Defender a criação do Instituto de Segurança Pública – Segurança com Inteligência

Ontem foi o lançamento do Plano de Governo do senador Rodrigo Rollemberg, candidato ao governo do Distrito Federal, que na condição de técnico ajudei a elaborar, ouvindo a população, juntamente com outros especialistas da área de segurança pública. Fiquei feliz ao ver nele, muitos pontos debatidos e defendidos aqui no Blog Policiamento Inteligente, sendo alguns pontos chaves do nosso “Plano de Ação” contido no nosso “Plano Nacional de Segurança Pública”, desenvolvido como um norteador das ações para a implementação da filosofia de Policiamento Inteligente. Acreditamos que a política de bastidores pode trazer melhores resultados que a política de trio elétrico.

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Nosso enfoque foi o fortalecimento da área de inteligência (Subsecretaria de Inteligência) e da prevenção comunitária (SUPROC), para isso será necessária uma reestruturação da área de segurança pública com a redefinição de papéis e responsabilidades, em articulação com outros órgãos. Para isso é preciso estabelecer uma “centralizadora” das ações de segurança pública em Brasília, criando uma política de Estado e não de Governo. Sobre a prevenção deseja-se desenvolver programas e projetos voltados para a “ocupação de espaços públicos” visando a redução da criminalidade. O objetivo é desenvolver “Praças da Paz”. O esporte a meia noite podendo ser ampliado tornando-se “esporte todo dia, toda noite”. A prevenção às drogas também terá um grande enfoque.

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A ideia é redefinir o papel da Secretaria de Segurança Pública (Competências, Gestão de Recursos, Prevenção, Articulação de ações e Controle externo). Outra medida a ser adotada é a centralização da coordenação de inteligência, com a criação do Instituto de Segurança Pública (ISP-DF). Ele seria independente da Secretária de Segurança, com foco na produção de informação estatística e inteligência (Núcleo Avançado de Análise Criminal). Além disso, pretende-se ter uma coordenação das atividades de inteligência por meio de sistemas integrados de informação que utilizem bases de dados de todas as áreas do GDF (UNIFICAÇÃO DE BANCO DE DADOS). Com relação a formação e qualificação profissional pretende-se implementar a ACADEMIA ÚNICA DE FORMAÇÃO POLICIAL (UNIFICAÇÃO DE FORMAÇÃO E PROCEDIMENTOS).

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Outro ponto que merece atenção é o compromisso de criar um Plano Distrital de Segurança Pública, baseado no tripé “Prevenção, Inteligência e Combate ao crime (repressão qualificada)”, inspirado no “Pacto pela Vida” de Pernambuco, desenvolvido no Governo Eduardo Campos, com foco em crimes violentos, em um primeiro momento, reformular as Áreas Integradas de Segurança Pública (AISP´s), desenvolver um plano de metas e responsabilidades por AISP para as Polícias Civil e Militar, e um sistema de “bonificação” por resultado.

Tornar os postos "mini-delegacias" com o Termo Circunstanciado

Tornar os postos “mini-delegacias” com o Termo Circunstanciado

O fortalecimento da área de inteligência (Subsecretaria de Segurança) e das ações preventivas (SUPROC) são os pontos chaves para uma boa prestação de serviço. A possibilidade de criação do Instituto de Segurança Pública (ISP-DF) com foco na informação e inteligência pode ser um avanço no mapeamento de áreas de risco e no combate ao crime, além de um catalisador na produção do conhecimento no campo da segurança pública. O debate sobre o aumento real de efetivo, por meio da contratação de novos policiais, e a sua redistribuição no território também. A visita a Pernambuco na última semana abriu minha visão sobre o “Pacto pela Vida”. Tive a oportunidade de conversar com policiais e moradores da região, tanto da capital, quanto do Agreste sobre o tema. Em breve farei breves relatos sobre a impressão que tive. Fiz alguns em meu facebook durante a viagem, após as conversas que tive.

Aderivaldo Cardoso – Coordenador do Movimento Policiamento Inteligente #euaderi31190

10306561_672155329546142_5507929811463158800_nAcesse o Plano de Governo e Saiba mais:

 

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Nota de esclarecimento: Aderivaldo Cardoso – 31.190 – Deputado Distrital

Tenho acompanhado as redes sociais e a campanha de difamação feita por alguns que não compreendem o cenário político. Alguns que muitas vezes comporta-se como crianças,  imaturas, emotivas e descontroladas. Política é razão, não é emoção. Política se faz com estratégia. É ciência exata. É matemática. Lembro-me que quando entrei na polícia deixamos de fazer um deputado (Aires Costa) porque o partido (PDT) veio sozinho e não atingiu o coeficiente eleitoral. Com 12 mil votos não foi eleito. Enquanto outros com metade dos votos entraram para Câmara legislativa.

Alguns pontos precisam ser esclarecidos e gostaria que fossem replicados nas redes sociais. Sai da coligação onde eu estava porque não havia estrutura para oferecerem e não haveria parceria com os distritais da PM. Na coligação seria complicado me aliar com outros candidatos que diziam me apoiar, mas já estavam comprometidos com políticos tradicionais detentores de grande poder econômico e estrutura de campanha. Como fazer aliança com o Poliglota que está no DEM? Lá a prioridade é eleger o Fraga. Como fazer aliança com o Hermeto no PMDB? Lá a prioridade é eleger o Roney Nemer, mas ainda tem o apoio do Néviton e da Estrutura do Rafael Barbosa. Como fazer aliança com o Jânio e Eliomar no PRTB? Lá quem irá financiar a campanha é o ex-deputado Luiz Estevão e a prioridade é eleger a Jaqueline Roriz e o Fraga. Os únicos que ainda me apoiavam de fato era o NCP porque estavam na mesma coligação, mas a prioridade do PSD, partido deles é o Rogério Rosso. Como iriam me apoiar com o material de outro candidato casado com eles?

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O Partido que eu estava (PSB) estava ajudando no Plano de Governo, como técnico e seria candidato a federal, não havia conversado sobre estrutura, e fez após a convenção uma coligação com outros candidatos e partidos detentores do poder econômico, o que inviabilizaria qualquer possibilidade de eleição por minha parte ou chegar até a segunda suplência como era o planejado. Já que estimava-se um quantidade de votos para mim entorno de 20 mil votos.

Fui buscar um partido com condições numéricas de eleição. A pergunta que fiz foi: onde posso me eleger com menos de 10 mil votos? Escolhi o PHS que rejeitou o Guarda Jânio e candidatos já comprovados com votação acima de 10 mil votos para que todos pudessem chegar em pé de igualdade. No partido o mais votado é o candidato LIRA de São Sebastião que obteve na última eleição 7 (sete) mil votos. Nesta coligação já temos candidatos comprovados nas urnas que somam 65 (sessenta e cinco mil votos) e previsão de no mínimo 125 mil votos, o que garante 02 (dois) deputados. O que isso quer dizer? Quer dizer que comprovadamente a coligação já chega com a possibilidade real de fazer um deputado, podendo chegar a dois, dependendo do potencial de votos dos mais novos. Quem tiver entre 8 (oito) e 10 (dez) mil votos será deputado.

Quando falamos em eleição temos que observar três pontos básicos: 1) PARTIDO; 2) COLIGAÇÃO; 3) VOTAÇÃO para ser o 1º ou 2º da coligação. Fora isso a candidatura perde até a sua objetividade.

Precisamos avaliar todas as coligações e para isso podem entrar no site do Tribunal Regional Eleitoral e analisar os nomes que lá estão disponíveis e os votos de todos que já foram candidatos para saber como andam os partidos. Após várias análises com pessoas que entendem do assunto chegamos a alguns números que precisamos analisar nos próximos três meses para não jogarmos nossos votos fora e perdermos as chances de fazer dois deputados distritais, já que não faremos nenhum federal. Afinal, quem tem condições de eleição com base no partido, coligação e votação?

O DEM do Poliglota tem 48 candidatos para atingir o coeficiente eleitoral. O primeiro colocado deverá ter entre 15 e 20 mil votos para ser eleito e torcer para que outros se destaquem. O partido veio sozinho e corre o risco de não atingir o coeficiente eleitoral. Já o PMDB do Hermeto tem 48 candidatos, diferente do DEM é que tem muita gente forte. Alguns apostam que fará três deputados. Lá já temos o Dep. Wellington da PCDF, o Dep. Robério Negreiros e três fortes candidatos. Apostam no Pastor Daniel de Castro, no Rafael Prudente e no Indio da Soberana que cresceu bastante, pois sua empresa foi responsável pela segurança na copa. Todos os três podem ter votação superior a dez. No PSD do NCP, o candidato mais votado é o ex-deputado Milton Barbosa, ele teve 12 mil votos na última eleição, precisa melhorar a votação, pois também vieram sozinhos e correm o risco de não atingir o coeficiente eleitoral. No PRTB do Jânio e outros, temos três candidatos com potencial de ser eleito: a Dep. Liliane Roriz, que dependendo da votação pode fazer o Guarda Jânio,  Juarezão ou Toninho Pop.

Sobre meu atual partido, digo que meu partido é a PMDF. O PHS está na coligação do Tadeu Filippeli  e Agnelo, porém o partido me liberou para não apoiar o governador, o partido não apoiará o candidato indicado pelo PT ao senado e eu estou proibido de apoiá-lo (Magela), caso eu quisesse. Porém o partido me liberou para apoiar o Gim e Reguffe. A nível federal estamos coligados com Eduardo Campos e Marina Silva. O partido e a coligação para federal tem o objetivo de eleger o Alírio deputado federal, que é um bom articulador e fez o compromisso com 10 (dez) candidatos policiais militares e bombeiros, que a nível federal, se eleito, irá defender as demandas desse grupo que denominamos G10.

Sugiro aos amigos que analisem tudo o que coloquei e tirem suas próprias conclusões sobre o porquê eu optei em sair candidato a deputado distrital e não a federal. Afinal, alguém acredita mesmo que eu teria mais de 60 (mil) votos? Alguém acredita que eu teria todos os apoios de outros candidatos financiados por federais de outras coligações? Preferi começar de baixo, dando um passo de cada vez. Prefiro ter a humildade de reconhecer minhas limitações do que a cegueira da arrogância política.

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Hoje é o primeiro passo de um grande passo…

Na última semana minha oração foi: “Senhor, abra todas as portas que tiver que abrir e feche todas as portas que tiver que fechar”. Não sabia da reviravolta que isso daria em minha vida. As vezes fazemos planos e queremos cumprir a qualquer preço. As vezes é o que nós queremos, não o que Deus deseja para nós. Eu creio nisso.

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Hoje, dia seis de julho, faz dois anos e sete meses que fui marcado por uma mudança de vida, hoje inicia um projeto que pode mudar minha vida. Em um dia seis eu acordava neste horário com um peso do tamanho do mundo nas costas, uma ausência terrível e uma dor horrível no peito. Hoje sinto o mesmo peso de uma maneira diferente. O peso da responsabilidade de minhas escolhas.

Guerreiro

Um dia seis por ironia do destino, mistura todas as minhas emoções. Lembro-me de tudo que se passou até chegar aqui. De tudo que falei, de tudo que sonhei, de tudo que planejei.. Dos momentos que pensei em desistir, dos amigos que partiram e daqueles que permanecem por aqui ao meu lado. Inicio (ou reinicio) minha campanha com ausências importantes em minha vida, mas com presenças fundamentais.

Gabriel Estádio

Agradeço a todos que acreditaram e que acreditam nesse sonho. Precisamos nos tornar agentes de mudança em nosso meio, agentes de transformação! Chegou a hora! Que Deus nos abençoe, nos dê força e sabedoria sempre! Conto com cada um dos meus amigos e familiares! Não será fácil, nunca foi fácil, mas é possível! Vencedor é aquele que vence a dor. Então vamos vencer! Eu creio!  Aderivado Cardoso – Deputado Distrital – 31.190

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Um recuo estratégico para uma candidatura a Dep. Distrital

A  política é dinâmica e apaixonante, mas uma coisa que não podemos perder é a razão ao tomarmos nossas decisões. Meu sonho é chegar a Câmara Federal, mas não sou inconsequente nem inexperiente na política. Minha primeira eleição foi quando eu tinha meus quinze anos, já trabalhei em campanha de deputado de dois políticos que já foram vice-governadores e um que ainda é deputado distrital. Eleição não é corrida de cem metros, Eleição é maratona. Precisa ter fôlego. Não é atoa que tivemos tantos recuos e adequações partidárias até o momento.

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Fonte: Enquete feita no Blog do Halk

A conjuntura política de onde eu estava mudou muito com a entrada do ex-governador e candidato a deputado federal na coligação PSB/PDT/SDD/PSD, Rogério Rosso e do ex-deputado federal, também candidato ao cargo Augusto Carvalho, do partido Solidariedade, além da “grana” do Prof. Granjeiro. Tenho uma máxima comigo: “Não dá para usar a corporação para ser escada de outros políticos consolidados”. Entrar em uma campanha para deputado federal sabendo que não teria chances reais de ganhar, simplesmente para me “dar bem” depois não é do meu feitio. Além disso,  uma campanha de federal é muito cara. Eu precisaria de 70 mil votos para ser eleito. Para distrital preciso de 7 mil na coligação que escolhi. Prefiro lutar onde temos chances reais de ser eleito. Peço desculpas se decepcionei alguns. Precisamos ter humildade para reconhecer minhas limitações e meu tamanho na política. Preciso dar um passo de cada vez, me consolidar, ser realista. Com base na pesquisa acima 63% dos votos da Corporação representam apenas 9. 450 (NOVE MIL QUATROCENTOS E CINQUENTA VOTOS). Muito para distrital, mas pouco para federal. Compreendem? É preciso ter CORAGEM para MUDAR!

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A dinâmica se deu no último dia do prazo para mudança partidária. Quando minha equipe chegou a conclusão de que não valia a pena concorrer para federal, pois não teríamos fôlego para chegar até o final da corrida. Sei que perco vários apoios vindo a distrital, mas também ganho, pois muitos verão que as chances são reais e nos apoiarão. No último dia, chegamos a discutir que eu não lançasse candidatura e apoiasse outra candidatura dos novinhos. Mas não acredito em uma transferência de votos não planejada. Além do mais já abri mão de minha candidatura na última eleição para me fortalecer. Desta vez vejo que chegou minha hora. O trabalho tem base e creio que esteja consolidado para trabalhar os votos necessários para eleição para DEPUTADO DISTRITAL. Trabalhamos dentro e fora da corporação. Quem trabalha para chegar a 100 (cem) mil votos pode chegar a 10 (dez) mil, quem trabalha para 10 (dez) nunca chegará a CEM mil. O que isso quer dizer? Que quem trabalha para federal pode recuar para distrital, mas que quem trabalha somente para distrital, não tem como ir para federal. Estávamos trabalhando para federal, com a possibilidade de uma primeira ou segunda suplência, com a vinda de outros o quadro mudou.

Entrevista

Escolhi um partido que nacionalmente está alinhado com Eduardo Campos e Marina Silva e que me desse a liberdade que eu necessito para fazer minha campanha para distrital.  As mudanças foram feitas estrategicamente nos últimos minutos. Uma eleição é o resultado de votos mais estratégia. A construção é silenciosa. Vamos a luta! Vamos vencer! Nos podemos! Procuro ser racional em minhas ações. Eleição se ganha com voto e estratégia.

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Qual seu pré candidato a Deputado Federal

Enquete halk

 

Eleição é sempre uma incógnita. Temos aí os candidatos a federal. Fiquei muito feliz ao ficar em terceiro na enquete para Distrital. O apoio na enquete irá ser revertido em votos nas eleições? Quem pode ser federal também pode ser distrital? Seria melhor começar de baixo ou já começar entre os grandes?

 

Fonte: Enquete feita no Blog do Halk.

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O cenário político muda a todo instante!

O cenário político é dinâmico, as estratégias também, pois elas se adequam ao cenário. Eleição é o somatório de voto mais estratégia, prova disso foram as mudanças no tabuleiro nos últimos dias. Fraga recuou do senado para deputado federal, Eliana Pedrosa recuou de candidata ao governo para uma candidatura a vice, Liliane Roriz recuou de candidata a vice-governadora para deputada distrital, Agaciel Maia que estava cotado para sair federal recuou para distrital, Paulo Otávio, quem diria, sairá candidato a deputado distrital. Cogita-se até um recuo do Dep. Federal Izalci para distrital. O que é um recuo estratégico? Seria um passo atrás para dar dois a frente? Crescemos mais quando batemos o pé naquilo que desejamos ou quando reconhecemos nossas limitações e recuamos?

Como é difícil manter a coerência na política local. Ainda mais no quesito permanecer em um partido que não apoie o PT em algum nível. Pouca gente percebeu que o PR, partido de Arruda, apoia a Dilma no plano federal. Dentro de outras coligações também encontramos esses confusões. Eu por exemplo sai do PDT porque meu partido de cinco anos irá apoiar Dilma no plano federal, mas apoia o Rollemberg no DF, O PSD do vice na chapa, apoia Dilma no plano federal e assim por diante. Partidos que apoiam Aécio também vivem o mesmo dilema dos outros.

Analisando o cenário friamente fica difícil permanecer em uma coligação que mantenha a coerência ideológica e partidária. No DF, 17 partidos apoiam a reeleição de Agnelo Queiroz, 4 apoiam a eleição de Rollemberg e 4 ou 5 apoiam a eleição de Arruda. Uma vez aqui no blog fiz uma análise de que teríamos aproximadamente 600 candidatos apoiando a candidatura de Agnelo, 144 apoiando Rollemberg, 144 apoiando Arruda e 32 em média apoiando os outros candidatos. Um cenário difícil, quando se envolve a máquina pública e muito dinheiro!

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A campanha eleitoral começou!

O cenário político começa a ficar mais “claro”. A “sopa de letrinhas” está dando o tom. Até o momento temos os seguintes candidatos ao governo do Distrito Federal: Agnelo (PT), Arruda (PR), Eliana Pedrosa (PPS), Luiz Pitiiman (PSDB), Rodrigo Rollemberg (PSB) e Toninho (PSOL). Acredito que será um “teste” para a ciência política. Os eleitores realmente querem mudanças ou o discurso é somente da boca para fora? O discurso do “rouba mais faz” é levado a sério? O que importa mais: o passado de corrupção ou de seriedade e honestidade? Querem pessoas honestas ou que prometem e não cumprem? O discurso de arrependimento convencerá os eleitores duas vezes? Vamos nos prender ao passado de corrupção, ao presente da incompetência ou a esperança de um futuro melhor?

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