária pode ser arbitrária? SIM. Policiamento tático, BOPE, ROTAM, CHOQUE MONTADO, etc, podem atuar com emprego de força necessária e proporcional, sem arbitrariedades, abusos ou excessos, dentro dos parâmetros legais? SIM!! Não só podem como devem!! Então parece que o que tá faltando realmente é uma sistematização e objetivação do conhecimento sobre estas duas modalidades, além de uma efetiva e eficaz aplicação e disseminação destes conhecimentos. O policiamento comunitário orientado à resolução de conflitos e debates tem o propósito de CONVENCER, já a policiamento pacificador tem o propósito de resolver confrontos e embates, de VENCER.
        Com muita pesquisa, podemos enfrentar tais questões com mais clareza, mudando a orientação da polícia de ontem, treinada aos moldes da Ditadura militar , para uma polícia atualizada, antenada com o que define a Constituição cidadão de 1988. Estamos melhorando muito, vamos melhorar cada vez mais!!!

      • Aderivaldo Cardoso

        Excelente Lana.
        Quero fazer-te um convite.
        Possivelmente apresentarei um programa em substituição temporária a um amigo.
        Gostaria de debater esse tema contigo.
        Que tal?

  2. Jota-Repórter policial

    Venho através deste parabenizar os Policiais Militares que efetuaram a prisão do bandido que ceifou a vida do motorista de onibus, Elinaldo Ribas Pires, 48 anos, na última terça-feira, no Itapoã. Parabéns ao todos dessa corporação PMDF.

  3. Brunno Lima

    Muito obrigado Aderivaldo e Daniela Lana pelas explicações, ampliando a visão de um “paisano” muito interessado nos temas sobre PMDF.

    Obviamente, ao realizar questinamentos sempre temos alguma idéia acerca do referido assunto. Minhas idéias andam no mesmo caminho. Eu acredito que antes de querer aplicar esses novos conceitos, a instituição deveria fazer um trabalho em conjunto com a população, para que dessa forma nós tívessemos a oportunidade de entender esse nova filosofia. Tomarei como exemplo a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, com a criação das UPP’s (Unidade de Polícia Pacificadora), ao ser dissemidado o conceito para a Tropa eles foram aos jornais para mostrar isso à população. Foi um trabalho longo até que a primeira fosse instituída.

    Pelo que eu ví aqui no DF, nem mesmo os integrantes da Gloriosa entedem muito bem e não estão preparados para tal atividade.

    Claro que mais uma vez a Polícia está pagando um preço por ser usada como massa de manobra política. O Governador viajou para algumas cidades, vui aqueles postos achou bonito e trouxe. Sem tempo hábil para preparar os Policiais e a população. O Cidadão quando vui o posto próximo à sua casa ele se sentiu seguro, mas no dia em que ele precisou de um apoio, pois a bicicleta de seu filho tinha acabado de ser roubada, ele ouviu do único policial que no posto estava: Não posso sair do meu posto. Tenho certeza que aquele Policial teve vontade de ir atrás do marginal, pois ele foi forjado para aquilo mas se ele saísse poderia responder por abandono de posto.

    Obviamente que policiamento comunitário não se resumi ao Postos. Mas temos que começar por esses policiais, que estão na linha de frente.

    Abraços.

  4. kleuber

    VC ja fez este curso aderivaldo????? ele é destinado a quem exerce cargos de chefia ou comando etc…existe alguma preferência neste sentido??? valeu!!!!

    • Aderivaldo Cardoso

      O primeiro foi voltado praticamente só pra oficiais.
      Já o segundo não, a concorrência foi de igual pra igual…
      Todos podemos tentar.
      Os leitores do blog e alunos formados pelo TECSop terão grande vantagem.
      abraço

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