Não há dúvida de que nosso policial está desmotivado e com sua auto-estima baixa…
A reunião abaixo teve o objetivo de motivar os policiais que atuam nos postos…
A pergunta que eu me faço todos os dias é: como motivar um policial que não acredita no sistema?
A outra é: Onde estão os policiais que atuam nos postos na foto abaixo? Vi apenas o pessoal de expediente…
Polícia Comunitária Sistema KOBAN
2/6/2009 15:55:00
Gilmar Santos (texto)
da Comunicação Social e Kelly PM/3 Paulo Paiva (fotos) da SSP-DFHoje, 02 de maio, Brasília recebeu as visitas do Cônsul do Japão Yasuaki Ishii e do coronel Luís Castro Júnior Diretor de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da PMESP.
O Cônsul Yasuaki Ishii que é um dos organizadores do sistema Koban no Japão é possuidor de larga experiência no que se refere ao estabelecimento de parceria entre a polícia e a comunidade, bem pertinente ao momento atual da Polícia Militar do Distrito Federal no que se refere a implantação dos Postos Comunitários de Segurança, cuja filosofia assemelha-se ao projeto levado a efeito no Japão e que é desenvolvido em São Paulo com absoluto sucesso.
O Cônsul apresentou a palestra “Polícia Comunitária Sistema Koban”.
O sistema Koban no Japão segue a idéia de descentralização territorial e seu funcionamento é parecido com com os nossos Postos Comunitários de Segurança. O critério para sua instalação e localização é puramente técnico e é estabelecido pela polícia de tal forma que garanta o atendimento cuidadoso e atencioso às pessoas que o procurem. Estes postos policiais (Kobans e Chuzaishos) estão subordinados aos Police Stations e funcionam 24h por dia. È interessante ressaltar que a polícia japonesa para atender a demanda e manter um nível de ordem satisfatório entende que descentralizar é a solução, sendo que os maiores e melhores recursos da polícia devem estar alocados na linha de frente dos acontecimentos. São fundamentos principais da polícia japonesa a filosofia de que: as atividades junto às diversas comunidades e o estreitamento de relações polícia e comunidade, além de incutir no policial a certeza de ser um “mini-chefe” de polícia descentralizado em patrulhamento constante, gozando de autonomia e liberdade de trabalhar como solucionador dos problemas da comunidade, também é a garantia de segurança e paz para a comunidade e para seu próprio trabalho.
O palestrante coronel Luís Castro Júnior ministrou a palestra “Gestão de Polícia Comunitária com foco em Postos Comunitários de segurança”. Nesse ponto vale ressaltar que a Polícia Militar do Estado de São Paulo é uma referência nacional de polícia comunitária, haja vista que emprega programas de policiamento específicos para a execução desta modalidade de policiamento e tem nas bases comunitárias os locais de referência para tais programas, assim como o PCS no Distrito Federal.
Também participou do evento o Comandante-Geral da PMESP, coronel Àlvaro Batista Camilo possuidor também de grande experiência Policiamento Comunitário.
4 Comentários
Junho 10, 2009 às 4:04 pm
O homem só tem motivação quando ele é valorizado no sentido de ser ouvido quando ele faz parte de um projeto, por exemplo o governador mudou as escalas a seu modo e nem se quer ouviu os ppmm que são partes fundamentais no projeto e digo noventa por cento dos ppmm que trabalham no objetivo fim estão completamente desmotivados. Outra coisa muito importante tratando-se do ppmm que estão na linha de frente pois a pm existe pra combater o crime e esses profissionais quando vão a policlínica por exemplo não tem nenhuma prioridae quando vão nos quarteis fazer um requerimento também não tem nenhuma prioridade e eles deveriam ser bem tratados pois eles carregam a pm nas costas.
Junho 10, 2009 às 4:44 pm
Como valorizá-lo? A questão é somente salarial ou existe outra forma?
Junho 11, 2009 às 2:20 pm
Se for pela questão salarial apenas, podemos nos dar mal. Vejam essa PEC do deputado Jair Bolsonaro – RJ.
JORNAL DE BRASÍLIA – 11 jun 09
Teto para os salários
A Câmara dos Deputados analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 352/09, do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que estabelece como teto para a remuneração dos integrantes das forças auxiliares – polícias militares e corpos de bombeiros militares – o salário dos postos correspondentes nas Forças Armadas. O objetivo da projeto é evitar que, nos estados e no Distrito Federal, o salário de policiais militares seja maior que o de integrantes do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica. Essa situação, segundo Bolsonaro, ocorre hoje no DF. A Comissão de Constituição e Justiça analisará a admissibilidade da PEC. Se aprovada, passará por comissão especial antes de ir a plenário.
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Ou seja, o pessoal das FFAA não querem ver os PMs e Bombeiros do DF ganhando mais do que eles.
Não sei porque me veio a mente a palavra DESMILITARIZAÇÃO…
Junho 11, 2009 às 2:46 pm
Fonte
http://www.jornaldebrasilia.com.br/impresso/colunas.php?edicao=2380&IdColuna=21